História Os 7 Mundos - Parte 1: Os Treze Lordes do Chaos - Capítulo 8


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Categorias Adventure Quest
Tags Fantasia, Linha De Tempo, Magia, Universos
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Palavras 2.455
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, LGBT, Lírica, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Amo vocês <3

Capítulo 8 - Parte 1, Capítulo 8 - Invasão, parte 2


Fanfic / Fanfiction Os 7 Mundos - Parte 1: Os Treze Lordes do Chaos - Capítulo 8 - Parte 1, Capítulo 8 - Invasão, parte 2

-Ao Rei Alteon! - Gritamos em uníssonoandando em direção ao castelo em chamas.

                                                                                                       ~~~

-Você viu o gigantesco Dracolich lá fora? - Um guarda pergunta para o outro.

-Um o quê? - O outro responde.

-Olha pela janela...

-AI... MEU... DE- O segundo guarda foi interrompido por um trovão, havia um enorme Dracolich sobrevoando Swordhaven.

-Você acha que estamos ferrados? - O primeiro pergunta.

-Não sei, mas deveriámos conferir o R- Ele é interrompido por batidas na porta. Alguém queria quebrá-la.

-P-p-p-prepare-se! - O primeiro diz, tentando mostrar confiança, mas estava morrendo de medo.

A porta é arrombada, revelando um esqueleto empunhando uma espada e um escudo, ele começa a rir.

Então, logo atrás dele, aparece uma figura que parecia humana, um homem com uma armadura vermelha pesada, cobrindo totalmente o corpo. Seu elmo parecia uma cabeça esquelética e tinha chifres apontados para frente, em um tom vermelho. Era Sepulchure.

O primeiro guarda desmaia e cai no chão. O segundo guarda grita um "Prepare-se!" antes de corer em direção ao Emperador. Ele é levitado pelo mesmo e então explode em mil pedaços, não deixando um rastro, o que faz o esqueleto rir.

                                                                                                             ~~~

Ao chegarmos no portão para o castelo, vimos um guarda caído, pedindo ajuda.

-SOCORRO! - Ele grita em nossa direção, prestes a ser executado por um esqueleto mago, como o que vimos mais cedo.

-Deixa esse comigo! - Cauã diz com coragem, empunha sua espada e parte para cima da criatura, que logo percebe sua aproximação e lança sua esfera flamejante carregada em sua direção. Cauã a bloqueia com sua espada e corre ainda mais depressa, acertando o esqueleto na cabeça com o punho de sua arma. Ele então da um golpe de cima para baixo na besta, seguida de uma varredura, dividindo-a em duas e lançando as partes longe.

-Yes! - Ele comemora, arrancando-me sorrisos de orgulho, mas os deixarei para mais tarde.

-Bom trabalho, garotão! - Raíssa o parabeniza, ele então dá duas batidinhas em seu ombro, como um "obrigado".

-Muito obrigado, bravos heróis! Eu não saberia o que fazer se vocês não tivessem chegado! - O guarda se levanta e nos cumprimenta.

-Que isso, agradeça à Clériga Dawn, ela que nos trouxe aqui. - Júlia responde.

-Nunca confiei nela e nos seus portais, bom, vou agradecê-la depois! - Ele diz entusiasmado. - Bom, o Rei não vai se salvar sozinho não é? Aqui... - Ele abre o grande portão, nos dando acesso ao castelo. - Eu não posso me retirar do meu posto, mas vocês podem ir proteger o Rei. Vão! Boa sorte jovens! - Ele nos permite a entrada então saímos em desparada até o castelo.

Assim que adentramos o portão principal, nos vimos o estrago que estava escondido de nós. Hordas de mortos-vivos para todos os lados, casas desabando, queimadas, moradores desesperados, e um homem jovem, que tinha no máximo vinte e cinco anos de idade, lutando contra os mortos vivos. Ele tinha um cabelo castanho claro e curto. Trajava uma armadura cinzenta, prateada e um machado dourado. Ele parecia muito mais forte que nós, mas os esqueletos estavam lhe causando dificuldade.

Assim que ele notou nossa presença, destruiu todos os inimigos à sua volta, vindo imediatamente à nós.

