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História Orphet - Capítulo 212


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Capítulo 212 - Reunião(2)


(aviso: Esse capitulo é apenas um ....filler, não adiciona nada a história ou no desenrolar)

Sidrus Chegou ao terceiro andar do prédio em segundos e observou um grande salão com varios equipamentos de musculação, um banheiro, e uma piscina 10x10, alem desse equipamento tinha um pequeno Ringue perto de uma das paredes com um saco suspenso no ar por uma corrente.

Cada equipamento era feito com uma liga diferente, havia pesos, e todo tipo de material.

Ele precisou de 5 minutos observando os arredores para encontrar zukan.

Que estava vestindo apenas um shortes curto escuro.

Seu corpo estava suando enquanto ele corria em uma esteira e sua pele estava toda vermelha, fazendo com que o vampiro experiente pudesse sentir o cheiro daquele sangue e vitalidade.

-Então é através dessa rotina que você mantem seu corpo, Garoto o que fez com meu neto?- Sua voz ecoou pelo corredor substituindo o som de respiração pesada.

Zukan continuou correndo enquanto o velho vampiro se aproximava devagar, e se sentava ao lado da esteira em um banquinho, zukan diminuiu um pouco a velocidade através de um dispositivo magico que controlava a maquina.

-Eae Sidrus, eu faria uma saudação formal agora mas estou fazendo meu aquecimento-

-Não importa apenas responda minha pergunta-

-Bom, ela foi ate mim por estar com alguns sintomas, então eu a dei um tratamento, isso a... 2 dias? Sim ela vem a cada dois dias-

O rosto do homem ficou sombrio.

-Que tipo de tratamento?-

-Quiropraxia, basicamente seus problemas são emocionais, o que foi? Eu sou um profissional sabia, levo meu trabalho a sério-

Quiropraxia o que é isso?

Sidrus fez um rosto complexo, ele viu os olhos sérios de zukan, e por um segundo se perguntou se teve uma ideia errada.

-Você não sabe o que é Quiropraxia? posso te ensinar se quiser-

-Claro que sei, não precisa me ensinar o óbvio todo mundo sabe sobre isso!- Ele disse estufando o peito.

-Bom, a mais alguma pergunta?-

-Como foi realizado? Sou seu avô preciso saber se foi feito certo-

-Bom, primeiro eu usei um óleo medicinal que deixou sua pele mais sensível, e após isso massageei e estalei os pontos certos, é usado para lidar com o estresse o problema de Chely é sua raiva, ela acumula raiva constantemente e se não a solta, fica histérica eu chamo de Frenesi de sangue- Ele voltou a correr rapido, seu corpo transpirava continuamente.

-Não se incomode com isso, preciso manter essa rotina, ate pensar em uma forma de purificar meus genes completamente, corrigir erros no DNA é complicado, mas tenho uma esperança na magia- zukan tinha que admitir que fazer exercícios todos os dias para se manter em forma era realmente chato, ele invejava Katarina, já que seu corpo não ficava feio devido aos seu DNA que sofreu diversas alterações.

Por outro lado se ele ficar 1 mês sem se exercitar, seus atributos físicos voltam para 1.

É realmente uma tristeza.

Depois de aquecer e correr por uma hora, zukan desligou a esteira, Sidrus fazia varias perguntas, e ele as respondia uma a uma.

-Você se importa em me ajudar aqui?- zukan perguntou enquanto se sentava no supino.

-A não .... espera- O velho o ajudou a colocar os pesos, na verdade ele fez isso rapidamente como se aquelas ligas pesadas não fossem nada, gerando outra onde de inveja de zukan.

-Então você tem interesse em medicina ultimamente? não a esta usando como cobaia certo?-

-Claro que não, acredito que entender medicina seja a solução para entender como corrigir meus genes permanentemente, e não...temporariamente, vampiros não entram nessa equação-

-Entendo, parece que me preocupei atoa-

-Entendo sua preocupação, o pensamento de deixar sua neta nas mãos de um homem pervertido que leva sua profissão como uma desculpa para manter uma relação sexual constante com sua neta apenas por estar interessado em seu corpo deve ser horrível-

O vampiro concordou com a cabeça.

-Mas não se preocupe, eu zukan sou um alquimista serio, eu não ousaria desrespeitar seu povo assim-

Sidrus relaxou bastante, se sentindo bem calmo.

