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História Orion;; ChanBaek - Capítulo 3


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Capítulo 3 - Chapter Three;;


Capítulo anterior_


"— Eu quero mas ao mesmo tempo — BaekHyun faz uma pausa — tem algo que provavelmente vai me prender aqui, eu acho...


— E oque seria? — Byun encara Park."




Um mês depois.


Fazia quase uma semana que ambos não se viam.


Motivo? 


Não havia motivo exato, eles apenas tinham suas coisas para fazer. — Só que não. 


Byun pensava, que Park acreditaria nisso.


Mas talvez — obviamente — Byun pensava outra coisa.


"Não se viam" era uma palavra muito forte para o azulado, porque na verdade ele viu Chan quase todos os dias, tanto indo para a faculdade com seu irmão, quanto voltando.


Baek estava fugindo do — agora ruivo.


Ele não sabia exatamente o porque disso, mas quando olhava para o ruivo, sentia uma vontade enorme de o abraçar e nunca mais se soltar dali. 


O famoso.


Estar gostando de alguém.


Nem mais Bellatrix deveria aguentar o pequeno Byun falando do outro, de sua janela. 


— Filho. — O azulado encara sua mãe — você tem visita, está lá em baixo. — Ele franze a testa.


O menino se perguntava se tinha esquecido que seus amigos vinham. 


Ele desce as escadas prevendo um xingamento de seu amigo já.


— Podemos conversar? — Aquela voz.


Definitivamente não era de LuHan ou de KyungSoo.


Se virou para Park.


— ChanYeol, claro. — ele sorri nervoso e escutou a risada de sua mãe. — Vamos lá fora. — eles saem e vão até o quintal da família Byun.


— Oque está acontecendo? — Chan pergunta logo que eles param de andar, e se encaram.


— Como assim? 


— Eu posso ser lerdo, mas não sou trouxa. Faz uma semana que você não fala comigo, eu sei que você me vê, e que está fugindo de mim, nem na quadra você vai mais.


— A-Ah. Eu arranjei um emprego. É um emprego, isso. Aí eu estou muito ocupado. 


— Não sabia que você trabalhava em casa jogando Just Dance com Sehun. 


— Tá me espiando agora é? 


— Essa não é a questão. — Chan cora.


— Claro que é! — Baek ri e suspira alto — Ok, talvez eu possa estar fugindo de você. 


— Por que? 


— Sei lá. — Baek pensa um pouco — Deve ser porque eu tenho uma puta vontade de te abraçar e nunca mais soltar, de te beijar. — murmura em um sussurro um tanto alto de mais, fazendo com que o outro escutasse. 


— Uai, é só beijar. — Chanyeol ri.


— Que? — Byun percebe oque falou — Puta que pariu. Eu não quero. Quero dizer eu quero. Não, não é isso. Eu quero mas, não. Não quero mas, sim. — Park corta sua fala, o puxando pela cintura e o beijando.



Ali sim parece que o mundo parou.


Igual em seus livros de romance.


Apenas ele e ChanYeol, ChanYeol e ele.



 — Aí caralho. Isso foi. Caralho. — ChanYeol ri.


— Concordo. 


— Tá pera, deixa eu pensar. — Byun da as costas para o garoto, andando para um lado e para o outro pensando no que havia acontecido, logo depois se virando para a razão de seu coração bater mais rápido.


— Pensou já? — Park diz irônico e Byun da um tapa nele — Aí, porra. — ele massageia o local acertado.


— Cala a boca, deixa eu falar. — ChanYeol assente — Eu gosto de você. 


Eu também


— Não anta acéfala. Eu gosto mesmo de você! 


— Então seu besta quadrada, eu também. Está tão difícil entender? 


— Eita pera achei que tu fosse hétero. 


— Eu te puxei para o beijo


— Aé, deixa de hétero tu não tem nada. — Baek ri alto. — Tá chega desse papo, tem algo que eu prefiro fazer do que ficar conversando.


— Oque? 


— Comer. Vem vou fazer pipoca e a gente vai ver Tinker Bell. — Baek entra em sua casa novamente, puxando ChanYeol pelo braço até a cozinha.


— Ok. Mas e se eu estivesse ocupado? — Park encosta na bancada, enquanto Byun colocava a panela no fogão, com a pipoca junto da manteiga.


— Duas coisas. Um você mesmo se entregou falando que eu jogo todo o dia Just Dance com o meu irmão, então quer dizer que você me vê todos os dias, resumindo, você é um desocupado assim como eu. Segundo, oras você tem que dar atenção ao seu namorado. — O outro se vira e sorri para Chan, indo até sua frente.


— Primeiro, verdade. Segundo, mas já? Minha mãe me ensinou que você tem que pagar pelo menos uma coca e uma coxinha para o coleguinha. — Ele puxa o mais baixo pela cintura.


— É, a minha também, mas a gente é pobre e eu estou com preguiça de sair de casa. — Baek ri, mas logo puxando o outro para uma sessão de selares.


— Então vou ignorar a parte que a cinco minutos atrás nós estávamos lá fora.


— Exato, grandão. — o azulado se solta do outro e vai até a panela, checando se já havia estourado tudo, logo colocando em um pote. — Vem. 


— PIPOCA!!! — SeHun desce correndo. 


— Sai que é minha e do Chan. — o mais novo emburra. — Você não é mais criança não, vai lá e faz, oxi. 


— OH MÃEEEEEE!!! OLHA OQUE É BAEK FEZ! — A mãe deles desce a escada e olha para SeHun.


— Meu filho, deixa seu irmão em paz, não tá vendo que pela a primeira vez na vida ele não tá encalhado? Então vamos, eu te levo comer um sorvete. — Oh e Chan riem.


— MÃE!! — Baek grita, fazendo os outros dois rirem mais ainda.


— Podemos voltar no tempo a uns cinco minutos atrás, em que a gente tava se pegando na cozinha? 


— Eu não precisava saber disso. — SeHun sai de casa — VAMOS MÃE!!! — ele grita


— 'TO' INDO CRIATURA! Vocês dois — aponta para eles — juízo! — ela sai de casa.


— Vamos logo. — O mais baixo anda até o sofá, deitando nele e ligando a Netflix, colocando o filme para começar.


"- - -"


— Você não me respondeu até agora. — Chan se pronúncia, assim que o filme acaba.


— Sobre? — Byun levanta levar o pote para a cozinha, e assim que volta ele senta ao lado de seu "namorado".


— Sobre oque vai te prender, aqui. — O azulado pensa um pouco tentando lembrar do que o ruivo falava, dando um sorrisinho ao entender.


Você.


— Eu? 


— Você e Orion. Oras, como eu poderia deixar vocês dois aqui, e ir embora? Mas em compensação eu estou morrendo de saudades do meu pai. Eu não sei oque fazer. — ele da um sorrisinho tristonho.


— Não importa, eu vou estar aqui! Se você for eu vou te visitar, se você ficar, você vai me visitar, porque eu já cansei só de pensar. — Park ri. — Orion e eu estaremos sempre aqui — O ruivo estica um dedo até chegar no peito esquerdo do outro. — No seu coração. 






Notas Finais


Demorou mas saiu!
Então, com dor no coração eu digo...
Ela irá acabar no quinto capítulo.

Bom, acho que é apenas isso...

Até o próximo cap nenes.


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