História Os Cinco Selos - Capítulo 62


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Categorias Originais
Tags Ação, Anjos, Aventura, Demonios, Fantasia, Lutas, Magia, Monstros, Seres Misticos
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Palavras 1.386
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Yo, nem acredito que cheguei na merda do cap 62
E so de pensar que tem mais me da preguiça...

Boa leitura ^^

Capítulo 62 - Último Suspiro


Fanfic / Fanfiction Os Cinco Selos - Capítulo 62 - Último Suspiro

Edward tentava se manter de pé, e, depois de muito esforço, ele conseguiu. Ele cambaleou um pouco para lado, fazendo Bahamut dar uma pequena risada.

– Você é persistente, Morte, porém é fraco. – Bahamut começou a caminhar em direção ao selo. – E os fracos devem morrer.

As pernas do Edward fraquejaram, então ele caiu de joelhos no chão. Ele passou a olhar diretamente para o Bahamut e disse:

– Se os fracos devem morrer – ele tossiu, e o sangue escorreu pela sua boca. – Quando irão tornar-se fortes?

Bahamut chegou perto do Edward, ergueu ele pelo pescoço, abriu um sorriso e respondeu:

– Não vão. Não sei porque vocês seguem Deus, ele nem mesmo tem um nome. Não tem coragem para matar alguém ou destruir algo. – Bahamut fez uma pausa se deleitando daquela cena. – Últimas palavras?

– Você é muito burro – disse Ed com um sorriso, mostrando seus dentes cheios de sangue.

Bahamut arremessou Edward, que rolou um pouco no chão até parar. A energia roxa do Bahamut começou a emanar em volta do seu braço direito, novamente ele recriou a lâmina.

– Palavras nada sabi...

Bahamut se auto interrompeu ao perceber que o chão começou a brilhar sob ele, e, quando olhou para os lados, viu dois selos de cada lado com mão em pequenos círculos mágicos que se interligava com o de baixo dele. Uma barreira quadricular se formou envolta do Bahamut, fazendo com que ele não conseguisse se mover.

– MAS QUE MERDA É ESSA?! – gritou Bahamut.

Edward se levantou e, cambaleando, começou a ir com passos lentos em direção ao Bahamut.

– Um presente da Mikaela para você. Um selo – respondeu Ed.

A marca de um selo azul começou a brilhar na bochecha do Bahamut.

– Não me diga que... quando ela me beijou?!

– Exato. – Ed abriu um sorriso. – Você não abaixava aguarda para nós fazermos nossos preparativos, foi um saco. Agora você terá seus poderes selados.

– Mas não tem como a Lilith ter conhecido um selo desses!

– Ah, mas tem sim. Com o livro dos Mephistos que seu amado pai deu para os humanos.

Edward esticou seu braço esquerdo em direção ao Bahamut e abriu a palma da mão, que começou a brilhar. Bahamut começou a sentir muita dor pelo seu corpo. Então Edward começou a recitar:

– Os pecados que maculam este mundo. O mundo chora diante de tanto pecado. E estes pecados não deveriam ter poder. Selo da restrição dos pecados... ativar.

A energia do Bahamut começou a ser extraída, e ele começou a gritar de dor. O brilho dentro da barreira era intenso, runas começaram a se espalhar envolta dela, e Bahamut se contorcia de tanta dor que sentia. O grito agoniante se espalhava pelo vale destruído.

– Você é mesmo burro. Já parou para pensar que se você tivesse ficado por mais tempo no céu, fingindo, você talvez aprenderia a acabar e criar qualquer coisa com um simples estalar de dedos?!

– Cale a boca! – vociferou Bahamut.

Bahamut começou a forçar todo o seu corpo para se mexer. E ele conseguiu. Seu corpo se mexeu, fazendo com que a barreira fosse quebrada. Bahamut cambaleou para frente, e começou a ir em direção ao Edward com o punho direito erguido. Entretanto, Dante apareceu na frente dele e segurou o soco, Aiken enfiou as duas katanas no estômago dele, Kleist perfurou o peito com sua espada e Pietra cravou o machado nas costas dele. Bahamut ficou imobilizado, e o sangue escorria pelas armas, pelo seu corpo e pela boca.

– Não encoste no capitão – disseram os quatro ofegante.

– Eu... – Bahamut vomitou sangue – sou imortal. Se me selarem... eu voltarei!

– Esqueceu que nossas armas matam seres imortais? – Edward retomou sua caminhada em direção ao Bahamut. – Você é um monstro, mas, por um erro tolo, terá uma morte patética. Em um campo de batalha, qualquer vacilo gera morte.

– Eu não irei morrer... irei matar todos! Eu irei... MATAR O MEU PAI!

Edward ergueu sua foice, o raio do sol fez o azul de sua lâmina brilhar. Então Edward abriu um sorriso sádico e disse:

– Não se preocupe, Bahamut. Errar é... humano.

Com um barulho sútil da lâmina, Bahamut foi decapitado. A cabeça rolou pelo solo até se distanciar dos selos.

O corpo dos cinco fraquejaram, então eles desabaram no chão, logo Lizzie voltou a sua forma Nephilim e caiu em cima do Edward. Todos estavam ofegantes, ensanguentados e gravemente feridos.

