História Opposite Twins - Capítulo 3


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Categorias Alessandra Ambrosio, Izabel Goulart, Kevin Trapp, Rodrigo Santoro
Personagens Alessandra Ambrosio, Izabel Goulart, Kevin Trapp, Rodrigo Santoro
Visualizações 14
Palavras 1.378
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá ! Gostaria de agradecer a todos que favoritaram a fic ! Muito obrigada<3
Esse capítulo deve ter ficado maior que o anterior. Espero que gostem !

Capítulo 3 - Sim ou não ?


Fanfic / Fanfiction Opposite Twins - Capítulo 3 - Sim ou não ?

             Alessandra POV.

          L.A, EUA 31/06/2017



Estava à alguns minutos esperando em uma das cadeiras em frente a sala do juiz. O que estou fazendo aqui ? Esperando para que comescem a ler o testamento de meu avô . Como sou sua única herdeira não estou muito preocupada .


— Senhorita Alessandra Ambrósio — Uma mulher bem vestida me chama. — A leitura do testamento vai começar . — Me levanto dá cadeira e entro pela porta onde encontro uma grande mesa com algumas pessoas sentadas nelas. Entre elas, o advogado do meu avô , Thomas Walker. Vendo uma cadeira vazia a seu lado resolvo me sentar . Ele me dá um sorriso amigável, faço o mesmo.

— Vamos dar início a leitura do testamento de Hector Ambrósio. Como ele deixou gravado nesse DVD — Segura o DVD em mãos. — Iremos passá-lo e depois, se assim for necessário, iremos ler o testamento explicando o que ele deixou para a neta Alessandra Ambrósio. — Eles colocam o DVD e a imagem de meu avô aparece na grande tela da sala. 


— Minha neta, se estiver vendo esse DVD eu já não estarei mais vivo — Você é o meu maior bem, e espero que entenda essa o porque irei fazer isso.  — Não estou entendendo o que ele quer dizer — Deixo todos os meus bens a meu advogado, Thomas Walker...


— O QUÊ ? COMO ASSIM ELE DEIXA TODOS OS SEUS BENS PARA O THOMAS ? — Todos olham para mim.


— Senhorita Alessandra, peço que escute até o final.


— Você sabia disso Thomas ? 


— Não, eu juro que não sabia. 


— Sei que não está entendendo, é muito menos aceitando, mas eu não posso deixar todos os meus bens nas mãos de uma mulher, muito menos nas mãos de uma garota mimada ! — Suas palavras me atingem e uma lágrima solitária desde por meu rosto. — Mas não se preocupe, tudo será seu ! Basta que você se case com Thomas ! 


— VOCÊ SÓ PODE TER FICADO LOUCO VOVÔ !


— Caso não aceite se casar com ele, sinto muito mas perderá tudo ! — O dvd acaba.


— Alessandra eu... — Thomas começa a falar, mas eu o corto.


— Não Tommy ! Não deixarei que você se sacrifique por mim ! — Me levanto apressada dá sala saindo dali. Ando sem rumo pelas ruas de Los Angeles. Atravesso sinais sem me preocupar com carros ou motos. 


— MALUCA ! SAI DO MEIO DA PISTA ! — Gritavam e businavam os motoristas. Ao chegar a um parque, resolvi sentar-me em um banco — O que vou fazer agora ?! — Pensava perplexa com minha situação. Se por um lado, me casando com Thomas vou continuar tendo tudo que sempre tive. Mas por outro, estaria infeliz, e também o faria infeliz. Sou tirada de meus pensamentos por meu celular tocando em minha bolsa. O nome de Thomas era mostrado na tela. Resolvo atender.



Ligação ON.


— Alô ? Alessandra ? 


— Alô Tommy... Eu... — Digo pausadamente com a voz falha.


— Podemos conversar ? — Pergunta esperançoso.


— Eu não sei. — Digo em dúvida — Talvez eu tenha que pensar um pouco mais.


— Só aceite o meu convite está bem ? 


— Okay. Onde você está ? 


— No momento rodando a cidade a sua procura. Onde podemos nos encontrar ? 


— Bom no momento eu estou em uma praça qualquer, mas se quiser conversar em um lugar mais reservado, eu posso ir até o seu apartamento.


— Ok. Estou voltando para casa. 


Ligação OF.


