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História Os anjos de Zeus (Jikook, Chaelisa, Jensoo, Taeyoonseok) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oi galeraaa!!

Se você realmente tá lendo isso, é porque vai ler essa fanfic (meio obvio)

Ela também ta sendo postada no Wattpad.

Eu queria logo avisar que eu n vou postar sempre, na verdade, talvez demore, já que ela vai ser longa (eu espero, depende de vocês).

Mas antes de tudo, não me matem, obrigado.

tenham uma boa leitura!!

Capítulo 1 - Prólogo - Outro Mundo Depois da Morte


Fanfic / Fanfiction Os anjos de Zeus (Jikook, Chaelisa, Jensoo, Taeyoonseok) - Capítulo 1 - Prólogo - Outro Mundo Depois da Morte

Os Anjos de Zeus.

Prólogo – Outro mundo depois da morte

Pov. Jimin

— Bom dia família! — Desci as escadas com pressa e peguei um pão pronto na mesa, estava atrasado no meu primeiro dia.

— Bom dia maninho. Seu lanche está na mesinha ao lado da porta. — A panela fez um barulho de fritura, chutei que estava assando o pão. — Sei como é atrasado, estudou a prova de química?

—Obrigado, não sou tão atrasado assim, e não. — Dei um beijo na minha mãe que estava assistindo televisão e corri para a porta, antes pegando o meu lanche.

— Se você não passar vou pegar seu vídeo-game para mim! — Gritou da cozinha, parei na hora e sorri debochado, mesmo sabendo que ele não veria.

— Vai sonhando! — Rebati gritando — Só poderá ficar com ele quando eu morrer! — Tranquei a porta e sai em disparada para o ponto de ônibus.

Talvez se eu vira-se o flash eu conseguiria chegar no horário da 2º aula.

Não me apresentei certo? Sou Park Jimin, o cara mais gostoso do colégio, ou como me chamam Gostoso. Tenho 18 anos recém formados há duas semanas, em outras palavras, vou poder beber sem o atendente me olhar feio, chupa Jackson! Sou atualmente o nerd do time de futebol americano, gosto de tudo um pouco, se é que me entende.

Minha família é muito unida, eu e meu irmão trabalhamos para sustentar a casa, já que nossa mãe tem Parkinson, então trabalhamos para juntar o suficiente para pagar o tratamento. Nosso pai morreu há muito tempo, foi assassinado pelo meu irmão depois que ele acabou encontrando meu pai me estrupando.

Não sou pegador, na verdade, eu fico com uma pessoa atualmente, seu nome é Louis, ele gosta de um garoto chamado Harry, e só ficamos para fazer ciúmes nele, mas na real é que eu não sinto nada pelo Lou, e o Harry nem sabe de sua existência, já falei milhões de vezes para ele falar com o crush.

— Minnie! Corre, eu não vou segurar ele por muito tempo! — Aumentei minha velocidade e pulei para dentro do ônibus, encontrando o motorista comendo e me olhando com cara feia. — Agora ta me devendo um almoço, de preferência, que não seja da cantina. —Olhei com cara feia para o Mark e caminhei em direção a um lugar vazio. —Mal agradecido!

 

Quebra de tempo

—Ei ChimChim, me passa a um, e a dois, e a tua prova— Olhei incrédulo para o Mark, ele não estuda e eu tenho que lidar com isso? Se bem que, eu também não estudei, mas ele não precisa saber.

Eu estava prestes a responder de uma maneira muito “educada” quando escuto um barulho alto. Rapidamente me levanto e olho para a janela a minha esquerda, mas não consigo correr a tempo, só escuto uma explosão e vejo um vidro cortar meu olho direito antes de tudo ficar escuro.

Não pensei que morreria tão cedo... Acho que ninguém espera.

 

 

 

Pov. Chaeyoung

—Tem certeza Chae? — JB me pergunta baixinho. — Você sabe que isso pode te dar problema com os Parks, sabe que sua mãe não gosta... isso pode ser perigoso — fala visivelmente preocupado

—Não se preocupe JB, eu consigo facilmente fazer isso, além disso, são tudo umas lesmas, vai ser fácil. — falei despreocupada, entrei no banco de motorista e olhei para ele com uma cara fechada — eles não importam, ela não é minha mãe, eles não são minha família — liguei o carro e coloquei o pé no acelerador. Olhei para ele novamente e sorri — E aqui, meu nome é Rosé! A gente se fala na linha de chegada, JB!

Acelerei com meu hennessey venom gt  e fiquei lado a lado com mais três corredores, essa corrida me daria 23 mil reais para casa, não é o máximo que já ganhei, mas é muito e vale a pena a meu ver.

Bom, vale se eu não parar na prisão.

Chamo-me Park Chaeyoung, 19 anos e “filha” adotada dos Jeon Park, os mais ricos da Coréia e todas essas besteiras de família perfeita se aplicam neles, pela mídia. O real é, são uma família desestruturada de merda. Um pai que só liga para o dinheiro e vive transando com sua secretária, e qualquer uma da rua que ele acha “gostosa”, sinto-lhe dizer que você tem um péssimo gosto papi. Temos nessa grande família, uma mãe drogada que só liga para suas roupas caras e quanto é o preço da droga do carinha da esquina que ta vendendo. Um irmão totalmente desgraçado que fica sempre numa casa de strip, sempre para na delegacia e nunca é preso por todas as merdas que faz.

