História Operação Resgate HIATUS - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Neji Hyuuga, TenTen Mitsashi
Tags Hentai, Naruto, Neji Hyuuga, Nejiten, Tenten
Visualizações 70
Palavras 2.809
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLÁ MEU POVO!

Como estão? Bem?

Então, quem me conhece sabe o quanto eu sou NejiTen fã raiz, escrevo e tudo sobre esses lindos E nesses últimos dias/semanas eu estava com uma ideia muito 10/10 que não me deixou descansar até eu sentar a mão e escreve-la. E EIS AQUI MEUS XÊROS.

Espero que caiam de cabeça comigo nessa história que eu creio que será recheada de tretas e putarias. rs /adoro

Não posso deixar de agradecer a Bruna Maysa (~Rose_Quartz) por betar lindamente esse capítulo. Obrigada meu anjo, não sei o que seria de mim sem ti.

Sem mais delongas, tenham uma boa leitura! 💜

Capítulo 1 - Capítulo I - Raptada.


- Certo, Hyuuga. A missão que lhe darei hoje será diferente daquelas as quais está acostumado.

O moreno assentiu, mantendo sua pose frígida de sempre, encarando seu superior.

— Você terá de escoltar uma pessoa. Uma garota, para ser mais específico.

— E quem seria essa pessoa? — Indagou o Hyuuga, arqueando as sobrancelhas diante da missão diferente que deveria executar.

— Tenten Mitsashi, a filha do presidente Asuma Mitsashi.

— A filha do Asuma? — Neji indagou com surpresa. Conhecia o presidente suficiente, sendo considerado por ele um amigo íntimo. Suas famílias eram próximas, facilitando a amizade de ambos e que, naturalmente, perdurara ao longo dos anos.

Porém, mesmo com a proximidade do presidente, pouco sabia sobre sua filha, Tenten. A garota vivia em viagens com a mãe, levando em conta que, após o divórcio, a guarda permaneceu com a progenitora. A última vez em que teve algum contato com a menina fora há quatro anos, quando a morena tinha apenas 15 anos. Uma moleca.

O superior afirmou, concordando. O rosto permanecia sério, impassível.

— Por que não fui contatado pelo próprio Asuma?

— O governo está em crise interna, Hyuuga. Há um suspeito de infiltração nos homens que protegem o presidente e sua família e, provavelmente, ele está sendo constantemente vigiado. Temo que seja por isso que ele não pôde falar-lhe diretamente a respeito dessa escolta. Asuma preza muito pela segurança de sua única filha. Nada mais justo que você mesmo cuidar dela com cautela e, o mais importante, em segredo absoluto.

Neji prontamente assentiu, apertando mais firme a arma contra si. Honraria seu amigo, protegendo a pessoa a quem ele mais tinha amor. Nem que fosse com a própria vida.

— Certo, me passe todas as coordenadas que devo seguir e a hora de partida.

— Certo. Só um momento — mais que depressa, o homem sacou seu celular assim que recebeu uma mensagem. No mesmo segundo, sua expressão vacilou para, logo em seguida, tornar-se ainda mais séria.

Neji arqueou as sobrancelhas.

— Sua missão começa agora, Neji Hyuuga. Tenten Mitsashi acaba de ser sequestrada.

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— O que... O que está acontecendo? — A voz feminina, baixa e trêmula, sussurrou. Sentia seu corpo ser arrastado por dois homens. A venda em seus olhos a privava da visão. Vários machucados se espalhavam pelos seus braços, colo e pernas.

— Cale a boca, vadia — um dos homens apertou o braço da jovem com mais força, machucando-a ainda mais. Um grunhido de dor foi ouvido e logo um soluço deu início ao choro baixinho.

— Por favor, não me mate... — pediu ainda vacilante, com medo de que qualquer alteração em sua voz fizesse com que lhe machucassem ainda mais.

— Fica quietinha que a filhinha do papai não vai morrer tão cedo.

Tenten engoliu em seco, lutando contra as dores que sentia por conta de seus hematomas e escoriações. Já que a visão lhe faltava no momento e não tinha de ideia de como era o caminho pelo qual estavam a arrastando, vez ou outra seus pés lhe traíam, fazendo com que tropeçasse. Sentia-se exausta, mas não podia se render ao cansaço. Estava apavorada. Tinha medo do que pudessem fazer a ela.

— Para onde estão me levando? O que irão fazer comigo? — Indagou em um fio de voz e pensou se realmente gostaria de saber a resposta.

— Shh... A filhinha do presidente logo irá saber.

Tenten reconhecia aquela voz de algum lugar. Contudo, sua mente confusa só embaralhava ainda mais seus pensamentos.

Por um momento eles pararam de andar, parando de arrastar o corpo cansado de Tenten. A venda em seus olhos impedia sua visão, contudo, ainda podia distinguir a luz do local. Estavam em algum lugar bastante iluminado. Ouviu o pesado som de uma porta metálica rangendo e sentiu o estômago gear.

