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História Os 10 Segredos de Emma ( em revisão) - Capítulo 6


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Capítulo 6 - Genocídio - A última canção da Fênix (conclusão)


Fanfic / Fanfiction Os 10 Segredos de Emma ( em revisão) - Capítulo 6 - Genocídio - A última canção da Fênix (conclusão)

Genosha. Já foi uma ilha pacífica, já foi uma colônia onde mutantes eram explorados, um enorme campo de concentração mutante, um pedaço de terra vazio e deserto, que aos poucos se transformou na maior utopia mutante que o mundo já viu.

Erik sorriu orgulhoso de seu feito. Uma Utopia mutante, mas ainda não era um terço do que pretendia.

- Senhor, os X-men aguardam sua permissão. - Informou Scanner, as gêmeas os acompanhavam, aguardando a primeira ordem do mestre do magnetismo.

- Deixe que venham. - Ele sorriu malicioso. - Os idiotas poderão procurar o que quiserem aqui, nosso alvo está além dessas fronteiras.

Sophie olhou para suas irmãs e segurou nervosa, as mãos, apertando os dedos entre si.

"Srta, Frost, pode me ouvir?"

Em algum lugar acima do Atlântico, a mensagem foi interceptada a kilometros da ilha.

- Diga, querida...

- Com quem está falando? - Scott indagou assustado.

"Me ajude, não quero fazer parte disso. Eles planejam exterminar a raça humana. Não venham para a ilha, é uma armadilha. Precisam dete-los. Magneto quer distrair vocês e então atacar Nova York."

- Sophie, onde estão suas irmãs?

" Elas não querem me ouvir. Estão me bloqueando, não podem ouvir a conversa"

- Se acalme. Estamos indo, querida.

- Hank, velocidade máxima. - Scott ordenou. - Emma, preciso que fique conectada a ela. Pode fazer isso?

- Eu... Não sei, querido. É uma distância enorme.

- Podemos criar uma conexão para aumentar o alcance de nossos poderes. - Stevão sugeriu, apoiando as mãos sobre os ombros da mãe.

- Eu e Sophie sempre fazemos isso. - Celeste comentou. - Posso ajudar vocês.

Todos concordaram, inclusive Hank, que acelerou o máximo que podia na direção da ilha. O plano era simples, com a conexão dos telepatas, Sophie poderia informar cada passo de Magneto antes mesmo que ele os realizasse e aquilo seria fácil de se obter sem sequer precisar invadir a mente do mutante.

•••

"Tony era um velho amigo meu. Quer dizer, nos tínhamos uma história, algo assim. Ele era amigo do Crhistian, mas comigo era no mínimo cortez. Chegamos a ter um lance até, era nosso nível de amizade. Da última vez que nos vimos, hoje cedo, ele me disse que temia pelos mutantes. Tinha haver com uma droga de lei de registro que se aplicaria a todo super ser, claro menos em Genosha, Magneto jamais aceitaria.

Falou-me também sobre o projeto dos Sentinelas. De acordo com suas fontes o governo não pediria mais a aprovação dos Vingadores ou do Quarteto Fantástico, e tudo por causa de um infeliz que decidiu invadir uma sede do governo.

- Eu não entendo por que está me dizendo isso.

- Você sabe que me importo com você, Emma. - Ele não precisava mentir pra mim. - Se não estamos mais juntos não foi por escolha minha.

- Nunca estivemos juntos, você sabe.

- Mas era legal. - Tony tinha que fazer esse tipo de comentários. - Mas enfim, nós mudamos e amadurecemos. O que quero dizer é... Pra tomar cuidado. Esse não é o lugar mais seguro. "

•••

O jato passou como uma bala e pousou suavemente sobre o enorme terraço, onde Pyro, Scanner e Groxo os aguardavam prontos para a batalha.

- A essas alturas, o X-jato já deve estar em Genosha - Fera observou. - O que nos deixa livres para emboscar Magneto em Manhattan.

