História Opposites (Imagine JB - Got7) - Capítulo 27


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Categorias Got7
Personagens Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Personagens Originais
Tags Criminal, Got7, Hetero, Jackson, Jaebum (jb), Jinyoung, Mark, Policial, Romance, Trafico
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Palavras 1.234
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Me perdoem a demora, é que OPP está chegando na reta final e os planos vão ganhando estrutura, mas isso não é assunto para as notas iniciais, então boa leitura ♡

Capítulo 27 - Discover



• Discover


     Mark pov's/


De volta a mansão Tuan e juntamente a ela todas as minhas memórias ressucitavam, se é que em algum momento elas haviam morrido.

- Mike! - o rosto bem conhecido veio até mim.

- Paul. - rosnei, me lembrando do que ele havia feito com Judy.

- está tudo bem? - perguntou apreensivo, pensando ter me machucado enquanto me abraçou desajeitadamente.

De que maneira que meu irmão tratava Paul? Provavelmente não da mesma que eu gostaria e agora que estava na pele de Michael o que preciso fazer é agir naturalmente, como se nunca tivéssemos nos separado ou brigado ou nos odiado, afinal nesse momento eu estou do mesmo lado que ele.

- está. - assenti - cadê os outros? - procurei por cima de seus ombros.

- meu pai saiu com Lolla. - ele disse dando de ombros, me guiando para o sofá - quer um suco? - perguntou indo para a cozinha.

- quero. - concordei, afim de que ele fosse para longe.

Lolla? A amante do papai? Não pode ser.

Meu pai teve uma amante, uma mulher que queria acabar com a nossa vida e tirar tudo da mamãe e pelo visto ela conseguiu, já que hoje estamos sem o Mike e por tanto tempo vivemos sem ele, mas como ela veio parar aqui juntamente ao meu irmão?

- Mike, ou deveria dizer...Mark? - uma voz feminina veio atrás de mim.

Me virei e encontrei Eleanor ali, me encarando apreensiva, esperando uma resposta que não conseguia formular.

- Eleanor. - sorri nervoso.

- Mark, eu não vou dizer nada a ninguém. - ela se sentou ao meu lado.

- não? - respondi sua pergunta com esse simples questionamento.

- é claro que não. - negou de imediato - sinto muito pelo seu irmão.

- Mark merecia isso, estava do lado errado. - Paul vinha da cozinha com dois copos de suco.

- não seja insensível, Paul. - Eleanor o repreendeu. 

- ele está certo. - concordei com Paul e então me pus de pé.

- vou te ajudar a achar seu quarto. - falou e Paul franziu o cenho.

- ele não perdeu a memória, perdeu? - questionou.

- quero dizer, a se acomodar no seu quarto. - ela se corrigiu e então ele deu de ombros, ligando a tv e sentindo-se como se estivesse em sua própria casa.

Juro, se não estivesse tão afim de ajudar os outros descarregaria toda minha arma em sua cabeça, aquele folgado miserável.

- vamos, Eleanor. - dei espaço para ela subir primeiro e assim o fez.

O quarto de Mike ainda era cheio de pôsteres de animes, coisa que ele amava e coleções de bonecos de mesma origem.

- ele ainda era o mesmo. - falei olhando para tudo a minha volta.

- ele sentia a sua falta. - ela falou e então a encarei confuso - vocês trocavam mensagens, não? - ela me olhou ainda mais confusa.

- para mim ele tinha morrido desde a infância. - digo me pondo de pé.

- e para ele o seu pai havia escolhido apenas um, mas ele jurava trocar mensagens com você e por esse motivo ele saiu daqui irritado e acabou sofrendo o acidente. Ele achou que você o procuraria e quando soube que estava na cidade e não o procurou, se sentiu traído. - ela me contou e comecei a juntar as peças.

- meu pai acreditava que Mike havia morrido. Ele não optaria por um de nós. - falei com repúdio de tal ato cometido por um pai.

- mas então com quem ele trocava mensagens acreditando ser você? - ela me questionou.

- me pergunto a mesma coisa. - cocei o maxilar, tentando buscar resposta.

- sabe de uma coisa? - ela se aproximou.

- huh? - murmurei a encarando.

- não confio em Lolla. - ela disse.

- nem eu, ela era amante do meu pai. - falei com desdém.

- nossa. - murmurou olhando para o chão.

- vamos até o quarto dela, se esconde algo deve estar lá. - falei abrindo a porta.

- vamos. - assentia, pegando o caminho e achando o quarto, me deixando abrir a porta, que para o meu azar estava trancada.

- trancada. - bati na madeira da mesma, frustrado.

- eu cuido disso. - disse se abaixando diante da fechadura.

Um isqueiro e alguns movimentos e logo a garota conseguiu abrir a porta sem deixar o mínimo rastro de arrombamento.

Que gatuna!

- não me pergunte nada, ok? - disse após ver meu semblante surpreso pela sua atitude.

- é, não temos tempo a perder. - dei de ombros e logo entrei no quarto bem arrumado da mulher.

Ela não merecia aquele espaço numa casa a qual ela destruiu.

- procure algo nas gavetas. - indicou.

Abri as mesmas e nada nas primeiras, mas na última havia um celular, uma espécie de aparelho reserava já que não havia fotos ou nada parecido ali.

- abra as mensagens. - ela falou e assim eu fiz.

- ela estava trocando mensagens com meu irmão se passando por mim. - falei lendo e relendo as mensagens trocadas entre Lolla e Mike.

Ela fazia ele acreditar que estávamos conversando, me fazia prometer coisas que eu jamais poderia cumprir achando que meu irmão estava morto.

- eu preciso sair daqui. - digo largando o aparelho onde o achei e saindo as pressas do quarto.

Aquela mulher vai me pagar, isso não vai ficar assim. Ela separou uma família, ela me separou da pessoa que mais amava na vida e ainda me transformou num vilão durante a vida do mesmo e isso não terá perdão, apenas vingança.


      Jaebum pov's/


Mais um dia longo, aquele ainda pior do que os outros, pois estávamos voltando do enterro de Mark, que após a chegada de seu pai ele preferiu enterrá-lo na cidade em que nasceu.

O velório foi de caixão fechado, um desejo que o mesmo sempre deixava claro em vida, então só nos despedimos da madeira vermelha e voltamos para o hotel, Jinyoung e eu, aquele que estava muito quieto ou melhor, inquieto.

- acho que precisa descansar. - falei para o mesmo que recusou.

- tenho que te contar algo. - falou.

- não tenho cabeça para nada, Jinyoung. - abri a porta do quarto.

- Mark não está morto. - ele falou e eu me virei o encarando como se ele estivesse alucinando.

- como?

- ele tinha um irmão gêmeo, Jaebum. - fechou a porta atrás de si, me deixando ainda mais confuso.

- que papo é esse, Jinyoung? - o encarei atônito.

- Michael Tuan era irmão gêmeo do Mark, eles sofreram um acidente e Michael morreu. - ele contou.

- e aonde está Mark? - questionei.

- pois é, isso é uma outra história. - respirou fundo, como quem estava prestes a tirar um peso dos ombros - ele está na residência dos Tuan, ele será nosso informante contra os Queen. - falou e aos poucos minha ficha foi caindo.

- então Mark está se passando pelo irmão? - franzi o cenho.

- é. - assentiu.

- acha que isso pode dar certo? - questionei.

- eu espero que sim, pois é nossa última alternativa para pegar os McQueen e sua gangue. - falou e deixou o quarto.

E se Eleanor estiver naquela gangue? Eu terei coragem para prendê-la ou matá-la caso algo dê errado?


Notas Finais




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