História Os arquivos da polícia da floresta- contos de fadas eróticos - Capítulo 21


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Prometo que essa história não acabará bem!

Capítulo 21 - O lobo e as sete crianças


Oh! Nunca se passou pela minha cabeça que um dia eu estaria aqui! Que eu seria uma dessas loucas que fazem o impensável em nome do amor – os policiais dizem que fora premeditado. Porém, os médicos discordam. Mas eu preciso concordar com eles. Fora uma insanidade temporária. Uma insanidade de minha parte. Insanidade. E agora, se um dia eu sair daqui não sei o que será de mim. Ou o que farei de minha triste ou melhor o que restou de minha triste vida.

Vivia feliz com meus sete filhos. Éramos tão felizes – a floresta orgulhava-se de nos ver, mesmo depois que o Sr. Cabra morrera, conseguira juntar os pedaços e ser feliz de novo. Cuidava de meus pequenos como uma mamãe galinha. Zelosa, prudente, feroz. Mas um dia – o vi. Passeando pela floresta, contou-me que estava a procura de um primo seu – fora visto por último perto da cabana da vovó. A princípio não acreditei, pensei: apenas um galanteio de sua parte. Contudo, algo em seu olhar atraiu-me e quando percebi estávamos na clareia da Cachinhos Dourados.

Caminhamos lado a lado sem perceber onde chegaríamos – e de repente – larguei minha cesta no chão. Nossos corpos atraíram-se como ímãs, nos beijávamos como João e Maria com ardor, um beijo pecaminoso e contra a lei da natureza. Suas patas gigantes em meu traseiro dando-me palmadas. E eu já estava me encharcando. Sentia sua masculinidade crescer sob meu leve vestido, só pensava em como acomodar a monstruosidade dentro de mim. Tinha a plena certeza de que o Sr. Cabra possuía um terço daquele mastro.

Ele retirou sua camisa de flanela vermelha exibindo um peitoral musculoso e peludo. Instintivamente comecei a tocá-lo, beijar o que sempre me fora proibido. Podia ver através de seu jeans – seu membro ereto e firme. Ele puxou minha touca de viúva, desde a morte do Sr. Cabra, nunca a retirava. Senti-me uma fêmea de novo. E ele – ah! Patas grandes e peludas como uma agressividade que me era desconhecida – rasgou minha peça íntima com dois movimentos de suas garras. Quando percebi já estava em seus braços, pressionada contra um carvalho, seu mastro colossal me penetrava com uma violência e eu gritava de prazer. Cruzei minhas patas em seu torso e a cada estocada – eu gritava. Um grito primitivo de prazer. Sua língua e sua enorme boca dançavam em meus lábios, meu pescoço, meus seios. Mordiscava-me e sorria, um sorriso feroz e encantador. Entreguei-me àquele macho como uma selvagem. Dei-lhe o endereço de minha casa, ele prometeu ir à noite.

Cheguei em casa com os cabelos em desalinho, sem calcinha, sem minha touca de viúva, e com sêmen escorrendo pelas minhas patas, corri para a banheira, deixei a cesta em cima da mesa da cozinha, entretanto não pude desviar de meus pequenos. Ah! Meus filhos! Eu amo vocês e sempre, sempre irei amá-los! Tenho sete! O mais novo deles perguntou:

—Fui atacada mamãe?

Argumentei que não fora absolutamente nada e entrei na banheira, recordando minha manhã de verão. Passei as patas pelo meu sexo, onde seu membro estivera. Me toquei, lembrando do meu selvagem, e sua lembrança gravada em minha memória me fez gozar. E mais uma vez – um grito primitivo escapou de minha garganta. Ouvi meus pequenos e suas batidas na porta:

—Mamãe, mamãe! O que aconteceu? A senhora está bem?

—Está tudo bem, meus amores. Mamãe apenas se desequilibrou e caiu na banheira.

À noite, ele veio me ver como prometera. Deixei a porta dos fundos destrancada. Suas patas deslizando pelo meu corpo me acordaram. Enrosquei-me em seu corpo peludo e notei sob a luz da lua seu roupão no chão. Ele viera sem roupas! Me pus de quatro patas enquanto ele – o meu selvagem, afundava-se cada vez mais dentro de mim. O Sr. Cabra dizia que essa posição era para os selvagens. Mas ele. Ah! Ele segurava firme meus seios e adentrava. A Bela deve ter sentido essa sensação ao ter a Fera dentro de si, não sei como explicar – nos remete aos primórdios, liberamos a fêmea selvagem e despudorada. E mais uma vez – litros de sêmen despejados em mim. Eu amava cada segundo com ele.

Meus pequenos iam à escola e eu o encontrava no limite da floresta entre a Terra do Nunca e Oz, em outras atrás da Torre da Rapunzel, às vezes ouvíamos a Bela gritar:

—Geme baixo! - e ríamos.

Seu membro volumoso e grande com veias salientes, conhecia cada uma delas, passava minha pata, seguindo o curso delas – da vara até os testículos firmes e redondas para sua idade. E a glande. Ah! A enorme glande, vermelha e inchada – quase engasguei a primeira vez que a provei. Brincava com seu sexo, pegava, apertava, lambia, chupava, beijava.

