História Os Campeões de Izalith - Interativa - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Tags Ação, Drama, Interativa, Luta, Magia, Revelaçoes, Romance
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Seinen, Shounen, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Aqui está a segunda parte do prólogo, não sou muito experienciada em combates então por favor não sejam maldosos.(mas qualquer dica estamos aí.) Espero que gostem de ler o tanto quanto eu amei escrever cada palavra. Amanhã vou começar a análise minuciosa das fichas e os testes de roteiro, e segunda-feira a lista de aceitos vai sair junto ao primeiro capítulo. Um big beijo.

Capítulo 3 - Prólogo - Parte 2


Fanfic / Fanfiction Os Campeões de Izalith - Interativa - Capítulo 3 - Prólogo - Parte 2

Quando chegaram todos os presentes estavam de pé, absolutamente estarrecidos pelo corpo que jazia no chão. Aos poucos uma parte afastava-se do corpo enquanto outros mais curiosos chegavam mais perto.

 Ele usava a armadura real da guarda do leão, a divisão do exército que Marcus havia acabado de citar e isso mexeu fortemente com Charles, na frente deles estava um cavaleiro de elite a beira da morte. Marcus correu na direção da noiva para acalmá-la, e aos poucos os inicialmente assustados deixavam a curiosidade sobrepujar o medo e se aproximavam do corpo. O cavaleiro ainda respirava com dificuldade, e quando Charles ajoelhou-se ao seu lado pediu que todos se afastassem pois aquele homem precisava de espaço.

A armadura dele compunha-se de um peitoral de revestimento duplo de aço branco com as bordas tão douradas quanto o símbolo do felino que se ostentava no peito, a ombreira era um tanto grande e redonda, permitindo um equilíbrio entre movimento e proteção. Sua calça e botas metálicas tinham o mesmo material que o peitoral, assim como todo o resto da armadura, além de várias articulações planejadas para que não impedissem a destreza do guerreiro que as vestisse. Sua capa roxa do mais fino algodão estava chamuscada, assim como a sua traseira, não havia sido uma luta justa, afinal ele havia sido atacado nas costas. 
            Mas tirando um verdadeiro incêndio, Charles só conhecia uma coisa que faria uma queimadura daquele tipo, ao ponto de derreter quase imperceptivelmente o nem tão maleável aço branco, e um incêndio não poderia fazer uma queimadura tão localizada e certeira como aquela, e ele não queria acreditar que esse tipo de coisa estivesse de volta em sua vida. 

O cavaleiro carregava com si sua lança, quase dois metros e meio de Metal Negro. Sendo um gume para a perfuração, e o outro servindo com uma espada. Ela tinha alguns detalhes muito bem fabricados, pois tais cavaleiros ganhavam o direito de escolher uma arma para ser forjada de acordo com todas as suas absolutas especificações como um presente direto do rei para eles.

 O taberneiro segurou o elmo leonino tirando-o com cuidado para não lesionar o pescoço do jovem que já estava em uma situação tão deplorável e os olhos desesperados do guerreiro encontraram os dele. O que assustava Charles era que sua armadura não tinha qualquer laceração ou perfuração, mas dela pingava sangue como se ele estivesse mortalmente ferido. 

Devia ter pouco mais de vinte e cinco anos, tinha o rosto quadrado e másculo, e cabelo castanho curto. Seus olhos negros tinham os glóbulos brancos tomados por um vermelho sangrento, além de estarem esbugalhados. Sua boca que já tivera uma cor viva e luxuriosa agora demonstrava um tom bruxuleante. E sua pele caucasiana agora beirava um verde que mais lembrava um pântano.

 —Me chamo Astor. Sou um dos leões que protegem a coroa, não deixe-me esquecer disso.—falou tossindo sangue e pondo o punho no peito. 

—Não deixarei soldado, mas me diga o que aconteceu. 

—Fomos atacados por algo, havia fogo, gelo, monstros que nunca havíamos visto e espinhos negros pareciam sombras pontiagudas que saiam do chão para nos atacar, eram rápidos e fortes. Nós não tivemos chance.—tossiu sangue novamente e continuou.—O bruxo levou Magnus. 

E ouvindo essa informação todos se espantaram, e os cochichos começaram.

 —Os meus companheiros eles...—e de repente o rosto do jovem Astor já estava cadavérico. 

Charles ainda sentia batimentos, e por isso desesperou-se; 

—Andem seus animais!—vociferou— Parem de cochichos e me ajudem, eu preciso de alguém para retirar a armadura dele.—D’Soren ordenou aos seus clientes. 

