História OPOSTOS - Park Chanyeol - Capítulo 7


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lay, Personagens Originais, Sehun, Suho, Xiumin
Visualizações 124
Palavras 992
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


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Capítulo 7 - Encontro com os Park


Fanfic / Fanfiction OPOSTOS - Park Chanyeol - Capítulo 7 - Encontro com os Park

Depois da discussão com Chanyeol, eu me sentia totalmente deprimida, mas o que eu podia fazer? As circunstâncias eram aquelas, nada que eu fizesse mudaria o fato de que eu ninguém poderia saber de nós. Já havia passado uma semana desde que nos falamos, ele estava me evitando totalmente, sempre que estávamos em casa ele me ignorava ou se trancava no quarto, e como eu nunca soube correr atrás de ninguém, não sabia o que fazer, então só fiz o que ele parecia querer e também passei a evita-lo.

Naquela manhã Ajumma foi até o meu quarto avisando que eu tinha visita, achei estranho, já que eu era uma das únicas que nunca recebia visitas nunca, quando sai do quarto e cheguei na sala o secretário Kim estava parado próximo a porta, todo engomado com seu terno caro e seu cabelo perfeitamente penteado.

-Senhorita Park, Bom dia- me sentei no sofá apontando o mesmo pra ele se sentar, ele caminhou até o sofá e se sentou de frente pra mim.

-Bom dia Secretário Kim, a que devo a visita?- perguntei, mas já sabendo que se tratava dos meus pais, eu só não sabia o que eles aprontaram dessa vez.

-O Sr e Sra Park estão te aguardando na mansão aqui em Seul-

-Me aguardando?-

-Sim, eu vim buscá-la-

-E se eu não quiser ir- perguntei olhando sério pra ele

-Creio que não seja possível, eles querem almoçar com a Senhorita, por favor se arrume eu estarei esperando.- disse sério

-Pode me esperar lá em baixo, eu já desço- disse e fui direto pro quarto, tomei um banho rápido e me vesti, coloquei um vestido, um sobretudo e saltos, porque se não me vestisse assim, minha mãe falaria mais do que de costume.

Desci do elevador e caminhei até a entrada do prédio onde o carro estava parado, Secretário Kim desceu do carro abrindo a porta, quando alguns dos meninos passaram e me disseram “oi” entre eles Chanyeol estava lá, mas eu sabia que da sua boca não havia saído nada, nós passamos um ao lado do outro e ele me olhou como se eu fosse alguém que ele estivesse vendo pela primeira vez, como se eu fosse uma total estranha, entrei no carro e tentei tirar aquele olhar da minha cabeça.

Se concentre Young, você tem coisas mais importantes pra pensar.

Havia muitos anos desde que havia visitado a mansão em Seul, entrei em casa e os empregados já vieram pra pegar meu casaco e me levar até a sala de jantar, como se eu não soubesse o caminho, quando entrei meu pai estava sentado na ponta da mesa com minha mãe ao seu lado. Meu pai era alto e sério, não me lembro de vê-lo sorrindo ou feliz com nada, minha mãe era mais sorridente, mas aquilo deixava ela ainda mais ameaçadora pra quem a conhecia de verdade, me sentei ao lado do meu pai e de frente pra minha mãe.

-Pai, Mãe- disse e os dois me olharam

-Então como você está?- meu pai perguntou enquanto comia

-Estou bem Pai, e o senhor?-

-Estou bem, mas quando você pretende voltar pra casa?-

-Como?- perguntei sem entender

-Você vai continuar com essa ideia de ser cantora- disse aumentando um pouco a voz- quando tem uma empresa enorme pra você cuidar?-

-É o meu sonho pai, e a empresa não precisa de mim, você já cuida de tudo e...- ele bateu com a mão na mesa fazendo os talheres pularem.

-Não fale besteira garota- minha mãe então falou- A empresa pertence aos Park e gostando ou não você é uma Park, pare de brincar de cantora e vá cuidar do que é seu, seu lugar não é naquele dormitório abarrotado daquele tipo de gente, aquelas pessoas que estão ali, são pessoas que precisam usar tudo o que tem pra conseguir dinheiro e fama, você já tem os dois, o dinheiro que eles suam pra conseguir, já é seu, o que você tem que fazer é cuidar da empresa, se casar e ter filhos pra que eles cuidem futuramente da empresa.-

-Mãe, é o meu sonho, o trabalho que eu escolhi, eu estou feliz, eu gosto daquelas pessoas.- disse com a voz embargada prendendo o choro

-Aquelas pessoas não são do seu mundo Young, você pode se misturar com eles, fingir que são parecidos, mas no final, você nasceu no mundo que eles estão se matando pra entrar e isso sempre vai ser uma barreira entre vocês.-

-Faz seis meses que eu não vejo vocês, e a única coisa que vocês tem pra me dizer é que meu sonho é uma bobagem, vocês são mesmo pais? Vocês são humanos? Vocês tem sentimento? Vocês se importam comigo de verdade?-

-Não seja dramática- meu pai respondeu e eu me levantei, não conseguia mais ficar ali olhando pra eles, caminhei rápido pra saída peguei minha bolsa e meu casaco e sai, entrei no carro e desabei em lágrimas, era sempre assim, todas as vezes que eu atravessava aquelas portas eu saia magoada, porque eu ainda insistia? Porque eu ainda tentava me dar bem com eles? Era perda de tempo.

Quando chegamos no centro de Seul pedi o motorista pra parar.

-Eu vou ficar aqui, pode ir.- desci do carro e caminhei em direção a uma loja de conveniência, entrei na loja peguei uma caixinha com 6 garrafas de soju e paguei no caixa, abri uma delas e bebi sentada na mesa no fundo da loja, bebia uma atrás da outra como se quisesse me afogar, ignorando a garganta queimando com a bebida.

Depois de beber todas as garrafas sai da loja e fui caminhando em direção a Soft totalmente bêbada, quando começou a chover.

-Sério, Deus?- gritei- É sério isso?- ri pensando no meu azar enquanto caminhava cambaleando até a soft, antes de atravessar a porta da soft desmaie e não consegui ver mais nada.

Senti meu corpo sendo carregado pra dentro por alguém e apaguei.


Notas Finais


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