História Os Demolidores - InuYasha - Capítulo 7


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Categorias Inuyasha
Personagens Inu no Taishou, Inuyasha, Kagome Higurashi, Kagura, Kohaku, Rin, Sesshoumaru
Tags Inukag, Inuyasha, Kagome, Rin, Sesshoumaru, Sesshyrin
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Palavras 5.236
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Científica, Hentai, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem!


Sextou!
Aproveitem...

Alerta: +18

Capítulo 7 - Sensações


Rin ficou encarando o corredor que dava acesso aos quartos. Começou a rir, incrédula. “O que foi isso? Por que eu estou rindo? Eu devo estar doente agora! Mas... Que droga, Rin! Pare de rir!”. Decidiu continuar sozinha o que eles haviam começado.

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No dia seguinte, Rin acordou um pouco mais cedo e decidiu fazer café da manhã para o seu hóspede. Não demorou muito para que ele aparecesse na cozinha vestindo apenas uma calça, enquanto usava uma toalha para secar o cabelo.

- Bom dia! – Rin se virou para cumprimentar o platinado, mas ficou sem reação quando o viu sem camisa.

Sesshoumaru percebeu que Rin estava encarando o seu peitoral desnudo e sorriu, sacana, aproximando-se.

- Bom dia, Rin. Como foi sua noite?

Como se despertasse de um sonho muito pervertido, Rin se assustou com a proximidade do homem a sua frente, dando um pequeno pulo que a fez cortar seu dedo na faca que usava.

- Ai! – Rin largou a faca e trouxe o dedo para próximo de seu rosto para analisar a ferida. – Isso dói...

Instantaneamente, Sesshoumaru pegou a mão de Rin, levando-a a boca e chupando o dedo da morena e se divertiu com o fato de que a face dela cada vez ficava mais vermelha.

Saindo de seu transe, Rin puxou para si a sua mão e se virou.

- Você está nu!

- Hummm – Sesshoumaru fingiu avaliar sua situação. – Não estou, não.

Rin se virou para ele rapidamente, usando as mãos para indicar onde faltava roupa.

- Está sim!

O platinado então se aproximou ainda mais, fazendo com que Rin tocasse em seu peito desnudo. Antes que o reflexo de Rin pudesse ser ativado e ela novamente recolhesse a própria mão, o homem a segurou, mantendo-a sobre o peitoral. As tentativas de se soltar foram vãs e a morena a cada instante ficava mais nervosa.

- Sabe, Rin... – Sesshoumaru a puxou para si, falando perto de seu rosto. – Para uma mulher com tantas experiências, você é bastante tímida. – Disse se afastando rapidamente e dando um sorriso sacana, deixando-a sem saber o que fazer.

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A delegacia estava mais calma que no dia anterior. Não havia sinais de Naraku e por isso boa parte dos alarmes pararam de soar.

Sesshoumaru observava a falta de proatividade de todos na delegacia. Parecia que não havia uma crise acontecendo.

- Ahh... Hoje está muito mais tranquilo... – Hojo disse se espreguiçando.

- Tsc... Idiota... – Sesshoumaru falou baixo.

- PEEEEN! SESSHOUMARU TAISHO, VOCÊ FOI MULTADO POR LINGUAJAR INAPROPRIADO.

- Tinha me esquecido dessa merda.

- PEEEEN! SESSHOUMARU TAISHO, VOCÊ FOI MULTADO POR LINGUAJAR INAPROPRIADO.

- Mas que...

- Ei! Respira fundo. – Rin interveio. – Isso sempre vai acontecer se você continuar assim.

Ele a olhou no fundo dos olhos.

- Tudo bem...

- Obrigada! – a morena sorriu.

- VOCÊS! – Sesshoumaru chamou a atenção de todos. – O que pensam que estão fazendo? Naraku ainda está lá fora.

- Ele fugiu! – algum policial aleatório comentou.

- E foi por isso que vocês me descongelaram! Alguém mais para dizer algo óbvio? – o platinado estava perdendo a paciência com a incompetência daquela organização.

- Não... Eu digo que ele realmente foi embora. Não está mais atacando. Acho que percebeu que esse mundo não é mais para ele e fugiu de vez. – O policial se explicou.

- Todos vocês concordam com ele? – Sesshoumaru questionou toda a equipe que, para a sua surpresa, concordou em sua maioria.

Visivelmente irritado, ele respirava fundo, tentando se acalmar. Foi quando viu seu irmão entrando pela porta da frente.

- Bom dia.

Todos pararam para olhar o platinado de orelhas de cachorro, que continuou:

- Eu tenho que falar com você. – disse ao se encaminhar para o irmão, quando percebeu todos parados. – Vocês não trabalham, não?

