História Os códigos de Ayla - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ayla, Futuro, Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Revelação


Fanfic / Fanfiction Os códigos de Ayla - Capítulo 2 - Revelação


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Há exatos 7 anos atrás, foi declarado o sumiço de Ayla, minha melhor amiga, mas depois de dois meses do desaparecimento dela, encontraram um cadáver no lago perto de sua casa, e esse cadáver tinha as mesmas características de Ayla; magra, ruiva de cabelo curto, olhos castanhos. E confesso que foi doloroso pra mim, no enterro, pude ver os pais de Ayla de caras fechadas, não demonstravam realmente tristeza, mas deixei pra lá e segui minha vida.

Terminei o colegial, acabei de me formar em computação. Tenho uma vida boa, um apartamento com as contas em dia, acabei de ser aceito em um trabalho muito bom! E até estou conseguindo superar Ayla, claro que não me casei e nem tive nenhuma relação. Só... segui em frente.

Combinamos de eu, Vivy, Kyle e Luca nos encontrarmos para matarmos a saudade, não nos víamos havia 2 anos, e agora, completava 7 anos da morte, queríamos homenageá-la. Nos encontrariamos num depósito que eu uso para trabalhar, com vários monitores para trabalho.

Afinal, o que poderia dar errado?

Quando abri as portas do depósito reparei que outra foi fechada por um vulto preto encapuzado, e eu como sou burro, fui atrás, mas quando abri as portas, não vi ninguém, voltei pra dentro e esperei o pessoal chegar.

Não demorou tanto pra que eles chegassem, primeiro Luca, enquanto os atrasados de sempre não chegavam, jogávamos conversa fora.

-Cara, acho que envelheci uns 20 anos esperando aqui. -falei e logo dei um pulo pelo susto sentindo um peso nas minhas costas e alguém berrando:

-Seus exagerados!!! Só nos atrasamos 10 minutos!!

Vivy e seus berros enormes e surtos.

-O tempo suficiente para eles exagerarem pra tudo Vi -ouvi a voz de Kyle e logo que todos estávamos reunidos.

Nós fomos em uma mesa no centro e colocamos fotografias com Ayla e velas acesas e fizemos 7 minutos de silêncio, só ouvindo Luca cantarolando a música que Ayla criou. 7 sempre foi seu númeor da sorte, não é à toa agora, 7 número da sorte, 7 anos de morte.

Depois voltamos a conversar animados, até que Vivy teve a brilhante ideia de jogar refrigerante, que ela trouxe de casa, em mim.

Comecei a correr atrás dela, quando agarrei ela, ouvimos alguns chiados e de primeira viramos pros monitores que estavam todos sendo hackeados, uma silhueta desconhecida apareceu, tinha um capu preto cobrindo o topo da cabeça e um lenço cobrindo a boca e nariz.

Logo o desconhecido abaixou o lenço e retirou ovapuz revelando uma curta cabelereira ruiva conhecida.

Ayla.

-Sentiram minha falta velhos amigos? -disse com o seu típico olhar.

Todos nós nos aproximamos e reparamos que aquilo era ao vivo, olhei para todos os possíveis locais para conectarem algo, e lá estava conectado um chip peculiar.

-Como...?

-Eu estou viva? -Ayla interrompeu Vivy -Ora, nunca morri, quem é vivo sempre aparece, como diz o ditado!

-Ayla... -disse com coragem o suficiente -Onde você esteve durante 7 anos?

Logo ouvimos barulhos de carros de policiais e alguém do grupo notou que também havua barulho do lado de fora do depósito, semelhante ao do vídeo.

"Ela está perto de nós" Kyle disse baixo o suficiente só para nós ouvirmos.

-Escutem! -falou Ayla se movimentando, provavelmente correndo -Vou dar algumas dicas para vocês, se vocês descobrirem o local, terá outro chip semelhante ao que está conectado no monitor, e falará a dica do próximo local, são no total 4 locais, sendo o último, onde eu me encontro! A primeira dica: -Ayla parou e se sentou em um telhado longe das sirenes dos policiais -Estava acompanhada de um de vocês, estávamos na fila do cinema, vi duas crianças correndo uma atrás da outra e me lembrei de minha infância, comentei com minha companhia, sobre isso, e automaticamente nos lembramos da nossa segunda casa, que nós mesmos declaramos nossa. Se lembra disso... Kyle?

-Holyhead -nos viramos para Kyle que estava nas nuvens tentando raciocinar -O primeiro local é o parquinho principal da cidade de Holyhead!


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Nós saímos na disparada correndo em direção para nossas casas e arrumamos uma mala cheia de roupas e coisas necessárias para a viagem.

Combinamos de nos encontrarmos no porto e ir logo pro País de Gales, era o único jeito se queríamos ver logo Ayla.

Finalmente!

Ayla vai voltar, para nós, para mim! Depois de tanto tempo!

Coloquei alguns equipamentos de informática e armei uma luva que substituia um tablet, logo saí trancando meu apartamento se segui rumo ao porto!


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-Tem certeza que está aqui? -perguntei pela milésima vez, todos estávamos cansados de procurar.

-Tem que estar! -disse Kyle -Esse é o único parquinho que frequentávamos!

Tinhamos chegado peloa manhã e já tínhamos ido direto ao parquinho procura o tal chip, mas provavelmente estaria num enevelope ou coisa do tipo.

-Achei! -gritou Luca em cima da casinha do parquinho e deu um pulo de lá.

Me entregou o chip e conectei em minha luva e depois de 5 segundos da tela de carregamento, vimos Ayla aparecendo com seu cabelo todo molhado e uma blusa regata preta, parecia que ela levou um banho de chuva naquele momento.

-Muito bem, agora vamos para o próximo nível certo? -assentimos e ela continuou -O que é, o que é...

-Charada , -disse Luca- essa é comigo!

-Caio em pé e corro deitado, não tenho vida, mas posso transformar a vida de alguém. O que é, o que é, sou alto, mas não sou prédio, ilumino, mas não sou Sol. O que é, o que é, sou romântico, mas não sou pessoa, mostrou pra nós o poder de nossa amizade. Luca. -todos olhamos para Luca que anotava em um caderninho e quase deu um berro enquanto levantava e falava nada com nada em francês, a língua de seu país natal.

-Luca! -gritei segurando pelos braços -Fale minha língua!

-Quando nos conhecemos foi em uma excurção do clube de poesia! Estávamos em Paris, ficamos conversando próximos da Torre Eiffel! Começou a chover e ela começou a dançar nos postes de luz perto da torre! E aí uniu nossa amizade pela loucura dela!

-Paris, -pronunciu Vivy se aproximando- nosso próximo ponto de visita certo?

-Pode apostar, mon chéri!

Rimos e corremos para o porto e seguimos rumo à Inglaterra para pegarmos um avião para Paris.


Notas Finais


Mil desculpas pelo capítulo curto, mas assim, eu queria mostrar que a Ayla deu um sinal de vida, e que agora eles podem procurar ela e tals
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7 anos e o pessoal ainda tem a maturidade de antes, incrível né?
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A cidade Holyhead realmente existe e Kyle e Ayla nasceram lá
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ERROR ❌
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-Quem é vivo sempre aparece.
-Ayla


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