-O que estão fazendo aqui, crianças? Isto é um lugar perigoso! Retirem-se imediatamente de Swordhaven! - Ele disse, com certa grosseria.

-Nós estamos aqui para ajudar! Não percebe nossos equipamentos? - Eu revido, fazendo uma cara tão brava quanto à dele. Ele finalmente, então, analisa nossos itens, e adota uma postura mais amigável.

-Mil perdões! Me deixei levar pela idade de vocês e nem me dei conta dos seus armamentos! - Ele diz gentilmente, parece que ele não é maldoso, como aparentou ser. - Meu nome é Artix Von Krieger, sou o Paladino Real do Rei Alteon, e, no momento, preciso de ajuda contra essas hordas malditas! Poderiam nos ajudar? - Ele pergunta com uma voz doce.

-Claro que podemos, viemos pra isso! - Kauã diz chegando um pouco para frente. - Nos diga, o que precisamos fazer?

-Além de ajuda com ESSES mortos-vivos a nossa volta, - Ele aponta para os milhares de bestas ao nosso redor. - há um esqueleto gigante bloqueando a passagem para o castelo, mas eu não posso ir por conte DELES, - Ele novamente aponta. - poderiam me ajudar com esses dois probleminhas?

-Claro! - Respondemos em uníssono, aguardando nossa primeira ordem.

-Muito bem, vamos lá! Primeiro, eu preciso que vocês socorram os moradores sobriventes, traga-os para a Taverna, bem alí, ó! - Ele nos mostra uma estalagem próxima. - Diga-os que estou cuidando da situação, eles vão entender.

-Certo! - Respondem em uníssono e nos separamos em equipes. Eu fiquei com o Breno e a Maria. O Kauã fez time com a Jú e a Santos. O Wallace e Cauã ficaram com a Ferreira e Raíssa.

-Por aqui! - Digo, correndo em alguma direção.

Assim que chegamos a algum ponto do reino, vimos uma horda menor de esqueletos, batalhando contra os guardas, que não eram muitos. Alguns deles vieram em nossa direção. Três, pra ser exato.

-Aí vem eles! - Maria diz, se preparando. Seria o primeiro combate dela, vamos ver como ela vai se sair. Um esquelo empunhando uma espada e escudo parte pra cima dela, fazendo ela se amedrontar. Mexo minha boca e mando para ela um "você consegue!" e ela entende o recado. Restitui suas forças e carrega uma magia simples. Ela mira no seu alvo e atira, acertando em cheio! O esqueleto cai com o impacto, derrotado.

-Isso aí! Vai time! - Ela comemora, o orgulho toma conta de mim assim que a vejo pular de alegria. Infelizmente sou interrompido com o som de uma magia sendo carregada, fazendo-me virar e me preparar. Um esqueleto, parecido com os de mais cedo, estava carregando uma magia de gelo, ao invés de fogo. Rapidamente conjuro Escudo Arcano, e a magia acerta em cheio nele, quebrando-o instantâneamente. o Escudo Arcano, protege meu corpo inteiro, fazendo com que nada me atinga durante algum período, porém, o dano é transferido para minha Mana, que é minha força para conjurar feitiços. Como um "sangue mágico".

-Aí! - A magia conseguiu me acertar ainda, meu Escudo Arcano estava fraco, precisava de alguém para me ajudar a melhorá-lo. Mas, por sorte, o dano foi míinimo, como um leve ardor ao pegar em gelo. Então preparo a minha magia, Bola de Fogo.

-Então toma essa, Ômega 3! - Atiro a carregada esfera em chamas em direção ao meu inimigo, causando uma explosão no impacto. - Não mexe comigo, carinha de Calcitran! - Provoco-o novamente, já no chão. Viro-me e vejo Breno olhando para mim, sorrindo. Coro levemente e sorrio de volta, mas o faço ter mais atenção ao redor. - Olha pra frente, bobo! - Aponto para o morto-vivo, semelhante o que Maria enfrentou, partindo lentamente na direção de meu amigo, ele rapidamente se prepara, empunha suas duas adagas e corre como ninguém. Que rápido!

