História Opostos - Capítulo 61


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Categorias Histórias Originais
Tags Amizade, Drama, Linguagem Imprópria, Nudez, Romance, Suspense, Trama
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Palavras 2.306
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Famí­lia, Ficção, Lemon, LGBT, Misticismo, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ufa... postei!

Capítulo 61 - Não somos mais amigos?


Fanfic / Fanfiction Opostos - Capítulo 61 - Não somos mais amigos?

Capítulo 61 - Não somos mais amigos?

- Vou preparar Dom para dormir. Quer vir comigo? – Sean estendeu a mão para Leo, quando se ergueu do sofá com o pequeno agarrado ao seu pescoço, a cabecinha deitada em seu ombro, assumindo o cansaço.

- Eu?

- Não, o fantasma da ópera – Sean revirou os olhos. – Claro que é você, seu bobo. Vamos! – pegou a sua mão e Leo se levantou o acompanhando de mãos dadas.

- Sean, Noah pode não gostar – ele sussurrou quando estavam entrando no quarto.

- Ele tem de se acostumar, e você tem de aprender a cuidar de Dom, se quiser passar mais tempo comigo. Acho que já percebeu que ele é como um penduricalho no meu pescoço - ele riu.

- É porque ele ama você – Leo derreteu-se e queria completar. “Como eu!”

Sean deu um banho rápido no menino e vestiu um pijama de desenho animado nele. O deitou na cama e deu um beijo na testa. – Hoje o tio Leo vai contar a história. Não é, Leo?  

- Eu? E onde está o livro? – perguntou, olhando ao redor.

- Não é história de livro, é inventada, da sua cabeça. E tem de ser muito boa, porque ele é bem exigente no enredo. Ah, e saiba que ele pergunta muito, por isso você tem de definir bem todos os personagens, saber como eles são, o que fazem e tal – Sean segurava o riso, a proporção que Leo arregalava os olhos.

- Eu não sei se tenho toda essa criatividade – exasperou-se.

- Claro que tem. É jovem e sua mente está fresquinha. Se eu consigo, você também consegue. Vou deixá-los às sós, para que não fique tímido com a minha presença – disse, despedindo-se Dom, que ficou animadíssimo com o novo contador de histórias. Sean deu um beijo casto em Leo e saiu do quarto. – Vou esperá-lo no meu quarto – disse baixinho, antes de sumir.

- Ok... tudo bem. História... vamos lá... eu tenho uma história – disse nervoso, sob o olhar atento de Dom, agarrado com uma pelúcia de baleia. – É sobre um peixinho que queria virar gente... – começou.

- Mas ele queria virar gente grande ou criança? – Dom inquiriu e esta seria apenas a primeira das muitas perguntas que fez, antes de pegar no sono.

***

Lilly estranhou. Sean levou Leo pela mão para o quarto de Dom e Noah sequer franziu o nariz em desconforto. Na verdade, pareceu não ligar para aquela movimentação.

Noah estava mais ocupado, deitado no sofá, com a cabeça no colo dela, e Os braços erguidos, enrolando os cabelos dela em seus dedos e a adorando, como se ela fosse a pessoa mais linda e perfeita do universo.

- Gostei de você ter aparecido na clínica hoje. Mesmo tendo sido por causa da audiência – disse baixinho para ela, a tirando de seus pensamentos.

- Mas eu não gostei nada daquela estagiária que sabe todos os seus pratos preferidos e os está pagando para você – ela aproveitou para reclamar, o fazendo rir, doce e tímido, como ela tanto amava. 

- Eu não acredito que ficou com ciúmes – brincou, acariciando o rosto aborrecido dela.

- Não são ciúmes. Eu apenas não gostei daquilo. Na outra vez que estive na clínica ela o estava secando. Acho que aquela estagiária está apaixonada por você – queixou-se.

- Pelo menos alguém está, não é? – riu e ela ficou mais séria.

- Não comece...