- Estão próximos. - Celeste informou. - O elo foi quebrado, mas posso senti-las à metros daqui.

- Isso é ótimo! - Exclamou o líder dos X-men. - Emma, preciso que você e Kitty tirem os civis daqui. Rachel e Stevão cuidarão o elemento surpresa, Eu vou com Peter e Logan, atrasaremos eles.

Não demorou. Chegaram em um grande submarino de metal. Esme foi a primeira a sair, ao lado do Mestre do Magnetismo, surprendendo-se deparar-se com os x-men a postos para a batalha.

- Disse que eles estariam na ilha. - Questionou a loira.

- Era para estarem. - Erik voltou-se para as gêmeas. - O que fizeram?

Esme arregalou os olhos, tentando justificar.

- Erik, de que está falando, estivemos todo esse tempo do seu lado. Todas nós.

- Todas exceto uma. Onde está Sophie?

- Ela estava com a gente, não? - Mindee tinha certeza de que conseguia ouvir os pensamentos da irmã e que a mesma estava com eles. Tudo não passara de mera ilusão psíquica, mas Sophie não possuía tamanho poder. Pelo menos não sozinha. - Fomos traídas.

- Que espertinha! - Ouviram uma voz masculina cortar a discussão. Scott os olhou furioso por trás do visor, e abrindo-o acertou em cheio o peito de Magneto, lançando o mesmo a cerca de um metro dali. - Qual das três pestinhas vai ser a primeira a ficar de castigo?

- Que tal todas? - Emma sugeriu, aparecendo subitamente do chão, acompanhada por Kitty. - Vocês não sabem com o que estão lidando.

- E você sabe? - Esme tomou frente. - Esteve algum tempo sob o poder da Fênix, Srta. Frost, sabe perfeitamente o quão maravilhoso isso pode ser. As coisas incríveis que podemos fazer. E ao invés de usá-lo em seu favor, procurou controla-lo. Tentou fazer o mesmo conosco. Erik foi o único que procuro nos entender.

- Idiota! Magneto está usando você!

- E o que você tentou fazer?

- Não seja estúpida, garota...

- Adoraríamos ficar para apreciar o sermão, mamãe, mas temos uma raça humana para exterminar.

Eram apenas três agora, ms que diferença faria, não? Não era tarde para executarem o plano. Ao longe, viu-se o enorme pássaro de fogo sobrevoar o espaço aéreo de Manhattan, Rachel e Stevão estavam ao longe, observando a confusão, esperando a penas pelo sinal de seu líder.

- Esse é o sinal? - Ray Indagou um pouco indecisa sobre sua missão.

- Talvez... - Respondeu sério, carregando a arma. Uma grande bazuca de energia elétrica. A idéia era arriscada visto que as meninas poderiam morrer, mas Scott estava estranhamente disposto a correr o risco, óbvio que sem consultar sua namorada e vice líder da equipe, o que configura problema. - Precisamos estar prontos.

- Espera. Olha, talvez não seja uma boa idéia.

- Do que você tá falando? Scott nos feu ordens claras.

- Eu sei. Eu sei, mas... Elas são crianças, não sabem o que estão fazendo.

- Deixe disso. As Stepford estão mechendo com a sua mente. - Ela balançou a cabeça negativamente em reprovação ao que estavam prestes a fazer. Stevão, por sua vez, aproximou-se, segurando o rosto da moça próximo ao seu de modo que sua respiração contrastava-se com a dela. - Ray, olha pra mim, e me escuta. Pessoas estão em risco. O mundo está em risco. Precisamos agir imediatamente. Vamos esperar o sinal do Scott.

