História Ordo Septem (interativa) - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Bruxas, Lobisomens, Magia, Náiade, Nephilin, Original, Romance, Sobrenatural, Suspense, Vampiros, Videntes
Visualizações 24
Palavras 851
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Vamos lá!!!


Boa leitura!!!

Capítulo 2 - Caos no Hospital!


 Raven saiu às pressas da biblioteca após colocar fogo em tudo, como ainda estava meio atordoada foi para um lugar seguro para ela.

— Você não deveria ter vindo aqui. — Disse o homem à frente de Rev. ele usava uns dreads curtos no topo da cabeça, quase como um moicano e óculos arredondados de armação fina e dourada.— É meu lugar de trabalho, sabe que…

— Padre Gregory está morto.— Ela interrompeu o discurso de seu irmão.

— Como assim? Do que você está falando?— o médico franziu o cenho.

— À igreja foi destruída, eles invadiram o lugar Brayan, eu não tive escolha...— falou com pesar segurando-se para não deixar as lágrimas escaparem. Brayan à encarou incrédulo. 

— Eu sinto muito Raven...— ele se levantou e à abraçou. Brayan Paris é meio irmão da andarilha, e o único que sobrou de todos os cinco que ela tinha, mesmo não sendo reconhecida pela família, pois foi fruto de um relacionamento que o pai dela teve fora do casamento ambos se davam bem, ele sempre teve ciência do que ela era, pois o pai contava à família sobre o dever de um sétimo, e talvez isso tenha resultado em suas mortes, de fato nunca souberam o que aconteceu e Brayan só não foi morto também por já esta na faculdade quando isso aconteceu e teve sua vida salva pela irmã mais nova. Quando Raven soube da morte da família e que ele não estava dentre eles, logo foi à seu encontro e ele deve à ela sua vida, por isso se aliou à “Ordo” como um ajudador relatando cada quadro estranho que recebia no hospital.— O que você vai fazer?— ele perguntou apreensivo, já sabendo da resposta.

— Eu tenho que fazer isso, não é só mais sombrio perdido, lançado à esmo no mundo.— Ela se levantou o encarando.— Ele veio com um propósito… Tenho que detê-los.

— Mas você sabe que não dá pra fazer isso sozinha.— Brayan ainda estava apreensivo.

— Eu sei, mas… — Um alvoroço vindo de dentro do hospital tirou atenção deles da conversa e ele como médico de plantão do hospital público da cidade correu para ver o que estava acontecendo, e Rev foi atrás e à cena que seu viu era horrorizante. Pessoas saiam de seus quartos e se matavam nos corredores, já tinha três corpos no chão com pulsos cortados e um pendurado dentro de um dos quartos.

— O que está acontecendo?— Brayan olhou para sua irmã que foi até o chão e examinou o morto que tinha os pulso cortados.

— Dor e sofrimento… — Rev pensou um pouco... — Lloigor*. — Rev se levantou, tira todo mundo daqui… — disse para alguns médicos que a princípio nada fizeram continuaram ajudando as pessoas que ficaram nervosas com as cenas repentina de suicídios do doentes.

— Vocês são surdos? Tirem logo eles daqui.— Brayan vociferou irritado com a indiferença dos colegas para com sua irmã, mas de fato isso não era culpa deles, eles não sabia o que ela era, então seus primeiros atos era de ajudar os vivos enquanto os mortos eram retirados dos corredores. Mas ao ouvirem o médico responsável da noite logo se movimentaram e tiraram as pessoas de perto, mas em outro corredor o mesmo aconteceu e gritos de horror mais uma vez ecoaram pelos corredores e rev correu para o lugar, sendo seguida pelo irmão.

— Eles podem ficar invisíveis… — Raven falou analisando mais um morto que também tinha os pulsos cortados. O sangue já formara uma poça no chão baixo do suicida e as mortes não parariam até que esses seres fossem capturados…— ortaya çıkarmak!*— Assim que Rav soltou as palavras em idioma desconhecido para o irmão, os seres se tornaram visíveis, e para surpresa de ambos, tinham uma forma humana inocente, eram duas crianças.— Ortaya çıkarmak!—  Rev falou com mais firmeza e os dois seres assumiram suas formas reptilianas com repugnantes deformidades, tinha à estatura de um homem adulto, mas eram horríveis de se ver e Raven logo tentou dar fim à eles.—Ignis!— o fogo tomou conta de ambas as criaturas, mas uma conseguiu se esvair em névoa acinzentada enquanto à outra queimava no corredor do hospital, causando uma fumaça negra que logo acionou os splinkers e o sinal de emergência de fogo foi ativado. 

— Ha! Ótimo!— Bufou Brayan.

— É melhor assim. — falou ela vendo a cara do irmão de desaprovo.—Não sabemos se eram estes dois e se o que sumiu na névoa realmente foi embora. Vai ajudar na evacuação, eu vou ver se o lugar está “limpo”.— Raven já foi seguindo seu caminho, mas seu irmão não fez o caminho contrário para ajudar na retirada, ele foi atrás de sua única irmã.— Não precisa vir comigo, eu me viro bem.

— Eu sei que se vira, mas não estou pedindo sua permissão. Estou indo com você.— Rev lutou para não revirar os olhos, mas sabia que não ia adiantar nada discutir, então apenas ficou em silêncio após olhar para o irmão com certa admiração por um breve momento. Era fato que ele cuidaria de sua irmãzinha, mesmo sabendo que era ela que sempre cuidava dele quando assunto era criaturas das sombras


Notas Finais


Lloigor
Em sua forma original, eles são seres imateriais compostos de um tipo desconhecido de energia psíquica. Eles não tem uma forma básica, sendo praticamente invisíveis, mas sua presença pode ser detectada como uma discreta ondulação no ar, semelhante a uma miragem criada pelo calor. Além disso, a proximidade de um Lloigor tem um efeito curioso em seres vivos que ocupam uma área próxima. As pessoas - sobretudo indivíduos mais sensíveis, sentem como se houvesse uma presença que não é natural nas imediações. Essa sensação é normalmente descrita como uma série de arrepios, com a impressão de se estar sendo observado ou como um medo inexplicável.
Seu sustento é obtido com emanações psíquicas captadas enquanto os humanos dormem profundamente. Uma deles é capaz de sugar a energia de centenas de pessoas simultaneamente,


ortaya çıkarmak - revelar em turco

Então???


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