História Operation Cupid (Tom Holland) - Capítulo 6


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Categorias Cindy Kimberly, Sofia Carson, Tom Holland
Personagens Cindy Kimberly, Personagens Originais, Tom Holland
Visualizações 57
Palavras 1.049
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Meu Deus, vocês não sabem o quão envergonhada eu tô, amanhã vai fazer três meses que não atualizo. Em primeiro lugar, eu já havia avisado que eu faço curso de maquiagem, e isso é muito desgastante, e amanhã eu começo outro, e sábado mesmo eu tenho prova e um trabalho pra entregar.
Mas basicamente esse capítulo estava pronto pela metade, e ontem eu resolvi sentar e terminar, e por fim está pronto. E nesses últimos dias fiquei sem computador e sem celular, ambos os carregadores estragaram.

Nas notas finais vou colocar meu twitter, eu quase não uso, mas vou avisar por lá quando eu postar mais um capítulo.

Bom, é isso boa leitura.

Capítulo 6 - 006


Termino de colocar meus livros em meu armário, quando escuto passos apressados atrás de mim, antes que eu me vire sinto um impacto forte em minhas costas. Heather tinha um sorriso enorme no rosto, reviro os olhos.  

— Fala logo. — fecho meu armário, coloco minha bolsa em meu ombro.  

 Ela respira fundo, mas sem tirar o maldito sorriso dos lábios.  

— Harrison, ele me chamou pra sair. — ela diz tão rápido que levei alguns segundos para poder entender.  

 Eu estava feliz por ela, mas eu apenas dou de ombros, ela tinha um sorriso tão grande em seus lábios, eu sabia o quanto ela estava feliz. Heather gruda em meu braço e me puxa para o refeitório toda eufórica. Eu tentava acompanhar suas palavras, que a todo final de uma frase ela soltava um gritinho histérico. De fato, um amigo apaixonado é uma grande merda.  

— Legal. — enfio uma batata em minha boca. Minha amiga me olha com tédio, e eu sorrio. — Nossa que maravilhoso, espero que se casem e tenham vários filhos e dois cachorros.  

Ela revira os olhos, e olha por cima de meu ombro e sorri timidamente. Eu já podia supor que era Harrison, então ignoro.  

— Você podia fingir que ficou feliz por mim pelo menos. — ataca uma batata em mim.  

 Suspiro, as vezes eu me sentia mal por tratar Heather com tanto desdém.  

— Eu fico feliz por você, de verdade. — sorrio verdadeiramente. — Vou ter que avisar ele, que se te magoar vai ter que sentir minha fúria? 

 Ela solta uma risada, e balança a cabeça.  

— Acho que isso não vai ser necessário.  

 

 

Eu já havia desistido de ficar em casa, meu pai já havia voltado, e novamente lá estavam eles discutindo sobre qualquer coisa. Então minha única saída era ficar escondida atrás de uma arvore que ficava em uma praça. Tento me concentrar ao máximo no livro que eu lia, mas eu já nem sabia o que estava lendo, suspiro.  

— Alina! — escuto uma voz de criança.  

Desvio o olhar do livro e vejo Paddy correr em minha direção, ele segurava um sorvete em uma mão e seu boné em outra.  

— Paddy, o que faz aqui? — pergunto, assim que vejo ele se sentar ao meu lado. Seu rosto estava todo sujo sem contar com sua roupa.  

— Minha mãe obrigou Tom me trazer junto com ele e Tessa. — acabo soltando uma risada, aquele garoto era com toda certeza maravilhoso.  

 Por alguns minutos eu acabei me distraindo com Paddy, ele me contava sobre seu dia na escola, e sobre como seus irmãos mais velhos não deixavam ele fazer nada, por ele ser o mais novo. Ele era de fato um garoto falante, não sei ao certo quanto tempo ele passou falando, mas era bom ouvir e se esquecer dos problemas. 

