História Opposites. - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, Got7
Personagens Jungkook, V
Tags Bad Boy, Beedrom 9795, Comedia, Lemon, Romance, Vkook
Visualizações 42
Palavras 1.605
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Lemon, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA depois de 2 meses sem atualizar eu voltei!!!! *desviando dos tiros*
Aaaaa me desculpem gente seriu :(
Eu tava com muita coisa para fazer, fiquei sem ideias e estou cheia de trabalhos para fazer.
I NEED FÉRIAS.
Sem mais delongas,
boa leitura! <3

Capítulo 5 - Chapter Four.


“Antes de dizer adeus, deixe ir

Mas estou perdido no labirinto do meu coração

De estéreo para mono, é assim que o caminho se divide.”

- Let Go, BTS

A meu ver, não existe nada que machuque mais uma pessoa do que ações e palavras. As pessoas não medem o tamanho que suas ações e palavras podem fazer impacto no coração e nos sentimentos de uma pessoa. Algumas são insensíveis e coisas horríveis para elas não são nada, mas para pessoas frágeis por dentro que se descontrolam por fora magoam se facilmente. Taehyung me magoou com suas palavras de calão baixo e o impacto do que o mesmo disse foi tão grande que acabei falando várias coisas horríveis para ele. Pensei que deveria pedir desculpas, porém o mesmo não as merece, não quando foi ele que começou mexendo em meus pertences e que me chamou de puta.

Enquanto andava pelo corredor me lembrei vagamente de ouvir algo sobre alguém ter que matar uma pessoa. Primeiro vi a diretora e a professora me olhando estranho, depois sonhei com alguém me dizendo algo que eu não entendia e agora estou ouvindo coisas. Cada dia nesse colégio é mais estranho e olhe que estou aqui apenas a 3 dias e várias coisas já aconteceram.

— Jungkook! Ei Jungkook! – Bambam balançava as mãos em frente aos meus olhos, fazendo com que eu desse um pequeno salto de susto. – Jungkook o que você tem hoje? – Bambam me olha desconfiado.

— Eu e Taehyung brigamos. – Suspiro. – Aquele alfa é realmente um inferno.

— Não me admira muito, nunca ninguém ficou no mesmo quarto que ele.

— Então porque eu tive que ficar no mesmo quarto que ele? – Franzo meu cenho confuso.

— Boa pergunta, eu também não sei.

Dei de ombros um pouco chateado seguindo com Bambam para a sala onde seria minha ultima aula do dia.

Entro junto com Bambam e me sento em uma mesa qualquer, olho para trás vendo um garoto me olhar estranho e depois desviando o olhar para Bambam cerrando os olhos com se estivesse se perguntando algo. Logo Taehyung entra dentro da sala com uma cara não muito boa e logo seus amigos idiotas entrando também e o garoto que olhava Bambam agora olhava Taehyung com desgosto. Meu colega de quarto reparou e logo sorriu debochado.

Logo o professor de história chega na sala.

— Boa tarde. Sou o professor Mark. – Sorri e logo os óculos redondos que o mesmo usava começam a cair de seu nariz mas o mesmo os colocou no lugar com o dedo.

Depois de todos dizermos nosso nome, idade e cidade professor Mark me encarou interrogativo.

— Bom alunos, irei contar um pouco da história desse colégio. Como vocês sabem, existem 5 casas. – Todos assentem com a cabeça. – Irei explicar como cada uma dessas casas surgiram. Em 15 de setembro de 1995 alguém cujo não merece o vosso reconhecimento por isso o irei chamar de “Ele” matou Hans Mook fundando a casa verde ou Green House, como preferirem e tomou total controlo dos alunos desse colégio. Melinda, a esposa de Hans transtornada fez uma queixa contra Ele, queixa que conseguiu fazer com que Ele fosse preso e lá permaneceu. Melinda fundou a Orange House em homenagem a seu marido onde entrariam apenas os corajosos. Algum tempo depois a mesma descobriu que Jisoo, irmã de Melinda avia ajudado Ele no assassinato, porém era tarde de mais e sabia que a mesma avia sido obrigada por Ele. Antes de Melinda morrer, a mesma passou o cabo de diretora a Jisoo que fundou a Blue House. Kumpimook um ajudante de Jisoo fundou a Red House após ajudar a mesma a escapar da morte. Quem fundou a Black House não nos diz nem respeito nem o porque, porém essa pessoa logo foi expulso da escola após quebrar uma das regras e fugiu, construindo depois uma família. – O mesmo soltou um suspiro pesaroso e passou os olhos na turma parando em mim e depois voltando a olhar para o resto da turma. – Entretanto Jisoo e Kumpimook não deixaram de procurar o fundador da House Black e os mesmos aniquilaram várias pessoas da Black como várias pessoas que se metiam em seu caminho. Após Jennie, filha de Hans completar 18 anos a mesma soube do acontecido e expulsou Jisoo e Kumpimook da escola e infelizmente os mesmos conseguiram libertar Ele.

Radna oriecret.

Uma voz gritou em minha cabeça me fazendo ficar tonto.

Escrevi as palavras no caderno enquanto o professor explicava mais alguns detalhes.

As palavras falavam dentro de minha cabeça.

— Todas as mortes aconteceram no terceiro andar, um dos motivos para ser lá ser proibida a entrada a passagem.

Olhei as palavras várias vezes. Resolvi escreve las ao contrário.