•••

"Uma semana desde aquela conversa, Cassandra Nova me procurou juntamente com os demais membros daquele maldito clube do inferno. Sim, o mesmo clube do inferno que enviou os sentinelas para me matar juntamente com meus alunos em Massachusetts. Os desgraçados tinham um plano de vingança contra o Magneto, onde dizimariam todos os mutantes da ilha. O dia? Amanhã. 16 milhões de mortos, Cassandra disse. E eu estaria bem no meio disso tudo. Como sobreviveria? Vou dar uma dica. Tem haver com diamantes.

De fato, eu poderia sobreviver. Mas e quanto às crianças? Não poderia perdê-los novamente. Poderia ser a pior pessoa que eu conhecia, mas não estava perto de ser um monstro. Ou pelo menos eu pensava que não. Então tornei a ligar para o Tony. Ele havia feito questão de vir pessoalmente com o hiate buscar as crianças. Engana-los foi a parte mais fácil e uma vez a bordo, não poderiam mais retornar.

- Se o que me disse sobre o ataque dos Sentinelas for verdade, é melhor que venha com a gente. - Tony sugeriu, porém neguei. - Droga, Emma! É tão difícil pra você sair da linha de fogo?

- Se for verdade, eles vão precisar de toda ajuda possível. - Sério? Eu já menti melhor. - Cuide das crianças. E não se preocupe comigo."

•••

A batalha se estendeu por toda Manhattan. Viaturas policiais voavam pra todos os lados, e sim, voavam com pessoas dentro. Logan estava ocupadíssimo demais preso contra uns vergalhões, enquanto Colossus tentava inutilmente retornar à sua forma blindada. Hank, Scott e Emma tentavam não morrer, visto que Magneto parecia muito mais poderoso do que o normal. Sua missão? Ganhar tempo suficiente até que a força fênix estivesse no máximo de seu potencial.

- Antes de a gente morrer, Emma eu gostaria muito de te agradecer pelo favor de me esconder as coisas importantes.

- Disponha, querido.

- Você está vendo isso, Hank? - Indagou indignado ao cientista que apenas arqueou a sombrancelha observando a discussão.

- Sinceramente, Scott, já tentei te explicar a situação.

- Sinceramente, querida, eu não entendi.

- E de novo, sinceramente por que você não pega o seu sarcasmo e...

- Galera! - A voz de Rachel ecoou nos comunicadores interrompendo. - A gente precisa agir tipo agora.

- Celeste está no Cérebro, vai estabelecer uma conexão com a Sophie e juntas, talvez possam convencer as outras.

- Você disse talvez?

- Scott não dá pra ter certeza de nada.

- A gente não tem tempo para um talvez, a Fênix está enrolando. Juntas elas podem torrar todo o planeta e você bem sabe disso. - Ela olhou receosa nos olhos do homen, uma imagem rascunhada de um imenso canhão elétrico surgiu em sua mente, porém não pôde dercirni-la. Não precisava. Ela entendera perfeitamente o que aquilo signigicava.

- Scott, não...

- A gente não tem escolha, querida.

- Ainda podemos traze-las de volta, eu sei que ainda são a Phoebe, a Mindee e a Esme dentro daquela coisa. - Ele ficou em silêncio, fechou os olhos para não ver a lágrima que escapara dos olhos azuis da mulher.

- Chefe, super aquecimento da atmosfera em dois segundos.

- Scott, por favor...

- Me perdoa, Emma.

- Um segundo.

- Atira!

Ela sentiu um leve aperto no peito. Como um tiro, diria. Esme sentiu suas forças esvaírem assim que soltou as mãos das irmãs, que foram rapidamente amparadas por um escudo telecinético vindo de Rachel, que as levou até o chão sem que se ferissem, apenas Esme reacendeu antes que perdesse a consciência, voltando a levitar.

- Não! Vocês estão estragando tudo! - A menina gritou com uma voz sombria e profunda. - Idiotas! Não podem deter a Fênix!

- O que está esperando, criança? - Magneto indagou impaciente. - Mate-os. Você é mais forte que todos eles.