-Sabe, ela me da tanto trabalho, eu penso as vezes que pode acabar me matando do coração-

-Entendo como é, tenho varias crianças para cuidar aqui tambem, você descuida um segundo e eles estão bebendo acido para descobrir como é o gosto-

-Exatamente, você me entende-

-12....13....14...- O velho olhou para ele concentrado e depois suspirou.

-Pois bem, vou deixa-lo fazer suas coisas agora- Ele se levantou e saiu indo em direção a sala de visitas, para se deparar com uma visão estranha.

Todos estavam sentados relaxadamente na sala discutindo e contando histórias, inexplicavelmente quem mais falava era uma das fadas.

-Eu sempre sempre pensei que meu pai não me amava por conta disso, me pergunto o que ele falaria se estivesse vivo- A fada disse enquanto parecia um pouco triste.

-Não se preocupe, esse grupo de auto ajuda não vai te julgar, eu pessoalmente acredito que seu pai tinha algum conflito interno e como forma de escape descontou isso em você, geralmente sempre que temos raiva acumulada descontamos nas pessoas que amamos, mas posso garantir que ele gostava muito de você- Douglas falava enquanto a fada começava a chorar.

Os outros mortos vivos agiam como se estivessem acostumados com isso.

Harland terceiro levantou a mão.

-A algo que quero dividir com o grupo- Sidrus fez um rosto inacreditável ele saiu por cinco minutos e douglas iniciou a roda da conversa novamente.

-Descobri a paixão da minha vida recentemente, mas estou com receio de estar velho demais para isso, no entanto, meu sangue ferve com a paixão e desejo isso do fundo do coração, quero ser um piloto da corrida meteoro!-

Todos na roda se olharam, Tiria e katarina estavam bebendo, toda essa conversa parecia ter chocado muito o psicológico das duas.

Douglas olhou para um mago esqueleto, que levantou a mão começou a transmitir sues pensamentos através de um cristal.

-Eu passei por isso tambem, as vezes nos apaixonamos por algo, mas sempre fazemos uma auto critica pensando "Eu mereço isso" "Não sou invalido" no entanto você não pode deixar isso morrer, ou se sentira vazio, e antes que perceba esta invadindo uma aldeia humana e os escravizando para saciar sua raiva-

-Sim ele tem razão- Uma das fadas disse bebendo tambem.

-Aproveite que esta vivo e viva cada segundo, não deixe as palavras dos outros destruírem sua determinação-

Todos concordaram com a cabeça, enquanto harland abaixou o rosto e fechou os punhos.

-Certo, eu vou atrás-

-Mas não crie expectativas, faça porque gosta disso, eu sempre criei expectativas altas, e quando não foram atendidas apenas me machuquei- Uma centopeia de 15 metros enrolada no canto da sala falou com uma voz um pouco triste.

-Apenas viva cada segundo- Harland parecia emocionado e começou a chorar.

-Sniif eu queria ter conhecido vocês mais cedo-

Douglas se levantou e se sentou do seu lado.

-Tambem queria ter te conhecido mais cedo, não se preocupe, não se preocupe deixe sair, isso chore chore ate sair toda a magoa- Douglas acalmou Harland e olhou para Sidrus que estava tentando fugir desse inferno psicológico.

-Sidrus venha, sente-se divida sua angustia de mais cedo conosco, vejo que você se encontrou novamente- O soberano da morte disse enquanto os outros vampiros o encararam com um olhar de "o faça"

-Venha divida conosco seus pensamentos avô- Chely disse com uma expressão gentil, todos olharam para sidrus que forçadamente caminhou ate um espaço e se sentou no chão junto de todos na roda.

-Bom...- Ele começou a falar suas duvidas que tinha sobre o que aconteceu e como se sentiu emocionalmente.

-Eu realmente pensei mal daquele garoto, quando na verdade ele era sério e profissional- Ele disse enquanto Tiria e katarina se olharam e com um sorriso beberam outra garrafa.

