1. Spirit Fanfics >
  2. Orphan Shadows Camp - (interativa) >
  3. 00.0; Prólogo

História Orphan Shadows Camp - (interativa) - Capítulo 1


Escrita por: e QueDiabos


Notas do Autor


✖|Primeiramente eu gostaria de agradecer por clicar nessa Interativa ❤ Eu estava com essa ideia guardada faz algumas semanas e hoje irei por em prática <( ̄︶ ̄)> se tudo der certo a fic vai durar bastante. Agradeço a @QueDiabos (Dia/Amore) que concordou em ser minha Co-autora ❤E também ao @Altrough (melhor capista que conheço) que está fazendo a capa para essa fic ❤

✖|Bem! Em segundo lugar, quero avisar que essa fic foi desenvolvida na minha cabeça em inspiração a muitas séries e filmes de bruxaria e sobrenatural, tais como; O mundo sombrio de Sabrina, Teen Wolf, O círculo secreto, TVD, TO e Legacies, etc. Qualquer semelhança é mera coincidência.

✖|Terceiro, mas não menos importante: Eu escrevi o prólogo, e não sei se ficou tão booom assim -_-)'. Me desculpem qualquer erro ortográfico.

Boa leitura ❤

Capítulo 1 - 00.0; Prólogo


Fanfic / Fanfiction Orphan Shadows Camp - (interativa) - Capítulo 1 - 00.0; Prólogo

Charlie acordou mais cedo do que o normal com o canto melodioso de seu pássaro, um melro-preto e o cheiro de café subindo. Ele olhou para fora; estava claro, perfeito para viajar. Esfregou os olhos com as costas da mão direita, bocejou esticando os braços para o alto, jogou por cima do corpo uma camiseta, fez suas higienes e arrastando os pés para fora do quarto.

Sua mãe estava sentada à mesa da sala de jantar. Folheava o jornal sorvendo uma caneca de café. Subia vapor de um cesto coberto, posto sobre a mesa junto a uma manteigueira, diversos tipos de geléia e um copo de suco. Charlie, atraído pelo café da manhã, correu para devorar o alimento delicioso por debaixo da cesta, mas sua mãe o interviu com um pigarro, imediatamente ele soube, chegou próximo ao rosto da mãe e a beijou afetuosamente na bochecha, desejando um bom-dia.

O rapaz se jogou na cadeira e serviu-se de um copo de suco de maçã, levantou o tecido que cobria o cesto, revelando uma dúzia do que pareciam ser doces e salgados quentes a ponto de soltar vapor. Passou manteiga e geleia de groselha na torrada e deu uma mordida grande. 

– O ônibus estará na frente de casa em 15 minutos – avisou sua mãe, concentrada nos tablóides. – Você vai passar suas férias de verão no Orphan Shadows, lembra? 

– Você não acha que Orphan Shadows é um nome meio.. aterrorizante? – perguntou, tentando não mastigar de boca aberta. – Por que eu não vou para Hogwarts? – novamente tentou engolir com graça, mas fracassou, franzindo o rosto enquanto a comida descia.  

Viu que um sorriso tomou os lábios da mulher com a cena engraçada. 

– Hogwarts não existe, filho – respondeu ela, sem graça, sem infância, sem cultura. 

– A pouco tempo achávamos que esse orfanato não existia – rebateu Charlie, ofendido. 

– É um acampamento – corrigiu a morena, sem desviar os olhos do jornal. – Para crianças especiais. 

Ao beber o suco de maçã para limpar a garganta dos farelos da torrada Charlie quase engasgou. Quando ela disse "especiais" soou como se ele fosse uma criatura que ela não podia controlar. Mas era exatamente isso, com os poderes a flor da pele, Charlie podia ferir alguém, mesmo sem querer. 

– Você confia nele? O homem do acampamento, confia nele? – indagou Charlie, se referindo ao bruxo, cujo o objetivo era proteger e ensinar metamorfos, bruxas e as crianças que correram o risco de revelar suas habilidades e, consequentemente, por em risco a sociedade de prodígios como um todo. 

– Sim – respondeu com um sorriso, pousou o jornal sobre a mesa e o presenteou com um envelope de papel cor de creme dominado por um elaborado emblema de tinta preta espessa e as palavras: Orphan Shadows.Tinha o nome de Charlie escrito na frente numa bela caligrafia curvilínea. – Foi escrita unicamente a você. 

– A mim? – estava cético, porque diabos ele escreveria uma carta diferente de todas as outras para um mero rapaz como eu? Se perguntava insistentemente.

Charlie deslizou a mão por baixo da cera do selo e abriu o envelope, tirando uns papéis e uma brochura lustrosa.

– Guarde o folheto do acampamento para mais tarde – disse sua mãe. – Dê uma olhada no resto.

O rapaz virou os papéis e esquadrinhou a página da frente. As duas folhas no envelope pareciam ter sido digitadas em uma máquina de escrever.

Não tinha certeza, mas cada uma das letras pequenas e quadradas tinha deixado um entalhe perceptível no papel cor de creme espesso. Cada página continha apenas alguns parágrafos; a primeira era uma carta do monitor, um tal de Seth Gallard. 

