História Operação: Vingança - Capítulo 28


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Categorias Amor Doce
Personagens Lysandre
Tags Hentai, Lysandre, Máfia, Romance
Visualizações 44
Palavras 1.949
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Cap inédito chegoou :3/ eu tava ansiosa p postar esse pra vcs ><

Espero que gostem ♥ Boa leitura!

Capítulo 28 - Vórtice


“Faça amor comigo, Lysandre” - A fala de Diana ecoou nos ouvidos do lorde que ficou boquiaberto e sem reação definida.

Embasbacado pela coragem da garota, o homem não conseguia dizer nada, a encarou por longos segundos antes de responder.

-Não. - Lysandre disse indignado, com as sobrancelhas franzidas, se levantou e foi até ela. - Não posso fazer isso se não há sentimento mútuo, além de que, me senti um objeto para “tirar seu trauma” pela forma que você falou.

O platinado se retirou e acabou sendo seguido pela garota que estava com a pressão arterial desequilibrada e o coração quase saindo pela boca. Foram parar no último cômodo do corredor, o quarto do lorde.

-Eu não queria que soasse dessa forma! - Diana exclamou enquanto o seguia a caminho do quarto.

Lysandre passou uma mão nos cabelos enquanto a outra repousava em sua cintura. Respirou fundo.

-Diana, eu tenho sentimentos por você, os quais inevitavelmente cresceriam caso eu fizesse isso.

-E qual o problema? - As palavras soavam tão trêmulas quanto os membros da moça.

Lysandre se virou para ela, com os olhos lacrimejando.

-Qual o problema, Diana? O problema é que eu nunca pude ter a vida normal que eu desejava por conta dessa maldita máfia, desde pequeno eu te via em meus sonhos, não sei o motivo mas tenho certeza que é você! Eu me forçava a dormir por dias apenas para te “encontrar”! Pois era o que me acalmava, me dava esperanças de um dia te achar fora dos sonhos, como eu poderia evitar ter sentimentos por você? Quando te vi nos braços de Kentin não consegui deixar de pensar que é a mulher mais bela que já vi apesar da preocupação por estar ferida e desacordada. - Deu uma pausa para respirar fundo e segurar as lágrimas dentro de seus olhos. - Se esses sentimentos crescerem e você não sentir o mesmo por mim, vou me machucar muito! Por isso não posso fazer o que me pediu!

Diana parou de tremer, seus ombros se acalmaram da tensão anterior, encostou seu corpo na cômoda, não sabia o que dizer, respondeu o que sua sanidade mental permitia no momento:

-Fizemos aquele acordo…

-Você não me deu nenhuma resposta e repentinamente me faz esse pedido. Compreendo seu trauma e suas dúvidas, mas você precisa se decidir, Diana. - Ele cruzou os braços e enrijeceu sua postura, encarando a outra seriamente. - Se você sair por essa porta agora, irei entender que não sente o mesmo e impedirei esse sentimento de crescer. Continuarei sendo seu amigo, te ajudando e protegendo da mesma forma, independente disso!

-E se eu ficar? - Perguntou querendo saber a consequência da outra escolha.

-Se fosse apenas pelo trauma você poderia fazer isso com qualquer outro homem da mansão, se ficar, entenderei que deseja fazer isso comigo não apenas pelo trauma ou outras questões externas, mas sim porque sente algo por mim. Se ficar, eu o farei. - O lorde explicou.

Diana permaneceu calada, o aperto em seu peito aumentou e os batimentos também, mesmo que antes já estivessem acelerados, certa porcentagem de desespero se instalou em seu ser, apertou uma das mãos com muita força em seu roupão numa localidade próxima a sua dor, era como se estivesse prestes a perder tudo ou ganhar tudo, só não sabia qual opção atrelar a qual resultado. Tinha apenas uma certeza: ela queria o homem em sua frente, estava apenas se negando o tempo todo.

Quando Lysandre fez um gesto indicando a porta ainda fechada, Diana moveu o rosto novamente de um lado ao outro.

-Não vou…- Encarou o chão e mexeu nos cabelos.

-Por quê?

-Eu gosto de você. - Finalmente libertou as palavras que tanto lhe atormentaram quando guardadas junto do que sentia.

