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História Ordem Paranormal: através de olhos prateados - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Coisas que perdemos para a chama


Fanfic / Fanfiction Ordem Paranormal: através de olhos prateados - Capítulo 1 - Coisas que perdemos para a chama


Não lembro muito da minha infância, mas Ivete disse que ela conheceu minha mãe quando estava gravida. Ela a ajudou a se estabelecer na cidade e deu todo o apoio possível. Quando eu nasci, Ivete se tornou minha madrinha. Minha mãe trabalhava no Sovaco Seco, enquanto eu ficava no bercinho, Ivete me mostrou uma foto com todos os membros dos Gaudérios Abutres me segurando...Eu praticamente era a mascote do bar *risos*. A única coisa que lembro da minha mãe, era seu sorriso e seu colar. Ela ganhou um camafeu dos Gaudérios quando ela completou um ano no Sovaco Seco. Foi em um dia de sol, quando Gregório me pegou no colo e me abraçou com força. Eu pude ver que a Ivete estava chorando e o Brulio estava abraçando Amanda que também estava chorando. Acontece que minha mãe tinha morrido em um assalto, Ivete a reconheceu pelo colar e a tatuagem do pulso. Isso fez com que eu esquecesse de como ela era, sempre que tento lembrar tenho crise de pânico...eu tinha apenas 5 anos. Seu enterro foi ao estilo Gaudério. Lembro da Ivete me segurando no colo e dizendo 'Não se preocupa meu anjo, vou ser sua mãe agora'. Fui crescendo em um ambiente muito agradável, talvez não apropriado para uma criança, mas Arthur também estava lá comigo. 'São as Crianças Gaudérios' o tio Gregório sempre dizia. Tinha dias da semana em que aparecia um grupo chamado Os Assombrados, sempre tive medo deles, e a Ivete nunca deixava eles chegarem perto de mim. Na adolescência, Ivete permitiu que eu trabalhasse com ela no bar e eu aceitei muito animada... mas as coisas voltaram a ficar complicadas. Arthus e Brulio tiveram uma discussão muito grande, Amanda e Henrique tentaram intervir, mas as coisas continuaram tensas. Arthur tinha ido embora para Minas Gerais e Brulio não tocou mais no assunto, mas eu percebia que ele sempre olhava para aquela foto. Nessa foto, tem todos os Gaudérios a Ivete ao lado da Amanda que estava grávida e eu e o Arthur sentados no balcão. Durante a ausência de Arthur, Amanda e Henrique tentavam animar Brulio e ao poucos ele foi entendendo as metas e objetivos do Arthur. Mas outra vez as sombras voltaram. Amanda e Henrique morreram em um acidente suspeito, quando Arthur retornou, eu e a Ivete o abraçamos, o tio Gregório estava com o Brulio na mesa e os Gaudérios estavam em silêncio. Foram enterrados ao lado da minha mãe, foi a primeira vez que estive ali desde que ela morreu. Passei quase a noite toda ali com o Arthur na frente dos túmulos, ele fumava, chorava e pedia desculpas. Eu jurei para ele que, como irmã mais velha, eu sempre estaria ali para ele. Os anos foram passando, Brulio foi se reerguendo, Arthur passou a ser mais sensível e brincalhão, as coisas começaram a melhorar. Um dia, Arthur disse para o pai que queria tocar uma música em homenagem ao Henrique, eu fiquei comovia e aparentemente o Brulio também. Ele concordou e então começou a ensaiar com a banda, eu estava muito animada até que aquele estranho grupo voltou: Uma mulher, dois homens com cicatriz, um homem encurvado de cabelo preto e um oriental. Se eu soubesse oque iria acontecer quando eles entrassem lá outra vez...eu teria barrado a passagem.

Continua...


Notas Finais


Esse cap. é só para apresentar um pouco a personagem, no próximo começa a história ;)
Por hora é só, prometo que o próximo cap vai ser maior. hasta luego cariños. <3
PS: não tive tempo de desenhar a capa hoje, mas assim que terminar eu posto.


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