E por fim, eu, a “desgraça da família”, a filha que é lésbica, esses desgraçados que queimem no inferno, eu odeio essa família, a única coisa que me acalma é meu carro.

— Vai! — acelero o carro e já viro na primeira curva, e rapidamente entro-nos 100km/h. mudo a marcha tentando ultrapassar o cara a minha frente. Depois de algumas tentativas, mudo novamente minha marcha, pisando mais forte e passo pelo cara mandando o dedo do meio para ele.

Depois de virar em mais uma curva, chego aos 200km/h mas não vejo a casa desabando a minha frente e acabo em baixo dela, o teto do carro amassa e sinto minha cabeça começar a sangrar além do meu olho direito arder como o inferno. Tudo fica escuro, mas ainda consegui escutar o carro fazer um alto barulho e o peso piorar em meu corpo, amassada completamente, ficando assim esmagada dentro de meu carro.

Eu percebi uma coisa nesse momento, o ser humano não tem realmente medo da morte, tem medo da escuridão que vem com ela.

Mas eu não tenho medo dessa escuridão, ela já esteve sempre comigo na minha vida.

 

 

 

Pov. Jisoo

— Sim, pai já estou indo. — Desci as escadas rapidamente para que meu pai não se atrasasse e entrei no carro. Estava indo com ele para a empresa, ele teria uma reunião importante com seus sócios sobre um novo aparelho tecnológico e essas coisas tudo ai.

Eu realmente me interessaria se fosse um vídeo-game novo.

Meu nome é Kim Jisoo, tenho 19 anos, e tenho uma ótima relação com minha família, namoro Byun Baek-hyun, o pior namorado que eu já tive. Admito que ele é lindo, mas ele também é muito possessivo e agressivo. Ele sempre tenta me controlar, já tentei terminar, mas acabei levando um roxo gigante nas minhas costas.

—Chegamos, vamos subir e você espera do lado de fora, ok? — assenti com a cabeça — depois vamos tomar sorvete e ai vamos ao karaokê — Ele falou tudo com um sorriso no rosto, me contagiei e comecei a pular do lado dele sorrindo.

Passamos pela secretária e subimos as escadas, me sentei em uma cadeira que tinha por lá e esperei pacientemente. Isso é tão chato...

Escuto gritos altos vindo da sala, de repente ouço um som alto e ensurdecedor, um tiro. Tento correr, mas minhas pernas parecem paralisadas e as lágrimas já escorrem pelo meu rosto, quando a porta é arrombada e de lá sai um executivo que correndo para salvar sua vida, quando uma bala atravessa seu peito. Olho para o lado assustada e tento correr novamente, dessa vez minhas pernas me obedecem, o atirador tenta me acertar, falhando, pois a bala passou de raspão pelo meu olho direito, isso me aliviou, mesmo que a dor fosse horrível, mas não durou muito, pois acabei caindo e fiquei mais assustada. O homem desconhecido se aproveita e atira na minha cabeça matando na hora.

Olhando para aquela arma, veio uma frase que escutei na escola de um homem, Confúcio.

“Aprende a viver bem, e saberás morrer bem”

Hoje entendi essa frase, mas foi tarde de mais para mim.

Acho que deveria ter vivido melhor, e aproveitado mais.

 

 

 

Pov. Taehyung

—Uma coca e um pão, obrigado. — A aeromoça saiu e voltei a comer com minha mãe — Finalmente vamos poder comemorar seu aniversário mãe! O Havaí deve ser ótimo!

—Sabia que iria ficar empolgado.

Sou Kim Taehyung, tenho 18 anos, tenho uma ótima relação com minha mãe, mas odeio meu padrasto. Ele é alcoólatra e fuma drogas, sinceramente, não sei como minha mãe é apaixonada por ele, já que ele bate muito nela e ainda trai com qualquer uma por ai, tenho nojo dele.

Eu estava muito empolgado com essa viajem, finalmente ficaria longe daquele desgraçado ridículo.

Mas como dizem, felicidade de pobre dura pouco.

Quebra de tempo

—Senhores passageiros, coloquem o cinto, estamos tendo uma turbulência.

Ainda estava meio tonto, já que estava dormindo, quando escuto uma explosão fico assustado. A aeromoça que distribuía os lanches novamente correu para o fundo do avião. Assustado e um pouco sonolento olho para a esquerda, vendo assim o avião passando pelas nuvens rapidamente. Sem tempo para raciocinar, escuto o barulho do avião batendo em terra firme.

A parte de cima é arrancada brutalmente assim dando a visão das árvores, uma delas, com seu galho afiado, acertou meu olho direito em cheio, e no segundo seguinte meu cinto rasgou e o avião parou de se arrastar, me jogando para cima. Senti uma dor agonizante em meu peitoral e percebi que tinha caído em uma pedra pontiaguda, escutei um grito alto, raciocinei que era minha mãe. Queria vê-la pela última vez. milagrosamente olho para o lado e dou um sorriso em sua direção, minha mãe tentava desesperadamente sair do cinto que a segurava para me ajudar.

A última coisa que ouvi, foi sua voz gritando meu nome.

É engraçado que as pessoas riem das crianças por ter medo do escuro, sendo que elas também têm medo do escuro, o escuro que vem junto, ao lado da morte.

 

 

 

“Mas que merda... Quem são vocês?!”


Notas Finais


E então? Oque acharam? Ficou bom?

Espero que vocês tenham gostado

Até a próxima galera!!!

Caso queiram ler no Wattpad:

https://www.wattpad.com/912852887


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