História Orange Sky - Capítulo 5


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Categorias Steven Universe
Personagens Ametista, Bismuth, Blue Diamond, Blue Pearl, Cebola, Connie, Creme Azedo, Greg Universo, Jamie, Jasper, Lápis Lazuli, Lars, Leão, Mr. Smiley, Peedee Fryman, Peridot, Pérola, Pink Diamond, Prefeito Bill Dewey, Ronaldo Fryman, Rose Quartzo, Rubi, Sadie, Safira, Steven Quartzo Universo, White Diamond, Yellow diamond, Yellow Pearl
Tags Angst, Autismo, K4guya, Lapidot, Lápis-lazuli, Orange Sky, Peridot, Relacionamento Abusivo, Síndrome De Asperger, Steven Universe, Téa
Visualizações 272
Palavras 2.357
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey, gente! Tudo bem?

Estou aqui, com mais um capítulo! Sinceramente, ele deveria sair antes, mas eu acabei ficando tão compromissada que demorei mais do que eu esperava.

Ouso dizer que os últimos dias foram maravilhosos! Fui no Anime Friends para comemorar meu aniversário de quinze anos, e foi simplesmente incrível! As pessoas que conheci, o show da Isis Vasconcelos e da Hatsune Miku, os artistas, a energia! Fora meu primeiro ano, mas foi maravilhoso!

Ainda tenho as próximas semanas ocupadas, mas prometo que escrevei o próximo o mais rápido possível. Então, aqui está! Mais um pouco do cotidiano da Peridot!

• Alguns personagens que fazem parte do cotidiano da Peri — exemplo: professores, a governanta e a terapeuta — começarão a aparecer, não prometo que seja com frequência, heh.

• Dedo verde se remete a uma pessoa que tem dotes para jardinagem, literalmente, tudo o que seu dedo toca, cresce.

• Não, gente. As duas não se reconheceram.

Espero que gostem, boa leitura!

Adieu!

~Anna 🌙

Capítulo 5 - 0.4 Fazer terapia não é um ato de fraqueza ou loucura


É uma demonstração de coragem.

 

Peridot: 

eU TO MUITO REVOLTADA

Peridot:
NOSSA SERISÉRIO

Peridot:
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Peridot:
COMO ESSA TEMPORADA CONSEGUIU SER TÃO RUIM ASSIM? 

Peridot:
TÃO ESTUPIDAMENTE INÚTIL 

Peridot:
GRRRRRRRRRRRRRR

Peridot:
PAULETTE É UMA MAL AMADA TONTA

Peridot:
NUNCA TIVE TANTA RAIVA DE ALGUÉM 

Peridot:
ELA E O PERCY 

Peridot:
SE BEIJARAM

Peridot:
BEI.JA.RAM

Peridot:
BLEEEEEEEEEEEE

A loira digitava freneticamente para o celular. Seu rostinho, antes leitoso, se encontrava extremamente vermelho. Havia terminado a temporada nova pela madrugada — Peridot tinha uma lista exata para tudo o que fazia durante os dias, foi meio difícil encontrar um horário para reservar CPH, todavia, felizmente, conseguiu — para absolutamente nada! 20 episódios de Percy correndo atrás de Paulette como se fosse um serviçal(e talvez ele fosse mesmo), e de Paulette com os seus dramas típicos de uma adolescente mimada e aparentemente ingênua.

— Pumpkin, sinto muito por ter feito você testemunhar essa atrocidade. — Encarou a cadelinha ao seu lado, que dormia de forma serena, como se não se importasse com a luz — fraca, o brilho de tela incomodava Peridot — que vinha do aparelho de sua dona.

Bufou, mordendo o lábio inferior. Não estava cansada. Tinha estipulado um horário para dormir às 01:00 da manhã, mas não imaginara que terminaria a temporada de seu seriado tão cedo. Estava um completo tédio. Também, era meio difícil pregar o olho após uns bons goles de café.

Peridot:
LAZULI EU APRENDI A DESLIGAR O CAPS LOCK

Peridot:
assim 

Peridot:
...

Provavelmente, Lapis Lazuli estava dormindo uma hora dessas. A maioria das pessoas não estudava online, como a esverdeada. 

Peridot:
vou apagar as mensagens agora 

Peridot:
obviamente porque você é uma tonta e não deve ter terminado ainda 

Peridot:
no máximo, uma temporada

Peridot:
me diz que foi pelo menos uma temporada

Peridot:
AAAAAAAAAAAAAAAAH

Peridot:
POR QUE EU CONTINUO MANDANDO MENSAGENS? 

