História Orion: The star - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Estrelas Espadas Morte
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Palavras 494
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Violência

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Prólogo


A plataforma celeste, localizada no centro do templo estelar, é ocupada pelos nove celestes, nos quais são: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Urano, Saturno, Netuno e Plutão. 

-Plutão! -Bradou Mercúrio, o líder do conselho. Seus olhos vermelhos como sangue, fixavam-se em Plutão, os cabelos negros batiam até os ombros, tinha uma aparência jovem, mas era o mais velho dentre todos do conselho. -Pela sua traição contra a Ordem de Ignis, decidimos ser misericordiosos e apenas exilar você. -Suas esferas de íris rubra continuavam fixas em Plutão; não demonstrava expressão alguma perante a situação, o casaco negro batia até o piso que transparecia o imenso vácuo do tecido negro. 

Plutão se localizava no centro do recinto, uma grande mesa arredondada o cercava, e sentados atrás da mesma, em imensas cadeiras reluzentes, estavam os oito celestes. 

-Não. -Proferiu o suposto traidor. -Não faça isso irmão! -A exclamação do réu veio acompanhada por um olhar que parecia ser sincero. 

-Você fez sua escolha.-Afirmou Júpiter, um sujeito corpulento, seus cabelos eram curtos e negros como Nanquim, e a expressão em seu rosto era de indignação. 

-Por sua culpa, perdemos quase metade das estrelas do exército estelar. -Completou Saturno, era uma mulher com o rosto inocente, os longos cabelos negros mediam até a altura das junções da perna.

-Por favor não façam isso! -Suplicou o acusado. seus atos eram imperdoáveis; de todo conselho, era ele o mais inocente, seus olhos azuis transpareciam conforto, sua expressão gentil trazia confiança, mas era apenas uma máscara que usava. 

-Sua sentença já foi dada. -Bradou Marte. -Não a como revogá-la. -A última palavra foi expulsa com um tom firme de poder, seus olhos castanhos brilhavam ao se encontrarem com Plutão. 

-O veredito já foi dado meu irmão. -Rugiu Vênus. -Seus cabelos ruivos escorriam pelos ombros, a franja avermelhada cobria a sua fronte. -Você foi julgado como culpado. -Finalizou Vênus. 

-Saia do sistema de Ignis antes que mudamos a sentença, ou vai perecer diante dele. -Promulgou Mercúrio ainda sem expressão. 

-Vocês não disseram que a punição não poderia mudar? -Zombou Plutão. -Vocês podem me expulsar, mas eu irei voltar. -Grunhiu o réu enquanto caminhava em direção saída. 

Plutão parou um pouco à frente do grande arco branco que era a porta; uma luz vermelha, meio transparente o consumiu, fazendo-o desaparecer instantaneamente. 

Mercúrio continuava imóvel, olhando para o piso branco do lugar. Depois, se virou para cima e olhou para a abóbada de vidro que transparecia o vácuo em cima do templo. 

-Não estamos preparados para um ataque, estamos vulneráveis no momento, precisamos ter cuidado. -Narrou Júpiter quebrando o silêncio que dominava a plataforma celeste. -Perdemos muitas estrelas durante esta batalha, vai demorar muito tempo para repor os danos. -Concluiu Júpiter, e esperou pelo comentário do líder. 

O silêncio percorreu novamente o conselho e, segundos mais tarde Mercúrio abriu a boca. 

-Eu me lembro de quando as estrelas enchiam o vácuo desse sistema. -Mercúrio repousava o queixo nos nós dos dedos, e não revelava expressão alguma.



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