- Desculpe... – ele se ergueu, sentando rapidamente, e segurando o rosto dela entre as mãos. – Eu não quis... desculpe.

- Tudo bem... – ela fugiu dos olhos suplicantes dele. Sabia que tudo o que Noah queria era ser amado por ela, mas tinha essa dificuldade de se entregar totalmente, mesmo sabendo que ele agora é o seu único homem, não haveria mais nenhum.

- Não, Lilly. Eu...eu amo você e quero que saiba que mais nada importa – ele ergueu o queixo dela, para encará-lo. – Não preciso de palavras... não mais – afirmou e a puxou em um beijo.

- Do que precisa? – ela perguntou, em um sussurro, no meio do beijo, que era quente e invasivo.

- Preciso de você... do seu corpo. Ele me diz tudo o que eu preciso saber – respondeu, a encarando bem de perto. – Tudo o que não quer dizer, ele me diz.

Noah sentiu, na noite em que passaram juntos, depois daquela tarde enlouquecedora em que pareceram possuídos. Ainda tinha de conversar com ela sobre aquilo. Queria saber se sentiu o mesmo que ele na ocasião.

Mas, depois daquela tarde, ela assumiu que ele era o homem da sua vida e dormiram juntos naquela noite. O corpo dela disse tudo o que ele precisava saber. Ele apenas sentia. Não sabia explicar. Era como se houvesse uma ligação forte e única entre eles, como se não existisse no mundo outra pessoa para ele, como se ela sempre tivesse sido sua, como se ele sempre tivesse sido dela.   

Ele a puxou para o seu colo e o beijo começou a esquentar demais. Mal conseguia controlar suas mãos, que deslizaram sob a blusa dela, acariciando seus seios, cujos bicos ficaram rígidos em segundos, aumentando sua excitação.

- Noah... estamos... estamos na sala... – ela o lembrou, sentindo seu corpo ceder as carícias ousadas dele.

- Duvido muito que Sean venha para cá agora – ele a puxou mais perto em seu colo, e ela sentiu uma rigidez sob o moletom. – Vou foder você aqui... – gemeu rouco em seu ouvido. E um arrepio tomou todo o corpo dela. Era o supremo. Ele era dono da imprevisibilidade de Noah.

- Aqui não... – ela sussurrou, enquanto ele erguia sua blusa e sugava um seio, pouco se importando se estavam expostos na sala.

- Por que não? Ninguém virá... – garantiu.

- Como tem certeza? – ela duvidou. Tinham de sair dali o mais rápido possível, porque já sentia sua sanidade comprometida. Aquele lobo era forte demais, ousado demais, lascivo demais e a dominava rapidamente.

- Eles foram para o quarto... – sussurrou.

- Eles não fariam isso, com você aqui – ela o empurrou um pouco, mas ele não a soltou. Aquela conversa estava ficando interessante.

Noah rasgou a blusa dela ao meio e a despiu, deixando seus seios livres, para poder sugar e acariciar. – Noah!!! – ela exclamou, cobrindo o corpo com as mãos, que ele segurou, sorrindo ladino.

- O quê? Já disse. Não precisa se preocupar... – seu sorriso era devasso e seus olhos pareciam possuídos pelo lobo, em seu brilho carnal. Ele afastou as mãos dela e voltou a enlouquecê-la com a boca em seu corpo. – Preciso sentir você, Lilly. É urgente – pediu, e ela sentia a urgência dele subindo por seu corpo.

- No quarto... – ela pediu. – Faço o que quiser... se formos para lá.

- Quero foder você nas escadas de incêndio – ela sorriu.

- Noah... você está fora de si – ela riu.

- Totalmente... você me deixa assim – confessou. – Escolha, sofá ou escadas – riu.

- Você é louco – ela murmurou, erguendo o rosto dele entre as mãos, o afastando de seus seios. – Meu lobo insano – sorriu, encarando os olhos brilhantes dele.

- Eu sou o seu lobo, Lilly? – os olhos dele brilharam.