Nenhum deles obedeceu, todos foram criados e ensinados que aqueles cavaleiros eram semideuses e que encostá-los era passível de punição. E o próprio Charles poderia sofrer pesadas conseqüências pelo que fazia. Porém não se importava, havia um homem clamando pela vida ali, e não seria ele a negar-lhe o pedido. 

—Santo Deus.—um dos padres disse aproximando-se de Charles para ajudá-lo. 
Ambos retiraram o peitoral, as ombreiras e a parte dos braços, e não acreditaram no que viram. 

O estomago daquele homem fora dilacerado por alguma coisa, uma espada, uma lança, não fazia diferença. Pois o que causara aquilo tinha plenas capacidades de ignorar a armadura mais resistente do reino, e se o portador de tal arma estava contra Izalith e tinha habilidade suficiente para derrotar um, quiçá dois pelotões inteiros de cavaleiros de elite, estavam todos fadados ao mais terrível destino. 

A abertura estava em diagonal e a ferida tinha partes negras em sua borda, e aos poucos aquilo parecia evoluir. Era como se houvessem veias de infecção bubônica que faziam de tudo para correr as artérias e aos órgãos vitais do pobre Astor. 

—Puta que pariu.—Charles praguejou;—Alguém chame os guardas. Padre tome conta dele enquanto trago medicamentos.—falou disparando para seus aposentos, passando pela recepção e trancando a porta que dava acesso à traseira da taberna, pois não queria que ninguém mal-intencionado aproveitasse o tumulto para espiar sua cozinha ou porão. 

O Padre pediu por ajuda e mais outro homem que venceu seu medo chegou perto daquele ser amaldiçoado. E do fundo do salão o grito de Walker ecoou: 

—Bruxaria. Eles foram alvo de Bruxaria. 

E os cochichos voltaram a alastrarem-se. Todos cada vez mais e mais assustados, alguns saiam da taberna devido a pressentimentos ruins. 

—Por favor, não me deixem esquecer... 

Apesar dele não ter a capacidade de falar muito alto todos conseguiram o ouvir. E quando ele tentou dispor-se a falar mais, seus olhos giraram, fazendo sua íris desaparecer para dentro das pálpebras superiores, todo seu corpo começou a tremer e ele a convulsionar, bizarramente com um sorriso no rosto. Aquilo já havia acontecido outras vezes na vila, normalmente com crianças que pouco depois vinham a morrer. E como de praxe espuma transbordava da boca dele, mas diferente das inocentes e intocadas crianças que tiveram a infelicidade de ter uma convulsão, a espuma que saia da boca dele era negra como o manto do padre que cuidava de sua enfermidade. 
O homem que ajudava o padre levantou-se intimidado e o religioso começou a rezar com toda sua determinação; Ajoelhado e de olhos fechados ele clamava pela saúde e purificação da alma daquele bom homem em sua frente. Até que subitamente as convulsões pararam. 

E o homem começou a milagrosamente se levantar. Fez isso com calma, e até um pouco de dificuldade, apoiou-se em um dos bancos que estava ao seu lado e logo estava de pé. Buscou sua lança que repousava apoiada na parede e admirou-a por alguns instantes, como se fosse a primeira vez que a via. Imponente e Poderoso ele estava ali, nenhum dos presentes já haviam visto um dos cavaleiros reais, apenas ouviam lendas sobre seu imenso destemor e inacreditável habilidade em combate. 
Todos haviam relaxado, ficaram tranqüilos ao imaginar que agora havia um semideus ao lado deles, pareciam ter esquecido completamente o que ele dissera sobre eles terem sido dizimados, as histórias de infância gritavam mais alto. E então ele tirou os olhos da sua arma e virou-os para os aldeões que ali dentro estavam 

E eles eram glóbulos negros e vazios. 

Os aldeões que ali estavam a pairar sob o temeroso olhar de Astor sentiam um silencioso pavor aos poucos tomar seus corpos. As histórias de demônios que possuíam corpos de humanos para realizar crueldades começavam a pipocar na cabeça deles. E se um demônio podia fazer uma criança ter a força de um Gorila, ninguém queria pensar o que ele faria no corpo de um cavaleiro de elite. 

