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História Os Contos de Luxúria de Percy Jackson - Capítulo 43


Escrita por:


Capítulo 43 - Mar de Luxúria (PercyAmantes)


Fanfic / Fanfiction Os Contos de Luxúria de Percy Jackson - Capítulo 43 - Mar de Luxúria (PercyAmantes)

Capítulo 43: Mar de Luxúria (Percy/Amantes)

(Pelo acampamento durante a semana, Percy Jackson se sentia mais e mais descontrolado por sexo, tanto que amantes que ele gostava: Silena, Clarisse, Thalia, Ellen, Júniper, queriam sexo com ele, e ele sendo o tarado filho de Poseidon, aceitou sem resistir)


 

Percy sorria enquanto corria na floresta.

Ele decidiu se afastar das atividades do Acampamento correndo um pouco na floresta, e gostou da ideia ao ouvir o nada natural um pouco.

Afinal, depois daquela semana, Percy queria muito relaxar no nada da floresta por algum tempo.

Ele estava sem camisa, de short leve, tênis de corrida, com Contracorrente dentro do bolso, correndo sem parar.

Seu corpo aguentava bem. Ele fazia exercícios treinando lutas, matando monstros, fodendo Annabeth (ela dizia que era impossível malhar transando, mas Percy chamava isso de “exercícios sexuais” as vezes porque gostava) e se lembrar dela fez seu pau endurecer.

Annabeth Chase, a filha de Atena, uma das guerreiras mais habilidosas e eficientes do Acampamento Meio-Sangue, e a melhor namorada do mundo, e uma garota tarada boa de cama.

Como ela pulava, gemia, arranhava o corpo dele, o beijava, de como a bunda dela envolvia seu pau a cada trepada.

Era maravilhoso.

Mas, sua mente logo foi além de Annabeth, pela semana que ele passou sem ela.

Depois da última noite que passaram (e antes de Afrodite abduzi-lo para a “série dramática estranha que ele estreou, que estava sendo exibida na TV Hefesto agora” e Percy nem queria saber o que as deusas pensavam nele agora), Annabeth estava em São Francisco com a família.

E com a ausência da namorada, Percy se sentiu cada vez mais necessitado de sexo.

Mesmo no dia seguinte, as amantes dele perceberam a falta sexual dele, então elas se prontificaram a foder ele.

E Percy, gostando disso, fodeu todas elas pela semana.

Começando com Thalia, que voltou ao Acampamento por um dia… apenas para vê-lo…


 

No dia seguinte, depois de Annabeth ter ido embora (e Afrodite o abduzindo), Percy estava de volta a Cabana 3, cansado de outro treino, tanto naquele dia quente que tirou a camisa e jogou para dentro da Cabana, sem dar atenção ao local.

Na hora que ele ia fechar a porta, ele recebeu a camisa de volta no rosto.

Surpreso, ele pegou a caneta Contracorrente, que virou uma espada longa, e viu a direção, se surpreendendo com quem estava lá.

Thalia Grace, sorrindo, de braços cruzados para ele.

- Oi, Jackson – disse ela, o vendo apenas de calça ali. - Andou malhando.

Relaxando, Percy abaixou sua guarda.

- Sempre, gata. Sempre.

A espada virou caneta novamente, e ele a jogou no chão, andando até Thalia, a beijando quando se encontraram.

O beijo foi demorado e molhado, como os dois gostavam de fazer.

- Soube que Annabeth saiu hoje mais cedo – disse ela, lambendo a orelha dele.

- Saiu – disse ele. - E você apareceu do nada aqui… que coincidência.

- É… Puta coincidência – disse ela, tocando no tanquinho dele até o peito. Percy pegou as costas dela e tocou a bunda dela. - Mas já que você está livre hoje… o que acha de sexo clandestino na sua cama? Ninguém sabe que eu cheguei… e saio assim – ela estalou os dedos, e uma faísca elétrica saiu deles.

Sorrindo como um pervertido, Percy gemeu:

- Sexo clandestino?

Thalia assentiu, sorrindo.

- Meu favorito. - gemeu Percy, a beijando de novo.

Assim, ele começou a empurrá-la para a cama, pronto para sexo.


 

As roupas dos dois estavam espalhadas pelo chão. A camisa laranja de Percy estava coberta pela jaqueta prateada de Thalia, com a calça de Thalia, a calça de Percy, a camisa “morte à Barbie” jogada perto da fonte de Percy, e tênis jogados por todos os lados, jogados pelos amantes fogosos, querendo sexo ali e agora.

Percy, completamente pelado, foi empurrado por Thalia, nua, encima da cama dele. Percy, sorrindo, ficou vendo aquela gostosa encima dele, se posicionando.

Thalia sentiu os músculos dele, e Percy começou a apertar os seios dela com força

- Porra, eu gosto disso pra caralho. - gemeu Percy, sentindo o corpo dela. - Que supermodelo gostosa você é!

