História Órfãs Rebeldes - Diabolik Lovers - Capítulo 1


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Categorias Diabolik Lovers, Hellsing
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Carla Tsukinami, Christa, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Nosferatu Alucard, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Richter, Ruki Mukami, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Visualizações 17
Palavras 1.615
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii Lovers? Primeira fic dessa teg, espero que vocês gostem, sobre a sinopse que é a profecia, ainda estou elaborando então e certeza de que ela possa mudar...

Estou um pouco nervosa, espero que vocês realmente gostem. Sem revisão. Perdoem os erros.

E me digam qual personagem parece mais com você...

Sem mais delongas boa leitura.

Capítulo 1 - 1- Consequências..


Fanfic / Fanfiction Órfãs Rebeldes - Diabolik Lovers - Capítulo 1 - 1- Consequências..


Yumiko Yamada:

Contas e mais contas em cima da mesa, meu salário não daria para pagar mais da metade. Eu não tinha como cobrir nossas necessidades básicas e isso estava me matando. Fechei meus olhos passando as mãos no rosto eu orei baixinho para que isso fosse um pesadelo. Não era.

Levantei da mesa de madeira descascando, peguei todas as contas e coloquei em cima da geladeira. Kei chegaria, e a janta ainda não estava preparada. Desgastada até o último era assim que eu me sentia.

Eu precisava de um milagre, mas não via jeito de algum acontecer em minha vida. Caminhando até a cozinha abri a dispensa vi que só tínhamos um pacote de arroz, açúcar e sal.

Quando foi que tudo ficou assim?

FlashBack on:

— Yumiko e Kei prestem atenção. Eu vou viajar com a mamãe, voltaremos o mais rápido possível. — Disse Oto-san acariciando minha cabeça ele deu um beijo na minha testa. — Tome conta da sua irmã, solzinho.

Eu Balançei a cabeça, porque eu o faria mesmo que ele não tivesse me pedido. Assim que ele se virou, mamãe nos abraçou chorando ela pediu perdão. Ao entrar na picape eu já sabia o que estava acontecendo.

Eles iriam nos abandonar, mesmo querendo eu não consegui odiá-los.

FlashBack off.

Toquei a marca em meu ombro, apertando-a, solzinho... A marca em meu ombro queimou, transformando tudo em um borrão.

Matsuri Yamazaki:

— Prestem atenção! Hoje várias de vocês serão escolhidas para a adoção.

Todas bateram palmas, e se animaram menos eu porque eu nunca era escolhida, ninguém nunca me escolhia. Eu era a rejeitada porque toda as vezes que fazia teste eu voltava, por não ter o perfil da família.

Lágrimas deslizaram por minhas bochechas me fazendo pensar, do porquê da minha vida... A única coisa que me fazia feliz era a pintura, ah eu amava retratar minha tristeza nos quadros que me davam dinheiro.

Além da herança de mais de 50  bilhões de dólares, eu também tinha minha conta. Estava fazendo minha própria fortuna. Não era minha intenção usar o dinheiro dos meus pais.

— Hei rejeitada, não precisar vir para a colheita, ninguém vai te escolher. — Narcisa disse, jogando os cabelos rosados para trás.

Abaixei a cabeça, me levantando da cadeira eu sai da cantina.

Andei até a sala de música, sentei-me no banco a frente do piano de cauda, e me coloquei a tocar a canção perfeita. Porque ela era minha só minha.

Maps:

I miss the taste of a sweeter life
(Sinto falta do sabor de uma vida doce)

I miss the conversation
(Sinto falta das conversas)

I’m searching for a song tonight
(Estou procurando uma canção esta noite)

I’m changing all of the stations
(Estou mudando todas as estações)

[...]

I like to think that we had it all
(Gosto de pensar que tínhamos tudo)

We drew a map to a better place
(Desenhamos um mapa para um lugar melhor)

But on that road I took a fall
(Mas na estrada sofri uma queda)

Oh, baby, why did you run away?
(Então, querida, por que você fugiu?)

Fechando os olhos a música fluiu através de mim, como se eu a conhecesse por toda a vida...

Um frio na espinha e a sensação de estar sendo observada me fizeram congelar.

I was there for you
(Eu estava lá por você)

In your darkest times
(Nas suas horas mais difíceis)

I was there for you
(Eu estava lá por você)

In your darkest nights
(Nas suas noites mais escuras)

— Para uma pirralha você canta e toca bem.— A voz repercutiu sobre meu corpo, trazendo uma onda de choque que me fez arrepiar.

Olhei para trás encontrando um ruivo deslumbrante a me olhar, minhas bochechas ficaram quentes, minhas pernas fraquejaram diante do olhar que ele me lançava.

Abaixei a cabeça, como se estivesse sido pega fazendo algo de errado. Não que estivesse mais era constrangedor ser olhada por um garoto, eu nunca havia visto um antes, apenas em revistas.

— Obrigada. — Agradeço baixinho. Ele se senta ao meu lado, e começa a tocar, uma sinfonia tão linda que me faz olhar seus dedos deslizando sobre as teclas. Ao findar o prelúdio ele sorri.

— Bem acho que não estou tão enferrujado quanto pensei. Sou Laito Sakamaki.

— Matsuri Yamazaki!

— Porque não foi, para a colheita?

— Nunca sou escolhida, já me acostumei com isso. — Seus olhos verdes lampejaram.

— Seja minha noiva. — Arregalo meus olhos. E me levanto abruptamente caindo no chão.