Peridot:
TONTA

Saiu do privado da sua amiga virtual. Talvez Amethyst estivesse acordada a essa hora, mas se estivesse, obviamente estaria na rua, curtindo. Sua amiga sempre fora meio inconsequente. Não tinha nada a dizer à Ruby e Sapphire, Bismuth provavelmente estava chegando do trabalho e definitivamente não queria conversar com Pearl. 

Steven obviamente estava dormindo, escola, claro. 

E fazer amigos novos estava fora de questão. 

Talvez ficasse no Twitter por mais algumas horas, podia ficar retweetando por horas a fio, não cansaria nunca. 

Isso até receber uma notificação. 

A menina não pode evitar de ficar empolgada, imaginando ter sido a ciana. Meio impossível, Peridot estava ciente disso. 

Mamãe: 
Peridot, vá dormir! Não tem tempo para ficar navegando na Internet a essa hora! 

A menina engoliu em seco, estava muito tarde para gritar ou ter algum surto. Era um dilema total, se não respondesse, Yellow Diamond se irritaria com a filha. Se respondesse, a censura seria bem maior. 

Peridot:
irei dormir imediatamente, mãe 

Mamãe:
Finalmente conseguiu desligar essa caixa alta horrorosa! Ugh, ela me agoniava!

Tem muito o que estudar amanhã. Tem feito todas as lições e provas? Foi na terapeuta? Amanhã você tem consulta, sabe disso, certo? 

Óbvio que ela sabia. Peridot nunca se esquecia de nada. Tinha uma memória estranhamente perfeita, podia se lembrar até do mais insignificante pó na estante. Além de que, estava na lista de seus dias programados, no mesmo horário de sempre. 

Peridot:
ela disse que eu estou evoluindo 

Peridot:
sendo mais empática. 

Mamãe:
Voltarei daqui algumas semanas, Peridot.

Mamãe:
Até lá, crie juízo, menina. 

A pequena desligou o celular e encarou o teto. Eu tenho juízo, sempre tive. Teve vontade de dizer, mas não o fez. Não podia ser ingrata. Foi criada por Yellow — mais ou menos — e sempre teve do bom e do melhor, se tinha uma coisa que Peridot não poderia reclamar, era de sua condição financeira. Admirava muito a Diamond. Era inteligente, astuta e conseguiu crescer sozinha no mundo dos negócios, o que é muito difícil de acontecer no mercado machista. Junto de suas duas irmãs, são donas da Diamond’s, grande marca de roupas. Exemplos de mulheres fantásticas. Infelizmente, às vezes, Peridot se sentia extremamente diminuta e inferior quando mantinha um papo com a mulher, como se fosse retardada. Talvez, era de fato o que a mais velha pensava da menor. 

A palavra ecoou na mente da menina, martelou por um bom tempo. Às vezes, isso acontecia. Era como um loop infinito, e perturbava desesperadamente. Retardada, retardada, retardada.

— Retardada! — Berrou, sentindo seu grito ser abafado pelo travesseiro, onde conseguiu ouvir Pumpkin choramingar e ir dormir debaixo da cama.

- �� -

Não imaginava que Peridot soubesse qual era o significado de floodar.

Quando voltara do colégio, ligou o celular para ligar para Jasper, quando recebera uma tonelada de mensagens, todas de sua amiga virtual. 

O mais bizarro era, com certeza, o horário que a menina havia mandando e, é claro, as mensagens apagadas. Isso fez Lapis franzir o cenho, intrigada. Iria se lembrar de mandar uma mensagem de voz para a menina perguntando o que havia acontecido.

— Essa menina é... — Lapis sussurrou para o nada. — Estranha.

Trincou os dentes pela ventania que fazia do lado de fora e trancou a janela. A brisa de outono sempre a fazia estremecer. Gostava do calor, do verão. Onde a mesma pudesse ir à praia. 

Discou o número da namorada e esperou, batendo os pés descalços no chão.

— Hm...Jas? — Exclamou de forma ansiosa. — Está aí?

Ouviu um bocejo, seguido por outro. Provavelmente, a ruiva havia tirado um cochilo assim que chegara do colégio que estudava. 

— Te acordei, amor? — Lapis sussurrou, como se estivesse mesmo ao lado da mais alta. — Desculpe, posso ligar outra hora. 

A ciana ouviu um ruído vindo do telefone. Imaginou que fosse Jas sentando-se na cama. 

— Não, uh... — Estalou a língua. — Eu ‘tô acordadassa...Tudo bem, Lapis?

Lazuli sorriu. Era revigorante ver a alaranjada de bom humor, era como uma quietação. 

Em uma ilha do lado de um vulcão ativo, claro. 

— Estou bem, amor. — Deitou-se em sua cama e abraçou seu travesseiro. — Estava pensando...Quer ir fazer compras comigo? Percebi que minha geladeira estava vazia, e eu não posso ficar sobrevivendo de Fish Stew Pizza para sempre.