Todavia, evoluímos de um caso tórrido para um relacionamento sério. Ele queria unir-se a mim – aceitei prontamente. Só precisávamos contar aos meus filhotes. Combinamos um dia de primavera à noite – um jantar. O dia correu normalmente, meus pequenos foram à escola, contudo à tarde, vi que havia esquecido sua compota de morango. Não havia tempo para prepará-la, não tinha começado a preparar o jantar. Disse aos meus filhotes:

—Não deixem o Sr. Lobo entrar até eu chegar.

E fui ao armazém do Gepeto.

Cheguei em casa, a comida estava cheirando. Mas eu não havia preparado, questionei meus filhos sobre aquilo, teríamos um convidado especial para o jantar. Ele batera a porta? Negaram, temos um convidado especial para a senhora, mamãe – e sorriram, imaginei que ele se apresentara.

—Não devemos comer até que ele chegue – estava radiante.

Insistiram para que eu começasse, o convidado entraria em breve. Sentei-me à mesa de jantar, feliz. Uma enorme travessa de carne com batatas, cebolas fritas, aipo, cenouras pimentões coloridos salpicados com óleo e azeite. Uma travessa com macarrão espaguete com cubos, parecia pedaços de coração e um suco de beterraba. Comecei a comer mas preocupada com ele. Será que desistira? Ficara com medo de preconceito? Sempre o avisei de que tinha sete filhotes, minha bagagem o espantara? Meus filhos pediram-me que fechasse os olhos, o convidado entraria.

Fechei os olhos, extasiada. A minha frente – uma enorme bandeja de ouro, um de meus filhotes levantou a tampa.

Ele.

Estava ali.

Meu amor.

Meu lobo.

Meu lobo selvagem.

—Descobrimos que ele estava atacando a senhora e o matamos. Quem é o convidado especial? - as palavras ecoavam longe, parecia olhar a cena de coma. A cabeça de meu amado a minha frente e …

A polícia encontrou-me sentada à mesa da sala de jantar. Após meus filhos não irem à escola receberam uma denúncia – sei que foi feita pela Sra. Urso, desde que o Sr. Urso a traiu anda despeitada e rancorosa. Humilhando a floresta inteira. Os detetives recriaram a linha do tempo e acham que aconteceu da seguinte forma: ao ver a cabeça de meu amante na bandeja – surtei.

Matei meus filhos: enforquei, afoguei, sufoquei, matei a golpes de machado, tiros, esfaqueei e meu caçula – quebrei-lhe o pescoço. Assassinei cada um de uma forma diferente. A polícia diz que premeditei ou os teria matado de uma só forma. Os médicos dizem: à medida que os encontrei, simplesmente matei – o primeiro levantou a tampa da bandeja, o enforquei com um pano de copa. O segundo o alcancei na banheira – o afoguei; o terceiro estava em sua cama debaixo do cobertor, segurei o travesseiro contra seu rosto. O quarto tentou fugir para a floresta, o machado que era usado para cortar a lenha – usei para pôr fim a sua vida. Com o quinto, escondido dentro do meu guarda-roupa perto da arma do Sr. Cabra, a descarreguei. O sexto correu de mim, o vi passando pela cozinha – peguei a faca e o esfaqueei repetidas vezes. E o meu caçula – sentado em pânico na sala de estar, teve seu pescoço quebrado.

A polícia achou pedaços de pele nos lugares citados e suas cabeças na mesa. Sentada em uma cabeceira – eu e na outra: o lobo. Encontraram vestígios de uma sopa. Fiz uma sopa de meus filhos! Várias testemunhas me viram distribuí-la, inclusive João e sua madrasta, Rapunzel e seu marido policial, Peter Pan, Dorothy e seu totó, digo Thomas, a pequena sereia e seus marinheiros.

Três pessoas tentaram me defender mas a polícia não acreditou. O Pinóquio, vocês sabem como é, é um dos meus advogados mas teve um caso com a madrasta da Cinderela enquanto ainda estavam foragidas e em vez de confirmar – negou. E seu pênis atingiu o sexo de uma das xerifes que estava sem calcinha, ele a penetrou sem querer, foi acusado de estupro. Felizmente, ela o liberou após duas noites na prisão. Minha outra advogada é a Cachinhos Dourados, mas a Sra. Urso a acusou publicamente e sob juramento de ser uma prostituta baixa e destruidora de lares e ainda infernizou os detetives – eles interrogaram seu marido e sob juramento: confirmou o mel, sua língua e a vagina da Cachinhos Dourados. A pobre Bela tentou mas a polícia só viu uma assassina fria querendo livrar-se da forca, o capitão Gaston afirmou ao júri: a Bela é uma mentirosa compulsiva.

A promotoria não conseguiu minha condenação ao cadafalso, estou trancada nesse asilo de loucos no castelo da Bela, digo da Fera. Terei um segundo julgamento, meus advogados disseram-me – João e sua madrasta estão dispostos a fazer um acordo sobre o assassinato do gigante, vão dizer que o gigante abusou de sua madrasta e molestou o João portanto legítima defesa. Não desejam passar uma noite na cadeia e serem separados. A Sra. Urso usará sua influência na promotoria e talvez até seu diploma para desacreditar com o caso, acabar com a minha vida, a carreira da Cachinhos Dourados e prender o Pinóquio e suas ereções monumentais por conduta escandalosa.


Notas Finais


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