História Origens de Runeterra: O ninja da penumbra - Capítulo 6


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Categorias 47 Ronin, League Of Legends (LOL), Mitologia Chinesa, Star Wars
Personagens Akali, Jhin, O Virtuoso, Kennen, Shen, Zed
Tags Akali, Jhin, Kennen, League Of Legends, Lol, Shen, Zed
Visualizações 46
Palavras 1.282
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shounen, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Beba uma água antes.

Capítulo 6 - A desonra de uma ninja: Akali


Fanfic / Fanfiction Origens de Runeterra: O ninja da penumbra - Capítulo 6 - A desonra de uma ninja: Akali

Há alguns anos, em um pobre vilarejo Ioniano uma jovem órfã que era muito conhecida na região conseguiu passar pela floresta enfeitiçada que envolvia o templo Kinkou. Ato que nenhum outro Ioniano havia conseguido até o momento. Exércitos já marcharam por sobre aquelas terras sem saber de sua maldição e pereceram...sem nunca mais serem vistos. O grão-mestre do templo adotou a garota como sua aluna. Ela demonstrou rápidos resultados em poucos anos, tornando-se sua melhor ninja. Rápida....mortal....e bastante sábia. Ela geralmente não se controlava em provas e treinamentos. Era um Tabu entre os ninjas de Kinkou desafiá-la ou convida-la para treinos. As provas de sobrevivência do clã são muito perigosas, pois os ninjas ali formados devem defender o equilíbrio dos dois mundos. Essa mulher permanecia como a principal herdeira para ser grão-mestre.
Conta-se, porém..... que ela se apaixonou por um camponês. Um homem humilde do campo. Era irônico. A mulher mais bela e poderosa de Kinkou amar um homem comum e sem habilidades de luta. Todas as noites ele ia até o templo por uma passagem segura a qual ela lhe contara....e os dois conversavam e sorriam. Mas esse tipo de relação é expressamente proibida e quando o Grão-Mestre descobriu que a mulher estava grávida...ele a condenou a morte. A mulher implorou para que a vida de sua criança fosse poupada, e o grão-mestre a concedeu este pedido. Após o nascimento da criança, a mulher foi executada. O camponês? Nunca mais ouviu-se falar dele. Kinkou exigiu seu exílio, para que ele não fizesse nenhuma estupidez. A criança ficou aos cuidados da Ordem, e cresceu tão habilidosa quanto sua mãe. Ela sabia da história toda, e jurou diante do conselho que se tornaria o que a mãe dela deveria ter se tornado: A herdeira do grão-mestre....livrando a desonra que a mãe causou. Suas habilidades se elevaram mais do que quaisquer outras habilidades no clã, empatando com outros 3 jovens ninjas. Ela era conhecida como “A mulher mais mortal de Kinkou” e usava duas armas em forma de arco, “Kamas”. Antigas armas de sua mãe falecida. Akali tinha um único objetivo: Tornar-se a melhor e cumprir o sonho morto de sua mãe.

Estava presa em uma sala sem nenhum móvel sequer. Suas feridas estavam tratadas e curadas...ela estava muito bem fisicamente...mas amarrada. Suas mãos estavam em voltas de uma firme corda, que as pressionavam com uma força que impedia qualquer movimento. Suas pernas estavam amarradas à dois pequenos ganchos de ferro que se prendiam ao chão. Akali notara que estava sem roupas íntimas....apenas com as vestes típicas do clã cobrindo o corpo nu. Sua dignidade estava bem exposta....aberta devido ao modo com que estava amarrada. As suas roupas estavam mal colocadas....e seus seios escapavam um pouco dos panos exibindo os bicos. Era um corpo volumoso e duro. Ela olhou para os lados assustadíssima. Sentia um frio na barriga e um sentimento de fúria unido com medo....mas o medo era maior que a raiva. Por toda sua vida ela enfrentou o medo tornando-se uma máquina de combate....mas agora, não passava de uma jovem assustada. E foi aí que uma figura entrou pela única porta daquela sala vazia. Era alguém que usava uma máscara branca...detalhes arcaicos. Dois chifres vermelhos. Um de seus olhos azul e o outro vermelho. Um laço grosso roxeado prendia suas vestes meio antigas na cintura...e ele possuía uma corcunda bastante grande no ombro esquerdo. Uma estranha arma, semelhante à uma pistola, mas maior, estava em uma de suas cinturas. Um canhão de mão...e na mão, um tipo de arma à longa distância, um rifle. Mas ele retirou essas armas...junto com alguns apetrechos de suas vestes....Akali sabia que com certeza...ele é o criminoso que procuravam. E iniciou uma conversa com o mesmo.....mesmo aterrorizada:

