História Os 9 problemas de ser a ex do Castiel - Capítulo 42


Escrita por: e alytha

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Castiel, Personagens Originais, Rosalya
Visualizações 68
Palavras 1.438
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


JÁ LERAM "TARDE DEMAIS" DA COLLEEN HOOVER?! NÃO?! VAI LEEER
desculpa shausjua
É porque o livro realmente é bom pra porra caralho
Whatever
Disculp se o capítulo tá ruim, não me acostumei ainda narrando com um boy. Ainda mais o Ryan que é a pessoa mais misteriosa da fanfic inteira (sem zuera, ceis não sabem de naada)
(O capítulo ficou um pouquinho maior do que eu esperava, mas tudo bem, ceis me perdoam né?)
ENFIM HEHE
boa leitura meus amorzinho ♡

Capítulo 42 - A Festa (parte 2)


Fanfic / Fanfiction Os 9 problemas de ser a ex do Castiel - Capítulo 42 - A Festa (parte 2)

Ryan


Desliguei o celular e guardei no bolso da minha calça. Então ela realmente não vai vir. Não estou surpreso, já esperava por isso. Mas estou decepcionado. 

Finalmente o cara do balcão terminou o meu drink, o pego e dou uma bela olhada ao redor. Tem muitas garotas bonitas por aqui. Nenhuma se compara à ela - claro que não. Mas são bonitas.

- E aí, Júlio? - Escuto uma voz de taquara rachada irritante me chamar ao meu lado.

- Quer parar de me chamar assim, inferno? - Me viro para Rosalya que vestia uma roupa colorida. Unicórnios...?

Ela ri e pede o mesmo que eu pedi, me olhando logo em seguida.

- Olha, eu juro que eu tentei convencer ela, mas...

- Ei, nem começa com esses discursos toscos de desculpas. Eu já sabia que ela não gostaria de vir. Ela não gosta de festas. 

Ela não gosta de muitas coisas, eu penso comigo mesmo.

- É. É meio confuso, sabe? Ela gostava no Ensino Médio. Mas aí o Castiel apareceu e estragou tudo.

Ela não gosta do Castiel. Ou ela apenas está machucada por ele. Ele machucou ela. Ah... se eu encontrar esse cara dando bobeira eu quebro ele na porrada.

- Hm. Por que? Ele colocava uma coleira nela e dava biscoitinhos como recompensa por ela se comportar bem? - Pergunto fazendo pouco caso.

Rosalya ri e pega o copo.

- Podemos colocar por isso mesmo. Era praticamente isso o que eles dois tinham, eu acho. Ela nunca me contou realmente o que acontecia, nós... - Rosalya deu uma pequena pausa, como se estivesse tentando apagar essa parte ruim das memórias dela. É, eu sei bem como ela se sente. - ... Nós meio que perdemos contato nessa época. Era ela e o Castiel e eu e a vida. - Ela termina dando de ombros e virando de uma vez o copo.

Ah, mas é muito filho da puta mesmo.

- Achei que vocês eram tipo aquelas garotinhas dos filmes. Que vivem juntas, sabe?

- Hoje em dia -nos somos. Eu acho. - Ela ri e vai para a pista, dançar junto com outros caras.

Observo um pouco em como Rosalya dançava com as outras pessoas e flertava com pessoas ao mesmo tempo. Cara dela fazer isso.

Finalmente viro a droga  copo na minha mão e tento afastar meus pensamentos ruins. Qual é, eu tô em uma festa. E eu adoro festas.

Decido olhar diretamente para uma garota de cabelos loiros que estava sentada perto do DJ. Ela percebeu meu olhar e começou a fazer o joguinho de encarar comigo. Que pena, eu sou o rei nesse jogo.

A regra é bem simples. Duas pessoas se encaram apenas passando desejos pelos olhares, quem desviar primeiro, perde. E é fácil fazer garotas desviarem o olhar.

Levanto uma sobrancelha com um sorrisinho sacana nos lábios. Ela passa a língua levemente pelos lábios entreabertos. Temos uma experiente aqui, senhoras e senhores.

Peço mais um drink sem tirar os olhos dos grandes olhos azuis que ela tinham. Olhos azuis são legais, parecem o céu. O céu da minha infância. Óbvio, nada vencia os lindos olhos castanhos da minhas pequena. Ah... minha pequena. Com aqueles olhos castanhos e secretos. Nunca descobri de fato o que se passava com aqueles olhos.

E aqueles lábios carnudos de matar qualquer um, nossa, como eu amo os lábios daquela garota. As pequenas e macias bochechas, que eram escondidas atrás do longo e liso cabelo negro. Totalmente escuro. 

Não é castanho, não é loiro e muito menos pintado. São lindos fios negros como a noite. Como a noite da minha adolescência. E o cheiro deles. Sim, o cheiro deles. Como o cheiro deles me mata. Como ele era mesmo...? Ah, sim. Avelã com hortelã. 

A garota loira continua me olhando de forma sensual, enquanto tudo que me deixa excitado hoje em dia é a minha pequena. Solto uma risada do meu desespero por ela. Quem eu quero enganar? Eu amo aquela garota.

A loira começa a se aproximar. E é aí que eu ganho. Eu sou o rei desse jogo. 