Thalia sorriu, e lambeu os próprios beiços, coletando mais sêmen nos lábios.

- Ainda tem força? - perguntou ela, provocativa. - Depois de foder Annabeth 24///7 deve te esgotar!

Percy sorriu gemendo para ela.

- Pra uma gostosa como tu, corro até a maratona!

Thalia arranhou o peito forte dele.

- Então toma na minha vagina!

Thalia, sem preliminares, se sentou encima do pênis dele, preenchendo a vagina dela completamente.

Thalia gemeu ao sentir o membro dele dentro dela de novo, um gemido de puro prazer.

Percy agarrou a cintura dela, e o ritmo sexual começou.

Thalia pulava na ereção dele, sentindo a diferença de Daniel (um garoto de Portland) e Percy no sexo. Daniel era grande, mas era mais passivo no sexo. Percy era mais agressivo e energético, que gostava de sexo com putaria.

Como agora, pelado, na cama, recebendo a vagina gostosa de Thalia com vontade e vigor, gemendo mesmo com alguém podendo ver o que estava acontecendo.

Thalia não conseguia se controlar. Queria sexo selvagem desde sempre, e queria mais e mais.

Thalia pressionou o peito forte de Percy, vendo aquele corpo musculoso enquanto pulava, e gostando de transar com ele.

Percy, deitado, via o corpo magro gostoso de Thalia, os cabelos soltos dela, os peitos grandes dela balançando com cada trepada que ela dava nele, pressionando seu corpo.

Percy estava contente em ter aquela gostosa viciada no pau dele. Mesmo com o marido ali, ela não parava de transar com ele.

Mesmo com perigo de flagra presente.

Thalia colocou sua língua para fora, pingando saliva encima do peito e tanquinho dele, sentindo seu corpo molhando.

- Opa… - gemeu ela, sorrindo. - Deixa eu limpar…

Ela então espalhou saliva no corpo dela, e Percy gostou disso.

Ela era mais tarada que pensou.

Percy lambeu os dedos das duas mãos e pressionou os mamilos dela. Thalia soltou o corpo dele e pegou as mãos dele, pressionando contra os seios e pegando, lambendo os dedos dele.

Thalia, sem parar de pular, sugou os dedos dele.

- Isso! Vai! É… Gostosa da porra! - gemeu Percy, sentindo a língua dela nos dedos, a vagina molhada apertada dele ao redor de o pênis dele.

- Gostoso… tarado! - gemeu Thalia, colocando as mãos dele na cama, se deitando encima dele. - Tarado viciado em sexo… seu musculoso da porra!

Percy sorriu do jeito que ela gostava, e ela o beijou.

Thalia não parava de quicar sua bunda na ereção dele, o beijando enquanto sentia os braços dele apertando seu corpo.

Percy sentia o clímax chegando. Queria gozar.

- Gostosa… - disse ele, parando de beijá-la. - Quer leite quente?

- Quero! - gemeu Thalia, gostando e se levantando. - Inunda tudo! Me alimente!

Percy gemeu com isso, agora apertando os seios dela, e de repente soltou tudo dentro dela.

Thalia se permitiu gozar também.

Os dois sentiram o estase sexual juntos, sentindo o sêmen dos dois pingando na cama, seus corpos respirando devagar.

- Porra, eu precisava mesmo disso – gemeu Thalia, encarando os olhos verdes do amante. - Com você, meu cavalo gostoso.

- Eu fico feliz, águia pervertida – gemeu Percy, lambendo o pescoço dela. - Herdou muito do seu pai, não é?

- Olha quem fala – ela sorriu, e pegou a cabeça de Percy. - Mais um pouco, pervertido.

Os dois se beijaram, e Thalia arranhou a cabeça dela enquanto ele a abraçava.

- Agora chega, preciso ir – disse ela, se levantando.

Percy a viu pegar as roupas dela, e jogou a calça de Percy encima do rosto dele.

Quando ele tirou, ele viu que Thalia havia sumido. Imediatamente.

Se levantando, ele viu um pedaço de papel no chão, e Percy pegou.

Nele, estava escrito:

ATÉ A PRÓXIMA TRANSA, FILHO DE POSEIDON! Com uma caveira desenhada.

Percy sorriu, e foi se vestir.


 

Bastou uma provocada dela para Percy querer fazer isso.

Clarisse, a filha de Ares mais forte, e uma rival constante de Percy (enquanto não transam) o provocou a ir lá com um bilhete e calcinha, deixados no travesseiro dele naquela manhã de terça-feira.

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Ali, Percy viu uma calcinha vermelha molhada, e um bilhete, de Clarisse la Rue.

“Pervertido de Poseidon, venha a Casa Grande, sem camisa, e me encontre no quarto de hóspedes para uma surpresa. Me faça gostar disso!

P.S.: Leve minha calcinha de volta.”

Tudo em vermelho.

E, cheirando a calcinha, vendo sêmen fresco ali, Percy resolveu obedecer sua amante irritada e fogosa de uma vez.

