História Os 9 problemas de ser a ex do Castiel - Capítulo 43


Escrita por: e alytha

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Castiel, Personagens Originais, Rosalya
Visualizações 71
Palavras 1.075
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


EAE PESSOAS
eu tava aqui pensando
Como vocês imaginam que eu seja, tipo, tanto fisicamente quanto psicologicamente?
(Tem nada a ver com o capítulo, só pensei nisso agora e pah)
Enfim
O capítulo é narrado pelo Ryan
Bao leitura <3

Capítulo 43 - A Festa (parte final)


Paro em mais um sinal e abaixo o volume do rádio, com o intuito de fazer Rosalya ficar incomodada com o silêncio e começar a falar.

- Sobre o que aconteceu... - Ela começa ainda olhando pela janela. É, eu ganhei de novo. - Foi bem tenso.

- Eu notei. O que aconteceu, exatamente? Você viu? - Falei olhando para ela.

- Bom... Troyan e eu estávamos dançando e... curtindo a música, sabe? - Afirmo com a cabeça quando percebo que ela já estava olhando para mim. - E... essa garota chegou e começou a dar em cima de Derick, que estava do nosso lado.

Me viro para frente e solto o freio, o sinal estava aberto novamente.

- E ele falou, sem jeito, que não gostava de garotas e que já namorava. Mas a menina continuou insistindo, até que ela pulou em cima dele e o beijou.

Sinto o seu corpo ficar tenso. Ela volta o rosto para a janela.

- Ele empurrou ela, claro. Ela acabou batendo em um cara, que achou que Derick havia feito pra o chamar pra briga e... ele ameaçou bater nele, mas o Troyan foi mais rápido e bateu nele primeiro.

Ouço as coisas com atenção, escutando a voz de Rosalya ficar cada vez mais falha, indicando que ela vai chorar.

- Ryan, eu... eu fiquei tão assustada... eu não sabia o que fazer e aquilo me assustou.

- O grito foi seu?

- Foi.

Viro na sua rua e paro em frente ao seu prédio.

- Vai ficar tudo bem entre eles. Eu tenho certeza. - Falo forçando um sorriso e ela sorri fraco de volta.

- Eu espero. Valeu pela carona.

- Por nada, madame.

Ela solta uma risada e sai do carro, entrando no prédio.

Dou a ré e começo a dirigir para o lado contrário da minha casa, pegando meu celular e discando o meu número favorito de todos.

Dois toques e ela atende.

- ...Alô?

Sorrio ao ouvir sua voz de sono.

- Oi, pequena. Te acordei?

- Oi... não... mas eu tava quase dormindo.

Solto uma risada pequena.

- Desculpa. Posso passar aí? 

- Você não tá na festa junto à Rosa e os outros?

Mordo o lábio inferior e saio do carro, vendo que já estava na frente do seu prédio.

- Eu te explico depois. Abre a porta pra mim. - Respondo entrando no elevador.

- Ahn... ok. 

Desligamos e saio do elevador em seguida, escutando os barulhos de chaves do outro lado da última porta do corredor.

Ando até ela e a mesma se abre, revelando uma garota baixa, vestindo um dos meus moletons. Com os cabelos negros bagunçados caindo pelos ombros, um olhar cansado e aliviado. Ela estava aliviada em me ver. E eu também.

Que visão.

- E aí. - A comprimento. Vejo o canto de sua boca abrir em forma de sorriso, com ela abrindo espaço para eu passar.

- Você nem tá cheirando à álcool. Foi mesmo em uma festa? - Ela pergunta enquanto me olha adentrar no pequeno apartamento.

- Óbvio que eu estava. Mas aconteceu uma briga.

Escuto a porta fechar e me viro, me deparando com um rosto surpreso e curioso.

Sorrio.

- Você tem salgadinho e sorvete? - Pergunto.

Ela afirma com a cabeça.

- Por que? - Questiona.

- Vamos para a sacada.


[...]


- É. Foi isso que aconteceu. Aí eu deixei Rosalya na casa dela e resolvi dar uma passada aqui. - Termino de contar e como mais salgadinho.

Ela mantinha os olhos fixos aos meus, processando cada palavra que eu disse. Obviamente ela não dormiu por um bom tempo e está tendo dificuldades pra decifrar os códigos de linguagem. Francamente, tinha que ser isso.

- Então... Derick e Troyan... - Ela começa.

- Brigaram feio. - Completo jogando mais um pacote no lixo e pegando o pote de sorvete das mãos dela. Caralho, eu tô morrendo de fome.

- Por essa eu não esperava. - Ela assume passando a mãos delicada aos longos fios negros.

Sorrio em ver o movimento que o seu cabelo fez. Tomo mais um pouco de sorvete. Ela é a minha rainha.

- Mas e aí... ficou alguém lá? - Ela pergunta, evitando ter contato visual comigo.

Rio da sua pergunta, a fazendo olhar para mim.

- Tá brincando? Eu só tenho olhos pra você agora. - Falo sorrindo.

Ela cora um pouco e desvia o olhar de novo.

Seu olhar vai para frente, vendo as luzes de Nova York.

- Entendi. - É tudo que responde.

Termino o pote e o coloco no chão, me aproximando dela e pegando na sua mão.

- Eu senti sua falta. - Sussurro.

- Eu também. - Ela fala, voltando seus olhos castanhos para mim.

- Sentiu mesmo?

- Óbvio. Acha que eu sou que nem você? Sem sentimentos?

Rio do seu comentário sarcástico.

- Claro. Senhora dona do meu coração.

Ela sorri besta.

- Por que parou de ligar e mandar mensagens? E de falar comigo? E de me assustar antes das aulas? E... - Coloco o indicador nos seus lábios, a fazendo calar.

- Ei, eu estava ocupado com algumas coisas, desculpe. Mas agora eu estou aqui, não estou?

Ela retira minha mão.

- Que coisas?

- Ah... faculdade.

- Não minta pra mim.

Suspiro e solto a sua mão, virando meu rosto para frente.

- Meu irmão resolveu que vai morar com a avó agora. - Falo simplista.

- E isso é ruim? - Ela pergunta.

- Pro meu irmão, é. Sabe como é, a minha vó não saberia cuidar de alguém como ele. Nem a minha mãe conseguiu. E eu sei que a minha mãe foi meio imprestável, mas porra, ela tentou. Um pouco, mas tentou. Minha vó não tá preparada pra cuidar daquele imbecil. - Falo me sentindo levemente enjoado.

- Ei, Ryan, calma. As coisas vão melhorar. Se o seu irmão quer ir, deixe que ele vá. Ok? - Ela me aconselha, se levantando.

Respiro fundo.

- É, você tem razão.

Ela segura meu rosto com suas mãos delicadas, me fazendo olhar para essa obra de arte.

- Eu tô morrendo de sono. Quer dormir aqui?

Faço que sim com a cabeça e ambos vamos para dentro. Pego um dos meus pijamas que já fica aqui e o visto, deitando em sua cama enquanto ela mexia no celular. Parecia mandar mensagens para alguém. A abraço forte por trás e olho o nome do contato.

- Quem é Ambre? - Pergunto.

- É uma amiga da época de escola. - Ela termina de escrever a última mensagem de boa noite, desliga o celular e o coloca no criado mudo.

Deixo leves beijos pelo seu pescoço. Esse cheiro dela... me deixa louco.

Ela solta algumas risadinhas.

- Boa noite, Ryan.

- Boa noite, baixinha. - sussurro no seu ouvido e a aperto um pouco mais. Adormecendo enquanto sentia seu incrível e viciante cheiro. 




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