1. Spirit Fanfics >
  2. Os amores de Marinette Dupain-Cheng >
  3. Reação

História Os amores de Marinette Dupain-Cheng - Capítulo 16


Escrita por:


Notas do Autor


Olá amadas e amados.
Eu me empolguei bastante com esse capitulo.
Espero que curtam tb!
Boa leitura!

Capítulo 16 - Reação


Marinette teve receio antes de sair com Louis, e não era sem motivo. Diferente de Luka, Louis estudava na mesma sala que ela e eram do mesmo grupo de amigos. Significava que eles obrigatoriamente teriam de se ver todos os dias, andar juntos, passar os intervalos juntos.... E, por mais que gostasse do rapaz e até se sentisse bastante atraída por ele, Marinette não queria um envolvimento maior.

Felizmente, Louis sabia bem disso e soube respeitar o espaço da menina, ao mesmo tempo em que se aproveitava da proximidade para ficadas sem compromisso. Assim, pouco a pouco, com a cautela necessária para que ela não colocasse um muro entre ambos, foi se tornando cada vez mais próximo. E lá estava Marinette, de novo, vivendo uma amizade colorida, ainda que em tons bem mais vibrantes, desta vez com o moreno de olhos claros mais desejado da Françoise Dupont.

Diferente do que tinha vivido com Luka, no entanto, Marinette não tinha tanto apego ao rapaz. Por outro lado, a química entre eles era estrondosamente mais forte. Não era fofura, nem delicadeza; era fogo e gasolina.

Passavam-se cerca de três meses desde o encontro no parque. Por essa época, Adrien começou a desejar fortemente rever Marinette. Sentia saudades das conversas amistosas tarde da noite, das partidas de videogame, das maratonas de filmes e séries e até mesmo de ajudá-la na costura. Sentia falta de estar perto da amiga. Uma saudade dolorida.

Faltavam poucos dias para o seu aniversário e desejava compartilhar com ela a sua excitação por estar a cada ano mais próximo da sua maioridade e, finalmente, da sua liberdade. Não poderia entrar em detalhes, uma vez que essas visitas aconteciam na figura de Chat Noir, mas poder fazer um desabafo, ainda que velado, seria um alívio para o garoto.

Adrien saiu do chuveiro e chamou por Plagg.

- Plagg, preciso sair.

- Ah, não, garoto! Eu detesto me transformar.

- Eu necessito ver a Marinette.

- Ué, você já superou a sua mágoa? Pensei que ia ficar remoendo aquela história pra sempre.

Adrien revirou os olhos, mas preferiu ignorar a provocação.

- Plagg... mostrar as garras!

Não demorou mais do que alguns minutos para que Chat Noir chegasse à casa de Marinette e tomasse um tremendo balde de água fria. Ele havia vindo mais cedo do que era o seu costume, embora já fosse noite, e se deparou com Marinette e Louis aos amassos. Seu sangue ferveu.

“- Isso só pode ser brincadeira!”

Chat Noir saltou até o telhado e puxou seu celular secundário, com o qual costumava manter contato com Marinette. Telefonou para a garota.

- Meu celular.

- Deixa, Marin...

Ela deu ouvidos a Louis e ignorou o toque. Chat não desistiu. Ligou novamente.

- Pode ser alguma coisa urgente...

Louis apelou para os beijinhos na nuca, puxando a garota de volta.

- Seus pais estão em casa. Não é nada.

Chat bufou irritado. Saltitou até a cobertura ao lado e catou algumas pedrinhas, que passou a atirar na janela da menina.

- Que barulho é esse, Marin?

- Que barulho?

Ela demorou a se dar conta do som das pedrinhas batendo contra o vidro.

- Esse. – Louis disse, apontando na direção da janela.

Marinette deixou os braços do seu Poseidon um pouco contrariada, para ver o que estava ocorrendo. Quando abriu a janela, avistou o gato preto no telhado em frente, fazendo gestos para que ela pegasse o celular.

- O que foi, Marin?

- Ahn... Não é nada... Deve ser algum idiota de palhaçada, só pode.

Finalmente pegou o celular e leu a seguinte mensagem.

"Estou há meses tomando coragem para vir te visitar. Você tem cinco minutos para despachar esse paspalho."

Marinette bufou possessa. Digitou rapidamente:

"E se eu não quiser?"

Louis olhava intrigado pro rosto da garota, iluminado pela luz forte do aparelho. Ela mordia o lábio inferior, tinha as bochechas tingidas de vermelho e parecia irritada .

"Se não... Irei me apresentar pessoalmente ao grandalhão e expulsá-lo daí a pontapés."

"Você não teria coragem."

"Vai arriscar?"

Não houve nova resposta. Chat riu vitorioso.

- Louis, eu preciso fazer uma ligação. Você se importa se eu for até o terraço por cinco minutinhos?

- Cinco minutinhos. Nem um a mais. Ou eu pego seu telefone e mando seja lá quem for catar coquinho.

Marinette riu boba com o sorriso ladino que Louis lhe lançou.

- Já volto. Prometo.

Deu um selinho no moreno e subiu as escadas em seguida. Chat Noir viu Marinette saindo pela portinha do alçapão para o terraço e imediatamente saltou até ela.

- Você enlouqueceu ou o que?

- Eu que te pergunto. Não posso mais te visitar, Dupain-Cheng?

- Eu estou com visita.

- Visita? Sei bem como é esse tipo de visita.

- Não faz diferença! Estou com meu... amigo... o Louis. E não posso mandá-lo embora assim, de uma hora pra outra.

- Amigo, Marinette? De novo com essa história? Se chego um pouco mais tarde ia presenciar novamente cenas impróprias para menores de dezoito anos.

Marinette corou como um pimentão.

- Eu não sei do que você está falando...

Chat deu mais um passo em direção a ela. Seus olhos faiscavam.

- Eu vi, Marinette.

- Viu o que?

Mais um passo.

- Você e seu “amigo", o tal do Luka. – disse ironicamente, fazendo as aspas com os dedos das mãos.

Marinette paralisou.

Mais um passo.

Chat estava perto demais.

- E eu não vou deixar que aquilo aconteça de novo... Com esse daí. – falou em tom de desprezo, apontando com o queixo na direção ao quarto.

Estavam próximos o suficiente para que Chat pudesse farejá-la. Sentia o cheiro da própria garota misturado ao cheiro do seu rival. Seus instintos felinos o impeliam a marcar território.

Chat puxou Marinette e a prendeu em um beijo repentino, que deixou a garota totalmente sem reação. E o beijo... Era bom, bom demais. Como ela jamais imaginou que poderia ser.

Não percebeu quando o herói em couro negro a envolveu com seus braços, segurando-a pela nuca. O susto passou. Esqueceu-se completamente da sua “visita”, entregando-se aos beijos do herói, aos quais correspondeu de bom grado.

Porém, como tudo o que é bom dura pouco, foi chamada de volta à realidade. Desceu como um raio do céu até a Terra quando ouviu o ranger da portinhola do alçapão, que se abria.

- Cinco minutos, Marin!...


Notas Finais


Genteeeee
Eu acho q infartava no lugar dela.
Kkkk
Deixem comentários!
Besitos e até o próximo!!!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...