- Eu... - A Fênix não lhe respondia. Era demais para se conter. Esme sentiu uma leve tontura, porém manteve-se firme. Levitou até perto de Magneto, que a olhou com certa decepção. - Eu não consigo. Preciso estar conectda. O poder da Fênix está fraco, mas...

- Não me diga...

- Esme, sai daí! - Emma gritou tarde demais, tentando correr até a garota, porém foi impedida por Scott, que abraçou sua cintura com força, para que não prosseguisse. E com razão. Erik havia desferido de três a cinco golpes com um punhal no tórax da adolescente, que caiu ensanguentada sobre o mesmo. Seus olhos azuis encontraram-se com os do mestre do magnetismo, numa mistura de ódio e dor.

- Eu sinto muito, criança. Mas deveria ter ouvido a Srta Frost quando ela disse que só estava usando você para me vingar da Fênix.

- Des... desgraçado...

O silêncio durou por poucos segundos, até que a jovem Stepford suspirasse, liberando de si a energia incandescente, que subiu ao céu com um pássaro, e rejeitada, no entanto pelos demais mutantes, inclusive Rachel, que manteve-se protegida por um escudo psíquico, Emma e as demais telepatas, que se tornaram em diamantes antes que a força pudesse as alcançar, a Fênix não encontrou um hospedeiro, sumindo imediatamente no espaço com uma nuvem de fumaça.

- Ela se foi... - Scott suspirou, mas não de alívio, soltando finalmente a mulher, que correu em socorro de sua "filha"

- Esme! Esme, fala comigo!

- Desculpa, mãe.

- Está tudo bem, querida. - Ela manteve-se em sua forma blindada para não chorar. - Está tudo bem... Estou orgulhosa de você.

- Vem, Emma. - Rachel apoiou a mão sobre o ombro direito da loira, incentivando-a. - Hank levou as meninas para o laboratório. Ainda estão dando choque, mas vão ficar bem.

- E a Sophie? - Ela apenas se levantou, sem tirar os olhos da menina.

- Já está na escola. Lorna a levou de volta.

- Ray. - A voz de Scott interrompeu a conversa. - Volte com os outros para o Instituto. Eu cuido disso.

•••

" Que engraçado! Passaram-se meses, e ainda me sinto péssima. Dezesseis mil mortos. Dezesseis mil mutantes. Dezesseis mil jovens, crianças, velhos, homens e mulheres de bem. Dezesseis mil. Talvez agora eu passe a saber como Hitler se sentia. Ou talvez ele não sentisse nada.

- Foi necessário, Emma. - Era o que a vadia da Cassandra repetia o tempo todo. - Como a Fênix ressurge das cinzas, querida, acredite em mim, a raça mutante ressurgirá.

- Muito mais forte. - Shaw completou. - Agora, foque em sua missão, querida. Você sabe qual é.

- Destruir os X-men. - Respondi não muito contente. Eu ainda não os conheci por completo, mas a última coisa que queria era destruir mais alguma coisa. Inferno! - E se eu me recusar?

- Emma, querida... Você sabe bem. E mais uma coisa. Você já foi muito longe para recusar.

•••

A tarde caía sobre o céu de Westtchester, Emma estava na entrada do instituto com Stevão. Após dois dias com os x-men o rapaz decidira que era hora de partir.

- Foi emocionante estar com você de novo. Mesmo sem te conhecer realmente. - O rapaz comentou arrancando dela um sorriso fraco. - Espero que consiga se recuperar.

- Eu irei. E você, se cuida.

- Pode deixar. E... Emma? - Ele a chamava pelo nome, hábito que desenvolveu em pouquíssimo tempo. - As meninas vão precisar de você. Cuida delas.

- Claro. - Os dois se abraçaram fortemente, sob o olhar sereno de Scott, que os observava da janela do quarto e após se separarem ela finalmente retornou para dentro.