– Pensei que fosse morrer – disseram os cinco.

-----------                              ***                               -----------

 

Uma hora antes...

Edward estavam com Mikaela em seus braços, vendo a vida se esvaziando em seus olhos. Então ele repousou sua sobre a dela.

– Por quê? – perguntou ele.

– Porque... para evitar a guerra... é necessário sacrifício.

– Do que você está falando?!

–  Eu... coloquei um selo nele – ela se engasgou com o sangue – Em meus seios... está a página do livro... dos Mephistos.

– Você não precisava ter feito isso tudo! Não precisava ter de... morrer.

Mikaela levou sua mão, que estava tremula, até o rosto do Edward.

– Idiota... você sabe que ele perceberia.

Os restantes dos selos ficaram envolta dos dois.

– Eu me diverti... com todos vocês – ela tossiu, e mais sangue escorreu pela boca. – Principalmente com você... meu doce Edward.

Edward abriu um sorriso, e apenas um filete de lágrimas caiu de seus olhos.

–  Mika, eu...

A visão dela começou a ficar turva e já não conseguia escutar mais o que Edward estava falando.

– Ah... não estou conseguindo escutar o que ele está falando. Mas a última coisa que eu vi foi seu sorriso. Vocês me mudaram. Finalmente pude ver o porquê de defenderem esse mundo... ele é lindo. No fim, tive uma vida boa. Lilith, a falsa, teve sua última missão bem-sucedida, o resto é com vocês –pensou ela antes de dar seu último suspiro.

– Eu te... – Ed interrompeu sua fala ao perceber que ela já havia morrido. – Deixa eu terminar de falar... droga.

Edward deitou o corpo da Mikaela no chão e pegou a página do livro que estava em seus seios. Ele começou a sentir a fúria percorrer por todo o seu corpo. Estou perdendo a sanidade, pensou Edward. Ele já estava quase se perdendo em meio sua fúria, mas Lizzie percebeu isso, então o abraçou mais forte e sussurrou em seu ouvido:

– Acalme-se, Ed. Você é o capitão, deve guiá-los.

Edward começou a conseguir conter sua fúria de pouco em pouco. Logo, ele já estava recuperado. Ele levantou, virou-se para os selos e se surpreendeu: todos estavam incomodados, até mesmo Kleist, que havia conhecido ela a pouco tempo.

Edward manteve um olhar sério, então disse:

– Vamos decapitar Bahamut.

– Sim, capitão – disseram os quatro.

-----------                              ***                               -----------

 

Atualmente...

Com o passar de algumas horas, finalmente a noite havia chegado. Os selos continuavam deitados no chão descansando, sem dizer uma única palavra. Dado o tempo que estavam ali, o efeito colateral do despertar já havia passado, boa parte de suas feridas já estavam curadas e não eram mais graves.

Edward foi o primeiro a levantar, em seguida, os outros fizeram o mesmo.

–  O que faremos agora, capitão? Iremos voltar para casa? – perguntou Dante.

Edward pareceu um pouco pensativo.

– Não. Ficaremos aqui – respondeu Ed. – Porém, separados.

– Por que ficaremos aqui? – perguntou Pietra.

– Por causa das circunstâncias.

–  E por que separados? – perguntou Aiken.

– Juntos iriamos chamas muita atenção.

– Por quanto tempo ficaremos separados? – perguntou Kleist.

– Por tempo indeterminado. Talvez muitos anos, talvez poucos. Vocês irão saber a hora. – Edward olhou para eles mais sério. – Treinem, no mínimo, quatro horas por dia.

Todos assentiram com cabeça.

Alguns segundos depois, eles começaram a escutar barulhos de passos. E não alguns passos, mas vários passos. Quando olharam ao redor, mais de quinhentos soldados estavam envolta deles. Vários magos com seus círculos mágicos e cajados apontados para eles. Então, no meio desse tumulto, os soldados começaram a abrir espaço para o comandante passar.

– Que são vocês?! – perguntou o comandante. – Anjos ou demônios?! Deuses?! Aliados ou inimigos?!

– Não somos anjos e nem demônios, muito menos Deuses. Nós somos os Nephilins conhecidos como Os Cinco Selos. E se somos aliados ou inimigos... – Edward abriu um sorriso – Isso são vocês que decidem.

As chamas dos cincos se espalharam envolta deles como um tornado, mesclando todas as cores. Os magos logo começaram a atirar suas magias neles e os soldados partir para o ataque. Então as chamas se extinguiram, e os seis não estavam mais lá.

Continua <3 :p

(Capítulo Remake)


Notas Finais


Chegamos ao final do da primeira parte!!
So vou ficar pouco tempo fora, rlxa
FIQUEM COM A SENSAÇÃO DE HISTÓRIA ACABADA ATÉ LÁ
Obg por terem lido!
Fiquem com Buda e não usem drogas! ;)
Fanfic também postada em: http://onlyanimes.net/fanfics/historia/22332/os-cinco-selos
http://fanfics.com.br/fanfic/52986/os-cinco-selos-rpg
https://fanfiction.com.br/historia/686669/Os_Cinco_Selos/
https://www.wattpad.com/story/71389755-os-cinco-selos/parts


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