— Ahn...

O sorriso de Lapis vacilou por alguns segundos. Logo voltando para posição falsa-sorridente para a namorada. 

— Não precisa ir se não quiser...

— Não, não. Eu quero. — A ciana tinha certeza que Jasper havia coçado a nuca. — Só estou sonolenta ainda. Vamos ao mercado.

— Ótimo! Posso preparar algo delicioso para nós duas! — Dando um salto, a menor rapidamente calçou seus coturnos e foi em direção à porta do seu apartamento. — Te encontro do lado de fora do mercado, okay?

— Okay, amor. Até lá. 

Lazuli desligou o celular, saindo de casa. 

- �� -

— Bom dia, Peridot. — A mulher cumprimentou a menina à frente com um aceno de cabeça. 

Aquamarine era uma mulher pequena, até mesmo menor que Peridot. Tinha um rosto redondo rosado e olhos gigantes, cabelos cortados em chanel e negros de forma abundante. Quem a visse de longe, facilmente a confundiria com uma criança. Mantinha uma expressão séria enquanto encarava sua prancheta, suavizando a expressão enquanto quando levantou a cabeça, encarando a loira. 

Peridot sentou-se no sofá, remexendo-se para ficar confortável. Usava uma saia preta com suspensório, uma camiseta branca e tênis verde claro, amarrados perfeitamente. No colo, carregava alguns livros de jardinagem, para ler enquanto esperava por sua consulta. 

— Tenho feito o que me aconselhou. — A mais nova se pronunciou. — Fiz uma pesquisa sobre plantas suculentas. — Mostrou um de seus livros para a mais baixa e logo tirando dele uma foto de uma planta. — Estou cultivando uma graptopetalum, o nome dela é Opal. 

Até que a ideia de um mini jardim não havia sido de todo mal. Desde que se entendia por gente, Peridot sempre fora fascinada por agricultura e cultivo de plantas e flores, porém, nunca chegou a ter sequer um jardim. Teve certa vez um cravo, que cresceu muito bem graça aos cuidados da loira. Não durou uma semana. Pumpkin acabou quebrando o vaso por acidente. A menina chorou, gritou e se escondeu dentro de seu armário por um bom tempo. Quase seis horas.

Peridot nunca se esqueceria de Smoky, o cravo. Prezaria por ela onde estivesse. 

— Ótimo. — Aquamarine encarou a menina e cruzou as duas mãos assim que terminou de anotar em sua prancheta. Peridot, no caso, olhava para seu colo. — Minis jardins são terapêuticos, ajudam a reduzir a ansiedade. Vai ser ótimo para você, sei que tem o dedo verde.

Foi preciso muita pesquisa para Peridot entender o que significava ter o dedo verde. 

— Pumpkin também deve saber disso. — A menina bufou, cruzando os braços. 

Aquamarine riu, voltando a atenção para a prancheta. Sempre que isso acontecia, Peridot suspirava aliviada. Odiava ter a terapeuta a encarando. Eram como se aqueles olhos imensos estivessem tentando arrancar-lhe respostas o tempo todo. Ou, pelo menos, até o fim das consultas.

— Ok, vejamos... — Analisou os papéis em sua mesa, mordendo o lábio inferior. Peridot roçou os pés um no outro, ansiosa. — Sua comunicação, como está? — Se concentrou para fazer uma pergunta de cada vez. — Você disse que estava conversando com uma... — Franziu o cenho e semicerrou os olhos. Ás vezes, a loira pensava desesperadamente em recomendar a especialista um exame oftalmologista. — Lapis Lazuli.

— Estava. Incômodo. 

— Ela disse que você é um incômodo? — A de cabelos negros arregalou os olhos, surpresa. 

A estudante começou a olhar para um ponto fixo, uma arranha na parede e ajeitou o óculos. Não queria falar sobre isso. 

— Você parecia bem animada falando com ela. — A mais velha continuou, estimulando Peridot a falar.

— Lazuli não disse que sou um incômodo. Eu lembraria se tivesse. — A loira continuou, mordendo o lábio já em carne viva, de tanto que a menina o mordiscava. — Eu estou fazendo notas sobre ela no meu diário de bordo. 

— Olha que coisa boa. — A profissional continuou. — Está socializando, colocando uma pessoa nova no seu círculo de amizade. Espero que mande uma mensagem para ela hoje. 

A de olhos verdes deu uma respirada profunda. Se arrependia de ter apagado as mensagens. Ou, talvez, estivesse arrependia de atolar Lapis de mensagens. Não queria encarar a menina por um bom tempo. Talvez, pudesse ocupar um novo lugar em sua programação semanal. Apenas para um tempo, tirar o “internet” da lista. 