— Aqui está a princesinha, Hidan.

“Hidan?”, Tenten pensou ainda assustada. Hidan era o braço direito e seu pai. Um dos seletos homens de confiança do presidente. E ele estava ali, a raptando. Mas... Por quê? O que fariam ali? Sua mente trabalhava depressa, matutando as respostas.

O homem sorriu de canto, andando até Tenten e tirando com tudo a venda negra. A Mitsashi precisou piscar algumas vezes, até que seus olhos se acostumassem à claridade. Focou a visão no homem a sua frente. O sorrisinho debochado permanecia ali. Desceu os olhos por todo o corpo alto de Hidan e tremeu ao ver suas mãos ocupadas por uma faca e um aparelho telefônico.

— Olá, boneca.

— Seu filho da puta! Falso, mentiroso! — Tenten cuspiu as palavras, se debatendo e tentando se livrar do aperto dos homens que a seguravam. Gritou de dor

— Como... Como você... — a voz saiu falha por conta da dor absurda que sentia em sua carne.

— Vem comigo pro quarto que te explico tudo, bebê — falou debochado o homem, piscando para a Mitsashi que fez uma expressão de puro asco.

Ignorando a petulância de Tenten, Hidan deu espaço para a porta atrás de si ficar livre, e deu a ordem para seus capangas jogarem Tenten ali dentro.

— Já foi tratada como princesa até demais — soltou com escárnio. — Agora... — olhou para seus comparsas. — Liguem para o filho da puta do Asuma e avisem que o tesouro dele será bem guardado.

Tenten permaneceu caída ao pé da porta, tentando a todo custo se levantar, correr o mais rápido e para o mais longe dali. Rezou para que seu pai, ou qualquer outra pessoa pudesse lhe tirar dali. Estava com medo. Com muito medo.

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Neji dirigia o mais rápido que podia. Tinha uma missão a completar, e como o sujeito forte e determinado que era, falhar não era uma opção. Ele era o melhor, o mais qualificado. Ninguém em sua sã consciência ousaria mexer com ele. Neji Hyuuga era temido. Fosse sozinho ou emquipe, o sucesso era garantido. Não tinha medo da morte.

Enquanto manobrava, mantinha um pouco de sua atenção para onde o GPS o direcionava. Graças ao rastreamento do celular de Tenten, pôde saber onde ela era mantida refém. Esperava que o celular ainda estivesse em posse da garota e que não fosse alguma armadilha. Porém, não temia aquele risco. Neji era o melhor policial da S.W.A.T. dos Estados Unidos, nada o pegaria de surpresa.

(...)

Após 40 minutos na estrada, Neji se viu numa área totalmente isolada, de mata fechada. A única forma de seguir por ela, seria a pé. O moreno estacionou o carro por ali mesmo e pegou todas as armas que precisaria. Estava devidamente equipado e pronto para qualquer tipo de confronto que pudesse ocorrer.

Avistou uma pequena trilha de terra que sumia floresta adentro. Possivelmente era o caminho que daria no lugar onde, de acordo com o GPS que apitava, poderia ser o local onde Tenten estava sendo mantida em cativeiro.

Neji era extremamente cauteloso em seus movimentos, atento a todo e qualquer barulho que fosse. Seus olhos não perdiam nada.

Seguiu adiante, com a atenção redobrada. Tudo muito taciturno. Não queria fazer alarde. Quanto menos barulho fizesse, mais rápido seria concluída a missão. Após uns bons minutos de caminhada, avistou um casebre de madeira com um aspecto abandonado. Checou mais uma vez o aparelho que o guiava pela localização.

Bingo.

— Certo — falou baixo pelo rádio transmissor. — Alvo possivelmente localizado. Estou indo de encontro para o local.

— Positivo, Hyuuga. Lembre-se: se certifique de proteger Tenten Mitsashi a todo custo.

Neji assentiu e apertou a pequena arma que carregava consigo, presa no pequeno coldre amarrado em sua perna. Em um movimento rápido, a pegou e segurou. Aquela casa sinistra o esperava.

(...)

No quarto iluminado por uma pequena lâmpada, Tenten permanecia sentada numa cadeira de madeira. Pés e braços amarrados num nó exageradamente apertado. Sua expressão era de dor e raiva. Seu rosto, cansado e empoeirado, era o quadro perfeito do desespero. O tom verde musgo fosco das paredes deixava o ambiente mais sujo, deixando-a ainda mais irritadiça.

O calor era outro terrível empecilho. Sentia o suor grudar em sua tez junto do sangue que escorria do topo de sua testa. Os cabelos, antes amarrados em um rabo de cavalo, estavam porcamente presos, com a maioria dos fios soltos e embaraçados.