- Sim, você é. Sabe disso...

- Então me dê o que eu quero, agora – exigiu. E ela cedeu.

Ele arrancou a calça de moletom dela e apenas afastou a calcinha, cobrindo o corpo dela com o seu e a penetrando sem cuidado. Ela ouvia o rosnado em seu ouvido e aquilo a enlouquecia. – Você me faz fazer loucuras, Noah... – murmurou.

- Você é minha, Lilly. Vai fazer o que eu mandar, e quando eu quiser.

- Não quero aquela estagiária perto de você! – ela rosnou baixo, o encarando, naquele vai e vem apressado e insano que iniciaram no sofá.

- Posso foder você na frente dela, se quiser – ele sorriu maroto. Aquele lobo não valia nada, quando o assunto era carnal. – Posso mostrar para ela quem é a minha mulher..., quem é a minha vida..., a minha companheira... – ele falava baixo e rouco, a golpeando com força.

- Não precisamos chegar a tanto... – ela riu, excitada. O orgasmo não demoraria. Ele estava indo muito rápido. Ela sentia  controle ruir.

- Você faz o que eu quero... eu faço o que você quer – ele propôs, ladino. E Lilly teve medo do seu supremo. Ele era esperto e louco demais.

- Vamos pensar a respeito... – sorriu. – Agora... me faça gozar! Estou tão perto... – disse manhosa, e ele sorriu satisfeito.

- Agora! – respondeu, acelerando mais ainda seus movimentos, que eram vigorosos.

Foi como um raio de sol entrando por uma cortina negra. Tudo se iluminou por trás das pálpebras fechadas de Lilly e, por um instante ela chegou a temer que fossem seus lobos que estivessem se libertando, mas era apenas um orgasmo avassalador que o seu supremo estava lhe presenteando, no sofá da sala daquele apartamento, expostos a qualquer um que chegasse ali.

Ela abriu um sorriso gigante, quando ele começou a reduzir seus movimentos, a encarando. – Não vai até o fim? – perguntou, e ele sorriu, empurrando-se devagar nela, quase uma tortura.

- Vou... mas não aqui. Está tímida e não ouço seus gemidos. Eles me excitam. Eu gosto de ouvi-la gemer, murmurar, chamar por mim.

- Estamos na sala – ela sussurrou.

- Então vamos para o quarto. Já fiz o que queria aqui... – ele riu, a erguendo de uma vez, enlaçada em seus quadris. Era forte, louco e excitado. Não saiu de dentro dela, a levou pelo corredor assim e Lilly ficou chocada com a audácia.

A porta se fechou atrás deles e ele sorriu. – Quero ouvir seus gemidos – exigiu, encostando-a em uma das paredes do quarto, reiniciando os movimentos mais rápidos, reacendendo rapidamente nela o êxtase que tinha acabado de obter.

Lilly soltou-se, entregou-se ao desejo e seu gemidos escaparam da garganta, para deleite daquele lobo sedento. Ele ainda lhe deu mais um orgasmo, antes de libertar-se dentro dela, urrando seu nome e dizendo que a amava.

***

A porta do quarto de Sean estava entreaberta e Leo apenas colocou a cabeça pela porta, o observando ler sobre a cama.

- Dom dormiu... – disse sorrindo. – Acho melhor eu ir.

- Por quê? Pensei que fosse ficar um pouco comigo. Venha... – chamou, batendo a mão ao seu lado, na cama. Leo ficou na dúvida, mas a vontade de estar perto e sentir Sean sempre era maior.

- Não acha que Noah pode ficar chateado. Ele pode questionar – falou, recostando-se nas almofadas ao lado se Sean, que deixou o livro na mesa de cabeceira.

- Ele não questionará nada, seu bobo. Nós meio que conversamos hoje – Sean sorriu, ao ver os olhos de Leo crescerem.

- Vocês conversaram... sobre... sobre nós?

