História Opposites. - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, EXO, Got7
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V)
Tags Beedrom 9795, Jeon Jungkook, Kim Taehyung, Vkook, Yaoi
Visualizações 54
Palavras 1.605
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA depois de 2 meses sem atualizar eu voltei!!!! *desviando dos tiros*
Aaaaa me desculpem gente seriu :(
Eu tava com muita coisa para fazer, fiquei sem ideias e estou cheia de trabalhos para fazer.
I NEED FÉRIAS.
Sem mais delongas,
boa leitura! <3

Capítulo 5 - Chapter Four.


“Antes de dizer adeus, deixe ir

Mas estou perdido no labirinto do meu coração

De estéreo para mono, é assim que o caminho se divide.”

- Let Go, BTS

A meu ver, não existe nada que machuque mais uma pessoa do que ações e palavras. As pessoas não medem o tamanho que suas ações e palavras podem fazer impacto no coração e nos sentimentos de uma pessoa. Algumas são insensíveis e coisas horríveis para elas não são nada, mas para pessoas frágeis por dentro que se descontrolam por fora magoam se facilmente. Taehyung me magoou com suas palavras de calão baixo e o impacto do que o mesmo disse foi tão grande que acabei falando várias coisas horríveis para ele. Pensei que deveria pedir desculpas, porém o mesmo não as merece, não quando foi ele que começou mexendo em meus pertences e que me chamou de puta.

Enquanto andava pelo corredor me lembrei vagamente de ouvir algo sobre alguém ter que matar uma pessoa. Primeiro vi a diretora e a professora me olhando estranho, depois sonhei com alguém me dizendo algo que eu não entendia e agora estou ouvindo coisas. Cada dia nesse colégio é mais estranho e olhe que estou aqui apenas a 3 dias e várias coisas já aconteceram.

— Jungkook! Ei Jungkook! – Bambam balançava as mãos em frente aos meus olhos, fazendo com que eu desse um pequeno salto de susto. – Jungkook o que você tem hoje? – Bambam me olha desconfiado.

— Eu e Taehyung brigamos. – Suspiro. – Aquele alfa é realmente um inferno.

— Não me admira muito, nunca ninguém ficou no mesmo quarto que ele.

— Então porque eu tive que ficar no mesmo quarto que ele? – Franzo meu cenho confuso.

— Boa pergunta, eu também não sei.

Dei de ombros um pouco chateado seguindo com Bambam para a sala onde seria minha ultima aula do dia.

Entro junto com Bambam e me sento em uma mesa qualquer, olho para trás vendo um garoto me olhar estranho e depois desviando o olhar para Bambam cerrando os olhos com se estivesse se perguntando algo. Logo Taehyung entra dentro da sala com uma cara não muito boa e logo seus amigos idiotas entrando também e o garoto que olhava Bambam agora olhava Taehyung com desgosto. Meu colega de quarto reparou e logo sorriu debochado.

Logo o professor de história chega na sala.

— Boa tarde. Sou o professor Mark. – Sorri e logo os óculos redondos que o mesmo usava começam a cair de seu nariz mas o mesmo os colocou no lugar com o dedo.

Depois de todos dizermos nosso nome, idade e cidade professor Mark me encarou interrogativo.

— Bom alunos, irei contar um pouco da história desse colégio. Como vocês sabem, existem 5 casas. – Todos assentem com a cabeça. – Irei explicar como cada uma dessas casas surgiram. Em 15 de setembro de 1995 alguém cujo não merece o vosso reconhecimento por isso o irei chamar de “Ele” matou Hans Mook fundando a casa verde ou Green House, como preferirem e tomou total controlo dos alunos desse colégio. Melinda, a esposa de Hans transtornada fez uma queixa contra Ele, queixa que conseguiu fazer com que Ele fosse preso e lá permaneceu. Melinda fundou a Orange House em homenagem a seu marido onde entrariam apenas os corajosos. Algum tempo depois a mesma descobriu que Jisoo, irmã de Melinda avia ajudado Ele no assassinato, porém era tarde de mais e sabia que a mesma avia sido obrigada por Ele. Antes de Melinda morrer, a mesma passou o cabo de diretora a Jisoo que fundou a Blue House. Kumpimook um ajudante de Jisoo fundou a Red House após ajudar a mesma a escapar da morte. Quem fundou a Black House não nos diz nem respeito nem o porque, porém essa pessoa logo foi expulso da escola após quebrar uma das regras e fugiu, construindo depois uma família. – O mesmo soltou um suspiro pesaroso e passou os olhos na turma parando em mim e depois voltando a olhar para o resto da turma. – Entretanto Jisoo e Kumpimook não deixaram de procurar o fundador da House Black e os mesmos aniquilaram várias pessoas da Black como várias pessoas que se metiam em seu caminho. Após Jennie, filha de Hans completar 18 anos a mesma soube do acontecido e expulsou Jisoo e Kumpimook da escola e infelizmente os mesmos conseguiram libertar Ele.

Radna oriecret.

Uma voz gritou em minha cabeça me fazendo ficar tonto.

Escrevi as palavras no caderno enquanto o professor explicava mais alguns detalhes.

As palavras falavam dentro de minha cabeça.

— Todas as mortes aconteceram no terceiro andar, um dos motivos para ser lá ser proibida a entrada a passagem.

Olhei as palavras várias vezes. Resolvi escreve las ao contrário.