Andar terceiro.

Terceiro andar.

Subitamente me levantei da cadeira olhando arregalado para as duas palavras e para o professor.

— Algum problema senhor Jungkook?

— N-não. – Me sento, fechando os olhos.

Sinto ser puxado para trás.

Abro os olhos. Estou dentro de uma pequena sala aparentemente antiga, as paredes são de pedra e uma grande janela permite passar os raios de luz. Avia ali uma mesa velha com vários papeis em cima e algumas cadeiras.

Você pode tentar matá-lo, mas de nada adianta está escrito nas profecias, o filho dele irá nascer. – Uma mulher no auge de seus 25 anos fala enquanto roía suas unhas nervosamente.

— Mas tem que haver alguma forma de-

— Já chega de o procurarmos Kumpimook, é o destino! – A mesma exclamou enquanto via o outro homem andar de um lado para o outro dentro da pequena sala. Logo ele parou de andar e começou a olhar para os lados.

Sinto que estamos sendo vigiados. – O mesmo olhou para mim, me causando arrepios, logo o mesmo veio em minha direção e passou por mim.

Como ele passou por mim?

Olhei um calendário que avia encima da mesa velha com vários papéis. 1999.

Isso era uma memória?

 O homem abriu a porta de madeira olhando para os dois lados. Olhei para a grande janela e no lado direito da janela, encostado a parede de fora como se estivesse flutuando vi um homem olhando para mim e sorrindo leve. Logo o mesmo desapareceu como se fosse Magia.

—  Mas que merda? – Sussurro olhando para aquilo tudo e me perguntando o que está acontecendo.

Sinto ser puxado novamente e vejo várias cenas de pessoas se passando diante de meus olhos. Logo vejo um bebé nascendo e uma mulher que estava com um borrão na cara sorria enquanto chorava.

A mulher deitada na maca pegou no bebé com as mãos trémulas e o mesmo chorava.

Que nome lhe daremos? – Um homem que parecia semelhante ao que vi na outra memória, alto de cabelos negros e dentes semelhantes ao de um coelho perguntou.

Logo a mulher sorriu.

— Será o nosso JJ. – Sorriu mais uma vez e logo o bebé parou de chorar observando a mulher com os olhos grandes e negros.

Todos os enfermeiros e enfermeiras com borrões na cara aplaudiram enquanto o homem abraça a mulher e olhava o bebé.

— JUNGKOOK!

Mais uma vez sou puxado, dessa vez para a realidade onde o professor me chamava provavelmente a milésima vez.

— S-sim? – Olho atordoado para o mesmo que me olhava com as sobrancelhas arqueadas como se suspeitasse do que estava acontecendo comigo.

— Você ficou inconsciente durante uns 2 minutos. – Aproximou se de meu ouvido. –Jungkook tome cuidado, elas são perigosas. – Afastou se de meu ouvido me deixando perplexo.

O sinal toca e o primeiro a sair é o professor e os alunos começam a arrumar suas coisas, incluindo eu e Bambam que logo veio ter comigo e me acompanhou vagarosamente até meu odiado quarto.

— Tchau Jungkook, nós vemos daqui a pouco. – Sorri acenando.

Entro em meu dormitório já esperando algo mau de Taehyung, porém a cena com que me deparo é com um Taehyung no chão desacordado. Mas como? Ele estava na mesma aula que eu.

— Ai meu deus! Taehyung acorda! Acorda Taehyung. – Começo a chacoalhar seu corpo desesperadamente, logo sinto suas mãos segurarem meus pulsos e os afastar.

— N-não me toque. – Fala baixo e de olhos fechados.

— Deixa de ser assim Taehyung. – Coloco minhas mãos a volta de seu corpo e o puxo para meu colo.

— Eu disse para não me tocar! – Tenta se afastar, mas logo desiste.

Levo o até minha cama, pois a dele está desarrumada e o ajeito, olho para sua camisa e vejo sangue. Subo sua blusa mesmo contra sua vontade e junto de um grande ferimento vejo uma letra.

Um V.

“Você tem que o matar V”

Mas o que?

Taehyung é o V?

— Taehyung, quem você tem que matar? – Olho seriamente para ele, que mantem os olhos fechados tentando se controlar.

— Ninguém! Agora me deixa sair daqui! – Tenta se levantar.

— Taehyung não minta para ele. – Ouvimos uma vez vinda de uma figura negra. Logo todas as luzes do quarto se apagaram e tudo ficou escuro.

— Não toque nele. A-ainda não. – Consigo ver Taehyung se levantando da cama e andando devagar se colocando em minha frente.

— Saia da frente Taehyung. – A voz grossa manda.

— Eu falei que não! – O mesmo grita estremecendo.

— Parece que não tenho escolhas!

Vi a mão da figura negra começar a se mexer e algumas faíscas saírem de sua mão. Magia.

Quando a figura negra levantou sua mão direcionando a mim, Taehyung se virou bruscamente e colou nossos lábios fazendo uma corrente elétrica percorrer meu corpo e uma áurea negra emanar de mim. Quando aquelas faíscas iam nos atingir alguém abriu a porta gritando algo em latim e logo Taehyung desmaiou.

A última coisa que vi foi Taehyung caindo em meus braços por fim e aquilo me atingindo.


Notas Finais


É ISSO GENTEEEE, KISSUS E ATÉ AO PRÓXIMO CAP!!


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