Ele tirou sua camisa laranja ali mesmo no seu quarto e, como se invadisse um banco, ele entrou na Casa Grande sem atrair atenção, escondido, sem fazer barulho, por uma janela aberta no primeiro andar.

Dentro, ele andou para a escada, indo pelo segundo andar, ouvindo com atenção algum movimento. Quíron podia chegar, Dionísio podia ouvir, mas no momento ninguém parecia estar ali.

Até ele ouvir gemidos surdos, vindos de um quarto próximo, com a porta entre-aberta.

Dentro, Percy se aproximou da porta, ouvindo melhor os gemidos, e, sorrindo, entrou no quarto.

Dentro, Percy viu Clarisse completamente nua, deitada na cama, se tocando devagar enquanto gemia alto.

Percy entrou, e Clarisse percebeu.

- Oi, Pervertido de Poseidon.

- Eu consegui ouvir lá fora – disse ele, fechando a porta. - Quíron e Dionísio estão jogando lá embaixo, e…

- Relaxe, sexy, eu sei – ela piscou. - Por isso estou toda excitada agora… vem me foder, Percy… seja um tarado por mim. Seja um cavalão nessa safada na cama!

Percy via a mulher militar nua na cama, de quatro, o provocando para sexo, sendo cada segundo mais assanhada.

- Prometo não gritar… se me fazer gozar rápido – disse ela, piscando. - E aí, peixe gostoso… vai ecarar?

Olhando Clarisse, com seu pau duro, ele jogou a calcinha na cara dela, que bateu no rosto dela, e abriu a calça dele, mostrando seu pau duro para ela.

- Vou. Vou encarar tão forte que vou te viciar mais e mim.

Clarisse sorriu.

- Eu espero que sim.


 

Clarisse empurrou Percy encima da cama, ficando encima dela, beijando ele com vontade. Percy ficou se apoiando com os braços e pernas enquanto ela agarrava o corpo pelado de Percy.

Enquanto uma mão massageava o peitão dela, outra mexia com a vagina dela. Ela gostou de sentir a força dele ali.

Clarisse agarrou a ereção dele, que brotou da calça no momento que Percy abriu e tirou, e tocou a cabeça do pau dele na vagina dela.

- Mostre tua força! - gemeu Clarisse.

Percy, adorando a provocação, pegou a cintura dela e se posicionou.

- Toma meu poder, vadia da guerra! - gemeu ele, e meteu com força.

Clarisse gemeu mais alto do que com Chris. Percy era mesmo um mestre sexual. Começou o ritmo que ela tanto gostava de ter. Percy sabia mesmo como fazer sexo.

E depois de vários encontros sexuais, era óbvio que Percy soubesse como foder.

Clarisse estava agarrando os ombros dele, deitada na cama, se segurando nele enquanto Percy metia dentro dela. Os dois se encaravam, cheios de tesão, e começaram a se beijar com vontade.

Percy gemia de prazer no beijo. A língua dela estava dominando a dele. Percy realmente ficava louco com a vagina, a língua e os peitões dela.

Clarisse começou a agarrar os cobertores, amassando com suas mãos na mesma intensidade das trepadas de Percy.

Logo, Percy parou de meter, confundindo Clarisse, mas logo entendeu quando Percy pegou a bunda dela e a posicionou para cima. Clarisse ficou de quatro para ficar melhor, com Percy ajoelhando atrás dela, tocando na bunda dela.

- Você quer um maior que o teu namorado? - perguntou ele, lambendo a orelha dela.

- Você é muito melhor – gemeu ela, e era verdade. - Vamos, atleta bombado, quero prazer agora!

Sorrindo, Percy meteu dentro dela.

Clarisse arregalou os olhos enquanto Percy entrava no ritmo sexual de novo.

Os dois estavam trepando com força na cama de Clarisse enquanto Chris dormia na sala. Clarisse não se contia, gemia como uma vadia no cio que era agora.

Percy continuava metendo atrás dela.

Clarisse, gemendo de prazer, viu no espelho aquele atleta bombado de joelhos, metendo nela, que estava de quatro diante dele.

Percy viu o espelho, e começou a flexionar os músculos dos braços. Clarisse gemeu ainda mais com isso.

- Eu adoro isso!

- Então vai amar isso – Percy tirou o pênis dele da vagina dela e colocou na bunda dela.

Clarisse gemeu mais alto. Percy estava fazendo sexo anal com ela, e estava adorando sentir seu cu queimando de prazer com aquele cavalo metendo sem cansaço nela.

Clarisse gemia com vontade, da mesma forma de Percy metendo nela. Sua bunda estava sendo amassada pelas mãos fortes dele, que batia nela com palmadas.

Clarisse gostou de sentir isso. Percy estava mesmo cheio de fogo.

Ela, sem resistir, disse:

- Goze dentro! Eu quero seu jato forte na minha bunda!