A segunda página não tinha muito mais utilidade que a primeira.

Dizia que os cobertores, roupas e dormitórios seriam providenciados pela acampamento. Que um uniforme também lhe seria oferecido. Que deveria escrever as iniciais com uma caneta à prova d’água ou “bordá-las" em todas as roupas que fosse levar consigo. Que poderia levar galochas e uma capa de chuva. 

Charlie voltou a examinar a primeira folha. Passou os olhos pelo resto da carta, procurando a razão do bruxo ter escrito a carta, e lá estava, destacada em negrito: 

Caro Sr. Goode

Informo-lhe por essa mensagem que o senhor foi admitido com sucesso no acampamento Orphan Shadows. Permita-me oferecer-lhe minha sincera congratulações e muito mais, duas revelações; eu sou seu tio e, sinto em informar que você é adotado, você é filho da minha irmã mais velha Freya Goodwin. 

Assim que chegar no acampamento eu explicarei melhor. Estou ansioso para recebê-lo no acampamento. 

Com as mais calorosas saudações, Seth Gallard.

As mãos de Charlie tremeram ao terminar de ler a carta. Encarou sua mãe, esperando que ela justificasse aquela frase na carta, mas ela não disse absolutamente nada.

– Você..quando você pretendia me contar? Diz alguma coisa! – gritou incomodado com o silêncio. – Isso é ridículo! Eu.. eu..

Ela falava num tom apressado, urgente. Charlie sentiu o pescoço cocar; fez uma pausa para olhá-la com atenção. Suspirou e acariciou o cenho, buscando manter a calma. 

– É oito e meia, preciso arrumar minhas coisas – Charlie resmungou, atravessando o corredor. Conhecia bem sua mãe e sabia que ela estava fugindo do assunto, talvez temesse perder o filho para sempre.

 …

Charlie empilhou as roupas na cama e sentou entre elas, com a cabeça apoiada nos joelhos dobrados, contando as respirações até se sentir calmo. Quando o ônibus chegou, ele não hesitou em descer, do lado de fora parou e olhou para a casa comum com um terraço, tentando memorizá-la. Não era grande coisa, mas sempre fora sua casa, com toda a beleza emocional que a palavra representava.

Agora parecia igual a todas as outras da rua. 

– Até breve – sua mãe o abraçou, aquele típico abraço de mãe; apertado e afetuoso. – Eu te amo, muito mais do que pode imaginar.

Charlie retribuiu o gesto, mas algo não se encaixava, era como se ele não estivesse completamente à vontade, como se quisesse dizer alguma coisa. 

– Por que..– titubeou. – Por que não me contou? 

– Você não estava preparado para saber – respondeu, confortando-o com alguns tapinhas nas costas. 

– Tudo bem. Cuida bem do May-May – Charlie pediu, delicado, ele se importava bastante com seu pequeno pássaro e se pudesse o levaria para o acampamento. 

Passou a mão por sua têmpora, e depois pelo seu cabelo castanho escuro todo, deu um beijo de despedida na sua mãe e se afastou, indo em direção do ônibus. Sorriu simpático e entregou sua bagagem maior para jovem que guardava no compartimento de malas do micro-ônibus. Depois, olhou para o motorista, parado em frente à porta, recolhendo as passagens e dando instruções para os passageiros antes de iniciar a viagem. 

– Bom dia! – sorriu, animado, entregando a passagem para o motorista. 

– Acampamento Orphan Shadows? – Respondeu, olhando o papel por cima dos óculos quadrados. – Pode entrar. Seja bem-vinda.

Mordendo o lábio inferior para tentar conter a ansiedade, Harley entrou no ônibus. Devido à mudança de iluminação era um dia quente de verão –, repentina por alguns segundos não conseguiu enxergar direito. Quando olhos seus acostumaram com o interior do ônibus, conseguiu ver algumas pessoas sentadas em lugares espaçados, o que fez Charlie sorrir ao deduzir que ninguém ali se conhecia. Por mais que fosse bastante tímido, odiaria ser o único sem conhecer ninguém antes do acampamento. 

Sentou em um lugar no fundo, mas no corredor, para assim conseguir observar todos que entravam no ônibus. Não fazia o tipo observador na verdade, era bem distraído – mas estava muito ansioso para conhecer os seus futuros colegas.  



Notas Finais


CHEGAMOS AO FIM! EU E A @QueDiabos estamos tãooooo ansiosas para começar essa fic (≧▽≦)

✖|Como dito debaixo da sinopse da fanfic, o prazo ainda não foi estipulado, portanto não tenham pressa 👍

✖|Antes de começaram a desenvolver sua ficha não se esqueça de reserva a aparência e a raça/espécie do seu personagem (◠‿・)—☆

✖|O docs-menu: https://docs.google.com/document/d/160ADoJf8XDOQP5bBxAF11zIi2fU75PLZo0Ky7MVIiQI/edit?usp=drivesdk

Contém tudo que vocês precisam para o desenvolvimento da ficha:
• informações sobre Salem
• Regras
• Ficha
• Raça/Espécies
• Os personagens.

Estarei esperando por vocês ❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...