História Ordo Septem (interativa) - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Bruxas, Lobisomens, Magia, Náiade, Nephilin, Original, Romance, Sobrenatural, Suspense, Vampiros, Videntes
Visualizações 29
Palavras 1.186
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olaaa, bem to reportando esta fic pq minha conta original foi excluída. Espero que aqueles que a estavam acompanhado possam acha lá...

E aos novos por aqui espero agradar!!!

OBS: A capa não representa a todos que apareceram exceto a Revan. Aos poucos VC vão se identificando com os personagens...

Boa leitura!!!

Capítulo 1 - Prólogo!


Fanfic / Fanfiction Ordo Septem (interativa) - Capítulo 1 - Prólogo!

Na sacristia de uma igreja, mais precisamente em um grande armário chamado de confessionário. Uma morena que usava uns dreads com algumas cores em cobre, estava sentada nos degraus destinados aos devotos para confissão, mas seu intuito não era o de se confessar estava longe disso. Não por não ter motivos para fazê-lo, pois de certo ela os tinha, mas simplesmente por não acreditar mais que pudesse existir perdão para si, então... para que confessar se vai pecar novamente? Para que se dar o trabalho se não vai cumprir as penitências mandadas pelo padre? Ela não via razão para isso. Mas ali na igreja era o lugar onde estava para se recuperar dos ferimentos que trazia em seu corpo, pois era um dos sétimos filhos. Os sacerdotes que ali estavam logo lhe fizeram alguns curativos, e lhe deram notícias nada boas, porém nada que ela já não soubesse...


Três horas atrás.


   As ruas da cidade estavam frias demais para esta época do ano, nada que afugentasse os baladeiros de suas noitadas, mas com certeza os deixavam mais agasalhados e com mais fumaças de seus cigarros saindo por suas narinas e bocas. Ali no centro próximo à uma boate famosa, a morena estava à espreita no telhado de um prédio. Do alto podia observar melhor as coisas e qualquer movimento das criaturas das sombras. Revan Leveaus Paris  à sétima filha de um sétimo filho notou uma estranha névoa acinzentada próxima à um pequeno grupo de garotos que estavam bebendo do lado de fora da boate, subitamente à névoa tomou uma forma humana um tanto grotesca e avançou na direção deles e ela fez o mesmo, saltando do telhado para o chão de forma ligeira e estendeu sua mão direita na direção do estranho ser. 

Adprehendimus ut corporis.— Disse quase em sussurros e o ser teve suas mãos e pés colados ao corpo como se uma corda invisível o prendesse, em seguida se virou para os jovens que se aterrorizaram de medo ao ver à criatura e tentavam às pressas abri à porta do carro mas acabaram não finalizando a tarefa, — Unutmak! — as palavras saíram da boca da morena um pouco mais alto que as anteriores e eles  fecharam os olhos como se tivessem ficado tontos e quando abriram ela não estava mais, e eles sem entender muita coisa continuaram a beber e a sorrir como se nada tivesse acontecido. Do alto do prédio ela os observou novamente e vendo que o feitiço do esquecimento lançado dera certo apagando os últimos minutos de mente deles, se virou para o ser que ainda estava preso ao próprio corpo e observou por breves segundos. Ele a olhava com ódio e fúria, mas a morena não estava se importando com isso. Ela queria saber o porque um sombrio metamorfo estava na cidade atacando pessoas sem se preocupar em ser visto.


— Porque você está aqui?— Rev perguntou o encarando, mas não obteve respostas, só o mesmo olhar de ódio sendo mantido.— Não vai me dizer nada não é?— Ela bufou entediada e massageou as têmporas.— Tudo bem! Vou fazer do modo mais difícil. — Revan encarou o ser e seus olhos tomaram uma coloração acinzentada. Ela estava dentro da cabeça dele, mas no minuto seguinte fora lançada contra à parede onde bateu as costas com força rachando uma parte de tijolos e caiu no chão.