Estava sozinha. Hidan e seus comparsas haviam saído há uns 10 minutos. Temia o que pudesse acontecer consigo dali em diante. Mantida em cativeiro, em um lugar completamente remoto. Pensou se seu pai já havia dado falta de si e convocado qualquer autoridade que pudesse cuidar daquilo.

Por sorte, lembrou-se de seu celular que estava no bolso atrás da calça, escondido pela blusa larga que usava. Tenten nem mesmo soube como, mas, por meio segundo, enquanto um dos brutamontes lhe jogava para dentro daquele quarto miserável, conseguiu jogar o aparelho numa mantinha bem a sua frente. Esperava que o rastreamento do GPS, de alguma forma, a salvasse.

Após mais alguns minutos daquele silêncio agonizante, ouviu o ranger característico que a porta de ferro fazia, fazendo-a levantar o olhar e ver Hidan ali, parado. A pequena faca em suas mãos brilhava.

Ele se abaixou até ficar na altura de Tenten, que mantinha o olhar feroz direcionado a si. Não cederia.

— Sabia que você fica ainda mais linda bravinha desse jeito? Uma delícia.

— Seu porco nojento! — Tenten rosnou, cuspindo no homem a sua frente.

Hidan grunhiu de raiva, com os olhos fechados por conta do cuspe que atingiu seu rosto. Sem nem pensar duas vezes, acertou um soco no rosto da morena que urrou de dor.

Tenten sentiu o líquido quente e grosso escorrer pelo seu nariz enquanto gritava por socorro.

— Ninguém aqui vai te ouvir, vagabunda! — Hidan limpava o rosto com um pequeno lenço tirado de seu bolso interno. Andava em círculos ao redor da Mitsashi que se debatia ainda mais e chorando de raiva. — Você só vai sair daqui quando seu querido papai me pagar o que deve. Sabia que o presidentezinho desgraçado usava drogas, Tenten?

— Isso é mentira! — Gritou exasperada sentindo o sangue de seu nariz jorrar ainda mais, chegando a pingar no chão sujo. Estava ficando cada vez mais fraca. — Meu pai jamais... Ele jamais faria uma coisa dessas! – Sentia-se desnorteada.

O homem riu alto, irritando ainda mais a morena.

— Era eu quem vendia os doces para ele, princesa, mas a dívida dele comeou a aumentar... — Suspirou. — Lamentável... Tive que apelar para o plano B — andou até a morena, limpando o nariz da mesma carinhosamente com o mesmo lencinho branco que usara há alguns segundos. — Mas antes... Vamos brincar um pouco. O que me diz? — Riu baixo, desatando o nó da cadeira da jovem e subindo sugestivamente os dedos gélidos pelo pulso marcado pela corda.

— V-você não ouse me to... — Sua fala foi cortada por um estrondo do lado de fora, seguido pelo barulho de tiros.

— Seja uma boa menina e fique quieta. Caso contrário... – soltou um longo suspiro e ajeitou os cabelos para trás. – Bom, eu te mato — ameaçou e rapidamente saiu para o outro cômodo, trancando a pesada porta atrás de si.

Tenten estava em alerta. Os olhos estatelados e ouvidos atentos a qualquer coisa. Ouvia ruídos e coisas caindo. Alguém estava ali. Seria a sua salvação? Aproveitou que Hidan havia soltado um de seus braços e tentou desatar o outro braço. Estava trêmula, fraca, mas precisava de forças se quisesse sobreviver. Viu a pequena faca que estava sempre com Hidan jogada no chão perto da porta. Era sua chance. Hidan nem mesmo havia percebido a queda da pequena arma branca. Apressou-se em tentar soltar seus pés. Fez o maior esforço que podia, mesmo já bastante debilitada. No ato, acabou ferindo ainda mais os tornozelos e gemeu de dor. Tenten lutava para viver, precisava correr, fugir, sumir dali o mais rápido possível.

(...)

Neji andava vigilante até a pequena casa. Viu que a varanda era bastante iluminada e deduziu que havia pessoas ali. Conforme se aproximava, pôde ouvir vozes. Uma mais feminina e suplicante. Estava com dor, era nítido.

“É ela”, pensou.

Apontou a arma para a frente, agora com a expressão mais séria. Em um só chute, derrubou a porta. Viu dois homens se aproximarem e travou ali uma pequena luta corporal. O Hyuuga não tinha tempo para lutas insignificantes e tratou logo de dar um fim nos homens ali mesmo. Com quatro tiros, resolveu um de seus problemas.

Mas não o principal.

Andou mais um pouco e, ao virar o corredor, estancou o passo. Por mais treinado que fosse, não conseguiu segurar a expressão surpresa que correu pelo seu rosto por uma fração de segundos antes de unir as sobrancelhas.

