História Opostos e Tão Iguais - Bibidro - Capítulo 1


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Palavras 1.196
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Nova história substituindo "Favorite" pq eu pretendo reescreve-la depois... BUT BOA LEITURA all of love

Capítulo 1 - Complicada


Fanfic / Fanfiction Opostos e Tão Iguais - Bibidro - Capítulo 1 - Complicada

Bibi: Esquece. Eu não vou - eu disse rodopiando a cadeira de rodinhas do meu quarto.

Total: Por que você leva tudo a sério, Bianca? - Total, meu melhor amigo, perguntou com uma cara emburrada. 

Bibi: Por que você leva tudo tão a sério? Poxa, isso é só mais um baile careta que a escola faz todo ano. Eu nunca fui em nenhum, por que teria que ir nesse? - parei de rodopiar a cadeira e encarei Total até ele achar uma resposta convencente.

Total: Talvez eu possa te dar um tempinho até você decidir ir - ele disse do nada depois de uma pausa definitivamente grande. 

Bibi: E quem disse que eu vou decidir ir? 

Total: Vamos lá, Bibi! Podemos tornar as coisas mais fáceis. Meia hora, é o suficiente para você? - ele encostou suas costas sobre o colchão e ficou batucando seus dedos no encosto da cama. 

Bibi: Não sou eu que tenho que achar o suficiente - afirmei. 

Total: Você é bem difícil, sabia? - eu dei um sorrisinho cínico ao ouvir aquilo. 

Bibi: Vou considerar isso como um elogio.

Total: Pedro Montanari vai estar lá, você nunca fica meio derretida quando vê ele? - eu hesitei, com toda a certeza do mundo - Bianca, até eu fico meio derretido quando vejo ele. E eu sou hétero, significa que eu sinto atração por mulheres, Bibi. 

Bibi: Eu sei a definição de hétero, Bruno - disse de um jeito brincalhão, mas troquei de humor logo - E não, nunca vou me sentir derretida perto daquele babaca egocêntrico. 

Total: Qual é, você não tem crush em ninguém da tropa do Montanari? - ele arqueou as sobrancelhas, agora sentado novamente. 

Bibi: Credo, Bruno. - fiz uma careta - Não, deus me livre. Ninguém faz meu tipo, é tipo água e óleo, não se misturam. 

Total: Não tem como, isso é inaceitável - ele arregalou os olhos - eles são o tipo de todo mundo! 

Bibi: Finalmente a frase da minha mãe fez sentido - eu disse e ele me olhou confuso, sem entender - eu não sou todo mundo

Ele me olhou como se não acreditasse no que eu estava falando, mas respirou fundo e arrastou seu olhar para a janela. Era noite de sábado, o baile ia ser amanhã das 19:00 até 23:30. Quem vai para um baile escolar na noite de um domingo??? Eu sou meio marrenta e opinar sobre a beleza de algum garoto ou até mesmo ter um crush em um não é algo que eu costume fazer. Extremamente raro. 

Aparentemente eu sou só uma garota cursando o ensino médio que quer ter um futuro bom e estuda para isso. Afinal, para que eu teria que dar bola para garotos? 

Garotos;

Aqueles que ferram seus sentimentos e só ligam para si próprios... é talvez eu tenha um pouco de razão em não dar bola para nenhum deles.

Todas as garotas são gamadas pelo Pedro Montanari. Exatamente, aquele cujo não se importa com ninguém a não ser ele mesmo e anda por aí se exibindo mostrando que sabe fazer tudo bem e que tem um tanquinho definido. Certamente, garotas da minha escola, vocês já tiveram um gosto melhor.

Bruno é o meu melhor amigo desde o jardim de infância e me entende melhor que minha própria mãe, por isso que conto com ele para tudo.

Bibi: Nós estávamos falando sobre o baile - eu tentei uma iniciativa de mudar de assunto. 

Total: E não estamos? - ele não esboçou nenhuma reação.