O jovem pareceu surpreso e feliz, seu olhar derreteu em pura paixão enquanto se aproximava novamente da garota e finalizava antes de agir:

-E por que não me disse antes?!

Sem esperar resposta, Lysandre tomou os lábios da garota para si de maneira suave porém faminta, seus movimentos durante o beijo eram gentis, não muito rápidos ou lentos porém transmitiam um calor inexplicável. Se afastou um pouco e com uma das mãos retirou seu chapéu, enquanto com a outra abriu o primeiro botão de sua camisa social, afrouxando a gravata preta em seguida.

Puxou Diana para cima firmando as mãos em suas coxas, a fazendo se sentar acima da cômoda, desfez o laço do roupão alheio, abrindo espaço para apertar a cintura da garota fortemente sobre a camisola e iniciar outro beijo, desta vez mais molhado e lento, subiu as mãos conforme a garota retribuía os movimentos de sua língua. Começou uma massagem intensa e tortuosa nos seios firmes e médios de Diana que agora arfava incessantemente em busca de ar entre os lábios de Lysandre, era uma sensação nova, fazia seu corpo esquentar naquela região e outras reações se espalharem no restante de sua pele.

Diana estava com as mãos inquietas, decidiu terminar de desabotoar a camisa do homem, e ele a esperou terminar para atacar novamente, iniciou uma série de fisgadas leves com os dentes e lábios na pele exposta desde o pescoço até o decote da outra enquanto apertava as coxas macias e pálidas, fazendo com que o tecido fino e flexível da camisola subisse gradativamente.

Ela já se encontrava em puro êxtase, olhos fechados, suspiros frequentes e mãos curiosas agarrando os braços e costas de seu parceiro. Percebendo isso, Lysandre arrastou uma das mãos pela coxa que segurava, passeando por sua área interna até chegar no ponto principal a ser estimulado, identificando no mesmo instante o tecido úmido que lhe fez aplicar movimentos circulares com os dedos ali.

O corpo de Diana levou um choque no começo de tal carícia, todos seus membros tremeram e instintivamente tentou fechar as pernas, sendo impedida pela outra mão de Lysandre que mantinha uma delas muito afastada.

A massagem se intensifica conforme o corpo da garota libera líquido nas mãos de Lysandre, o qual não consegue se conter e acaba afastando o tecido para enfim inserir um dígito lentamente. Diana gemeu, e surpresa com seu próprio som tampou a boca com as duas mãos.

O lorde as afastou.

-Me deixe te ouvir. - Sussurrou à ela com a voz rouca e grave.

Moveu seu braço a fim de tomar um ritmo adequado àquilo, inserindo um segundo dígito sem dificuldades alguns minutos depois, com toda delicadeza possível.

Com a voz afobada e falha Diana começou:

-Não precisa ter tanto cuidado... você sabe que eu não sou mais..

-Shhh!! - Lysandre a impediu de continuar, parando seus movimentos para encará-la. - Coloque uma coisa na sua cabeça, Diana, aquilo foi violência, não tem nada a ver com isso...

A beijou novamente e retomou os movimentos de maneira mais habilidosa, adquirindo uma pitada a mais de velocidade que fez a outra exibir sons novamente. Quando sentiu as paredes internas da garota apertarem seus dedos fortemente, os retirou, a preparação estava concluída. 

Diana impediu quando ele tentou puxar sua camisola para cima, o lorde respeitou a decisão, passando a abrir seu cinto seguidamente, mesmo que não quisesse estaria preparado também apenas por observar o rosto corado e inocente arfando em sua frente.

Aproximou o quadril feminino para se encaixar lentamente enquanto abaixava as alças da camisola até poder utilizar sua língua quente e úmida nos seios de Diana, lhe provocando arrepios avassaladores enquanto a adentrava. Ao preenchê-la por completo, Lysandre não pôde evitar um gemido rouco de escapar por seus lábios.

Pegou a garota no colo e foi até a cama, se sentando lentamente para não desfazer a conexão entre seus corpos, cedeu total controle da situação à garota.

-Vamos, se permita…-Sussurrou.