Percy, sorrindo para ela pelo espelho, meteu mais forte. Clarisse amassou os cobertores com força, sentindo ondas de prazer pelo corpo. Seus seios balançavam com o movimento. A bunda estava sensível com as palmadas, e Percy continuava até gemer satisfeito.

Clarisse sentiu o jato forte dele dentro da bunda. Ela se olhou no espelho, com a língua de fora, cara de safada, admirando o corpo de Percy, que olhava para cima, respirando aliviado.

Percy saiu da bunda dela. Clarisse pousou sua cabeça na cama.

- Porra… toda hora… você me enlouquece – gemeu ela, sorrindo para Percy, que ficou de pé, se vestindo.

- Eu sempre te deixo louca – disse ele, fechando a calça. - Por isso você me enviou isso – ele pegou a calcinha molhada dela e jogou nas costas dela. - Pensando em mim?

- Annabeth é uma garota de sorte em ter te fisgado, peixe pervertido – gemeu Clarisse.

Percy deu um sorriso travesso para Clarisse.

- Ela é. Agora é melhor sair, puta da guerra.

Com isso, Percy saiu do quarto e da Casa Grande, deixando Clarisse saciada sexualmente naquela cama.


 

A praia do Acampamento estava com vários casais pela areia branca, vendo o horizonte marítimo de Long Island, calma e boa de passar a tarde lendo livros, jogando vôlei com os amigos, e tirando selfies na água.

Percy, agora, estava querendo relaxar.

Enquanto ele andava pela praia, usando um short largo azul-claro, sem chinelo, com um chapéu de pescaria na cabeça, sorrindo enquanto andava pela praia.

No caminho, Percy percebeu que Silena, Clarisse, Drew, Rachel, acompanhadas com pares, exceto por Rachel, que estava com dois filhos de Apolo, o encarando sugestivamente enquanto passava.

Percy sorriu com isso, ele ainda tinha seu jeito com elas.

E, vendo em como elas estavam ocupadas, Percy pensou que elas podiam “deixá-lo em paz” naquela tarde.

Finalmente, uma tarde sem sexo para ele.

Enquanto andava, uma mão calorosa e fria tocou seu ombro. Ele se virou e viu Ellen parada ali. Os cabelos de cascata preta soltos atrás dela, o corpo sensual dela em sutiã e calcinha pretos, com os lábios sensuais dela sorrindo para ele.

E, ela estava sozinha.

- Oi Percy – piscou ela.

- Oi, Ellen – disse ele, sentindo seu corpo esquentando com tesão. Ela era muito sensual e gostosa, e Percy nem sabia o porque ela não tinha um namorado. - Como vai a praia?

- Melhor ainda – disse ela, e estalou os dedos. - E quer que fique ainda melhor?

Percy ficou confuso com o que ela fez. Ela era filha de Hécate, deusa da magia, então ela fez alguma coisa mágica agora.

Porém, quando um semideus passou por eles, Percy viu que ele não ligou para ele, nem a garota, Katie Gardner, estava olhando para ele, e sim passando por ele.

Névoa. Percy olhou para Ellen, que tirou seu sutiã ali mesmo, mostrando seus seios bonitos para Percy.

- E então, gostoso? - provocou ela. - No meio das pessoas, ou escondidos de todos?

Gostando disso, Percy a abraçou, tirando seu chapéu de pescador (Marca Netuno) e disse:

- Escondido… mas vou te fazer ficar louca por mim.

Ellen sorriu.

- Eu conheço um lugar.


 

Aquele lugar era perfeito.

Atrás de uma pedra enorme, escondidos de todo mundo, onde dois amantes tarados podiam foder sem interrupções.

Perfeito para Percy e Ellen, que estavam se beijando profundamente ali.

- Agora que estamos sozinhos – começou ele, a puxando para um abraço. - Que tal aproveitar?

Ellen abraçou o corpo dele.

- É o que eu quero… gostoso dos olhos verdes.

Os dois começaram a se beijar. Foi longo e molhado. Os dois gemiam de prazer assim.

Percy então começou a lamber o pescoço dela enquanto ela agarrava seu corpo.

- Me seduziu na praia – gemeu ela, mordendo os lábios. - Gostei pra caralho!

- Tu é minha amante da hora – disse ele, lambendo a pele dela. - Óbvio que ia te seduzir.

Claro que sou…, pensou ela, retoricamente. Claro que sou…

Percy lambeu até a boca dela e começou a beijá-la novamente.

Enquanto suas línguas lutavam por controle, Ellen conseguiu abrir o short de Percy.

O pênis dele saltou de liberdade.

Ela tocou, sentindo a dureza, e beijou e lambeu, depois ela se levantou,

apontando a bunda para ele.

- Toda sua, amor.

Percy, sorrindo, meteu tudo dentro dela. Ellen gemeu mais e mais conforme ele acelerava o ritmo deles.

- Isso, amor, vai! - gemia Ellen enquanto Percy metia atrás dela.

Contra uma parede rochosa, com seu sutiã e calcinha no chão, recebia com desejo e força aquela galã de olhos azuis na vagina dela.