Bibi: Bom, você disse que um pequeno intervalo serviria para mim decidir que vou. Estou esperando. O que será que vai acontecer? Um vento vai vir aqui soprar a minha cara e magicamente eu vou ter vontade de sair da minha caverna vulgo quarto para sair em um domingo à noite em um baile careta do ensino médio que nem tenho roupa para vestir? - eu falei e ele considerou isso como uma brincadeira. Tudo bem, interprete isso como você quiser. 

Total: É claro que você tem roupa. Aliás... - ele levantou e andou até o meu armário, tirando um cabide do ó dos borogodó (literalmente, eu nem sabia que eu tinha esse vestido) e me entregou, me fazendo ficar um pouco surpresa. 

Ele me analisou para ver se o vestido ficaria bem em mim. 

Total: Ficaria perfeito. - ele deu uma breve pausa - Bianca, se você não for eu mesmo uso esse vestido! - ele me fez rir. 

Bibi: Bruno, meu querido amigo, você não prefere ficar na casa da melhor amiga maratonando séries e comendo porcarias? - eu perguntei como se fosse óbvio. 

Total: Podemos fazer isso hoje. - ele ligou a TV e eu não acreditei nisso, de verdade - Vamos, por favor... - ele fez uma beicinho entregando a tática que ele sempre faz quando quer me convencer de alguma coisa. 

Bibi: Não... você não vai fazer isso - tentei impedi-lo, mas era tarde de mais. 

Total: Por favor por favor por favorzinhoooo - ele fez a carinha do gato de botas e seus olhos pareciam mesmo ter se enchido de lágrimas. 

Revirei os olhos e pensei um pouco. Apenas meia hora. 

Bibi: Meia hora. - eu falei e ele comemorou como se ele fosse o vencedor ali. Talvez ele realmente seja. 

Bruno ia ficar para dormir, no quarto de hóspedes, porque seus pais estão viajando. Depois de quatro horas assistindo séries quando um ser infeliz com problemas na cabeça abre minha porta bruscamente. 

Alana: Emergência, cabo HLG - minha irmã rolou no chão falando com um auque toque e pude notar que estava com uma bandana na cabeça, uma faixa preta feita de tinta em cada lado da bochecha e postura de gente grande - dois retardados avistados, preparar ataque - ela começou a nos observar como se fosse a coisa mais normal do mundo de se fazer às duas da manhã. 

Balancei a cabeça desaprovando qualquer que fosse a brincadeira chula da minha irmã, porque certamente nenhuma brincadeira que envolvesse quebrar portas, rolar no chão, falar alto com um auque toque e vestir roupas inadequadas para as DUAS DA MANHÃ. 

Ela afastou o auque toque um pouco do rosto quando ouviu um ruído do outro lado da linha. "Entendido, estou a caminho, câmbio", era uma voz muito aguda, do outro lado da linha. 

Bibi: Que diabos você está fazendo? - perguntei para a Alana, com uma cara totalmente confusa.

Alana: Brincando de filme de ação - ela falou toda inocente com sua carinha de quem tem apenas doze anos mas que pode te matar. Quando minha reação confusa se intensificou mais ainda, ela percebeu que tinha que responder com mais clareza - Helena veio dormir aqui em casa. O que tem? Vocês ficam aí parados o dia inteiro sem fazer nada e ainda vêm aqui e acham que têm direito de ridicularizar uma brincadeira de uma garota de doze anos.  

Deixando de lado o fato dela nunca ter usado essas palavras na vida, só consegui notar a Helena nos olhando tímida pela fresta da porta que sobreviveu à Alana-destruidora-de-portas. 

Alana saiu com a Helena como se nada fosse nada, o que fez eu e Bruno nos entreolharmos completamente confusos, mas acabamos rindo muito.


Notas Finais


E aí? Turo bom c vocês?? Tô tentando tirar um tempo para postar mais frequentemente e, essa nova historinha de bibidro vai substituir a Favorite por enquanto, já que eu nunca conseguia a atualizar também por bloqueio de criatividade e blá blá blá.

Continua :)


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