Faço uma careta e mostro a língua.

Ela me olha torto e então desvia o caminho, indo para bem longe.

Começo a rir sozinho, pegando o copo no balcão. Como se eu fosse ficar com alguma garota sendo que a única que eu quero não está aqui. Até parece.

Falando nisso, como minha pequena deve estar nesse momento?

Viro o meu segundo copo e volto o meu olhar para a pista. Troyan e Derick já estavam aqui. Troyan vestido de diabo e Derick vestido de cientista. Até que ficou legal.

Troyan e Rosalya começam a dançar e Derick me avista, mas finge que não. Esse garoto ainda tem intriga comigo? Vá se fuder, nerd mimado do caralho.

A música era boa. Que música é essa? Sinto que já escutei em algum lugar. Deve ser mais uma dessas batidas clichês de boates.

Mais uma coisa clichê.

Me pergunto o que eu estou fazendo aqui, afinal, não quero pegar ninguém daqui e não sou muito de dançar.

Tudo não passa de um jogo.

É. Tudo é um mero jogo. E eu sou o rei dos jogos.

Só perdi dois jogos a minha vida inteira. E obviamente, um deles foi com a minha baixinha. É, ela sabe ganhar jogos. Ela é a minha rainha de jogos.

Apenas minha.


[...]


- E aí, tá curtindo? - Lety se aproxima de mim, sentando ao meu lado na janela.

Sorrio um pouco. Sorrir para as pessoas é fácil. É fácil fazer elas verem apenas o seu sorriso.

- Tô sim. Tá bem animado alí. - Faço indicando com a cabeça a pista.

Ela ri carismática, fingindo se importar.

- Obrigada. Mas e aí, cadê a Chapeuzinho Vermelho?

Por um momento não entendi sua pergunta, mas lembrei que eu vim fantasiado de Lobo Mau. Até porque não tem nada bom comigo.

- Qual delas? - Falo sorrindo de canto.

Ela ri mais uma vez e dá uma leve batidinha no meu ombro. Sinto o seu cheiro de álcool.

- Ai, Ryan, tu não presta. Eu tô indo, qualquer coisa só chama, ok?

- Pode deixar. - Sorrio e ela sai acenando.

Até que a fantasia de gato ficou legal nela. Como seria ela com uma fantasia dessas?

Seu cabelo negro provavelmente estaria puxado para trás, reforçada por uma tiara de orelhas de gatinho. A conhecendo, ela escolheria uma fantasia de gato preto. Claro, tudo na vida dela parece ser preto, escuro. Seus cabelos principalmente. Com cheirinho de Avelã e Hortelã. 

Um grito me tira dos pensamentos e eu me viro. Espera, um grito?

Havia uma multidão perto da pista, todos afastados formando um círculo. Ok, ou tão invocando o capeta ou alguém tá brigando.

Prefiro a segunda opção.

Me aproximo e levanto o pescoço, para ver melhor e assim vejo um cara de cabelos vermelhos sendo segurado por um outro garoto, loiro. Troyan e Derick. Eles brigaram? Não...

Me viro um pouco e vejo um outro garoto, no chão, com um pequeno rastro de sangue no canto da boca.

Mas o que caralhos aconteceu aqui?

Vejo Rosalya um pouco atrás de onde os dois estavam. Me aproximo dela e ela estava com uma cara completamente surpresa e assustada. 

Pego ela pela mão. Ela me olha, saindo do transe e indico com a cabeça para sairmos. Ela afirma com a cabeça e pega o Derick pela mão, que puxa Troyan também.

Nós quatro saímos da casa e chegamos perto do meu carro.

-- EU NÃO ACREDITO QUE VOCÊ FEZ ISSO! - Derick grita assim que nos afastamos o suficiente da casa, com uma voz fraca. Daqui duas frases, ele vai começar a chorar.

- FOI PARA O SEU BEM! - Troyan retruca, olhando firmemente para Derick. Ele não parecia bêbado.

Os dois pareciam perfeitamente sóbrios.

Olho para Rosalya pelo canto do olho, que ainda mantinha o olhar de espanto no rosto.

- NÃO SE RESOLVE AS COISAS ASSIM, TROYAN. NUNCA! - Derick fala com a voz quase falhando. Mais uma frase e ele começa a chorar.

- Meninos... calma... foi um mal entendido... ei.. vamos todos pra casa... descansar... - Rosalya tenta falar, interrompendo os dois.

- Rosalya, me desculpe por te intrometer no meio. - Troyan fala se virando para ela. - Você não tem nada a ver com isso.

- Aquele garoto também não! Ai meu Deus, Troyan! Como você consegue ser tão impulsivo assim?! - Derick fala deixando algumas lágrimas cair.

Ganhei.

- Derick... tenta se acalmar. - Troyan fala se aproximando dele.

- Não! Já chega! Chegando em casa, você vai pegar as suas coisas e vai voltar para o seu apartamento. SEM DISCUSSÕES! - Derick fala e vai quase como um furacão para o seu carro, seguido de Troyan, que se desculpa mais uma vez para nós.

Eu e Rosalya ficamos alguns minutos em silêncio.

- Então... - Eu digo quebrando o silêncio que odeio ter com outras pessoas. - Quer carona pra casa?




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