Olhando para trás, ela viu Percy, com seus shorts nos pés, metendo sem parar na vagina dela.

- Gostosa insanciável - gemeu ele, olhando para o céu. Ellen viu o corpo desenhado de músculos dele e teve que admitir, Percy era mesmo material de modelo de praia. - Tarada do caralho! Tua caverna tá apertada hoje!

- Nem me fale! Com um membro forte desse metendo em mim! - gemeu ela, olhando para ele. - Pênis de cavalo gostoso!

Os dois continuaram o sexo. Nem se importavam em serem discretos; aquela parte da praia era escondida de todos ao redor, então putaria sem parar para eles.

Ellen estava gostando de ser fodida por Percy. Não era tão bombado como Biel, mas ainda sim tinha habilidade na cama. Ela achou que sua irmã ensinou tudo isso para ele.

Garota safada e tarada e puta... devia ser de família.

Ellen estava amando receber o pênis dele na vagina dela. Aquilo a lembrava do pênis de um garoto que fodeu semanas atrás, em uma festa muito louca. Os dois quase tinham o mesmo tamanho.

Dois homens bons de sexo pra caralho... até na putaria eles eram iguais.

Percy continuou gemendo e metendo como um tarado que era.

De repente, Percy avançou mais, obrigando Ellen a ficar com seu corpo inteiro contra a pedra. Ela sentiu a rocha dura nos seios grandes, barriga, mãos e pernas, e sentia o pênis dele penetrando com mais intensidade.

Isso a enlouqueceu mais.

Ela continuava naquela posição, recendo o pênis de Percy na bunda, gemendo como uma puta com as penetrações.

Logo, Percy finalmente admitiu:

- Gostosa, tô quase gozando.

- Dentro! - gemeu ela. - Quero um jato de macho dentro de mim! E quero bem quente!

- Pra já, gostosa!

Ele penetrou com mais força, gemendo enquanto apertava a bunda dela com força. Ellen estava arranhando as pedras com a mesma força do sexo que ela estava fazendo.

Não demorou para Percy soltar tudo.

- Toma!

Ela sentiu o jato na bunda. Gemeu com sua língua de fora, sentindo seu corpo chegar ao clímax que tanto queria.

Sem forças, sentindo o pênis dele saindo da bunda, ela se ajoelhou, ainda contra a pedra, gostando do calor sexual dando prazer a ela novamente.

- Obrigada, filho de Poseidon – piscou Ellen, se arrumando. - Agora aproveite seu dia de praia. Se suas amantes deixarem – ela estalou os dedos, e saiu do esconderijo.

Colocando seu short de novo, Percy apenas foi para o mar, com a desculpa que estava nadando, e não fodendo a filha de Hécate secretamente.

Dentro da água, Percy nadou para a praia.


 

Percy estava na van de Argo, olhando para a coleção de casas de praia além do vidro da janela.

Ele estava curioso com o que Silena queria com ele ali. Ela apenas disse que era uma missão secreta – tão secreta que nem Quíron sabia, apenas permitiu que eles fossem para onde o monstro estava.

Pela explicação de Silena, havia um monstros matando pessoas na região das casas de praia, onde Percy e sua mãe, Sally, passavam alguns verões juntos as vezes, mesmo depois de descobrir que ele era um semideus.

Por isso Percy aceitou, além de salvar vidas, ele não queria ver uma de suas áreas favoritas virando um local mal-assombrado, evitado por todos.

Argo, que olhava para ele e olhava para o caminho, continuava cantarolando enquanto dirigia, com Percy, querendo evitar os muitos olhos dele, apenas olhava para fora.

Logo, ele viu Silena parada na calçada, acenando para eles.

- Chegamos – disse Percy.

Argos gemeu, e Percy entendeu que ele também a viu (com cem olhos, quem não via?).

Argos parou a van, e Percy saiu, com Contracorrente na mão, se juntando a Silena, que estava com uma adaga (não como a de Annabeth, e sim uma totalmente prateada).

A van começou a dirigir de novo, sumindo na distância.

- E então, Silena, cadê o monstro?

- Na sua calça – disse ela.

Percy não entendeu, mas começou a entender quando ela virou ele para ficar na frente dela, o beijou diretamente.

Percy, deixando sua espada cair no chão, a abraçou forte, a beijando de volta.

Os dois ficaram ali, se beijando, no meio da calçada vazia, gemendo enquanto as mãos deles apertavam seus corpos.

Quando acabaram, Percy disse, sorrindo:

- Não tem monstro.

- Não – admitiu ela. - Só usei isso como desculpa pra te atrair até aqui, onde podemos transar sem interrupções.

Percy olhou para as casas de praia.

- Você sabe onde eu passo meus verões? - perguntou ele.

- O poder de uma conversa de garotas, Percy – ela passou um dedo pelo corpo dele, encima da camisa, até enterrar sua mão dentro da camisa dele, sentindo seus músculos. - Annabeth disse, e eu procurei no mapa. Ela sabia a rua e tudo. Vocês tem algum segredo?

