História Opostos - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Namjin
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Palavras 1.648
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - I


Namjoon

A vida não é fácil, ou você é o melhor ou você é o melhor, não há espaço para relaxados, não há espaço para preguiçosos, aprendi isso na marra, estudando desde novo para me tornar o que sou hoje. Tenho uma boa vida, não sou rico, mas levo uma vida confortável, pago as contas e ainda sobra dinheiro para comprar coisas do meu interesse, vivo em um bairro bem localizado em Seul, pego quem eu quero, quando quero, pode-se dizer que o único problema da minha vida é Kim SeokJin, um "colega" de trabalho cuja sala é ao lado da minha e que é o único que consegue competir comigo dentro da empresa.

Brigamos constantemente, competimos por tudo, ele não aceita o fato de eu ser melhor que ele em tudo, muito menos o segundo lugar, e bom, não sou muito diferente. Nossos colegas de trabalho já nem ligam mais para nossas brigas, apenas esperam que elas aconteçam para alegrar suas pausas e horários de almoço.

Admito que em seus dias de folga, até sinto sua falta, tudo fica tão sério e sem graça sem ele aqui, mas nunca admitiria isso em voz alta, muito menos para ele .

Mais uma vez estávamos indo para uma reunião, a alguns dias atrás nos pediram para organizar um novo projeto para a nova propaganda da empresa, é como esperado, as pessoas encarregadas de fazer isso éramos eu e SeokJin.

Fizemos nossos projetos separadamente, a semana na havia sido calma, sem brigas e implicância alguma de ambas as partes... bom, até o dia da apresentação.

Tudo estava arrumado e saindo como os conformes, apresentamos nossas ideia separadamente, feitas individualmente e esperamos pela criticas e opiniões de nossos chefes e colegas de trabalho.


—As ideias são boas mas... — Um deles falou porém pareceu não ter coragem para prosseguir.


—Mas as ideias não batem, não combinam, muito menos ficarão boas quando as juntarmos! — Nosso chefe falou seriamente. — O que nos deixa em uma situação complicada, são rara as vezes que não conseguimos unir os projetos de vocês, porém desta vez terão que escolher apenas um deles!


— Bom senhores, por que deveríamos escolher sua ideia e não a de seu colega de trabalho? — A pergunta fora feita a SeokJin.


— Bom, como sessenta e oito por cento do nosso público é adulto, devemos continuar investindo em algo que os agrade e que os façam continuar comprando e investindo em nós. — SeokJin começou dizendo.


—Porém as pesquisas indicam que boa parte do público jovem se interessa pela marca, mostrando que se tivéssemos um toque mais atual e moderno, lucraremos não só com o público mais adulto, como também com o mais jovem. — Me intrometi, já os entregando minhas folhas com as pesquisas e críticas.


— Mas... — Jin tentou voltar a argumentar porém nosso chefe o cortou.


— Eu e meus sócios iremos pensar um pouco e logo chamaremos vocês novamente, podem se retirar.


Suspirei, o jeito era aguardar. Levantei, me despedi dos presentes com uma reverência e saí da sala de reuniões. Não voltei imediatamente para meu escritório, achei melhor dar uma volta pelos corredores do andar e espairecer um pouco, a ideia de poder perder para o Kim não era nem um pouco agradável.



Narrador

Alguns minutos depois Seokjin saiu da sala de reunião chateado, em sua opinião não deveriam nem mesmo considerar ter que escolher entre a sua ideia e a de Namjoon, gastou horas garantindo que a propaganda seria perfeita, não havia erros, dava para ver de longe que ela era superior a do outro Kim.

Suspirou e passou uma mão pelo cabelo, tinha que fazer algo, mesmo que não escolhessem seu trabalho precisava ao menos se vingar de Namjoon, fazê-lo sofrer por deixá-lo nervoso, afinal ele era Kim Seokjin, o homem mais bonito que existe e deveria ser proibido deixá-lo chateado, isso dava rugas e ele definitivamente não pode -queria- ter rugas.

Entrou no elevador enquanto pensava em ideias, apertou o botão do térreo, passaria na cafeteria da empresa e tomaria um cappuccino, precisava de acalmar ou gritaria com alguém e isso não era bom, Jin não era esse tipo de pessoa, não era agressivo ou estressado, era um amor de pessoa na verdade, alguém gentil e animado.

Ao chegar na cafeteria percebeu que havia uma pequena fila de apenas três pessoas no local, ficou atrás do homem que agora era o penúltimo.

Jin não era intrometido, não, bem, talvez... mas o que importa é que respeitava a privacidade das pessoas pois não gostava que invadissem a sua, entretanto não pode evitar de olhar a conversa que o homem à sua frente - Taehyung, modelo da empresa - tinha com um homem salvado como Hope, ele havia mandado uma foto íntima para o homem, mais especificamente uma foto que não mostrava seu rosto, mas exibia seu corpo em uma lingerie bem quente, se não visse o modelo como um irmão ficaria excitado, era gay assumido - enfrentava o preconceito de queixo erguido. Ao menos a situação lhe rendeu uma ótima ideia do que fazer.


