História Os cavaleiros quase bronze... Provavelmente latão. - Capítulo 2


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Categorias Saint Seiya
Personagens Personagens Originais
Tags Cavaleiros De Bronze, Cavaleiros De Ouro, Cavaleiros De Prata, Cavaleiros Do Zodiaco, Incompetência, Original
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Palavras 1.780
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Luta, Misticismo, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Três favoritos. Eu não esperava isso. Muito obrigado.

Capítulo 2 - Os cavaleiros negros.


— Coé rapaziada, Sou Leonardo de Fênix.
Todos estavam preparados para atacar o Fênix, porém ele se pronunciou:
— Calma ai, negada. Não precisam ficar agressivos. – Fênix demonstrava bastante confiança para quem poderia ser atacado por 6 cavaleiros.
— Como a gente pode confiar em você?! Você matou o hydra. – Lucas tava preparado pra porrada.
— Filha da puta! – Felipe tava pistola.
— Na verdade eu não morri. – Murilo caiu mas levantou.
— Nem vem com essa. – Gustavo iria matar em nome de Deus... Quer dizer... Athena.
— ... – Bruno era meio covarde.
— Eu vou te meter a porrada, sua galinha – Guilherme gostava de uma briga.
Após todos se prepararem para lutar por Athena, Fênix deu uma risadinha:
— Relaxem, eu sou o cavaleiro que veio trazer a missão para vocês. Mas mesmo que eu fosse o inimigo... Todos vocês perderiam.
“Caraca, o maluco é brabo” – Todos pensaram a mesma coisa. 
— A missão de vocês é subir o morro e acabar com alguns cavaleiros que estão dando problemas – Fênix já estava se preparando para ir embora – Eles são cavaleiros de baixa patente, deve ser fácil para vocês.
— Ah tá, se tu é tão fodão, por que tu não faz isso sozinho?! – Cisne dizia sem paciência.
— Cara, eu sou cavaleiro de Fênix. Se for fazer isso não vai dar nem meio capítulo. 
— Ta bom, mas que tipos de cavaleiros... ros? – Quando Felipe já perguntar, o Fênix já tinha ido embora.
— Bom, tá ficando escuro. Vamos acampar. – Gustavo disse já arrumando a sua barraca.
— Por que a gente não dorme num hotel? – Unicórnio perguntou.
— Cara, a gente é cavaleiro de Athena! O que a gente recebe não dá nem pra uma coxinha e uma Coca-Cola – Bruno falou enquanto se decidia com quem iria dividir a barraca. – Gustavo, posso dormir com você?
— Não cara, isso é gay! – Gustavo falou isso com nojo. – Além do que, minha barraca é pequena.
— Relaxa Andromeda, você pode dividir com a gente. Nossa barraca da pra três – Disse Lucas.
Unicórnio com um pouco de matemática básica e usando os cinco sentidos notou que algo de errado não estava certo.
— Onde é que eu vou dormir?
— Aaaahhh... Divide com o Murilo. – Lucas disse apontando para o cavaleiro um pouco mais afastado. – Barraca dele da pra dois.
“Por que que eles estão tão afastados do hydra?” – Felipe se perguntava enquanto se dirigia para a barraca.
— Oh Murilo, posso dividir a barraca com você?
— Ah tá, claro, fique a vontade.
— Obrigado.
Assim que ele entrou na barraca, ele sentiu... Um cheiro de humanidade.
“Bom, pelo menos é melhor que dormir no chão”
— Então tá, se quiser ir no banheiro tem um matinho aqui do lado – Hydra entrou e já se deitou no colchonete. – Boa noite.
— Boa noite.
Felipe era uma pessoa que tinha certa dificuldade para dormir. Geralmente tinha insônia e usava esse tempo para pensar sobre quase tudo.
Ele se perguntava a quanto tempo tinha o desejo de ser um cavaleiro, como era que estava Melany, não estava acostumado a dormir tão longe de casa. Se perguntava também como estava os amigos que tinha no santuário. Ele os conhecia-os desde a infância.
Seus pensamentos são cortados com um barulho.
Era Murilo roncando.
Mas não era aquele ronco normal. Era aquele tipo de ronco limpo. Não tinha raspagem nem nada, era puramente a pessoa respirando alto pra caralho.
“Otimo, tem como ficar que pior?!” – quando ele pensa isso, o braço de Murilo passa pelo seu corpo o abraçando – “MEU DEUS”
Após muito esforço, Felipe finalmente consegue dormir.

