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História Os Contos de Ninguém - Capítulo 7


Escrita por:


Notas do Autor


Esse é meu capítulo preferido da vida, espero também que goste, foi muito bom escrever ele! <3
Agradeço aos comentários e os favoritos e quero pedir desculpas por ainda não ter consigo responder, mas assim que sentar com calma na frente do computador, respondo a todos com muito amor!

Espero que gostem, boa leitura!

Desculpem pelos erros'

Capítulo 7 - Aqueles que tiveram um fim.


Capítulo 7 - Aqueles que tiveram um fim.

"Você foi o meu fogo

Então eu queimei até que nada mais restasse de mim."

Hesitate - Stone Sour.

 

A cafeteira fazia um som característico anunciando que em breve o café ficaria pronto. Aquele objeto era algo que Itachi já havia visto poucas vezes, mas apenas em livrarias mais simples que frequentava quando ia dar autógrafos, cafeteiras como aquela eram muito baratas, ele próprio, possuía uma automática, a qual era só colocar o pó e ela fazia tudo sozinha, e geralmente não era nem ele quem fazia isso, a empregada que preparava seu café.

E aquele objeto ali gritava, relinchava, guinchava, tudo isso afim de anunciar que a água quente estava entrando em contato com o pó. Era pequenina e branquinha, de inicio, Itachi achou-a realmente graciosa, e fazia café exatamente para duas pessoas.

Tudo ali naquele apartamento parecia ser próprio para duas pessoas. Desde a cafeteira barulhenta, até a quantidade de copos e pratos lavados em cima do secador de louças. Até os copos sujos eram poucos e pareciam estar ali há alguns dias.

Lembrando que se o dono da casa não os desse atenção, ninguém mais daria. Sorriu amargamente ao se lembrar que de fato assim morar sozinho "se você não lavar sua louça, ela vai ficar ali na para, para sempre."

Ele estava sentado na mesa há alguns minutos, Deidara deixou a cafeteira ligada e disse que precisava tomar um banho rápido, porque estava um pouco incomodado, sem questionar o escritor acenou, e ficou ali um tempo sozinho na cozinha observando como era a intimidade de Deidara agora.

A cozinha era pequena, mas muito elegante e aconchegante. Tinha uma geladeira branca de um lado, junto com um balcão onde havia um micro-ondas cor de creme muito antigo, a parte de cima do armário e em baixo o que ele julgou ser uma pequena despensa. Do lado oposto vinha a pia de mármore negro, o balcão para o manuseio de alimentos e o fogão de quatro bocas, simples, também branco. E junto a janela havia uma mesa de madeira pequena com duas cadeiras, uma de cada lado.

Em cima da mesinha continha um delicado vaso de flores violetas que balançavam suavemente com a brisa que entrava pela janela. O piso era de madeira e muito lustroso. Tudo muito lindo, até mesmo a cortina de renda que adornava a janela de vidro.

Ele sequer chegou a conhecer os outros cômodos da casa, porém já sabia que em cada canto daquela cozinha, cada pequena parte tinha um pouco de Deidara. E aquela foi a coisa mais bela que constatou. Era bem a cara dele manter a limpeza na casa, pois sempre foi muito organizado, aquela era uma qualidade que Itachi particularmente gostava muito no mais baixinho.

De repente a cafeteira parou de gritar e quando ele estava prestes a se levantar, Deidara entrou na cozinha, vestindo uma calça jeans rasgada nos joelhos, uma grande camisa de lã que se estendia até o meio de suas coxas e em volta de seu pescoço, vinha uma toalha preta.

Ele secava os cabelos calmamente enquanto o sol da manhã que vinha da janela, banhava sua face desprovida de qualquer maquiagem. Estava limpo de tudo, portanto, era mais nítido a visão que se tinha de seu rosto sutilmente oval.

E claro, ele continuava muito bonito. O tempo não havia nem ao menos chegado em seu rosto, uma vez que ele continuava mantendo a mesma aparência jovem de tantos anos atrás, exceto por um visível detalhe: Os seus olhos, seus olhos não possuíam mais aquele brilho de antes, suas olheiras eram muito destacadas e seu semblante um pouco mais pesado.