— Obrigado Taehyung! — Agradeceu ao amigo que o olhou sem entender mas mesmo assim soltou um "Disponha hyung!" antes de se encaminhar para fora do estabelecimento.


— Dois cappuccinos de caramelo por favor!


Enquanto o funcionário fazia suas bebidas Seokjin tirou uma caneta e pegou um panfleto de propagandas, da empresa mesmo, e rasgou um pequeno pedaço onde escreveu seu número.

Após receber as bebidas, pagou e voltou ao seu andar, passou direto por sua porta e parou em frente ao secretario do outro Kim, que olhou para ele.


—Com licença Park, Namjoon está na sala?


—Não senhor Kim!


— Entregue isto a ele quando voltar, por favor!


Jin estendeu um dos copos para o pequeno que o olhou enviesado - sabia que os dois não se davam bem, todos sabiam - mas mesmo assim pegou.


— Não diga a ele que fui eu, certo? Sabe que ele me odeia!


— Certo senhor, não direi!


—Obrigado!


SeokJin sorriu e caminhou em direção a sua própria sala entrando nela. Não foram cinco minutos e Namjoon saiu do elevador.


— Senhor Kim?


— Sim?


— Deixaram isso aqui para o senhor! — estendeu o copo de cafeteria.


— Quem?


— Não consegui identificar, desculpe! — mentiu.


— Não se preocupe. — Pegou o copo e entrou em sua sala, estava mesmo precisando de uma bebida quente.


Quando colocou o copo em sua mesa, vou um pequeno papel cair no chão e se abaixou para pegar, era um número de celular.


— Mas que diabos?


Depois de tomar a bebida, resolveu pegar o número para analisar.


Olhou e olhou, e nada. Não sabia quem era o proprietário daquele número nunca visto por si antes, resolveu pegar seu celular e checar seus contatos, digitando o começo e vendo as comparações que sua agenda telefônica fazia, no final, não importava quantas vezes digitasse, aquele número nunca aparecia.

Já estava começando a de irritar, não era uma das pessoas mais pacientes, estava bem longe disso. Sua raiva só piorou quando seu secretário entrou em sua sala, avisando que a continuação da reunião havia sido cancelada e será remarcada. Pelo que havia entendido seu chefe e seus sócios haviam ficado confusos, pensariam melhor e fariam mais pesquisas, seu trabalho havia sido em vão, mas pelo menos havia sido liberado, teria o resto do seu dia de folga.

Depois de arrumar sua bolsa e mesa, conferiu com seu secretário se teria algum compromisso e ao confirmar que não, se despediu do mesmo e saiu, rumo ao seu belo carro no estacionamento.

Saiu de sua sala  passando em frente a de seu colega-rival de trabalho , parecia que este já havia saído , mesmo não querendo, não conseguia deixar de pensar no mesmo , a forma fofa que ele ficava ao ficar nervoso , o jeito que as palavras saiam de sua boca surpreendentemente rápido ao se irritar ... como será que o outro Kim estaria agora com toda essa situação?

Namjoon estava tão perdido em seus pensamento que quando se deu conta já estava entrando no elevador, olhou para os lados para conferir se mais alguém iria entrar e vendo que não havia mais ninguém  apertou o botão que o levaria para o estacionamento. Quando as portas estavam prestes a se fechar um grito foi ouvido e uma mão foi colocada na frente da porta, para que essa não se fechasse.


— Desculpe, eu não te vi. —Namjoon se desculpou.


—Sem problema.


Era só pensar nele , que ele aparecia?


—Dispensado? — Namjoon tentou puxar assunto.


— Sim, não sei porque eles ainda precisam pensar, a melhor opção óbvia! — Mesmo falando em tom baixo, a irritação era percetível.


— Pela primeira vez concordamos em algo...


— Sério? — Perguntou confuso.


— Claro, óbvio que a melhor opção era a ...


— Minha! — Disseram juntos .


Por incrível que pareça, os dois, naquele dia, preferiram não discutir, estavam cansado demais para isso então apenas saíram do elevador sem trocar mais nem uma palavra, entraram em seu carro e foram para seus respectivos destinos.

Namjoon , assim que entrou em seu carro, ligou para um de seus amigos, marcando de comer em algum lugar, pois ainda estava cedo. Chegando em casa, apenas jogou suas coisas no sofá da sala , tirando suas roupas e as deixando por onde passava, até chegar em seu banheiro, ao terminar seu banho , apenas deitou em sua casa e colocou em um filme qualquer.

Estava bastante concentrado em seu filme, porém um barulho já conhecido por si foi ouvido, seu celular estava apitando loucamente, avisando-o que um novo e-mail havia chegado , depois de conferir e ver que não era nada importante, checou suas redes sociais. Estava preste a largar seu celular quando lembrou do número desconhecido.

Levantou de sua cama, pegando suas roupas que haviam ficado pela chão de sua casa, as levou para o quarto e procurou pelo número que estava em algum dos milhares bolsos que possuía.

Ao achar número, não pensou duas vezes, queria saber quem era aquela tal pessoa, sua curiosidade estava quase o matando.

Acabou por mandar um simples e sem graça :

Boa noite!





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