 

 


2 horas depois.

 

 

— Felipe. Felipe, acorda.
— Vai toma no cu.
Pessoa que tenta te acordar cedo, se fude.
— É sério cara, eu ouvi alguma coisa lá fora! – Hydra também notou alguns cosmos. Eram fracos, mas tinham muitos.
Após Felipe também sentir os cosmos, ele se levanta e bota o olho pela venda da barraca.
Ele conseguiu ver apenas uma figura no escuro, mas parecia ser o Fênix.
— Ué, por que será que ele voltou? 
Felipe sai da barraca e vai em direção ao Fênix.
— Oh cara, o que tu tá fazendo aqui numa hora dessas?
Chegando mais perto ele percebeu que a armadura tinha uma coloração escura.
Esse não era o Fênix.
— Quem é você é o que quer aqui? – Já se preparava para o combate.
A figura ao se virar se revela ser um cavaleiro negro.
— Coé playboy, so um dos homens de Fênix de negro, viemos acabar com esses puto de bronze. 
Quando ele disse isso outros Fênix negros começaram a aparecer.
— Cavaleiros negros!? Achei que eles estavam presos na Ilha da Rainha da Morte  – Murilo tinha seguido Felipe e ficou se questionando:
— Se eles estão aqui, significa que eles...
— Mataram o guardião da ilha. – Felipe completou.
— Quem dera tivesse sido a gente, truta. Quem acabou com ele foi o nosso chefe – Eles diziam de seu chefe com certa admiração.
Os cavaleiros negros pularam para cima de Hydra e unicórnio.
— Tá certo que vocês são cavaleiros, mas são muito fracos – Felipe disse isso olhando para Murilo.
Felipe e Murilo simplesmente, sem armadura, elevaram os seus cosmos e derrotaram os cavaleiros negros.
— Esses caras eram muito bostinhas. Eles com certeza vieram com alguém mais forte! – Felipe disse isso observando ao seu redor qualquer resquícios de que eles trouxeram alguém mais forte.
De repente ele começa a sentir um cosmo um pouco mais forte do que os anteriores.
— Felipe?
— ... Ali! – Felipe consegue identificar onde estava o líder deles. – GALOPE DO CAVALO COM CHIFRE!
Felipe salta e mira onde estava vindo o cosmo.
Quando ele ia acertar, algo pula de trás da moita e acerta Felipe nas teta.
— Coé, irmão?! Eu tava mijando lá atrás.
Hydra ao ver seu amigo no chão corre até ele e pergunta:
— Então você era o líder desses caras?! 
— Essa daqui é minha gangue. Eu sou Xing de escudo negro. – Ele dizia enquanto mostrava seu fidget spiner que ele tinha no braço.
— Vai se foder! Essa merda já saiu de moda faz tempo –  Felipe se levantou com ajuda de Murilo. 
— Esperem até o meu cupincha aparecer! Aí cês vai tá tudo fudido. – Xing dizia isso com arrogância em suas palavras.
— A gente te mata antes! 
Quando Felipe disse isso, tanto ele quanto Murilo vestiram suas armaduras.
— Aí, Hydra. Bora meter a porrada nesse cara! 
— Não da.
— Pera, por que não dá?
— É um contra um.
— Como assim?
— Toda a luta de cavaleiro é um contra um.
— E daí?
— Daí que não podemos lutar nós dois contra ele.
— Cara, pularam vinte desses merdas em cima de nós! Se acha que eles ligam pra essa merda?!
— Não, mas nós ligamos.
— Que sabe, vai toma no cu! Eu vou enfrentar esse cara sozinho!
Felipe, já puto, pula com tudo em cima de Xing.
— GALOPE DO CAVALO COM CHIFRE!!!!!
Teria sido muito útil se Xing não tivesse defendido com o seu escudo.
— Coé playboy, tu nunca que tu vai me machuca com esses golpes. – Xing levantou seu braço para mostrar o seu escudo – Principalmente porque eu tenho esse escudo de me protege das porra toda. Agora é tua vez, GIRO DE FIDGET SPINER!!!!!
Xing pula e acerta novamente nas tetas de Felipe.