Eu não sabia sequer quanto tempo havia se passado, mas a conversa continuava na mesma intensidade. Então de repente um Tom Holland todo afobado aparece, assim que ele nos vê coloca suas mãos em seu peito e suspira fundo. Paddy me olhou com a cara risonha e balançou a cabeça.  

— Nunca mais faça isso. — Thomas esbraveja, apontando o dedo para seu irmão. E pela primeira vez na vida consigo ver Tom preocupado. — Eu te procurei em todo canto, como que você some assim? Você sabia que se eu chegar em casa sem você eu sou uma pessoa morta?! E eu provavelmente te caçaria até no inferno, e te mataria também. 

 Paddy se encolhe, eu raramente sabia lidar com pessoas nervosas, eu geralmente ficava mais nervosa ainda e acabava piorando tudo. Então eu me coloco em pé parando em frente a Thomas.  

— Ei, relaxa ok, seu irmão está bem. — ele ainda não me olhava. — Você precisa relaxar, paddy já está assustado o suficiente e nervoso assim as coisas não se resolvem.  

Thomas respirou fundo, e assentiu, e por fim me olhou agradecido. Suspiro e olho para Paddy que brincava com seus dedos.  

— Eu já vou indo, você tenha paciência com ele, não se esqueça que é só uma criança. — me abaixei ficando na altura de Paddy e sorri. — pede desculpas ok. 

 

 

Me viro novamente na cama, tentando achar uma posição confortável para dormir, suspiro fundo sabendo que dormir seria uma tarefa impossível. Meus pais haviam ido dormir a pouco tempo, e isso é tão comum que nem achei estranho.  

O relogio ao lado da cama marcava que eu tinha três horas de sono antes de ter que levantar para ir a escola. E mesmo que eu estivesse exausta meus olhos não conseguiam ficar fechados por muito tempo. Então de repente meu celular começa a tocar, eu queria muito fingir que não escutara, mas eu estava sem sono mesmo, e atender não iria mudar nada. Assim que leio o nome, faço uma carranca.  

— Ok, por que me acordou a essa hora? — pergunto, fazendo uma voz de sono.  

— Foi mal, eu tô sem sono. — Thomas diz do outro lado da linha. Sua voz estava baixa. — Eu queria te agradecer por hoje, eu peguei pesado com ele.  

 Suspiro, e me sento na cama.  

— Você só estava nervoso, qualquer pessoa ficaria no seu lugar. — digo, com a voz calma. — E isso só mostrou o quanto se importa com ele, ou em não ser morto por sua mãe. 

Ele acaba soltando uma risada, e eu o acompanho.  

— Mas de qualquer forma, obrigado, você até que não é tão ruim assim. — zomba, fazendo com que eu revire os olhos.  

— Ah é mesmo?! Só para seu governo meu querido, eu sou a melhor amiga que alguém pode ter. — indago.  

Ele solta uma gargalhada que me rir novamente, seu riso era com toda certeza contagiante.  

— Não duvido, não é a toa que faz o que faz pela Heather. — diz, assim que sua risada cessa, torço minha boca sem saber o falar. — É uma ótima amiga. 

Dou de ombros, sabendo que ele não poder ver o gesto 

— Eu tenho sorte de ter ela em minha vida. — falo, quase em um sussurro. — Vamos mudar de assunto por favor.  

Não sei por quanto tempo ficamos conversando, apenas sei que quando desliguei a ligação faltava apenas alguns minutos para meu despertador tocar, e eu já sentia meu corpo cansado.  

Mesmo não dormindo nada, foi bom conversar com alguém, mesmo que essa pessoa seja Thomas Holland, o garoto que, agora nem tanto, eu odiava desde sempre.  

 


Notas Finais


meu twitter >> https://twitter.com/himarys_

vocês querem meu instagram?
gente eu leio cada um dos comentários, e quero agradecer a vocês por serem tão maravilhosos.
Assistiram homem aranha?
(o crush me chamou ir assistir com ele :o)


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