Como se ele houvesse presenciado algo que o destruiu por dentro. Talvez, se devesse ao fato dele ter passado sozinho por tudo que passou, era louvável que o obrigasse a agir de tal maneira.

Seus pés descalços batiam no chão produzindo um leve "tac-tac" que fez uma risadinha amarga escapar dos lábios de Itachi. Desde sempre ele fazia isso. Nunca conseguia andar de pantufas ou meias pela casa. Mesmo que o frio lá fora estivesse beirando ao insuportável, Deidara estava sempre com os pés descalços, gelados.

E sempre reclamando disso.

Itachi o assistiu caminhar até o armário e ficar na ponta dos pés para pegar duas canecas. As colocou em cima do balcão e serviu ambas com o líquido negro, em seguida as colocou em cima da mesa, voltando-se para o armário a procura do açúcar e do leite que havia acabado de comprar.

- Eu não estava esperando visitas. - confessou ele, sincero, colocando em cima da mesa os dois únicos pães que comprara pouco tempo antes. - Desculpe.

- Não se desculpe. - Itachi disse, se compadecendo daquela situação. - Eu que vim sem avisar.

As canecas, os pães, o leite, o açúcar em cima da mesa onde havia somente um solitário vaso de flores era uma visão bem dolorosa. Melancólica demais. O moreno, até chegou a imaginar que por inúmeras vezes, Deidara até poderia ficar conversando aquela flor para não se sentir só.

A solidão nos faz agir com desespero.

- Realmente você era a última pessoa que eu esperava. - Deidara riu amargamente, sentando-se na cadeira, a frente de Itachi que somente o olhava com um mínimo sorriso nos lábios.

Tirou do bolso então o celular, o maço de cigarros Camel juntamente com o isqueiro e o molho de chaves que possuíam três chaveiros: um pequeno Darth Vader com olhos que piscavam quando se apertava, uma gueixa de cabelos curtos e um urso pequeno muito surrado preto e branco com um cordão em forma de cruz.

Os olhos de Itachi se demoraram no último chaveiro até que uma risada curta explodiu de seu peito. Encarou Deidara, antes de colocar em seu café duas pequenas colheres de açúcar.

- Você não me esqueceu. - Itachi disse, de repente, levando a caneca azul claro aos lábios e tomando um gole do café.

Deidara arqueou o cenho ante aquela frase e sentiu seu peito arder com tal constatação. Era obvio que ele não havia esquecido Itachi, contudo, aquilo dito justamente dos lábios do sujeito que estragara sua vida, era demais. Respirou fundo e olhou novamente para a caneca cheia de café a sua frente.

- Eu consegui sobreviver por onze anos. - revelou por fim, sua voz saiu um pouco mais rouca que o normal.

- Sim. - Itachi colocou a mão no bolso do casaco e tirou dali o aparelho celular um iPhone X, o maço de cigarros preto Insígnía, seguido de um belo isqueiro prateado e finalmente o molho de chaves, onde havia uma Torre Eiffel em miniatura e um pequeno urso também muito surrado laranja, preto e amarelo, cujo uma corrente dourada também pendia em seu pescoço.

Aqueles dois pequenos chaveiros, dois ursinhos, não eram somente chaveiros que foram comprados por coincidência. Não, eles tinham historia. Aqueles chaveiros foram goods de um show ao qual foram juntos a primeira vez.

Foi a cerca de quinze anos atrás. Foi um show do X Japan, Deidara teve que sair de casa escondido e ir com Itachi, pois seu pai jamais permitiria que ele fosse para aquele antro de perdição, de malucos mal vestidos e drogados. Ficaram a madrugada inteira na fila, conseguiram comprar os goods - dois chaveiros e uma toalha que se perdeu com tantas mudanças -, tomaram chuva juntos, mas conseguiram pegar a primeira fila e assistiram juntos sem saber que aquele seria o ultimo show de Matsumoto Hidedo, o Hide. Ninguém imaginava que ele cometeria suicídio dali a menos de um ano.