-Vamos ver quem vai ganhar, branquinho? - Ele então dá dois golpes super rápidos no tórax do oponente, que então se protege com seu escudo assim que vê o terceiro. O golpe não foi bem sucedido, visto que se chocou com a defesa adversária, mas o Breno é muito rápido, e se recuperou em segundos! Com um passo executado quase que na velocidade da luz, que o posicionou atrás do alvo. Ele então dá uma rajada de apunhaladas em seu alvo. Eu e Maria ficamos boquiabertos com tamanha velocidade, ele deve ter treinado sozinho, não é possível!

Após essa rápida sucessão de golpes, o oponente cai no chão, demolido.

-Uau. - Foi a única coisa que saiu da minha boca e da Maria. Simplesmente incrível!

-Que mãos, né? - Ele diz com um sorriso de lado, se gabando. De início eu não entendi muito bem, mas depois que entendi, minha cabeça virou a mais perfeita representação da cor vermelha. Dei um soco bem fraco no seu braço.

-AI! ESSA DOEU! - Ele grita de dor, achei justo.

-Não é hora pra isso! - Dou-lhe um pequeno sermão, mesmo não podendo segurar o riso.

-Então quer dizer que depois nós podemos? - Ele continua com a brincadeira, agora eu adoto uma postura mais séria.

-Vai à merda, Breno. - Digo e ele faz uma cara de "o que eu te fiz?". Então avisto um homem adulto, em cima de uma fornalha.

-Por favor, ajudem! - Ele aclama por ajuda, nos fazendo ir até a sua direção. Breno pega seu braço e o ajuda a descer. - Muito obrigado! Eu não sei o que faria se vocês não chegassem para ajudar!

-Não há de que! Estamos apenas fazendo nosso dever. - Maria diz sorridente.

-Estamos aqui em nome de Artix! Vá até a Taverna e se refugie lá, é mais seguro. - Eu explico, fazendo ele assentir, agradecendo novamente pela ajuda.

-Bom, parece que terminamos por aqui, certo? - Breno pergunto enquanto eu analiso o ambiente.

-Realmente, parece que não há mais ninguém aqui além dos guardas aqui. - Respondo assim que acabo minha análise.

-Por que não ficamos para os ajudar? - Maria pegunta.

-Porque estamos ajudando o Artix! E outra, por agora, é melhor evitarmos qualquer luta desnecessária, não estamos fortes o suficiente para tudo isso.

-C-certo... - Ela parece entender.

Então, nos dirigimos até o centro do castelo, onde Artix se encontra esperando-nos.

-Finalmente! Achei que ninguém ia voltar vivo! - Ele nota nossas caras de medo. - Era brincadeira! Seus amigos ainda não voltaram. - E então, se trocam por caras de alívio. - Prontos para a próxima ordem?

-Estamos sim! - Digo confiante.

-Pois bem, o gigante que bloqueia a entrada ao castelo permanece lá, queria que vocês o derrotassem e abrissem a passagem ao castelo. 

-Moleza! Bora galerinha! - Breno diz empolgado, puxando-me. Confesso que também estou, esse seria nosso primeiro grande desafio. Espero que a gente consiga.

No caminho enfrentamos mais alguns esqueletos, mas nada que não possamos combater. Ao chegar nos portões para a parte de dentro do castelo, nos deparamos com o Esqueleto Gigante. E ele era realmente gigante! Tinha uns três ou quatro metros e empunhava uma espada maior que a gente!

-Então... - Maria diz, amedrontada. - Eu tô indo nessa, beijão! - Ela se prepara pra correr mas eu a puxo.

-Nananinanão! Você vai enfrentar esse bicho com a gente como a mulher poderosa que você é! - A incentivo. Parece ter funcionado, isso a deixou muito mais confiante.

-Alguma estratégia, gênio da Matemática? - Breno provoca.

-Só porque tirei nove não quer dizer que sei de tudo no Universo! - Digo, enquanto pensava em algo. "Esse monstro gigante não deve ser rápido, não é?"

Minhas teorias foram confirmadas após o monstro ter nos percebido uns três segundos depois do meu grito. Que bicho lerdo...

-Já sei! Breno vem cá! - O chamo e ele fica bem do meu lado. - Pega suas adagas. - Ele faz assim como ordenado, eu crio um poder de gelo em minhas mãos, mas não lancei, este era diferente. Carreguei o poder nas suas armas, fazendo suas lâminas pegarem um tom mais esbranquiçado.