— Caralho! Porra Hydra, tu não vai me ajudar mesmo?
Murilo só tira um dos fones de ouvido e fala:
— Ele não disse que ia chegar outro cara?! Então quando ele chegar eu o enfrento. Mas relaxa que tu tá indo muito. – Ele coloca o fone e volta a ouvir sua música.
— Filha da puta.
— Coé, nem teu amigo vai te ajudar. Tu tá ferrado gordinho. 
Xing salta e mais uma vez acerta na teta de Felipe.
— Ai oh filha da puta, quer parar de acertar minha teta? – Felipe fala isso massageando o local.
— Qual vai cê, gordinho? Tá ficando do brabo? Não gosta que eu faça ISSO? 
Xing começa a desferir golpes em Felipe.
— Seu merda!
Felipe estava sem paciência.
— Rolha de poço!
Felipe estava bravo.
— Baleia encalhada!
Felipe estava com raiva.
— Lá na tua casa os outros passam fome porque tu come tudo!
Felipe estava puto.
— Como é que tu é um cavaleiro sendo tão merda?
Felipe estava 200% putasso.
— Acho bom tu fica quieto mesmo! Porque se não eu... O quê?!
Enquanto Xing tenta saltar e chutar, Felipe agarra seu pé em pleno ar e fica o segurando.
— Cala a tua boca! 
Felipe seu preparou para dar um soco com toda sua força em Xing.
Nesse momento Xing, com medo, levanta seu escudo em frente ao torax tentar se defender.
Mas Felipe já estava sem paciência.
— PARA COM ESSA PORRA AI, MERMÃO!!!!!!!
Felipe, com uma tremenda raiva e força, dá um soco tão forte no escudo de Xing que  atravessa-o quebrando, quebrando o braço de Xing, quebrando sua armadura e todas as costelas do mesmo.
Após isso... Xing voa longe e cai morto no chão.
— Porra cara. Eu sei que era uma armadura negra, mas continuava sendo um escudo bem resistente! Tem certeza que tu tá bem? – Hydra pergunta se preocupando com o cavaleiro de unicórnio.
— Relaxa, eu tô bem. 
Felipe faz um sinal positivo com sua mão com fraturas que nem os médicos acreditavam serem possíveis.
— Então tá, né?
— Cuidado, Murilo, atrás de você!
De repente, uma figura enorme surge atrás do cavaleiro de hydra e tenta o agarrar, mas Murilo consegue desviar.
— Ha ha, vejo que derrotaram o Xing, mas não irão me derrotar!!!! EU SOU LING DE URSO NEGRO E EU VOU...
Felipe interrompe Ling.
— Pera, pera, pera. O nome dele era Xing, e o seu é Ling?! Porra, eu sei que um dos focos principais dessa ficha é a comédia, mas porra!!! Vamos ter um pouco mais de criatividade ai, por favor?!
Ling se avança em Murilo que estava mais próximo é agarra seu pescoço:
— Se prepare, pois eu irei te matar aqui e...
Ling sente uma tremenda dor em seus braços e vê que era Hydra com suas garras encravadas nele.
— AAAAHHHHH!!!!!!!!!
Ling urra de dor e começa a olhar o cavaleiro com ódio.
— EU VOU TE MATAR!!!!!!
— Aí, Unicórnio, presta atenção porque só de vez em quando eu dou uma ligada dessas.
Ao dizer isso, Murilo avança para cima de Ling e da dois sócios em sua barriga.
— ALPHARD!
Hydra põe as suas garras do punho para fora e rasga a barriga de Ling que morre.
— Porra, eu não esperava isso! – Felipe diz isso enquanto Murilo se aproxima dele.
— É, provavelmente eu não vou fazer uma coisa dessas por um bom tempo.
Quando eles relaxam um pouco, um dos cavaleiros de Fênix se levanta e sai correndo.
— Aí! – Felipe já atrás dele mas Murilo o segura.
— Pera aí, eles não disseram que tinham um chefe?! – Murilo de vez em quando tem uma boa ideia. – Acorde os outros. Vamos atrás do Fênix.


Notas Finais


Sério, eu jurava que só três pessoas iriam ler esse negócio. Mais uma vez, obrigado.


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