Aquilo talvez fosse bom, finalmente teriam uma conversa séria sobre o que estava havendo com seu relacionamento. Algo no entanto chamou sua atenção. O loiro sentou-se no capô do carro a esperar por alguém, uma garota ruiva que o havia chamado, provavelmente para se despedirem. Desde quando os dois tinham tamanha intimidade? Scott quis saber. Permaneceu os observando encostado na janela.

- Pensei que ia embora sem se despedir. - A ruiva praticamente pulou no pescoço do rapaz em um abraço forte. - Tem certeza de que quer ir embora?

- Sim. Eu sei que tenho menos de dez anos de idade, mas tenho um mundo pra explorar. - Os dois riram. - Então... Se cuida. Garota Fênix.

- É Garota Marvel, mas tá. - Riu. - Vou sentir sua falta.

- E eu a sua. Talvez a gente se esbarre qualquer dia. Se você e a Emma não se matarem.

- Que, nada disso. A gente é amigona cê sabe.

- Eu sei. Bem, eu vou indo. - Ele então virou-se para ir embora, mas logo retornou como se esquecesse algo e então a puxou para um beijo calmo, o qual ela sequer se deu ao trabalho de desviar, retribuiu-lhe com mesma intensidade e quando enfim se soltaram, nada mais proferiram. O sorriso nos lábios de ambos era o suficiente. Stevão entrou no carro cor de prata e com duas buzinadas despediu-se de Ray. 

Enquanto isso, em outro lugar do instituto, que por sinal estava tão deserto que ninguém ao certo sabia se estavam ou não em semana de aula. Kitty entrara na biblioteca em busca de um de seus documentários sobre a segunda guerra, espantando-se ao ver Emma sobre o sofá a ler um livro de ficção.

- Game of Thrones? Jura?

- Já ouviu falar em cuidar da própria vida? - A loira respondeu rude.

- Nossa! Foi mal! Pensei que estaria procurando pelo seu diário cor de rosa. - Emma levantou os olhos para ela.

- Não sei de que está falando.

- Claro que sabe.

- Quem foi o filho da puta que inventou isso?

- Rachel me disse.

- Se acha que vai conseguir me chantagear como ela fez, querida, não é uma boa hora.

- Não, nada disso. - A morena respirou fundo, olhando par todos os lados. - Mas ouvi Esme comentar respeito antes de toda a treta de hoje. Deveria dar uma olhada no quarto das gêmeas.

Ela balbuciou algo, porém foi interrompida por uma batida na porta. Era Scott. Pronto, não teria um pingo de paz naquela noite. Kitty se retirou, deixando espaço para que o homem entrasse. Emma apenas voltou sua atenção ao livro sem olhar para ele.

- A gente pode conversar?

- Sobre você ter tentado matar as Stepford?

- Não, primeiramente não é sobre isso. - Scott suspirou chateado. - Ia dizer que fazem dois dias que você não vai pro quarto. Tem dormido na biblioteca?

- Não tenho dormido, querido. Não tenho sono. E muito menos vontade de aturar os seus surtos.

- Eu sei a gente tem brigado com frequência e...

- Essa é a parte que você diz que não tem razões pra confiar em mim. - Scott franziu a testa, aproximando-se e então tirou o livro das mãos da mulher, forçando-a olha-lo nos olhos. - O que exatamente você quer?

- Quero que deixe de agir como uma criança e me escute.

- Você tentou matar minhas meninas. Atirou com um canhão elétrico nelas. Se não fosse por isso talvez a Esme estivesse viva! - Ela se alterou, levantando-se e caminhou na direção da porta, porém o rapaz a segurou pela cintura, puxando-a de volta. - Me solta, Scott!

- Você poderia ter matado todos nós com seus segredinhos. Acredite, se a Esme está morta, a culpa não é minha. - Dito isto a soltou bruscamente sobre o sofá, saindo com passos pesados da biblioteca.


Notas Finais


Obs eu não consegui resisti e é capaz de eu escrever a história toda hoje kkkkkkk


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