O único que não olhava para aquela figura amedrontadora era o padre que, ainda ajoelhado, mantinha seus olhos fechados agradecendo pela cura daquele bravo soldado. E por um corte mortal, que se deu inicio em seu lóbulo da orelha esquerda e terminou no lado direito do pescoço, ele fora decapitado na frente de todos os presentes. 
E o denso silêncio fora quebrado pelo impacto do corpo sem cabeça contra o chão. 
O Sangue do padre manchou suas vestes e começou a formar uma poça escarlate rançosa. Chegou a sujar as botas do cavaleiro de olhos negros, mas o mesmo não parecera se incomodar. Todos estavam sem ação, não tinham idéia de como prosseguir, Astor estava colado à porta principal, de costas para ela, quem quisesse sair teria de passar por ele. 

Uma garota de no máximo treze anos, absolutamente desesperada, correu para a porta que dava acesso aos fundos da loja, esbarrando firmemente contra aquela porta de madeira maciça. Tentou forçá-la uma ou duas vezes sem sucesso algum, perdeu a força das pernas e caiu de joelho aos prantos. 

E como um toque final de horror, aquela criatura sorriu e avançou para o ataque. 
Usou o gume de perfuração para matar duas pessoas de uma vez só. Uma costureira e um pastor de ovelhas, deixando assim a porta livre, e um multidão correu pelos cantos para sair de lá. Mas o espírito de corpo daqueles cidadãos atiçou-se e apenas fugira os que não conseguiriam se defender. Todos os outros, armados com espadas, machados, clavas e maças, ficaram ali. Dispostos a morrer para dar alguns minutos de vantagem para suas famílias. 

O homem que outrora ajudara aquele cavaleiro disparou em sua direção com sua clava para cima daquele monstro. Ele não chegava à majestosa altura do cavaleiro possuído, mas ainda assim era alto e forte. Sua clava tinha um cabo comprido de madeira e uma bola de metal cheia de espinhos na ponta. Em seu avanço gritava algo ininteligível, seus passos eram fortes e decididos. Se havia medo nele? Sim, havia, assim como em todos os outros que ali estavam, mas também havia a coragem necessária para sobrepujá-lo. Ele golpeou de forma horizontal segurando sua arma em ambas as mãos e com bastante habilidade, mas não habilidade suficiente. 

Seu oponente apenas moveu sua arma de baixo para cima no momento certo, além de girar seu próprio eixo para deixar o homem que agora não mais tinha braços passar, cambaleando e indo de encontro ao chão. O corte fora preciso, pouco atrás dos cotovelos, e os braços decepados caídos no chão representavam o estrago que uma lâmina afiada e de bom material poderia fazer contra pessoas sem armadura caso fosse aplicada a força e a precisão necessária. 

Outros dois fizeram suas tentativas, ambos armados com rapieiras, e após um breve desafio de esgrima, um deles não mais sentia as pernas enquanto o outro tinha uma lança cravada entre os pulmões. 

Walter, um dos que apesar da idade ficara para defender a vila correra para cima da criatura apenas com seu machado em mãos, tal que quebrou ao impactar-se com a lâmina do Cavaleiro de Olhos negros, que atravessou a garganta do pobre velho apenas com os dedos. E vendo essa cena dois guardas reais chegaram à taberna. 

Um deles, completamente a parte do que acontecia naquele lugar, e aterrorizado sobre o que aconteceria a ele caso dirigisse meia palavra errado a um superior hierárquico tantos graus acima, aproximou-se sem cautela alguma, perguntando de forma respeitosa e contida: 

—Senhor, está tudo bem? 

E sua resposta foi a perfuração da lança entre seus olhos. 

O outro soldado partiu enfurecidamente para cima do homem ao ver seu pai caído no chão sem os braços, voou com sua espada em direção ao rosto do homem vil, que desviou com máxima proficiência. Acertando-lhe um soco, que mais parecia uma patada de urso, nas costelas. Os que conseguiram ver a cena, não conseguiram acreditar nela, pois aquele homem havia literalmente aberto um buraco em ferro puro com as mãos. 

O temido executor retirou sua lança da cabeça do soldado que não mais tinha vida em seu corpo e preparou-se para executar o outro, que semi-acordado repousava sob seu braço. Já havia levantado a lança quando sentiu uma espada entrar pelas suas costas, e atravessar-lhe o peito, bem onde seu coração estava. 

Largou o guarda, deixando-o cair de quatro no chão completamente sem ar. 

A espada foi bruscamente puxada de seu peito e ele bufou sangue entre seus dentes, rosnando de raiva. Virou-se para trás e viu Marcus D’Soren, segurando sua Claymore com ambas as mãos. E com pura fúria em seus olhos.

Suas mãos firmes seguravam o cabo da espada com muita força, seu antebraço estava tomado de veias que pulsavam com sua pressão sanguínea absolutamente elevada naquele momento. 