Andar terceiro.

Terceiro andar.

Subitamente me levantei da cadeira olhando arregalado para as duas palavras e para o professor.

— Algum problema senhor Jungkook?

— N-não. – Me sento, fechando os olhos.

Sinto ser puxado para trás.

Abro os olhos. Estou dentro de uma pequena sala aparentemente antiga, as paredes são de pedra e uma grande janela permite passar os raios de luz. Avia ali uma mesa velha com vários papeis em cima e algumas cadeiras.

Você pode tentar matá-lo, mas de nada adianta está escrito nas profecias, o filho dele irá nascer. – Uma mulher no auge de seus 25 anos fala enquanto roía suas unhas nervosamente.

— Mas tem que haver alguma forma de-

— Já chega de o procurarmos Kumpimook, é o destino! – A mesma exclamou enquanto via o outro homem andar de um lado para o outro dentro da pequena sala. Logo ele parou de andar e começou a olhar para os lados.

Sinto que estamos sendo vigiados. – O mesmo olhou para mim, me causando arrepios, logo o mesmo veio em minha direção e passou por mim.

Como ele passou por mim?

Olhei um calendário que avia encima da mesa velha com vários papéis. 1999.

Isso era uma memória?

 O homem abriu a porta de madeira olhando para os dois lados. Olhei para a grande janela e no lado direito da janela, encostado a parede de fora como se estivesse flutuando vi um homem olhando para mim e sorrindo leve. Logo o mesmo desapareceu como se fosse Magia.

—  Mas que merda? – Sussurro olhando para aquilo tudo e me perguntando o que está acontecendo.

Sinto ser puxado novamente e vejo várias cenas de pessoas se passando diante de meus olhos. Logo vejo um bebé nascendo e uma mulher que estava com um borrão na cara sorria enquanto chorava.

A mulher deitada na maca pegou no bebé com as mãos trémulas e o mesmo chorava.

Que nome lhe daremos? – Um homem que parecia semelhante ao que vi na outra memória, alto de cabelos negros e dentes semelhantes ao de um coelho perguntou.

Logo a mulher sorriu.

— Será o nosso JJ. – Sorriu mais uma vez e logo o bebé parou de chorar observando a mulher com os olhos grandes e negros.

Todos os enfermeiros e enfermeiras com borrões na cara aplaudiram enquanto o homem abraça a mulher e olhava o bebé.

— JUNGKOOK!

Mais uma vez sou puxado, dessa vez para a realidade onde o professor me chamava provavelmente a milésima vez.

— S-sim? – Olho atordoado para o mesmo que me olhava com as sobrancelhas arqueadas como se suspeitasse do que estava acontecendo comigo.

— Você ficou inconsciente durante uns 2 minutos. – Aproximou se de meu ouvido. –Jungkook tome cuidado, elas são perigosas. – Afastou se de meu ouvido me deixando perplexo.

O sinal toca e o primeiro a sair é o professor e os alunos começam a arrumar suas coisas, incluindo eu e Bambam que logo veio ter comigo e me acompanhou vagarosamente até meu odiado quarto.

— Tchau Jungkook, nós vemos daqui a pouco. – Sorri acenando.

Entro em meu dormitório já esperando algo mau de Taehyung, porém a cena com que me deparo é com um Taehyung no chão desacordado. Mas como? Ele estava na mesma aula que eu.

— Ai meu deus! Taehyung acorda! Acorda Taehyung. – Começo a chacoalhar seu corpo desesperadamente, logo sinto suas mãos segurarem meus pulsos e os afastar.

— N-não me toque. – Fala baixo e de olhos fechados.

— Deixa de ser assim Taehyung. – Coloco minhas mãos a volta de seu corpo e o puxo para meu colo.

— Eu disse para não me tocar! – Tenta se afastar, mas logo desiste.

Levo o até minha cama, pois a dele está desarrumada e o ajeito, olho para sua camisa e vejo sangue. Subo sua blusa mesmo contra sua vontade e junto de um grande ferimento vejo uma letra.

Um V.

“Você tem que o matar V”

Mas o que?

Taehyung é o V?

— Taehyung, quem você tem que matar? – Olho seriamente para ele, que mantem os olhos fechados tentando se controlar.

— Ninguém! Agora me deixa sair daqui! – Tenta se levantar.

— Taehyung não minta para ele. – Ouvimos uma vez vinda de uma figura negra. Logo todas as luzes do quarto se apagaram e tudo ficou escuro.

— Não toque nele. A-ainda não. – Consigo ver Taehyung se levantando da cama e andando devagar se colocando em minha frente.

— Saia da frente Taehyung. – A voz grossa manda.

— Eu falei que não! – O mesmo grita estremecendo.

— Parece que não tenho escolhas!

Vi a mão da figura negra começar a se mexer e algumas faíscas saírem de sua mão. Magia.

Quando a figura negra levantou sua mão direcionando a mim, Taehyung se virou bruscamente e colou nossos lábios fazendo uma corrente elétrica percorrer meu corpo e uma áurea negra emanar de mim. Quando aquelas faíscas iam nos atingir alguém abriu a porta gritando algo em latim e logo Taehyung desmaiou.

A última coisa que vi foi Taehyung caindo em meus braços por fim e aquilo me atingindo.


Notas Finais


É ISSO GENTEEEE, KISSUS E ATÉ AO PRÓXIMO CAP!!


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