História Orgulho e Preconceito. - Capítulo 7


Escrita por:

Postado
Categorias Doctor Who, Orgulho e Preconceito
Personagens 10º Doctor, 11º Doctor, 12º Doctor, Amelia "Amy" Pond, Clara Oswald, Donna Noble, Jack Harkness, Personagens Originais, River Song (Melody Pond), Rory Williams, Rose Tyler, The Master
Tags 10th Doctor, 12th Doctor, Clara Oswald, Doctor Who, Jane Austen, Missy, Orgulho, Preconceito, Romance, Rose Tyler, Whouffaldi
Visualizações 44
Palavras 2.828
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais uma vez gostaria de agradecer aos favoritos e aos comentários. Estava bastante insegura com essa história. Saber que estão gostando me deixa muito feliz. <3

Boa leitura.

Foto: Jardim de Longbourn.

Capítulo 7 - Intriga.


Fanfic / Fanfiction Orgulho e Preconceito. - Capítulo 7 - Intriga.

Os dias passavam no condado. Em Netherfield Park David, Amélia e Rory se ocupavam dos preparativos para o baile que ofereceriam. Por vezes, a ajuda de Peter era solicitada, ele ajudava-os de bom grado, mas era visível o seu pouco interesse no tal baile.

 Em Longbourn o futuro baile também era o assunto principal. Missy era a mais animada. Ela não parava de fazer especulações sobre como seria a decoração de Netherfield Park e sobre quais pessoas importantes compareceriam a tal evento. Rose também estava bastante animada com o baile. Porém, diferente da mãe, ela não se importava sobre como seria a decoração ou sobre quem compareceria. Ela estava feliz por saber que o baile lhe daria oportunidade de ver David novamente e passar algum tempo ao lado dele.

Clara era a única que não estava dando tanta importância ao evento. Ela estava mais interessada nos seus passeio com Mary em Meryton

Mary havia convencido a amiga a acompanhá-la até o acampamento dos militaresa., pois não queria ir sozinha visitar o objeto do seu interesse, o Sr. Jones. Clara acabou por aceitar, convencendo a si mesma de que estava fazendo isso por sua amiga. Mas, no fundo ela nutria o desejo de encontrar o Sr. Jack Harkness.

As visitas das jovens ao acampamento estavam estreitando cada vez mais o relacionamento entre Clara e Jack. Ele era um homem muito gentil, extrovertido e sabia conduzir uma conversa muito bem. Clara estava apreciando muito a  companhia dele. O Sr. Harkness estava conquistando a estima, não só da jovem Oswald, como também de todos no condado. Seus modos polidos, sua simpatia e amabilidade contribuíam muito para isso.

Notando a aproximação entre Clara e Jack, Missy tratou logo de convidar o jovem militar para o chá da tarde em Longbourn. Ela não escondia sua empolgação. Na cabeça de Missy Oswald, uma crescente amizade entre uma moça e um rapaz era indício de um futuro casamento. Um militar não era o modelo de " marido ideal" para uma de suas filhas. Porém, como Clara nunca havia demonstrado tanto interesse por um rapaz antes, Missy deu-se por satisfeita, na esperança de que a filha, que sempre foi avessa ao matrimônio, se casasse.

Matthew era o único que não estava satisfeito com a amizade entre Clara e o militar. Ele já até havia alertado a moça sobre achar que o Sr. Harkness era um homem bastante dissimulado. Porém, Clara não deu muita importância ao caso, julgando que o amigo estivesse exagerando.

- Gostaria de agradecer aos senhores pelo convite. - Disse Jack, durante o chá da tarde em Longbourn.

-Não há o que agradecer. - Missy declarou. - É um prazer ter a companhia do senhor.

- Eu digo o mesmo, Sra. Oswald. A senhora, seu marido e suas filhas são pessoas muito agradáveis.