Desligo a chamada e guardo o celular em minha bolsa. Me levanto, indo a procura de um táxi. Em vez de encontrar um táxi, vejo uma família brincando na grama. Eles pareciam tão felizes ! — Será que conseguirei ser feliz assim um dia ? — Digo em um sussurro.  Desviando meus olhos da família um táxi passa e eu faço sinal para que pare. Entro no mesmo e digo o endereço de Thomas. No caminho penso em como nós conhecemos. Eu e ele nós conhecemos desde pequenos, ou pelo menos desde que meu avô é o pai dele, que também era advogado da empresa nos apresentaram. O loiro sempre fora bonito. no final da  adolescência seu corpo escultural e beleza chamavam a atenção de todas as garotas, inclusive a minha. — Se fosse em outra época, eu aceitaria me casar com você sem pensar duas vezes — Digo me lembrando de minha paixonite por ele na adolescência. 


— Falou comigo senhorita ? — O motorista a encarou pelo espelho retrovisor do carro. Droga ! Falei em voz alta.


— Ah, não. — Digo envergonhada . — Só estava pensando alto...


— Bom, chegamos ! — Ele para o carro no prédio — São 80 dólares . — Pego o dinheiro e o entrego , e saio do carro. Por alguns momentos fico encarando o grandioso prédio, pensando em como um sim ou um não pode mudar minha vida. Resolvo entrar no prédio.


— Boa tarde senhorita ? — Me viro vendo o porteiro do prédio. 


— Ah... Boa tarde — Digo um pouco aérea enquanto me dava conta que corri muito tempo pelas ruas de Los Angeles. — Eu vim falar com o Thomas.


— Ah claro ! Você deve ser a senhorita Alessandra que o senhor Walker avisou que viria. Quer que eu chame o elevador ? — Oferece gentil já saindo de trás do balcão .


— Não precisa. Eu mesma o chamo. — Ando em direção ao elevador , apertando um dos botões do mesmo. Após alguns minutos de angústia ele chega. Entro dentro do mesmo, mas lembrando que não venho aqui a muito tempo, coloco metade de meu corpo para fora e pergunto ao porteiro:


— Qual é o andar do Thomas mesmo ? —Ele me olha um pouco surpreso com minha pergunta.


— É a cobertura senhorita ! 


— Obrigada ! — Entro dentro do elevador novamente, apertando o último andar.


— Espera ! — Uma voz masculina faz com que eu coloque o pé entre as portas prestes  à se fecharem. Um moreno alto, bem vestido e ofegante, aparece segurando uma das portas do elevador. — Obrigada ! — Ele diz com um sorriso no rosto apertando um andar.


— Ah, não foi nada. — Digo simples. Ele me encara com seus olhos penetrantes. Desvio o olhar e foco em algum ponto daquele elevador. Quando o elevador chega em seu andar, ele sai do mesmo, mas virá para trás.


— Tchau ! — Não tenho tempo de responder, já que o elevador se fecha antes que eu possa raciocinar algo. Agora sozinha, me encaro no espelho ajeitando meu cabelo é minha maquiagem. — Deve ser por isso que ele estava me encarando ! — Mais uma vez penso em voz alta. — Tenho que parar com isso ! Finalmente chego a cobertura. Caminho pelo corredor, indo até a porta de Tommy. Bati na mesma, e após alguns segundos ele abre a porta, segurando algumas caixas vazias de pizza em suas mãos. 


— O porteiro não me avisou que você estava subindo ! — Ele diz colocando as caixas em uma pequena mesa próxima a porta. — Ah por favor entre ! — Ele puxa meu braço com delicadeza. Diferente de mais cedo, agora ele está com um uma calça jeans e uma camiseta cinza sem estampas. — Você pediu para não ser avisada ?


— Claro que não ! Acho que ele... — faço uma pausa com o que pensei, achando não ser um  bom momento para fazer piadas. 


— Você acha que ele ? — Me incentiva a continuar.


— Achou que eu era sua namorada ! — Digo rápido, mas percebo que ele entendeu, já que estampa um sorriso no canto dos lábios .


— Não entendi — Ele se faz de sonso.


— Você entendeu muito bem ! — Digo rindo.


— Se você quisesse poderia ser mais do que uma namorada para mim Lessa... — Ele diz o apelido que costumava me chamar na infância e se aproxima cada vez mais. 


— Eu não... — Digo tentando me afastar dele, caminhando para trás. Ao perceber isso ele retoma uma postura introspequitiva e se afasta.


— E então ? Vai aceitar a cláusula do seu avô para herdar sua fortuna ou dirá não ? 


— Eu... 



Notas Finais


E agora ? Ela dirá sim ou não ?


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