Deidara correu os olhos pelos objetos pertencentes a Itachi e abriu um pequeno sorriso quando parou no ursinho.

- Como você é piegas. - constatou, pegando seu próprio chaveiro e colocando bem ao lado do de Itachi. - Já pode correr pra sua casa e fazer uma historia baseada em dois chaveiros. Um romance perfeito. Com um belo final feliz... - concluiu com amargura, olhando os dois ursinhos que haviam sido comprado juntos, faziam parte da mesma coleção, e depois de tantos e tantos anos afastados agora se reencontraram como velhos amigos.

- Sou um escritor de romances. - declarou de forma amargurada. - Preciso ser piegas.

- Realmente. - acenou Deidara e voltou a encarar os chaveirinhos como se união deles fosse tão importante quanto a passagem do cometa Halley.

- Deidara, você é um ótimo fotografo também. - anunciou Itachi, tentando chamar atenção do rapaz para si. - Eu vi suas fotos, estão incríveis.

- Mexeu nas minhas coisas? - perguntou com o cenho arqueado e logo em seguida riu, como se caísse sua ficha. - Claro que mexeu... Não ia perder a oportunidade de ver algo meu dando sopa...

- É, eu mexi. - confessou. - Precisava ver como você estava, e claro que tomei um chute na cara com suas fotos e toda sua evolução.

- Evolução? - repetiu Deidara com cinismo. - O que você quer? Entrar aqui, falar meio dúzia de palavras pra eu ficar caidinho de novo e depois você me da mais um fora? Sinto muito Itachi, mas eu não tenho mais dezesseis anos.

Itachi respirou fundo e passou as mãos pelos cabelos, deixando-os ainda mais fora do lugar. Mordeu seus lábios e tomou mais um gole do café, olhando todos os objetos contidos naquela mesa. Deidara continuava tomando seu café e agora tirava de seus ombros a toalha, colocando-a no encosto da cadeira.

Itachi então pegou o maço de cigarros a sua frente, antes de se afastar e abrir uma pequena parte da janela de modo que a brisa pudesse entrar com mais vontade. Levou aos lábios e acendeu em seguida, apoiando o cotovelo na pontinha da mesa, segurou o cigarro entre os dedos indicador e médio, respirando fundo, soltando a fumaça e vendo-a se espalhar até sumir a sua frente.

- Eu nasci em uma família onde eu era o filho primogênito, tudo que meus pais desejavam para um filho perfeito, colocaram as expectativas em mim. Melhor na escola, melhor em tudo, melhor em qualquer porcaria que eu fizesse... - houve uma curta pausa a qual Itachi levou novamente o cigarro aos lábios e tragueou a fumaça devagar, antes de tomar em suas mãos novamente a caneca de café. - O Sasuke era pequeno, minha mãe vivia falando que ele iria se inspirar em mim para tudo, eu senti um peso enorme de responsabilidade. Eles eram tradicionais, o que podia acontecer se eu simplesmente chegasse e dissesse que era gay?

- Eles iam te dar um sermão de 20 minutos e depois aceitariam numa boa, por que você é a porra do filho esperado! - Deidara cuspiu com escárnio, puxando do maço um cigarro e diferente de Itachi, o acendeu com violência, segurando-o entre os dedos polegar e médio. - Você só foi merda de um covarde.

Ele engoliu em seco e colocou novamente o cigarro nos lábios, puxando a fumaça. Deidara estava coberto de razão, ele foi sim e um covarde e aquela desculpa era muito esfarrapada para que pudesse encobrir tudo que ele fez Deidara passar sozinho.

- Eu sei que fui. Sei que fui covarde, mas eu queria deixar claro uma coisa pra você, Deidara. - disse, dando um último gole no que restava do café já meio frio no fundo de sua caneca.

- Fala. - Deidara abanou a cabeça, apoiando o queixo na mão enquanto a outra segurava ainda o cigarro.