- Obrigado pelo elogio, Sr. Harkness. - Agradeceu o Sr. Oswald

- Acredite, Sr. Oswald, são elogios sinceros. Eu gosto muito de conversar com sua filha Clara. Ela é uma jovem muito inteligente.

- Estou ciente desse fato.

- Além de inteligente, nossa Clara também é muito bonita. - Missy comentou. - Não se engane pela altura dela, Sr. Harkness. Como dizem " são nos menores frascos que se encontram os melhores perfumes".

-Mamãe! - Clara exclamou, olhando furiosa para Missy.

- Sr. Harkness, está gostando da sua estadia em Meryton? - Rose perguntou, tentando mudar o rumo da conversa. Clara olhou carinhosamente para a irmã, agradecendo-a.

- Estou gostando muito, Srta. Rose. - Ele respondeu. - Como eu havia dito para a Srta. Clara, meus companheiros e eu fomos muito bem recebidos.

Todos continuaram conversando amenidades. Tudo transcorria bem, até que o chá da tarde foi interrompido pela chegada de dois cavalheiros

 Peter e David foram recepcionados com bastante entusiasmo por Missy, que os conduziu até o salão de refeições, onde todos estavam.

Os cavalheiros cumprimentarem todos os presentes e foram devidamente apresentados a Jack Harkness. Peter não fez a menor questão de esconder a irritação que sentiu ao ver o militar. Ninguém notou qualquer animosidade entre eles, julgando que a expressão irritada do Sr. Capaldi devia-se ao seu temperamento taciturno.

 Contudo, tal animosidade não passou despercebida aos olhos atentos de Clara. Ela observou bem as expressões de cada um deles ao se verem. Peter adquiriu uma expressão sombria e Jack empalideceu, como se estivesse vendo um fantasma.

- Bem, creio que todos estejam cientes do baile que será oferecido em Netherfield Park. - David começou a falar. - No entanto, eu decidi fazer-lhes o convite pessoalmente. O baile será amanhã à noite. Conto com a presença de todos. - Ele olhou na direção de Jack, que assentiu em afirmativo, demonstrando que aceitava o convite.

- É muito gentil da sua parte vir nos convidar pessoalmente, Sr. Tennant. - O Sr. Oswald falou. - Nós teremos o maior prazer em comparecer.

- Fico feliz em saber- David afirmou, sorrindo.

- Sr. Capaldi. - Clara se dirigiu ao cavalheiro que ainda sustentava uma expressão séria. - Estive muito ocupada, de modo que não pude me dedicar à leitura como eu gostaria. Contudo, prometo terminar o livro e devolvê-lo ao senhor o mais rápido possível.

- Como eu disse, não precisa ter pressa.- Ele falou, rispidamente.- David, vou esperá-lo na carruagem.

-Está bem. - David disse, um tanto envergonhado pelo comportamento do amigo. Peter deixou o cômodo, visivelmente irritado.

- Sr. Tennant,  por que não se junta a nós no chá da tarde? - Missy sugeriu.

- Eu adoraria, Sra. Oswald. No entanto, serei obrigado a declinar. Ainda tenho muito a fazer.

- Ao menos faça um passeio por nossa propriedade. Nós possuímos um lindo jardim. - Missy comentou. - Rose, leve o Sr. Tennant para conhecer o nosso jardim. - Ela pediu, com o claro objetivo de fazer os jovens passarem alguns momentos a sós.

 Rose prontamente atendeu o pedido da mãe e levou o Sr. Tennant para conhecer o jardim. Enquanto passeava pelo jardim, David admirou o lugar. De fato o jardim de Longbourn era lindo, porém ter a companhia de Rose era infinitamente melhor para ele.

Eles fizeram boa parte do percurso em silêncio. Algo que nenhum dos dois achou ruim. Eles apreciavam muito a companhia um do outro e não precisavam de palavras para se entenderem.

 Em um determinado momento, David decidiu puxar assunto e romper o silêncio entre eles.

