História Operação papais - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Hopega, Hybrid!jimin, Hybrid!jungkook, Hybrid!taehyung, Kids, Muito Fluffy, Papais, Sobi, Sope, Yoonseok
Visualizações 712
Palavras 1.032
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


gente, eu to no meio dos matos e o único pc que eu arrumei pra transcrever a fafic o teclado não presta, então ignorem os erros e #pas

feliz dia das crianças e feliz aniversário do jimin

boa leitura~

Capítulo 2 - Missão dois: Hoseok precisava de um emprego


Hoseok estava bravo.

Quer dizer, não bravo em si, mas estava frustrado por ter passado o dia inteiro andando, com calor, sentindo odor de cê-cê nos metros, com alguns calos nos dedos e no calcanhar e não havia conseguido nada, nadinha mesmo, nem mesmo um meio sorrisinho dos gerentes dos locais que foi.

Sabia que não deveria ter tanta expectativa. Sabia que mandar currículo não gerava resposta imediata. A crise estava por todo canto, mas, poxa, agora ele tinha mais duas bocas para alimentar – e que boquinhas fofas! – e não dava para ficar esperando a boa vontade dos céus de mandar dinheiro, muito menos que Yoongi, com seu emprego de professor de música – mesmo que fosse de universidade – sustentasse aquela família sozinho. Tinha a noção que os bicos que fazia antes não seriam mais suficientes.

Não sabia nem mesmo com que cara chegar em casa. Estava certo que seu marido não se importaria e que diria que eles dariam um jeito, mas o Jung não queria que o Min se metesse naquilo, queria dar seu jeito sozinho, e, assim, impressionar o companheiro.

Porém, não seria naquele dia.

Já estava esgotado e o caminho da estação para casa nunca parecera tão longo, ainda que fossem apenas dois quarteirões. A qualquer momento poderia se jogar no chão e ir o resto do caminho se arrastando, mas ainda lhe sobrava um pingo de orgulho e dignidade. Não se prestaria aquele papel.

Caminhava solitário pela rua escura e, para completar seu combo do dia, já sentia a garoa de uma chuva certa tocar seu rosto. Até pensaria em correr, mas ia se molhar do mesmo jeito. Ainda mais quando as gotas haviam se transformado em uma chuva grossa mais rápido que seu corpo pudera processar.

A água caía forte surrando seu corpo, levando consigo o resto de dignidade que Hoseok tinha – que já era quase nada – mas foi só quando suas lágrimas de frustração estavam a se misturar com o líquido cristalino ao que se encolhia e aceitava sua derrota, que o Jung ouviu um choro baixinho que, por incrível que pareça, não era seu.

Virou o rosto para os lados, procurando o barulho, mas o ruivo era cagão e, quando se deparou com dois olhos brilhantes lhe encarando de dentro de um bueiro, fez o sinal da cruz três vezes, mesmo não sendo religioso, para logo depois unir as mãos em prece ao que ele continuava a encarar e ser encarado de volta.

Porra, Hoseok tinha assistido It – A coisa, não estava preparado para encontrar a droga daquele palhaço maldito que ele sequer fazia questão de lembrar o nome. Mas era um pamonha mesmo, já que mesmo se cagando de medo, tendo dois filhinhos para criar e só querendo chegar em casa, o alaranjado era curioso e, merda, aqueles olhos lhe chamavam tanta a atenção.

Sentiu-se como um mocinho burro de filme de terror, indo diretamente até a sua morte certa, se agachando para que conseguisse visualizar melhor em meio a tanta chuva e descobrisse o que raios era aquele troço no esgoto. Sentia sua calça molhar e não sabia se era pela chuva ou pelo xixi que escorria pelas suas pernas.

Havia, literalmente, se mijado de medo.

Foi quando esticou o braço para dentro do bueiro – Deus, iria ter um infarto do miocárdio ali mesmo! – que algo o surpreendeu.

Ao invés de ter seu braço comido pela coisa, sentiu uma pelagem fofa, ainda que molhada, tocar a palma de sua mão, resolvendo, então, puxar aquilo.

Ouviu um gemidinho tão choroso que quase largou o negócio ali mesmo, mas tinha de pagar de corajoso, mantendo-se firme e forte, puxando com tudo a coisa para logo cair para trás no asfalto com um peso sobre si. E estava preparado para gritar e jogar o que quer que fosse para longe quando escutou um fungar bem baixinho.

Angulou seu rosto para baixo bem pouquinho, prendendo uma exclamação no fundo de sua garganta ao se deparar com duas orelhinhas felpudas claras abaixadas e uma carinha de choro que ora lhe fitava, ora resvalava o nariz em sua camiseta como se estivesse farejando o local.

— Ei, neném, não chora... — O Jung murmurou, mesmo que quem quisesse chorar fosse ele, o que só fez o pequeno em seus braços fazer uma carinha maior ainda de quem iria abrir o berreiro. — Sério, não chora, por favor.

Com dificuldade, se levantou do chão com o pequeno em seus braços, analisando o corpo encolhido que parecia de um garotinho de uns dois aninhos. O maior sorriu para o outro para lhe acalmar, o que acabou resultando em um sorriso de dois dentinhos muito fofo de volta. Sabia que estava ferrado com Yoongi, mas aqueles olhinhos suplicantes e a forma que o menor havia se agarrado em seu pescoço amoleceram seu coração, parecendo não querer se desgrudar de si. E, bem, o Jung se sentiria um monstro se deixasse aquele serzinho ali.

— Qual o seu nome? — Perguntou quando já estava a caminhar com o garotinho em seus braços. — Hum?

— Je-Jeonggukie...

 A voz tímida e embolada, além da forma fofa do pequeno falar fizeram o mais velho conter um gritinho animado e a vontade de apertar aquelas bochechinhas tão cheinhas, se limitando apenas a sorrir e cobrir o corpinho com sua jaqueta para que o protegesse da chuva que ainda caía forte.

— Então, Jeongguk, não sei quem foi o desalmado que te deixou aí ou se você um dia teve alguém, mas você vai comigo para casa. Tudo bem? Você não se importa, não é? Eu espero que você goste, lá tem dois nenéns assim como você, só que um pouquinho, mas bem pouquinho mesmo, maiores. Vai ser divertido, vocês vão brincar e serem muito amiguinhos? Você gosta de brincar, não é?

Enquanto o Jung tagarelava, o garotinho em seus braços apenas o encarava, sorrindo vez ou outra quando os olhos do maior caíam em si. E Hoseok já estava se preparando para ouvir as reclamações de Yoongi sobre si, mas não ligava, as únicas coisas que pairava na sua mente naquele instante, além do amor que já começava a nutrir pelo pequeno híbrido, era que ele, mais do que nunca, precisava de um emprego.

 


Notas Finais


agora com toda a família, a operação começa de vdd saiksjias

não esqueçam do famoso comentário pra dar aquele up na motivação <3

xoxo, see you~


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