- Sim... ele disse que já sabia. Eu disse que não estava traindo o pai dele e ele falou que eu tenho todo direito de refazer a minha vida, mas ainda é ciumento e está se acostumando com tudo isso – Sean sorria e Leo era seu espelho. – Talvez ele não seja legal com você em alguns momentos, e não garantiu que não vai bater em você – frisou. - Mas eu não vou deixar ele fazer isso. Não se preocupe. Foi só ceninha dele – riu.

- Então é real? – Leo indagou com o maior sorriso do mundo. – Não somos mais amigos? Somos oficialmente namorados?

Sean alargou seu sorriso, movendo-se de onde estava e montando no colo de Leo, que elevou as mãos em sua cintura, quando ele enlaçou o pescoço do rapaz.

- Bem... quanto a isso, eu ainda não posso dizer nada, porque você não me pediu em namoro, e eu sou tímido demais para fazer o pedido – disse, em um tom tímido, mas um sorriso cínico.

- Quer namorar comigo, Sean? – Leo perguntou imediatamente, o puxando o mais perto possível.

- Sim, eu quero, Leo – ele respondeu sorrindo. – Mas, você sabe que eu estou saindo de uma fase difícil e que ainda posso ter altos e baixos, não é? Eu às vezes me sinto inseguro e posso ser bem grudento em alguns momentos. Você tem certeza que me quer assim mesmo? – ele não estava sorrindo, seu rosto estava enrubescido, e ele falava sério e tímido.

- Sim, eu tenho certeza que o quero. Acho, inclusive, que é uma das poucas certezas que tenho na minha vida. Também sou inseguro e não sei se é fácil conviver comigo. Eu já passei por algumas coisas complicadas e quero muito um dia ter coragem de conversar isso com você, porque me angustia. Mas peço que tenha paciência comigo. Está bem?

- Eu terei... Meu nome do meio é paciência – brincou, como o outro já havia feito antes. – Eu gosto de estar com você, Leo. Me sinto bem, como não sentia há muito tempo. Mesmo com o mundo desabando sobre a minha cabeça, eu consigo me manter equilibrado graças a você. Só posso dizer, obrigado.

- Não tem do que agradecer. Eu só estou segurando a sua mão. Todo o resto, você está fazendo sozinho. Não acredita na força que tem, mas ela está lá. Eu vi o vídeo – brincou e Sean cobriu o rosto com as mãos, rindo envergonhado.  

Ele afastou as mãos do outro do rosto e o encarou. – Agora, me beije. Por favor, me beije e diga que é meu namorado – Leo pediu.

Sean o beijou, enlaçou seu pescoço novamente, e o beijou profunda e ousadamente, o deixando excitado com o bailado sexy daquela língua explorando cada canto da sua boca.

- Eu sou seu namorado... – o mais velho sussurrou, em meio ao beijo. – O que vai fazer para agradar o seu namorado, Leo? – perguntou manhoso, e aquele tom derretia o mais novo por completo.

 - Acho que posso fazer algo que sei que meu namorado vai adorar... – respondeu ladino, deitando Sean na cama, e cobrindo o seu corpo, entre beijos.

Noah tinha razão, eles não sairiam daquele quarto tão cedo.


Notas Finais


Ufa... vocês não fazem ideia da saga que foi conseguir postar este capítulo...
Intenetezinha filha da (piiiiii) desse hotel de ....(piiiiii).
Mas, tudo bem (inspira, respira, não pira)
O importante é que nosso lobo supremo está de boa mandando e desmandando na [email protected] toda.
Amanhã estarei na estrada novamente (já me sinto uma cigana) e capítulo só à noite, quando conseguir pouso em um lugar decente. Não me odeiem... Até a próxima semana já estarei no meu wi-fi, porque viajar é uma maravilha, mas voltar para casa é... (sem palavras para exprimir o quando é bom)...
Hoje não te spoiler de novo... com essa internet eu me recuso a tentar postar comentário...
Vou tentar ler seus comentários pelo celular e se rolar, respondo...
Beijins e até amanhã!


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