Entendeu na hora o pedido, ela estava por cima e antes de pegar impulso se concentrou em se acostumar com a sensação de outro corpo conectado ao seu, dividindo o mesmo calor e sentidos, era inexplicável, fazia sua estrutura inteira formigar e pedir por mais. Apoiou as mãos no peitoral de Lysandre, empurrando levemente para que ele se deitasse, estabilizou sua respiração para então se movimentar, devagar, porém sem parar, imediatamente Diana ficou viciada no prazer que sentia cada vez que se movimentava no corpo do lorde.

Lysandre contemplou a cena, a cada segundo se sentia melhor e achava mais bela a visão da garota se deliciando com as sensações, sem medo, sem receio. Alguns minutos depois o ritmo se acelerou um pouco, o que acabou tirando a sanidade que restava no homem.

Inverteu as posições, a mantendo deitada de bruços para que dominasse a situação a partir dali, segurou o rosto de Diana e lhe deu um beijo ofegante, sem se importar em subir totalmente na cama com seus coturnos, a camisa social ainda estava presa em seus braços apesar de aberta assim como a calça preta, o cinto permanecia em algum local do chão junto da gravata e do roupão de Diana.

-Me perdoe se eu não conseguir me controlar daqui em diante. - Disse muito próximo à orelha da garota que se arrepiou instantaneamente.

Lysandre parou para massagear os glúteos de Diana, apertando as mãos ali com uma força que fazia a garota se sentir ainda mais sedenta pela sensação de tê-lo dentro de si novamente, era inexplicável como os movimentos do lorde chegavam a ser tão sexys, prazerosos e viciantes. Ambos ofegavam e sentiam a mesma necessidade urgente um do outro.

Poucos segundos depois, Diana dobrou os joelhos e levantou seu quadril enquanto mantinha a cabeça deitada no travesseiro, estava silenciosamente implorando por mais. Diante de tal atitude corajosa, Lysandre desferiu um tapa forte nos glúteos alheios, a fazendo exibir um gemido agudo que excitou ainda mais o lorde, seu autocontrole deixou de existir naquele ponto. Se abaixou e de maneira completamente despudorada arrastou sua língua por toda a intimidade da garota que apertou as mãos no lençol, repetiu tal peripécia diversas vezes, como se tal ação fosse insaciável.

De maneira repentina se levantou e firmou os dedos na cintura de Diana, finalmente voltando a penetrá-la e quase de imediato acelerando muito o ritmo de seus quadris, resultando numa diferença extrema nas sensações, Lysandre se retirava completamente e retornava com intensidade e rapidez, fazendo o volume dos gemidos da garota se elevar e suas peles se chocarem.

Em poucos minutos uma sensação nova surgiu e passou a crescer descontroladamente, transformando os gemidos de Diana em gritinhos, não sabia como lidar, era um prazer tão grandioso atravessando seu corpo inteiro que só conseguia focar em senti-lo, nada mais importava, aquilo estava a deixando em chamas. Lysandre passou a gemer juntamente enquanto intensificava mais ainda o ritmo, até um ponto em que os dois não conseguiam aguentar tamanho prazer, se derramaram um no outro, finalizando o ato.

Seus corpos relaxaram por completo após tal ápice, permaneceram calados por vários minutos recuperando o fôlego.

-E então, o que me diz? - Perguntou o lorde acariciando os cabelos castanhos da jovem.

-Talvez eu tenha gostado mais do que devia. - Sorriu timidamente, agradecendo com o olhar.

Lysandre riu lindamente.

-Não há problema nenhum em ter gostado. Foi algo novo para mim também.

-O quê? Mas você não fazia com as…- Diana foi interrompida por um selinho.

-Fazia, mas eu não agia, elas faziam tudo e eu as mandava embora assim que chegava ao final, não tinha sentimento. Agora percebo o quanto era sem graça. - Confessou.

-Obrigada. - Agradeceu, não apenas pelo que acabaram de fazer mas também pela paciência e gentileza de Lysandre. Se acomodou entre os lençóis e travesseiros.

-Eu que agradeço. - Lysandre a abraçou.

E assim, acabaram cochilando juntos enquanto em contrapartida o sol clareava todo o horizonte.

 


Notas Finais


E aí? O que acharam? Quero saber u.u deixa um comentzinho, compartilha com os amiguinhos a fic (to parecendo youtuber pedindo p fazer isso com os videos asuahushua)
Espero q tenham gostado ♥

Até o próximo :3/ ♥


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