As cinzas caiam lentamente no chão, porque desde o minuto em que aquela conversa começara, ele sequer chegou a pensar na hipótese de sair a caça de um cinzeiro. Isso era o de menos agora.

- Eu menti. - confessou Itachi, olhando fixamente os olhos azuis de Deidara. - Fingi que não te amava e disse aquilo porque era a única forma de fazer a gente se afastar... Deidara, eu estava com muito medo, droga, eu sempre tive muito medo de decepcionar minha família e...

- Mas eu decepcionei a minha por sua causa! - explodiu Deidara, levantando-se num salto, fazendo com que sua cadeira caísse para trás, o baque só não foi tão forte da madeira no chão, pois havia a toalha ali para abafar o som.

O resto do cigarro agora jazia esquecido no chão e suas mãos tremiam fortemente, apertavam seus cabelos, enquanto seu olhar se voltava para o piso de madeira da cozinha.

- Eu nunca... Nunca fui o filho esperado, muito pelo contrário, eu fui a merda do acidente! - fechou os olhos com força, sentindo seu peito apertar de uma maneira tão dolorida que por poucos segundos não faltou-lhe o ar. - Estava o tempo todo tentando, quando eu era moleque, estava o tempo todo tentando fazer algo pra me destacar, mas nada, nada adiantava, não importa o que eu fizesse, o foco era sempre meu irmão. Então chegou um tempo que eu mandei tudo pro inferno, e foi bem na época que te conheci. Eu coloquei em você Itachi... Toda a minha esperança de amor reciproco... Porque a primeira vez que te dei amor e você me devolveu da mesma forma, senti que... Senti... - levou a mão ao rosto e apertou a região. - Eu senti que podia me entregar totalmente pra você...

Itachi também se colocou de pé e pouco a pouco foi se aproximando de Deidara, sem que ele percebesse. Aquela revelação era algo novo para si, nunca chegou a conhecer aquele lado da historia do baixinho.

- Você era minha razão de acordar, minha motivação pra ir pra escola, até a minha vontade de fotografar só vinha realmente quando eu tirava fotos de você... - respirou fundo e continuou analisando os próprios pés, viu que suas unhas estavam roxas. Estava muito, muito frio ali. Começou a estralar todos os dedos das mãos e fechou os olhos com força. - Eu te coloquei como o centro da minha vida, mas a culpa foi toda minha... - riu, amargo, com a tristeza impressa em seu olhar. - A culpa foi minha desejar de alguém tão humano quanto eu, algo que nem meus pais puderam me dar.

- Fui canalha com você, Deidara... - Itachi começou, fazendo um suspiro de dor brotar do peito de Deidara. - Meu pedido de perdão talvez nunca sane a sua dor e nem mágoa que você tem por mim.

- Não... Seu pedido de perdão realmente nunca vai sanar nada... - novamente sentiu a voz embargada, mas dessa vez não foi preciso disfarçar, tampouco segurar o choro, ou engoli-lo sufocando-o com uma dose de café.

Deixou que as lágrimas nascessem em seus olhos e escorressem livremente por sua face pálida. Não havia mais o que pudesse esconder, aquela conversa chegara num ponto em que coisas tinham que ser ditas, mesmo que tais coisas lhes custassem lágrimas.

Nem que as lágrimas fossem dele.

- Não tem palavras que sanem dor nenhuma. - Deidara continuou, limpando as lágrimas com a manga do moletom. - Mas eu também tenho que te pedir desculpas...

- Por que? - Itachi sussurrou, seu próprio coração batia tão acelerado, tão apertado, que até suas pernas estavam um pouco fracas.

- Porque passou onze anos e eu não deixei de te amar, por nenhum maldito dia, não consegui te odiar, eu tentei, Deus, como eu tentei, alimentava sentimentos, dizia coisas o tempo todo pra ver se conseguia criar pelo menos uma raiva idiota, mas... - arfou. - A raiva até vinha, mas durava só algumas horas... Depois ficava só aquele vazio idiota, o vazio que você deixou quando virou as costas pra mim, mas o pior desse vazio, era o que vinha junto com ele.

- O que vinha...?