-Você é apenas um guardião, esta fazendo sua parte, eu sempre digo que independente do nosso nivel sempre temos algo a aprender, eu por exemplo hoje aprendi que os meio bestas tambem tem sentimentos, que os mortais tambem tem propósitos, apesar das nossas diferenças todos nos temos alma, tenho que admitir que nos últimos dias estou me tratando mentalmente e me preparando ao vir aqui, claro tenho meus objetivos políticos com esse local, mas.... a interação, e as conversas que tenho tido estão me dando outra perspectiva de pensamento-

-Você acredita que os níveis não nos diferenciam?-

-Claro que diferenciam, alguém que chegou ao quarto escalão vale muito mais do que um aprendiz, são formas de vidas sim mais puras e menos parasitarias, e sim mais fortes, o que digo é que não somos donos da razão, não somos perfeitos e todos podemos aprender, basta deixarmos nosso ego, e nosso orgulho de lado, e simplesmente-

-Observar-

Tiria e katarina estavam se segurando para não começar a rir, aquele sidrus estava certo o tempo todo só não percebeu ainda e agora estava se sentindo culpado.

-E vocês duas o que estão em sua mente agora-

-Vingança, vou matar todo o povo de Kivart por escravizar meu sangue- Katarina respondeu na hora.

-Vingança tambem, quero escravizar os humanos da união por 500 anos igual fizeram com meu povo-

As duas responderam ao mesmo tempo de forma séria e direta, recebendo uma série de olhares.

-Vou fazer o possível para isso-

-E depois disso?- Douglas perguntou.

-Depois disso? Vou me concentrar em meu cultivo, e seguir o caminho dos poderosos, destruindo tudo o que aparecer em minha frente-

-Eu vou pela mesma rota-

Os dois eram tiranos completos, elas surpreenderam douglas e o lembraram de quando ele era apenas um aprendiz esqueleto.

-Entendo, eu aprovo esse pensamento, a destruição e a morte é o meio mais puro de purificar sua alma, já matei e escravizei vários mundos, tantos que não consigo contar, uma vez eu destruí um reino inteiro com um feitiço proibido, e o tornei um mundo negativo que meu povo usa ate hoje-

-Admiro isso, destruam tudo, façam seu melhor- O lich apertou os punhos as chamas em seu crânio ficou sinistra.

-Quem apanha nunca esquece, hehehehe- Harland falava com um rosto triste.

-A algo que vocês queiram discutir vejo que as duas estão bem a vontade aqui mas não falaram nada ate agora-

Tiria olhou para katarina que começou a falar.

-Estou com problemas para aceitar as mudanças, conheci um cara a um tempo, e na época ele era um inútil chorão, mas agora esta amadurecendo tão rápido, e antes que eu percebesse tinha se tornado um homem, no inicio eu nem pensava nele como um amigo, mas agora quando não estou cultivando, estou pensando nele, eu percebi que não me apaixonei pelo o que ele é mas sim pelo o que fez por mim e como me aceitou independente das minhas imperfeições, as vezes penso em ter bebes, mas penso em meus objetivos, esse conflito me atormentou por um tempo quando agora percebi que não preciso pensar nisso quando for a hora certa...- Ela bebeu um copo de bebida com o rosto vermelho.

-Vou arrasta-lo para minha cama e  fazer um filho, eu só acho estranho que.....eu não sinto ciúmes, mas ao mesmo tempo não quero o deixar ir, quero mante-lo para fazer bebes e cuidar de mim, isso é estranho não é?-

-Você não sente ciúmes, mas ao mesmo tempo deseja ficar ao lado dele o tempo todo, e fazer bebes-

-Muitos bebes- Katarina estava claramente bêbada.

-Acho que isso é comum, para ter uma relação primeiro é necessário ser um amigo- Um Wendingo que ate agora estava quieto disse, enquanto alisava a cabeça de um dos seus lobos.

-O importante é você se sentir bem, essa pessoa se ligou a você porque ela tambem precisava de alguém, e vocês dois lentamente se mudaram, e se fortaleceram, formando um laço instintivo e forte-

-Preciso Talara, preciso como sempre- Douglas Elogiou o Wendingo parecendo satisfeito.

-Eu passei por isso tambem-

Douglas estava muito feliz, ele nunca pensou que teria esse tipo de conversa em seu tratamento o ajudou muito a pensar em como guiar sua espécie nos dias que estão por vir.

-E você garotinha, vejo raiva em você- Ele perguntou a tiria.

-Bom, tenho raiva o tempo todo, minha espécie foi escravizada por 500 anos, já passou por isso? te deixa irritado, quando comecei a vivenciar as memorias dos meus antepassados através da corrente de linhagem, a raiva apenas cresceu mais, eles cortavam nossas línguas para que não nos rebelemos, ou cantássemos feitiços, nos obrigavam a trabalhar e extraiam nosso sangue para fazer poções, vou fazer o mesmo com eles e faze-los pagar mil vezes o preço!- tiria estava bêbada tambem.