Um riso soave porém másculo me faz corar outra vez. Laito estende a mão, e me puxa para que eu fique em pé.

— Noi-noiva? Lie, você nem me conhece.

Seu rosto não se altera as feições continuam ali, como um anjo esculpido por mãos divinas, ele segura meu queixo e olhando em meus olhos repete a pergunta:

— Seja minha noiva?! — Engulo em seco, aqueles olhos verdes eles crepitavam como chamas vividas, me senti quente demais.

— Eu não posso... — Digo fitando o chão.

Passos rápidos, e então a madre superior entra na sala ao lado de um senhor elegante. Eles olham de mim para Laito. Abaixo a cabeça me afastando dele, meu corpo protestando contra a distância.

— Senhorita Yamazaki, aqui não é o seu lugar! — Sua voz subiu três oitavos, me olhando feio, eu me encolhi. Me preparando para sair da sala, sentindo-me humilhada eu dei um passo a frente.

— Eu quero ela. — Aquela voz, o arrepio subiu em minha coluna, como se uma língua invisível se arrastasse por minha pele.

— N-Nani! — Narcisa exclamou.

Eu também não entendi. Eu havia recusado seu pedido por que? Porque ele me queria?! As marcas em minhas costas queimaram, me fazendo arquejar. Então sua mãos se espalmou em minha costas. Ao pé do meu ouvido sussurrou:

— Comporte-se e aceite. — Eu pisquei algumas vezes ao me virar, vi que ele mantinha um semblante sério.

Hana Takahashi:

A música soava alto, fazemos meus ouvidos tinirem, várias garotas dançando ao som de Talking Body da Tove Lo, eu estava atendendo as mesas da burguesia enquanto minha melhor amiga atendia os pobretões, pelo menos era assim que Steve os chamavam.

Ao fundo pude ver três homens distintos entrarem pelo salão. As gueixas e as dançarinas se ouriçaram pelo jeito eles eram bonitos. Dei de ombros e continuei a servir.

— Uma dose de vodka pura. — Olhei para trás, meu corpo se arrepiou por inteiro ao me ver sendo alvo daqueles olhos. Vermelhos como as doses de whisky que eu costumava tomar.

— É para já. — Lutei para falar essas simples palavras. Dando as costas ouvi pelo comunicador a Shion dizer:

— Porra, da onde esses pedaços de mau caminho saíram!

— Não sei, vamos continuar o trabalho porque não estou com saco para aguentar as escrotices do Yokio!

— Ok, gata só comentei, fiquei quente aqui.

Eu comecei a rir, não era só ela.

Voltei com as bebidas, das mesas 6 e 7 e então parei em frente aos Deuses gregos, depois de servi-los me virei para ver um motim, parece que Shion iria dançar.  Eu comecei a rir, porque ela era boa e chamava atenção.

Drunk in love da beyoncé tocou a todo o volume, a barra de pole estava iluminada. Todos os olhos masculinos nela. Me virei e andei até o barman.

— Porra isso, que é mulher! — Ele grunhiu olhando para mim que balancei a cabeça. Eu era a inteligência/força do time, ela era a dançarina sensual e envolvente que fazia nossa grana render por todos o mês. Pera eu pareço um cafetão? Mais não sou, eu também danço. Mas isso é coisa para outro capítulo.

Quando ela desceu do palco, todos estavam dando lances e lances para ter um noite com Shion Nakamura.

— Você deveria dançar! — Ela disse alto demais. Eu tapei a boca dela e balançei a cabeça.

— Shion! Quando você vai me dar uma chance? — Junko Aburami perguntou levantando a voz.

Eu entrei na frente dela, vendo que ele estava alterado, com certeza isso daria merda, foda-se minhas unhas estão grandes, irei arrancar metade do rosto dele se ele tentar algo.

— Você está bêbado Aburami, dê o fora! — Ele riu e balançou a cabeça.

— Saia da frente, Hana ou eu vou te tirar. — Quando ele disse isso, veio para cima de mim, suspirei revirando os olhos. Um punho veio em minha direção desviei e acertei uma joelhada em seu pequeno amiguinho animado, ele caiu no chão, de joelhos, eu sorri e segurando sua cabeça bati com ela no balcão do Barman uma, duas, três vezes. O sangue jorrou de seu nariz manchando minhas mãos.

— Tente otario. — Os caras fizeram um barulho assustado. Eu me virei arqueando uma sobrancelha, Eiko (barman) riu porque ele sabia que eu bateria a merda fora deles.

Os amiguinhos dele arrastaram o monte de merda para longe das minha vistas. Ao me virar, Shion tentou me tocar. Levantei as mãos como se dissess: 'não tente'.

O arrepio subiu em minha coluna mais uma vez, e lá de cima eles me fitavam. Se eu estivesse bem, com certeza mostraria o dedo do meio, mas subitamente algo que me deixou tonta. Andei rapidamente até o vestiário. Quando entrei no mesmo lavei minhas mãos. Eu estava acostumada a bater nos babacas que tentavam passar dos limites comigo, ou com Shion mas ela não gostava, ela tem medo, acha que algo pode acontecer comigo. Eles que tentem, eu não sou assim atoa, posso apanhar mas eu também vou bater, até ver sangue verter!

— Hana?

— Hum? — Antes que eu me virasse uma pancada acertou minha cabeça, tudo girou e escureceu.






Notas Finais


E então?


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