Percy, com sua mão, passou na barriga de Silena, magra e deliciosa. Silena gostou disso.

- Não – disse ele. - Mas com você e Charles… ele sabe que você transa comigo?

- E Annabeth sabe que você transa comigo?

- Boa pergunta – disse ele, a beijando de novo, e dessa vez ela tirou a camisa dele, revelando seu corpo de atleta diante dela. Percy pegou a camisa dele e colocou nos ombros. - Mas vou querer mais aproveitar nossa tarde. Quer sentir meu pau na a vagina dela… na minha cama?

Silena assentiu, e Percy pegou o pulso dela, a puxando para a casa de praia certa.

Pelo que ele – e ela – sabiam, estava vazia.

E lá estava prestes a ser um dos melhores locais onde Percy fez sexo. Ele sentia isso.


 

Assim que entraram, Percy e Silena se soltaram sexualmente.

O local continuava igual e bagunçado e poeirento, mas isso não importava agora, e sim foder aquela gostosa sem parar até ela gozar.

Percy começou a beijar o pescoço dela enquanto segurava os pulsos dela contra a parede. Silena gemeu, mas se deteve.

- Pode gemer – disse Percy, apalpando um seio dela. - Meus pais não vão vir aqui – disse ele, lambendo a bochecha dela. - Pode se soltar completamente.

Silena demostrou isso lambendo o pescoço dele, gemendo alto enquanto tentava se soltar.

Percy estava adorando isso. Silena se mostrava mais tarada que ele achava. A língua dela estava espalhando a saliva dela pelo pescoço e ombro. Percy mordeu os lábios de prazer.

Percy a soltou, e Silena o agarrou com força, o beijando com gemidos e saliva. Percy apertou a bunda dela enquanto ela penetrava sua língua na boca dele.

Com força, Silena guiou Percy pelo quarto até a cama, onde ela o empurrou. Percy caiu de costas. Silena amou ver o corpo forte dele espalhado na cama.

Isso a lembrou de ontem de novo.

Ela abriu sua calça e tirou.

Percy gostou do que viu. Ele viu que a calcinha dela estava completamente molhada. Ela tirou junto com os tênis, e jogou pelo chão.

Silena então engatinhou encima dele.

- Amo foder você. Não sei como, mas você me enlouquece sexualmente sempre que te vejo, e com Charles não me deixando em paz, precisei mentir para vir aqui, onde estamos sozinhos para fodermos como selvagens – ela abriu o zíper dele, e puxou a calça de Percy.

Assim que tirou a cueca, a ereção dura dele apontou para o teto. Silena olhou impressionada para aquilo.

- Maior de todos? - provocou Percy.

Silena começou a tocar.

- Um pouco maior – admitiu ela. - Deve ser por causa do sexo, não é, cavalão? - Afinal, você me dominou na cama. Me deitou, e penetrou em mim com vontade. Lembra?

Percy se lembrou de uma foda assim. Mas não sabia com quem. Podia ser com ela, ou não. Ele tinha tantas amantes que não conseguia lembrar de todas assim de cabeça.

Silena se deitou na cama dele, com os seios apontados para cima.

- Vai tentar de novo? Me dominar sexualmente?

Entendendo, Percy logo pulou encima dela, e tocou a cabeça de o pênis dele na vagina molhada dela.

- Pronta?

Silena o beijou, e Percy meteu.

Ela gemeu de prazer ao receber Percy dentro dela. Ele sabia como o ritmo funcionava, ele penetrou com força, lento. Depois começou a acelerar o ritmo.

Percy agarrou as costas dela em um abraço apertado. Os peitos dela estavam comprimidos contra o peito dele. Silena passava as mãos no cabelo e nas costas dele. Os dois gemiam com o beijo de língua que davam um no outro.

Percy apertou a bunda dela. Silena respondeu arranhando as costas dele de prazer.

Percy queria ficar mais confortável, então começou a se deitar, com Silena o acompanhando.

Percy ficou de costas na cama, com Silena com seu corpo de pé, encima dele, respirando de estase.

Percy agarrou a cintura dela, e o ritmo sexual começou de novo.

Percy sentiu as mãos de Silena explorarem seu peito, tanquinho e mamilos, passando seus dedos conforme gemia. Ela então babou nos dedos e desenhou com saliva pelo corpo dele. Ela mordeu a língua ao brincar com os mamilos dele.

Como resposta, Percy lambeu os dedos e esfregou os mamilos dela. Silena gemeu.

Ela continuou pulando de prazer em Percy, que disse:

- Eu te fodi assim também?

Silena colocou as mãos na nuca. Seus peitos enormes pulavam com prazer.

- Se quiser saber mais, me faça gozar assim – ela estalou os dedos.

- Desafio aceito!

Percy acelerou seu ritmo. Silena correspondeu com mais gemidos.