— Você não faz idéia do que esta por vir, sétima filha.— O ser estranho disse se soltando do feitiço aproveitando a fraqueza momentânea de Rev e desapareceu na névoa da mesma forma como apareceu. Rev viu tudo de forma embasada ainda sentindo sua cabeça girar, mas não desmaiou. com muita dificuldade se colocou de pé e sentiu um gosto metálico nos lábios e levou uma das mãos ao local, sentindo o liquido viscoso. Seu nariz estava sangrando, e à cabeça ainda girava, precisava ser rápida, ou desmaiaria pela rua…


  Agora.


— Dizem que o mundo esta seguro,— iniciou um dos sacerdotes.— que as criaturas sobrenaturais não existem mais, que à idade das trevas é passado...


— É... — ela o interrompeu, e respirando fundo o encarou. — Disseram muitas coisas padre, mas nós sabemos à verdade!— A morena se levantou e entrou com eles por uma imperceptível porta da  sacristia seguindo para uma escada, mas não era possível ver o fim de tão escuro que ficava à medida que ia descendo… mas para Rev, isso não era problema, já que conhecia aquele lugar como à palma de sua mão, pois morava ali desde seus cinco anos quando houve a manifestação de seus poderes e fora abandonada na porta da igreja. Já para os sacerdotes… bom aí era outro assunto. — Kānti! — Rev falou e tochas ao longo da escada se acenderam e conforme iam descendo, entraram em um lugar bem diferente do que era antes e cada vez mais parecia uma biblioteca, com suas paredes abarrotadas de estantes que continham dos mais antigos papiros até os mais inovadores e-books. De onde vinha tudo isso!... hahaha… é uma boa pergunta.


— Eu quero saber que merda era aquela!— Raven soltou chegando ao fim da escada e um homem mais velho que usava uma batina marrom se virou calmamente para ela.

— Bom ver você andarilha. Como está?— Disse ele em uma calma única e irritante.

— Como você acha que eu estou?— ela o encarou.— Um… sei lá o que era aquilo, tentou invadir minha mente...seria muito bom se alguém começasse a falar.— Raven cruzou os braços.

— Andarilha…— O padre iniciou.

— Para de me chamar de andarilha, sabe que eu não gosto.— ela o interrompeu.

— Raven, é o seu dom… não deveria rejeitá-lo.— Ele se aproximou dela à guiando para uma extensa mesa de madeira com cadeiras em volta.

— Ser um andarilho dos sonhos é um dom muito sombrio…

— Mas é o seu dom.— ele lhe sorriu serenamente.— Não sabemos o que era aquilo… Só sabemos que estão tentando danificar o véu e isso vai trazer caos à humanidade, vocês precisam impedir, só os sétimos…— Uma grande explosão se ouviu acima da escada e escombros caíram na biblioteca em seguida o teto veio abaixo, Raven o segurou com magia sobre ela e o padre, mas não aguentaria por muito tempo....— Fuja! fiquem juntos...acabem com ele.— Foram as últimas palavras do padre… Raven não ficou para saber quem descia, apenas correu e abrindo uma passagem na parede e olhou para trás dando uma olhada no lugar e em todo o acervo que ali continha.

Ignis! — ela sussurrou e em seguida fogo tomou conta do lugar e ela

logo passou pela abertura que em seguida se fechou. Rev olhou para trás onde esteve à passagem e seguiu pelas ruas escuras, mas para onde ir? Ela pensou.— Então é isso.— Raven olhou para a cicatriz em seu pulso um pequeno sete escrito em hebraico(שבע) passou os dedos sobre ela sentindo a pele mais sensível no lugar.— É hora de reunir os sete.


Notas Finais


Enfim essa capa não representa as pessoas que apareceram no cap...

Aqui estão todos que fazem parte deste universo de fantasia sobrenatural!


https://docs.google.com/document/d/1Xey7coS8Z08PpgekCXb7RJpchQfkMZKXvgoUJPsPcQA/edit?usp=drivesdk


Unutmak -  Esquecer em turco

Kānti! - Luz em télugo

Ignis! - Fogo em latim




O que acharam???


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