—Morra demônio.—Marcus gritou deferindo um poderoso golpe em diagonal de cima para baixo. 

Astor tentou defender mas o garoto era verdadeiramente ágil, sem contar sua força quase sobre-humana. A espada acertou entre o ombro esquerdo e o pescoço do cavaleiro, e apenas parou abaixo do peito direito. Sangue espirrou para todo lado, e muito dele parou no rosto do filho do Taberneiro. 

Marcus respirava ofegante, nunca havia matado uma pessoa, muito menos uma criatura nefasta, sentiu-se poderoso, implacável, aquela era a forma perfeita de mostrar ao pai que já era um homem de verdade e que ele estava errado sobre o que dissera.

Aquela era a prova de Marcus havia se esforçado incansavelmente e que isso havia dado resultado, matar um demônio era algo que até os mais bravos cavaleiros não tinham coragem de fazer. Sua mente vagou pela maravilha que sua vida seria a partir daquele momento, até que o monstro olhou para ele ainda sorrindo. 

Marcus viu toda a ferida aberta fechando-se novamente. Com se as vísceras negras da criatura se entrelaçassem novamente e se puxassem umas as outras, e sua carne se juntasse como se nada houvesse acontecido. Logo Astor estava completamente regenerado, e com ainda mais raiva. 

Ele não pode evitar e começou a tremer, sentia muito medo, um medo que nunca sentira em sua vida, um medo primordial, era como estar desarmado e nu em um local de breu total e ouvir um lobo uivar perto de você, tendo a certeza de que você não pode vê-lo, mas que ele podia ver você. 

A mão da criatura fora até a Claymore e ele não conseguiu mover um único músculo sequer para tirar usa espada dali. Tivera de trabalhar muito tempo para consegui-la, seu pai nunca financiaria uma e ele mesmo não queria que o fizesse. Trabalhar para adquiri-la fazia parte de sua preparação. 

Aquilo que não mais podia mais chamar-se de Astor segurou a espada, a apertou e a torceu. Partindo aço puro como se fosse um palito de madeira. 
O filho do Taberneiro sentiu suas pernas amolecerem e por instantes viu tudo em câmera lenta. Viu a mão do monstro subindo até a altura de sua garganta, tomando um mínimo de distancia e avançando. Ele fechou os olhos e pode sentir os dedos que o tirariam a vida. 

Mas estranhou não sentir-se morrer. 

Quando abriu seus olhos Charles segurava o braço do Cavaleiro de Olhos Negros, que nem chegara a encostá-lo. E a criatura olhava para o Taberneiro de forma curiosa. Seu pai carregou um soco e quando o acertou a criatura foi lançada contra a parede. 

Que estava a quinze metros de distância. 

O próprio Marcus sentira o impacto e quase perdera o equilíbrio. E sua mente repetia as palavras que seu pai a pouco havia o dito: “E acredite Marcus...eu bati fraco.” 

—Filho, se afaste.—Charles pediu. 

E como não fazia há muitos anos, Marcus obedeceu. 

Astor que estava atordoado na parede agora vinha correndo em uma investida ao Taberneiro. A criatura disparou com um soco contra o peito de Charles, e pareceu uma criança socando um bloco de concreto, já que seu alvo não esboçara qualquer reação. D’Soren agarrou aquele monstro e investiu com ele até a mesma parede onde havia lançado-o anteriormente. E durante um grito mais estrondoso que uma noite de trovões ele abriu um buraco naquilo que havia construído usando as costas de seu oponente como ferramenta. 

A criatura agora deitada no chão, completamente desorientada, apenas conseguiu abrir seus olhos quando sobre ele Charles estava de pé e já havia buscado os materiais necessários para acabar com aquilo. Segurava uma garrafa de álcool puro em uma das mãos e uma das suas tochas na outra. 

Todos que os observavam de dentro da Taberna tinham sentimentos conflitantes dentro de si. Não sabiam de quem mais tinham medo naquele momento, sobreviver a uma espadada no coração não era humano, mas o que Charles fizera certamente também não. 

Ele parou acima do monstro, derramou o álcool em sua totalidade e derrubou a tocha em cima dele. Deixando o fogo roxo que se formara purificar o corpo e a alma de Astor, que finalmente poderia descansar em paz. 

Voltou a passos lentos para sua taberna, havia muito que fazer, muito que consertar e muito que explicar. Sentia-se cansado, sentia-se muito mais fraco do que outrora já fora. 

Sentia-se velho.

 


Notas Finais


Eu amei muito escrever isso e espero que vocês também tenham curtido a experiência. Vejo vocês Domingo. Bye


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