- Vai! VAI! Percy, seu tarado! Seu michê! Vai! Mete mais fundo!

- Sua vadia gostosa – gemeu Percy. - EU! Charles! Quem mais?

Silena deu uma cara safada.

- Porque quer saber?

- Para eu ser o primeiro da lista!

Silena pegou no corpo dele.

- Você é agora!

Os dois se beijaram. Percy continuou metendo com força. Silena estava mesmo gostando daquilo. Percy estava enlouquecido por prazer.

- Silena! Eu vou gozar!

- Dentro! - gemeu ela, um pouco mais alto. - Charles gozou dentro!

- Então toma! - Percy meteu mais, e a erupção de prazer veio.

Silena sentiu um tsunami de porra dentro dela. Igual na boca. Sêmen preencheu tudo dentro dela. Charles gozava com força, mas Percy era um tsunami comparado com um jato de mangueira de bombeiro.

Silena olhou para cima, com a língua de fora, cheia de prazer saciado, depois se deitou encima de Percy.

- Ellen é uma garota de sorte – disse ela.

Percy, com o prazer satisfeito, se lembrou de Ellen, e uma comparação gostosa envolveu sua mente.

Ellen era selvagem, como uma amante da hora que gosta de sexo. Silena era quase igual, mas a diferença era que o sexo com Silena era clandestino.

E Percy de alguma forma gostava disso.

Ele olhou para Silena, que o beijou com vontade.

De repente, seu foi dominado por prazer novamente.

- Foi demais – disse ela. - Charles gozou como um gêiser uma vez, mas você gozou como um tsunami!

Percy gostou de ouvir isso. o pênis dele endureceu um pouco depois dessa.

Silena se levantou de cima dele.

- Agora vamos antes que ele me procure – ela pulou para fora da cama. - Você pode ficar, e eu me faço de tola falando que não te vi. Sua escolha.

Assim ela saiu, e Percy, mais devagar, se vestiu e a seguiu, pronto para mentir com ela depois.


 

Percy estava correndo na floresta. Um exercício que fazia para se livrar da ansiedade de fazer nada.

Sua mãe, Sally, saiu com Paul, então sem companhia em casa.

E no Acampamento, suas amantes estavam com os namorados o dia todo – Percy sabia, ele viu – então sem companhia ali também.

Sem nada para fazer ou ninguém para foder, Percy decidiu aproveitar seu tempo para correr pela floresta.

Correr era algo bom, os Stoll estavam mesmo certos. Ele estava como eles recomendaram – usando um short largo verde, tênis de sola grossa (que não voam, Percy odiava tênis que voava, por motivos óbvios), sem camisa, e determinado.

Ele corria como um filho de Hermes – rápido sem cansaço – afinal, depois de quatro anos lutando contra monstros e titãs, correr alguns quilômetros era moleza para ele.

Enquanto corria, ele ouviu uma voz conhecida na floresta.

- Sexy… - era Júniper.

Percy se virou e viu Júniper parada ali. Ela estava como na última vez que fizeram sexo: vestido branco, cabelos soltos, mas os chinelos sumiram, agora ela estava descalça.

Percy se virou, e o pênis dele começou a endurecer. Júniper percebeu isso.

- Com saudades de mim?

Júniper tinha sido safada no sexo deles, então:

- Sim – admitiu ele, se deixando ficar duro. - Como você e Grover estão?

- Grover vai bem – disse ela, se aproximando. - Nós vamos bem, mas é uma pena que ele está em outras florestas, em missões importantes. E isso me deixou tão seca… - quando ela chegou perto dele, ela colocou seus braços nos ombros fortes de Percy. - Quer me molhar, Percy Jackson… seja meu oceano gostoso.

Com o tesão descontrolado no short, depois de foder quatro gostosas pela semana, ele gostou de ter uma quinta agora.

- No Punho de Zeus?

Júniper sorriu.

- Safado da porra…


 

No Punho de Zeus, os amantes se soltaram completamente.

Júniper abraçava e beijava Percy com voracidade.

Ela estava contra ele, que estava contra a pedra enorme. Seu vestido branco e calcinha caíram no chão faz tempo, assim como o short dele, agora nos pés dele.

Agora, completamente pelados, ela estava abraçada a Percy, que estava de costas contra o Punho de Zeus, trocando beijos molhados um para o outro, isolados do resto do mundo.

Percy estava apertando ela com seus braços fortes. Júniper estava com seus seios contra o peito dele, braços em volta da cabeça dele, gemendo alto.

Em uma área isolada daquelas, iam se soltar da melhor forma que conseguiriam.

Suas roupas estavam formando uma trilha da praia até aquela árvores – o vestido branco e calcinha de Júniper e o short e cueca de Percy, terminando nos dois nus contra a pedra.

Percy começou a apalpar os seios dela enquanto Júniper começava a masturbar o pênis de Percy com vontade.