- Você é o assassino do vilarejo....você....sabe o que fez? Você feriu ninjas de Kinkou.
- Eu? Nunca feri ninguém....a minha performance....é que é de matar.
- Piadas não vão te salvar do teu destino.
- E muito menos vão salvar você do seu.....Akali.
- Ao ouvir seu nome, a Ninja arregalou os olhos. Tremeu um pouco o corpo com o impulso de se mover mas novamente foi lembrada de que estava completamente amarrada e imobilizada.
- Como sabe meu nome? – Ela dizia agora em um tom bem mais recluso.
- Akali. Zed. Kennen. Grão mestre....Shen. Você acha que eu faço uma obra do nada? Ela requer estudo. Preparação.....não sou um artista de terceira que picha e explode ruas em Piltover.
- E o que você quer com Kinkou? Você está louco? Você...é só um soldado..um atirador, você vai ser executado.
- Mesmo que eu fosse pego....Ionia me quer vivo. Eles nunca descartariam sua maior atração. Talvez eu me entregue um dia. Sempre digo que toda atuação é a ultima....mas apenas minto.
- Você é um ser doente. Um louco....eu mesma vou arrancar a sua cabeça e...
- Akali foi interrompida em seu momento de raiva quando o homem segurou forte suas bochechas com uma mão, apertando-as e gritando em um tom grosso e violeto:
- VOCÊ É UMA PUTINHA ASSIM COMO A SUA MÃE.
- Os olhos da Ninja lacrimejaram. Sua face tremeu em um surto de raiva e medo maior do que qualquer coisa que já havia sentido na vida. De repente, ele cuspiu no rosto dela. A saliva colou próxima do olho..e escorreu pela bochecha, tocando-lhe o canto da boca. Akali começou a ficar mais fraca. Ainda tinha consciência, mas sua visão tremia....girava....e então percebeu que ele carregava consigo uma pequena flor presa à sua roupa:
- A Rosa Diabólica, chamam. Alguns gostam de seus efeitos hipnóticos.....srta. Akali...está se sentindo fraca? Sem controle de seu corpo....o mundo gira...você não compreende mais acontecimentos....Hahaha. – Ele deu uma singela e fraca gargalhada:
- Fique bem quietinha.......

Akali sentiu a mão do mesmo desnuda subir por baixo de suas vestes. Como estava com sua intimidade exposta.....logo os dedos do estranho tocaram-lhe os lábios da vagina, acariciando em volta e esfregando-os, quentes, na região carnuda. Tentava falar ou controlar seu corpo...fazer algo...mas não conseguia. Apenas via os vultos na sala e sentia seu corpo ser abusado. Os seios de Akali eram redondos, um pouco grandes, e bem duros. Uma das mãos dele agarrou o seio esquerdo dela, apalpando-o forte de forma que espremia a carne macia..e deixava o bico exposto.  Os dedos de uma das mãos dele ainda exploravam a vagina dela, frequentemente fazendo duas pontas entrarem um pouco. Sentiu de repente a língua dele em seu pescoço.... que a chupava. Soltou ela por um momento colocando ambas as mãos nos seios dela, apertando-os enquanto encaixava seu membro em Akali. Demorou um pouco...ela sentiu o membro roliço roçar algumas vezes tentando acertar sua entrada...mas logo sentiu qualquer coisa queimando lhe a coxa. As mãos da ninja fecharam-se quando sentiu a enorme vara feita de músculos intumescida de sangue, introduzida na própria carne túrgida, úmida e virgem de Akali. As estocadas eram fortes e cada vez mais rápidas...as mãos do psicopata apertavam-lhe os seios...mas deslizavam-se sobre ela....pescoço.....ombros...por vezes, dava-lhe tabefes no rosto deixando marcas vermelhas e espalhando a saliva que ali havia deixado. O ato continuava, esquentando o corpo da ninja estuprada até que sentiu o jato espesso invadir seu interior.....e o homem tremer, começando a relaxar. Ele retirou-se do corpo dela...afastando-se um pouco. Akali pôde ver a face dele. Não conseguia descrever ou decorá-la...estava embaçada. Mas logo ele vestiu-se e recolocou a máscara.....olhou para ela. Ela de alguma forma sabia que por baixo da máscara ele estava rindo. Ele virou-se e saiu dali....deixando-a ainda amarrada e exausta. Uma minúscula gota de lágrima escapou-lhe um dos olhos fazendo um carco de contorno em sua bochecha e pingando quando chegava no queixo.
“Me desculpe.....mãe”.


Notas Finais


"Dá pra viver mesmo sabendo que o mundo ficou mal. É só acreditar que a maldade mora no caminho...e não no final"


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