-E o que isso vai fazer? - Ele pergunta.

-Eu as encantei, seu idiota! Agora além do dano físico, ela darão um toque meio gelado a mais! Você causará mais dano e causará uma pequena lentidão, deixando-o ainda mais lento!

-Ah! Agora eu entendi! - Ele finalmente entende o plano, seus golpes rápidos causarão mais dano e vão alerdar ainda mais o oponente. - Tudo bem, vam- CUIDADO! - Ele grita assim que vê o enorme espadão vindo em nossa direção. Maria correu rapidamente para o outro lado e Breno havia me puxado, fazendo-me cair em cima dele.

-Agora estamos quites. - Ele pisca seu olho novamente, me fazendo corar muito de novo. Apenas me levanto e o ajudo a se levantar em seguida. 

-Então, vai lá, você consegue, vou estar aqui pra torcer por você e te ajudar, ok? - Digo em tom suave, e ele entende perfeitamente. - Ah! Não morra, por favor. -Ele sorri e cora levemente. É a primeira vez que o vejo corar, foi tão fofo! Dou-lhe um beijo na bochecha e um "boa sorte", e então ele parte para o combate.

-E o que a gente faz? - Maria pergunta assim que chega perto de mim.

-Assistência, como vai seu Curar?

-Muito bem! - Ela carrega a magia em sua mão. - E você, consegue conjurar ainda?

-Consigo sim. - Pego meu cajado. - EI! OSSADA!

O monstro vira em minha direção, então solto uma rajada de meu cajado em seus pés, fazendo-o se desequilibrar por conta do gelo. A oportunidade perfeita para Breno! E claro que ele aproveitou, se transportou para perto do esqueleto desferindo rápidos ataques em várias direções, fazendo o gigante finalmente cair.

Breno pulou em cima dele, disparando vários golpes em seu crânio, rachando-o pouco a pouco até quebrar-se, mas não destruir-se. O gigante, então, chacoalhou-se, expulsando Breno de cima dele, levantando-se. 

-Foi uma boa troca, mas se prepara que aí vem mais! - Grito, e Breno parte para cima. - Consegue conjurar Velocidade? - Maria assente e conjura a magia em Breno, tornando-o ainda mais rápido. Ele estava tão rápido que conseguia pular e permanecer alguns segundos acima do solo, tendo chance de golpear o morto-vivo nas partes de cima também.

O monstro não fazia ideia de como atacar meu amigo, então desistiu e partiu para cima de Maria, que conjura suas magias de suporte no Breno.

-NÃO! - Corri para ajudá-la, conjurando Escudo Arcano com todas as minhas forças. O impacto racha boa parte da espada, mas meu Escudo Arcano ainda precisava de treino, portanto, a espada conseguiu penetrar o escudo e me ferir. Não foi tão grave, mas ainda sim me feriu.

Meu braço sangrava pouco com o ritmo aumentando a cada segundo, já sentia meu corpo esfraquejar, mas eu não cai. Eu não podia cair. Eu não queria cair.

-RODOLFO! - Maria grita, me acolhendo em seus braços. - Está tudo bem?!

-S-sim... estou bem... não foi nada... grave. - Eu estava ficando cada vez mais fraco, minhas frases não se formavam muito bem.

-Aguenta firme! - Ela se preparou para conjurar o Curar em mim, para me fazer voltar ao campo de batalha, mas principalmente para eu ficar bem.

Ao me ver enfraquecido, Breno ficou com sangue nos olhos. Pude ouvir seu grito, e depois, o assalto ao monstro. Então, eu o perdi de vista, Maria me levou a um lugar mais afastado, para me recuperar devidamente. Eu só peço que Breno saia ileso, não posso o ver machucado por minha causa. Ah, Breno. Sinto muito.

 

 


Notas Finais


Continuo amando vocês <3
Ah gente, um Dracolich é um dragão esqueleto (tá na foto da capa ^.^)
Me desculpem qualquer erro! Fiz o capítulo e postei logo em seguida, não tive tempo de revisar! Mas prometo que quando eu puder o reviso e edito os erros, beijinho!
Edit: Já revisei tudinho e parece que ta tudo certo! <3


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