- Netherfield Park ficou deveras vazia sem a presença da senhorita. - Ele comentou, sorrindo.

-Também estou sentindo falta de estar na companhia do senhor e da sua familia. - Ela retribuiu o sorriso.

- Me desculpe por ter ficado ausente esses dias. Eu estive muito ocupado por conta dos preparativos para o baile. Mas, acredite, Srta. Rose, o meu desejo é sempre estar em sua companhia. - Ele a olhou, ternamente.

 -Não precisa se desculpar, Sr. David. - Ela sorriu, um tanto sem graça com a afirmação do cavalheiro.

- Sua mãe tem toda razão. O jardim de Longbourn é lindo. - Ele declarou, mudando o curso da conversa, ao notar o desconforto de Rose.

- Muito obrigada. - Ela agradeceu o elogio.

- Por nada. - Ele sorriu. -  Bem, agora eu preciso ir. Como eu havia dito, ainda tenho muito a fazer.

-Então, nos vemos amanhã no baile.

- Eu esperarei ansiosamente por esse momento.- Ele afirmou, arrancando um tímido sorriso de Rose.- Até amanhã, Srta. Rose. - Ele despediu-se, segurando a mão dela e a beijando. A atitude de David deixou Rose surpresa. Ela sentiu um misto de felicidade e nervosismo ao sentir os lábios dele tocarem sua mão.

-Até amanhã, Sr. David. - Ela fez uma leve reverência.



Após a partida de David e Peter,  Clara decidiu conversar com Jack sobre o Sr. Capaldi. Não sabia muito bem como começar o assunto, mas decidiu falar mesmo assim, pois sentia-se bastante curiosa. Desejava saber que tipo de relação os dois tinham e qual era o motivo de tanta animosidade entre eles.

- Sr. Harkness, eu gostaria de lhe perguntar algo, mas não sei muito bem como fazê-lo.

- A senhorita pode me perguntar o que quiser. - Ele declarou

- Está bem. - Ela disse. - De onde conhece o Sr. Capaldi?

-Então, é isso. - Ele disse, visivelmente desconcertado.- Eu não sabia que Peter Capaldi se encontrava nas redondezas. A senhorita pôde perceber, através do modo como fiquei ao vê-lo.

- Sim. Eu percebi que o senhor ficou bastante surpreso ao ver o cavalheiro. O Sr. Capaldi está hospedado em Netherfield Park. Ele é convidado do Sr. David Tennant.

- A senhorita possui um relacionamento íntimo com o Sr. Capaldi? Quero dizer, são amigos?

- Não posso dizer que sejamos amigos. Nós apenas conversamos algumas vezes.

- Pois bem. Vou lhe contar toda a história sobre mim e a familia Capaldi.

Clara ouvia atentamente tudo o que Jack dizia.

- Eu e o Sr. Peter nos conhecemos há muito tempo. Eu passei quase a minha vida toda em Pemberley.

- É mesmo? - Ela estava visivelmente surpresa.

- É o que estou lhe dizendo. Meu pai trabalhava para o Sr. Mark Capaldi, pai do Sr. Peter. Ele possuía uma posição muito importante em Pemberley e era um homem de total confiança do Sr. Mark. Além de ser meu padrinho, Mark Capaldi tinha uma grande afeição por mim. Ele ajudou na minha educação e quando meu pai veio a falecer, ele cuidou de mim como se eu fosse filho legítimo dele. O Sr. Mark sempre se preocupou com o meu futuro, por isso declarou que deixaria uma de sua propriedades sob os meus cuidados, após a sua morte, para que eu tivesse um rendimento. Tudo ia bem, até que o Sr. Mark faleceu. Como eu esperava, o Sr. Peter não respeitou o desejo do seu pai. Ele não apenas negou a propriedade que foi prometida a mim, como também me expulsou de Pemberley.

- Por que o senhor não procurou por ajuda? A propriedade era sua por direito.