- A maldita certeza de que você iria voltar! - revelou com um soluço, colocando as duas mãos no rosto, escondendo-o. - A certeza de que logo, logo você iria voltar e dizer que era tudo mentira...

- Era tudo mentira... - Itachi sussurrou e num movimento rápido, abraçou Deidara pela cintura, trazendo-o para junto de si. Envolvendo-o carinhosamente ali, deixando que ele descansasse o rosto no vão de seu ombro.

- Queria te odiar... - sussurrou Deidara, apertando o casaco de Itachi entre os dedos. - Céus, como eu quis... Mas, não dava, nunca dava, porque você sempre me deu as melhores lembranças, sempre nos meus piores momentos, você estava lá, contando alguma historia que você tinha acabado de criar... Sabe qual era a minha preferida...?

- John, O Aventureiro. - Uchiha Itachi completou, pousando o queixo no alto da cabeça de Deidara. Claro que era John, porque o John a única coisa que Itachi conseguia se basear naquele tempo, e talvez até hoje.

- Você não sabia de quase nada da minha vida, mas quando você contava do John, eu conseguia me desprender da realidade... E aquilo era tão bom... - arfou pesado, exausto.

- O John é um herói que eu sempre quis ser. - Itachi sussurrou, depositando um beijo gentil no topo da testa do baixinho, mas sem se afastar. - Mas no fim, eu descobri que só sou um cara simples, que faz romances perfeitos com climas maravilhosos, mas a realidade é uma merda, o tempo tá uma merda, tá poluído, tá uma droga, Deidara... E mesmo sabendo de tudo isso, mesmo sabendo que eu fui um otário com você... Vim aqui, te pedir perdão, porque eu não aguento mais fingir ser herói.

- Você quer... Começar de onde paramos...? - Deidara sussurrou de repente, se afastando levemente.

- Não. Começar de onde paramos significa estar ainda no mesmo livro. E pra um escritor, não dá pra terminar uma historia onde os personagens terminam de forma assim ruim, isso significa que um deles vai ser odiado pelo público, é melhor guardar aquele e começar um novo.

- Você está falando de livros. A vida real não pode ser simplesmente guardada numa gaveta e iniciada de novo... - Deidara baixou o semblante tristemente. - A realidade só tem duas saídas. Acabar tudo de vez, ou começar de onde paramos. Não tem como fingir que não nos conhecemos.

O escritor fechou os olhos por alguns segundos e mordeu os lábios. Nem seus romances com climas perfeitos e casais incríveis haviam previsto aquilo. Deidara estava cheio de razão, claro que estava.

- Então vamos terminar de onde parou. - Itachi disse por fim.

- Certo. - Deidara se afastou, fechou os olhos e respirou fundo, apertou as mãos e punhos e de repente virou um soco certeiro no nariz de Itachi.

O baque foi tão violento que um filete de sangue nasceu em seu nariz. Itachi tombou a cabeça para o lado e imediatamente levou as mãos ao rosto.

- Mas, o que diabos...? - arfou, indo em direção a pia, buscando apoio.

- Foi isso que quis fazer quando você virou as costas pra mim, já que estamos continuamos, é justo.

Em seguida, o baixinho caminhou depressa até o moreno e o abraçou, aninhando-se ali em seu peito, sentindo que logo os braços do mais alto lhe abarcavam o corpo. Fechou os olhos e arfou baixinho.

- Temos muito que conversar ainda... - declarou, elevando o rosto, de modo que Itachi pudesse encará-lo. - Mas, por hora, você e seu nariz machucado são tudo que eu preciso.

Itachi riu, antes de se inclinar lentamente e roubar os lábios de Deidara num beijo cálido e calmo.

Era tudo o que realmente precisavam por hora.

Os problemas estavam apenas começando. 

 

 

 


Notas Finais


E então, o que acharam? Logo logo o Hidan vai dar as caras pq nem tudo são flores aqui nessa fanfic não ushausahsuahsuahs se o Deidara um dia me ver, acho que ele me mata, na boa uahsuashaush

Beijão e até breve!


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