Seu celular apitou. 

— Fim da sessão. — Peridot levantou-se, pegando seus livros e desligando o alarme. Era como se sua programação estivesse sempre com ela. 

Afagou sua roupa, tirando quaisquer sujeira que estivesse lá. 

— Oh. Claro, te acompanho até a porta. — A menor levantou-se de forma ligeira, esperando a Diamond segui-la. — Até a próxima sessão, Peridot.

A mais nova não respondeu, saindo do recinto com passos rápidos.

• • • 

— Quanta coisa. 

Já saindo do mercado, Lapis e Jasper caminhavam pelas ruas de Beach City, cheias de sacola. A ruiva choramingou mais um pouco, enquanto carregava duas sacolas cheias. 

Ao seu lado, Lapis carregava três, andando do lado de dentro da calçada. Sua namorada não deixava a menor ficar do lado amostra da rua, dizia que era uma forma de proteção. 

— Eu precisava fazer isso, já faz muito tempo que não vou ao mercado, meus pais me matariam se soubessem que estou só estou pedindo fast-food. — Lazuli continuou com uma careta, logo substituída por um sorriso. — Vai, não é tão ruim assim. Vou fazer canelone de presunto e queijo, vai compensar tudo. Sou boa na cozinha, só sou preguiçosa. 

Jasper suspirou, exausta. Era incrível o quanto a mais alta conseguia ser naturalmente bonita. Estava com os cabelos cor de fogo amarrados em um rabo de cavalo, uma regata branca e calça jeans. Parecia que não sentia frio. A roupa, de fato, a favorecia. Conseguia realçar seus músculos e seu corpo atlético. 

— Não confio muito nisso. — E fez careta. 

Lapis olhou para baixo, aquele comentário, por mais ridículo e pequeno que fosse, tinha magoado. Já bastava ela se auto-depreciando. Mas a menina não iria demonstrar. Então, apenas riu com o comentário da ruiva. Lapis usava um vestido azul claro com estampa floral, junto de um batom cor de rosa. 

Não muito longe dali, Peridot continuava caminhando com passos rápidos, segurando os livros com força. Deveria ter pedido um táxi. Pensava no jardim, em Pumpkin e como encarar Agate, sua governanta. Contava os passos que dava calmamente para atravessar a rua exatamente 13h00. 

— 12h59, 45, 46, 47...

Contava os segundos, rapidamente. 

— 57, 58, 59. 13h. — Continuou a andar rapidamente, voltando aos seus pensamentos desconexos. 

Estava tão distraída que nem percebeu quando trombou com duas garotas.

O baque foi tão grande que a pequena caiu no chão, seus livros foram para lados diferentes da calçada. Seu óculos caiu junto, deixando Peridot praticamente cega por alguns momentos.

— Não olha para onde anda, não?! — Ouviu uma voz rosnar para ela. — Pirralha. 

Passou rápido as mãos pela calçada, a fim de procurar seus óculos antes de qualquer coisa. 

— Responde, droga! Não ache que vai ficar impune por ter empurrado minha namorada e eu. — A voz retornou a falar, Peridot ignorou-a, voltando a procurar seus óculos. 

— Ei, tá procurando isso? Tá tudo bem? — Com a visão meio embaçada, a loira conseguiu visualizar seu óculos e uma mão bronzeada, prestes a pegá-lo, o que a deixou meio irritada. — Deixou seus óculos caírem. 

— Ei, ei! Para! Pegue as compras. — Jasper trincou os dentes. 

Rapidamente, a menina pegou óculos antes que Lapis pudesse completar o gesto, batendo rapidamente na mão da menina com força, fazendo a ciana arregalar os olhos de surpresa. 

Já com os óculos pelo rosto, Peridot continuou a olhar para baixo e pegou todos os livros que havia deixado cair no acidente. Ciente de que havia se atrasado. Levantou-se, bateu em suas roupas para tirar a sujeira e voltou ao seu trajeto como se nada tivesse acontecido. 

— De nada, tá? — Lazuli gritou para a baixinha estranha.

Ainda no chão e meio atônita pelo que havia acabado de acontecer, a azulada recolhia a comida que havia comprado, enquanto Jasper xingava Deus e o mundo, enquanto Lazuli apenas rezava mentalmente para a alaranjada não descontar aquilo nela. Não podia vacilar de novo. 

Ainda vermelha de raiva, Jasper esperou a mais baixa levantar-se do chão para dar-lhe um sorriso angelical, como se nada tivesse acontecido.

— Vamos, amor? 

Ainda meio perturbada, Lapis concordou, era melhor não discutir.



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