- Porque ninguém poderia me ajudar. O Sr. Mark não deixou escrito em testamento o seu desejo de me presentear com uma propriedade. Ele confiava no filho, acreditava que o mesmo cumpriria a sua vontade. Mas, infelizmente o Sr. Mark estava enganado.

- Qual seria o motivo que fez o Sr. Capaldi negar a vontade do pai?

- Não posso dizer com total certeza, mas creio que um dos motivos tenha sido o ciúme. Como eu havia dito, o Sr. Mark tinha uma grande afeição por mim. Ele me tratava como um filho, algo que sempre incomodou muito o Sr. Peter. Ele nunca fez questão de esconder a aversão que sentia por mim.

 Clara refletiu sobre o que Jack disse. Ela não simpatizou com Peter de imediato, o achou orgulhoso e desagradável. No entanto, ele a surpreendeu, demonstrando que também era um homem gentil. Era difícil acreditar que ele seria capaz de prejudicar alguém por puro ciúme. Contudo, Jack não tinha motivos para mentir e Clara julgou que ele seria incapaz de tal gesto. 

- Como eu havia dto, não sou amiga do Sr. Capaldi. - Clara comentou. - Nós apenas conversamos algumas vezes. No entanto, nunca achei que ele fosse capaz de fazer algo assim.

- E eu ainda nem lhe contei a história toda.

- Ainda tem mais?

-  Infelizmente sim. - Ele declarou. -  Depois de ter sido expulso de Pemberley, eu usei algumas economias que possuía e me mudei para Londres. Eu gostava da minha vida lá, eu tinha um bom emprego e amigos. Foi então que o destino resolveu me pregar uma peça. Eu encontrei a Srta. Georgina Capaldi em Londres, ela estava na cidade estudando. Eu obviamente já conhecia a Srta. Capaldi, mas nosso relacionamento era apenas cordial. Porém, em Londres tudo mudou. Georgina e eu nos tornamos muito amigos. Nosso relacionamento ficou cada vez mais estreito conforme o tempo passava e quando nos demos conta, já estávamos apaixonados. Eu pretendia me casar com Georgina. O emprego que eu possuía me permitia dar a ela uma vida simples, mas digna. Georgina não se importava em ter uma vida simples, para ela tudo o que importava era estar ao meu lado. No entanto, nossos planos não deram certo. O Sr. Peter acabou por descobrir sobre nós, indo até Londres e obrigando Georgina a voltar com ele para Pemberley. Ela perdeu não só um amor, como também a oportunidade de estudar em Londres. Após o ocorrido, o Sr. Peter contratou professores para cuidar da educação de Georgina em Pemberley. Ele nos afastou, tirou de nós a oportunidade de sermos felizes juntos. Eu passei um tempo desolado, pensei em desistir de tudo. Mas, felizmente eu consegui superar e acabei ingressando na vida militar.

Clara escutava atentamente as palavras de Jack. Ela se recordou do dia em que Peter falou sobre Georgina e de como o estado melancólico da irmã o deixava preocupado. Era quase inacreditável que fosse ele o causador do sofrimento da irmã.

- Sr. Harkness, não me entenda mal. Eu não estou duvidando da sua palavra, mas a algo estranho no que diz. Certa vez, eu presenciei o Sr. Capaldi falar sobre a irmã e eu pude ver, através das suas palavras,  que ele a ama verdadeiramente. Ele realmente possue muitos defeitos, porém não acredito que ele seria capaz de causar sofrimento a ela.

- Eu reconheço que o Sr. Peter ame Georgina verdadeiramente. No entanto, o seu orgulho é maior do que qualquer sentimento. Ele jamais permitiria que sua irmã se casasse com um homem de classe social tão inferior. Para ele, o filho de um dos empregados de Pemberley nunca poderia se casar com uma Capaldi.

 Clara ponderou sobre o que ouviu. Peter havia admitido para ela que era um homem orgulhoso. Ela julgou que era bem provável que ele tivesse esse pensamento de que pessoas de classes sociais diferentes não pudessem se envolver.