— Você — falou, apontando a arma para o homem a sua frente. — O que está fazendo por aqui?

— Ora, eu é que te pergunto, soldado Hyuuga — Hidan respondeu zombeteiramente. — Veio salvar a princesinha?

— Então você e o traidor — a afirmativa saiu queimando sua língua.

— Eu? — O homem riu, irônico. — Se soubesse o que acontece na casa Branca, ficaria enojado, Hyuuga.

Sem mais conversas, o homem partiu para cima de Neji, tentando pegar a arma da mão do moreno que desviava habilmente dos ataques. Hidan era definitivamente mais forte e calculista que os dois capangas que Neji fez questão de matar. Claro, afinal, era Hidan quem, teoricamente, protegia Asuma e servia seu país.

Nunca pensou que alguém pudesse ser tão sujo aquele ponto.

(...)

Quando finalmente se viu livre das amarras em seus pés, Tenten alcançou a pequena faca e pôs a cabeça para o lado de fora. Conseguia ouvir malmente corpos se batendo. Poderia ser alguém em seu resgate? Alguém a mando de seu querido pai? O coração disparou com a incerteza.

Também poderiam ser mais malfeitores apenas esperando para porem as mãos na preciosa filha do presidente.

Ela ficou à espreita, apenas esperando qualquer movimento que fosse direcionado à si. Escorou-se à parede, respirando fundo e de olhos fechados. Deixou que pequenas lágrimas rolassem pelo rosto. Estava com tanto medo... Queria sua mãe, queria estar segura em sua casa.

Queria ser salva.

(...)

Em um movimento ligeiro e brusco, Neji conseguiu imobilizar Hidan com uma chave de braço. A arma estava apontada para a cabeça do homem corrupto.

— E agora, hein, seu merda? — Neji sibilou entre dentes. — Achou realmente que poderia me vencer, é? — Apertou ainda mais o cano ainda quente da arma contra a cabeça do homem que grunhia de raiva.

— Já que você é tão foda assim, seu soldadinho de merda, que tal acabar logo com isso? Mate-me de uma vez — riu com escárnio. — Você será o próximo, tenha certeza disso!

O Hyuuga que já estava sem paciência e preocupado com a refém, deu um jeito de acabar logo com aquela conversa para boi dormir. Jogou o homem no chão e, com a maior velocidade e precisão que tinha, sacou uma faca de tamanho médio e cravou sem pena nas costas do homem que urrou.

— Ninguém brinca de pega-pega no meu serviço — O Hyuuga falou com desdém.

Voltou a olhar ao redor e seguiu pelo corredor, em busca da Mitsashi. Depois de ter dado um jeito nos capangas, estava mais aliviado e boa parte da missão estava concluída. Só precisava resgatar a garota e pôr um fim naquela casa.

— Mitsashi? Está aí? – Não houve resposta. Tenten ouviu o chamado, mas teve medo de ser apenas mais um bruto querendo lhe ferir. -- Eu vim lhe socorrer! — Gritou em voz alta abrindo a porta dos quartos que havia ali. Apressou mais o passo. Não podia perder tempo.

— Aqui... — Pôde ouvir uma voz baixa, que vinha do final do corredor oposto. O moreno se atentou e seguiu a direção da voz e nunca baixava a guarda. Todo o cuidado era pouco.

Virou para a direita no fim daquele corredor fétido e deu de cara com a morena encostada na parede de olhos fechados. Estava paralisada de medo. Deu uma breve avaliada na garota que fora incumbido de proteger e viu o quanto ela estava frágil e ferida. Percebeu pequenos filetes de lágrimas pelo rosto e notou a mão trêmula segurando uma faca pequena. O queixo tremia e os joelhos estavam prestes a vacilar.

— Hey — a chamou baixo, guardando a arma e indo pegá-la antes que caísse.

Tenten estava no seu limite. Seus pés latejavam, além dos cortes superficiais pelo rosto e colo parecem mil agulhas sendo fincadas em si graças à sujeira e suor que invadiam seus machucados frescos e não tratados. Deixou-se cair e se surpreendeu ao sentir mãos fortes ao redor de si, levantando-a e amparando seu corpo fragilizado. Abriu os olhos e conseguiu distinguir a farda da polícia americana.

— Meu pai lhe mandou? — Sua voz não passava de um sussurro rouco e doído. Mesmo que ele estivesse fardado, nada o impediria de ser tão corrupto quanto Hidan.

Porém, a sensação de paz que sentia nos braços daquele soldado era indescritível. Sabia que estava segura. Estava bem. Estava em boas mãos.

— Sim. Eu vim salvá-la, Tenten Mitsashi.


Notas Finais


E AI? rs

O que será que vem por aí hein?! Aguardem muitas emoções. Hehe

Espero a opinião de vocês. Adoro ler o que acharam e o que esperam pela frente.

Até breve. ❤


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