As outras fadas beberam ao mesmo tempo a mãe de tiria já estava estirada no chão sustentada por seu marido roncando profundamente.

-A algo alem de ódio? Um amor? Romance ou amizade- douglas perguntou ao ver que os olhos ficaram brilhantes

-Bom, eu tinha varios amigos humanos, mas que agora me desprezam por causa do meu sangue, eles mudaram tanto conforme ganharam autoridade que..... quase desisti de ter contato com humanos, no entanto não foi tudo ruim eu encontrei um cara tambem, na verdade é o mesmo cara dessa puta aqui- Ela apontou para o lado recebendo um olhar irritado.

-Sabe o quanto uma fada sofre na comunidade humana? Somos tratados como crianças por conta dos nossos tamanhos, foi assim comigo desde que me tornei um aprendiz, me apaixonei por cinco homens mas nenhum deles gostou de mim por causa da minha aparência e só queriam me usar para conseguir recursos-

-Dae em um dia em que eu apenas queria um favor e estava disposto a alugar meu corpo para isso, aquele cara me ganhou, ele não me fodeu por prazer e pensou em meus sentimentos ele pensou em mim e só em mim e isso me atraiu e eu percebi o que queria-

-sabe eu não queria alguém perfeito eu só não queria alguém babaca e aproveitador, e após isso nossa relação encaixou como uma luva-

-O respeito é importante- Um dos homens de vastaia disse

-Sim muito importante, mas a mais do que isso, uma relação tem que ter carne, sexo, tem que ser intenso, ou não tem graça- A garotinha levantou apertando os punhos.

-Eu nunca levei tão a sério ate que experimentei a fruta pela primeira vez, e aquele dia acabou comigo, doeu mas ao mesmo tempo me marcou para sempre, e essa relação carnal e bestial, simples e pura, foi o que manteve minha racionalidade ate agora me fez pensar alem do ódio, com calma e precisão- Ela falava enquanto alisava seu umbigo.

-Você usou uma relação amorosa como pilar para não se curvar completamente ao ódio- Um soldado esqueleto tricotando algo disse recebendo um aceno de cabeça.

-Agora minha maior dificuldade esta em cumprir meu objetivo, sou fraco e preciso de ajuda, o que ele tem feito, essa puta do meu lado tem feito tambem, portanto sou grata a ela, na verdade todos aqui me ajudaram indiretamente obrigado obrigado-

-Eu não sou uma puta-

-Você deu para varios caras antes de dar para ele, você é suja-

-suja? Eu sou experiente e sedutora por isso tive outras relações, e ele adora passar os momentos comigo, pelo menos aguento mais do que uma rodada antes de ficar gemendo como um cabrito quebrado-

-Han? E dai pelo menos estou disponível quando ele precisa, não fico esperando ficar no cio-

As duas começaram a discutir tornando o clima constrangedor Douglas se perguntava se iriam brigar a qualquer momento, no entanto sempre que estavam prestes a começar elas paravam e ficavam apenas se xingando.

Pelo menos tinham auto controle.

Ele observou todos na sala com calma, seus olhos cairam em Chely que encarava as duas com um traço de frieza, havia ódio ali.

-A alguma questão que queira discutir Chely-

-Não, eu estou bem-

-Se quiser dividir algo com todos pode fazer- Ele pode ver traços da antiga chely ali, o rosto estava ficando mal humorado.

-Talvez eu mate alguns problemas irritantes- Ela só disse isso antes de tirar um frasco vermelho e beber, foi a única bebida que tomou desde que eles começaram a conversar.

A bebida a fez ficar mais calma.

-Isso é algum remédio de quiropraxia? Então isso é quiropraxia...- Sidrus perguntou enquanto a garota só bufou com um olhar meloso.

-Senhores o jantar esta pronto, Zukan quer usar esse tempo para discutirmos o que faremos após o final deste ano, a onde ele estará ausente, em Arcadia-

Aqueles que estavam deitados se levantaram, e Douglas tambem se levantou.

Arcadia....ele pensou nisso ultimamente.

Na verdade todos tinham pensamentos mistos sobre aquele lugar.

O que aqueles velhos estão pensando em tentar unir todas as classes sociais naquela academia?



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