O beijo entre eles continuava, com Percy começando a abraçar Júniper com mais intensidade. Ela se aproximou mais dele, percebendo que ele queria sexo.

Querendo isso da forma que ela queria, ela partiu o beijo e pulou no colo dele, enrolando suas pernas na cintura dele enquanto voltava a beijá-lo.

Percy ficou surpreso com isso.

- Eu quero algo bom – gemeu Júniper, parando o beijo, passando uma mão no corpo dele até a ereção. - Quero isso muio, amor.

Percy sorriu.

- Amor, adoro quando fica tarda.

- Como posso evitar, tenho um modelo de cueca como namorado.

- E eu tenho uma modelo da palyboy como amante da hora – ele a beijou, ajeitando o pênis dele no local certo. - E essa modelo é uma tarada da porra.

- Então me satisfaça, gostoso do caralho!

Percy meteu tudo dentro. Júniper gritou de prazer.

Quando Percy começou a meter com intensidade, o grito se dividiu em gemidos.

Percy abraçou a cintura dela. Júniper abraçou o pescoço dele. Ela sentia seus seios comprimidos contra o corpo enquanto ele trepava nela mais e mais.

Ambos gemendo de prazer com as penetrações constantes.

Júniper estava arranhando as costas de Percy. Ele então estava apertando a bunda dela como revanche.

- Tô quase lá, delícia – disse Percy, gemendo.

Júniper também sentia isso. Estava quase lá também. Ela queria que fosse gostoso.

- Me dá tudo quando eu mandar – disse ela, arranhando os ombros até chegar no peito dele. - Acha que consegue?

- Teu macho consegue! - gemeu ele.

- Esse é meu namorado! - gemeu ela.

- Eu sou seu namorad agora! - gemeu Percy, acelerado suas penetrações.

Júniper sentia o pênis de Percy penetrando mais e mais fundo. Seus corpos se chocavam um contra o outro com o ritmo que gostavam.

Dava para ouvir o “tap, tap, tap, tap” com os gemidos. Isso a deixava eufórica de prazer.

Logo, o clímax chegava mais e mais perto. Ela não conseguia segurar mais.

- Agora!

O clímax chegou. Ambos gemeram de prazer com isso.

Júniper sentiu o pênis dele entrar em erupção, inundando a vagina dela de esperma e porra, se misturando com os fluidos dela.

Ela sentia os fluidos sexuais vazando e pingando da vagina dela.

Júniper relaxou as pernas, se descolando de Percy, que tirou o pênis dele da vagina dela.

Ele se encostou de costas para a pedra enquanto ela se apoiou com seus braços.

Ela estava em estase e feliz.

- Porra… Grover nem te supera em sexo.

- Ele é um sátiro – disse Percy, agarrando os seios dele. - É claro que ele me supera.

Juniper se virou para Percy, e ficou encima dele, o encarando no fundo dos olhos.

- Verdade. Mas sem sátiro, um semideus forte e pervertido serve – ela o beijou de novo. - Agora pode correr… a gente fode mais depois.

Assim ela se dissolveu, junto com as roupas dela, deixando Percy sozinho e pelado ali.

Com medo da área assim que o tesão se dissolveu, Percy se vestiu e correu na floresta de novo.


 

Depois de se lembrar de tudo, de segunda a sexta, com todas elas, Percy estava sentado em uma pedra diante do mar, se masturbando de tudo que lembrava.

Fazer sexo pela semana assim o enlouqueceu mesmo. Ele sentiu seu corpo mandando mais e mais sexo, e penetrar as vaginas de cinco gostosas diferentes realmente deu o prazer que Percy se viciou com os meses.

Olhando para o mar, Percy se lembrava dos gemidos, dos corpos femininos das amantes, das vozes sensuais gemendo o nome dele, junto com obscenidades, da forma que elas o dominavam sexualmente para foderem sem parar, e nas vezes que ele explodiu sêmen dentro delas.

Se lembrar do clímax com elas fez Percy gozar abertamente ali. Seu jato forte voou até o mar, sumindo na água ondulando na terra.

Percy se encostou em um árvore atrás dele, respirando devagar por ter gozado ali, o pênis dele continuava duro, se recuperando para mais em um minuto.

Percy amava sua fisiologia, era melhor que a de um humano. Percy pesquisou uma vez que um homem ou mulher era capaz de se masturbar trẽs vezes por dia.

Percy era mais, ele conseguia fazer isso seis vezes se quisesse, e ainda teria energia para mais.

- Obrigado, genes Olimpianos – gemeu ele, olhando para a cidade, sabendo que o Monte Olimpo estava lá, encima da cidade. - Eu vivo de prazer por causa disso.

Sentindo sua ereção diminuir, relaxado, Percy se levantou e vestiu seu short de novo.

Olhando para o mar, ele sorriu, e começou a correr de volta ao Acampamento Meio-Sangue, sabendo que Annabeth vai voltar em breve, e ele queria estar pronto para ela.

Do jeito que eles gostavam.

Sexo sem restrições.


 



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