- Eu estou atônita com tudo o que me contou, Sr. Harkness. - Clara confessou.- Eu sabia que o Sr. Capaldi era um homem orgulhoso, mas estava começando a simpatizar com ele. O Sr. Capaldi demonstrou ser um homem gentil e atencioso.

- O Sr. Peter pode ser o homem mais gentil do mundo quando isso lhe convém - Jack afirmou. -  Ele é um homem muito inteligente e sabe dissimular sentimentos como ninguém.

-Então por isso ele é tão amigo do Sr. Tennant. Se ele mostrasse sua verdadeira natureza, um homem tão gentil, jamais aceitaria ser amigo dele.

-Certamente, Srta. Oswald.

- Por que o senhor não o expõe? Por que não conta a todos o que ele fez ao senhor e a própria irmã? Todos precisam conhecer o verdadeiro caráter do Sr. Capaldi.

- Seria o justo, mas não serei eu a fazê-lo. Eu respeito a memória do pai dele, que tanta estima tinha por mim. Eu nunca seria capaz de fazer algo para prejudicar um Capaldi.

 Clara o observou. Para ela, a beleza fisica de Jack, suas boas maneiras e seu jeito gentil não se comparavam ao seu caráter. Ela nunca o achou tão belo, quanto estavam achando naquele momento.

- O senhor é um homem justo, Sr. Harkness. - Ela sorriu para ele.

- Eu apenas tento fazer o que considero ser o certo. - Ele retribuiu o sorriso.

- Eu espero que suas desavenças com o cavalheiro  não o impeçam de comparecer ao baile em Netherfield Park.

- De maneira alguma. Eu não devo nada ao Sr. Peter. Se ele deseja me evitar, ele que o faça. 

Clara dirigiu um sorriso a Jack. Ela sentia-se feliz em saber que teria a companhia dele no baile.


 Peter e David voltavam de carruagem para Netherfieel Park. David observou o amigo, notando que o mesmo ainda mantinha uma expressão irritada.

- Peter, o que está acontecendo com você? - Ele perguntou. - Eu não consigo entender a razão de você ter se comportado de maneira tão ríspida na casa dos Oswald.

- Eu tive uma surpresa bastante desagradável quando chegamos na residência dos Oswald.. - Ele disse.

-Está se referindo ao militar?

- Ele mesmo. Eu não esperava ver aquele sujeito tão cedo.

- Ele me pareceu ser um homem bastante educado.

- Jack Harkness sabe ser o homem mais educado do mundo quando isso lhe convém.

- O que ele fez a você?

-Não gostaria de entrar em detalhes, David. Só posso dizer que Harkness não é nem de longe o homem gentil e educado que aparenta ser.

- Será que não seria o caso de avisar aos Oswald e a todos do condado sobre o caráter dele?

- Eu seria o primeiro a expôr o caráter de Harkness publicamente se eu pudesse. Existe um forte motivo que me impede de fazer isso. - David ponderou sobre as palavras do amigo e decidiu não lhe fazer mais perguntas.

- De qualquer forma, os militares ficarão em Meryton somente até o fim do inverno. - David comentou. - Me desculpe, Peter. Por educação, eu acabei estendendo o convite ao Sr. Harkness.

-Não se preocupe, David. - Ele deu de ombros.- Se eu bem conheço Jack Harkness, ele não vai ter coragem de comparecer ao baile e se encontrar novamente comigo.

 Eles fizeram o restante do percurso em silêncio. Peter não parava de pensar em Jack. Nunca poderia imaginar que o encontraria na casa dos Oswald. Vê-lo tão perto de Clara o fazia sentir ainda mais raiva do militar que um dia chamou de amigo.


Notas Finais


Gostaria de agradecê-los pela leitura. Espero que tenham gostado do capitulo.

Até breve.

Beijos.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...