- Eles acreditam que Naraku vai se isolar no mundo e esquecer a humanidade. Que ele vai fugir... – Sesshoumaru respondeu ao irmão, ironicamente.

- Você só pode estar de brincadeira... – Ele olhou para todos, incrédulo. – Vocês são burros ou o quê?

- PEEEEN! INUYASHA TAISHO, VOCÊ FOI MULTADO POR LINGUAJAR INAPROPRIADO.

- Obrigado por ter falado... era o que eu estava querendo dizer. – Sesshoumaru agradeceu ao irmão, segurando-o pelo ombro. – Meu irmão tem razão. Não é nem um pouco inteligente achar que Naraku não vai voltar. Ele não só vai voltar, como vai vir com aliados e vai tentar destruir a cidade inteira. ENTÃO, CONTINUEM A TRABALHAR!

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- Então... O que conseguiu descobrir? – Sesshoumaru disse ao entrar na sala de Rin e Kagome.

- Não muita coisa... O rastro se perdeu no rio... – Os olhos de InuYasha então se perderam no retrato que havia na mesa em que o irmão se sentou.

Vendo a distração do irmão, o mais velho comentou:

- Elas realmente se parecem. É verdade que você a beijou?

- Éé... Isso foi um erro. Acredita que ela é noiva daquele ... – E olhou para o alto, desconfiado, esperando uma represália do sistema de segurança.

- Sim... Ele chegou aqui querendo que eu controlasse você. – Sesshoumaru o contou com cara de que fizesse pouco caso da opinião de Hojo. – Mas têm muitas coisas nesse mundo que ainda temos que assimilar.

- Como o quê? – InuYasha não estava realmente interessado.

- Em outro momento discutimos isso. Agora temos que nos atentar ao Naraku. Ele já deve ter percebido que os humanos não conseguem se defender dele e que não há mais sacerdotisas ou youkais.

- Ahhhhh ACABEI DE ME LEMBRAR! A Kagome é uma sacerdotisa! – InuYasha interrompeu o irmão. – Ela não sabia, mas na hora do ataque o seu poder foi desbloqueado para protegê-la. Eu consegui senti-lo. Ainda é fraco, mas está lá, ela só precisa de treino.

- Interessante... A Rin disse que os sacerdotes foram sumindo ao longo do tempo.

- A Kagome também comentou algo do tipo... Mas se há youkais atacando, a natureza precisa se reequilibrar novamente, não?

- Faz sentido... – O mais velho então ficou pensativo.

- O que foi?

- Rin e Kagome são primas...

- Eu? – disse Rin que acabava de entrar na sala. – O que tem a Kagome também?

- Você disse que era da família da Kikyou, não é? – Sesshoumaru a perguntou.

- Sim... Mas o que isso tem a ver?

- Provavelmente vai acontecer com ela também... – InuYasha se dirigiu ao irmão.

- Acontecer o quê? – Rin se aproximou ainda mais confusa.

- Provavelmente... – Sesshoumaru se levantou e se aproximou da morena, a pegando pelas mãos e se concentrando. – Provavelmente você liberará os poderes espirituais que sua família carrega.

Depois de se recuperar da vergonha dele segurar a sua mão na frente de outra pessoa, o baque da informação a tomou.

- Como... Como... COMO ASSIM PODERES ESPIRITUAIS? – A morena puxou sua mão, isso já estava virando um costume entre eles, afastando-se.

- A Kagome sobreviveu ao ataque do Naraku por ter criado uma barreira espiritual. – InuYasha a explicou. – A tendência é que os poderes dela se fortaleçam, vista que os ataques devem continuar. A natureza precisa de equilíbrio. Vocês são da mesma família, é provável que aconteça com você também.

- Isso é muito para absorver... Com licença. – disse Rin se retirando.

Sesshoumaru a observou sair. “Muita coisa ainda vai mudar...”

- Assim que a Kagome estiver bem, devemos treiná-la. Ela irá conosco atrás do Naraku. – Sesshoumaru informou.

- É perigoso demais para ela... – o mais novo ponderou.

- Ela é a única sacerdotisa viva... Precisamos que ela esteja preparada, nem que seja para defender a cidade enquanto estivermos fora.

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InuYasha já estava na porta do quarto de hospital. Veria Kagome novamente. Precisava informá-la de seu treinamento. Foi quando ouviu a conversa do outro lado da porta.

- Eu não entendo, Kagome... Como, do nada, esses poderes vão aparecer?

- Eu também não sei, Rin. Mas tem algo a ver com o descongelamento dos youkais.

- Mas eu estou perto do Sesshoumaru a toda hora e nenhum poder apareceu...

- Acho que é porque eu fui atacada. Foi um mecanismo de defesa.

- Humm...

- O Sesshoumaru é tão bonito quanto o irmão? – Kagome quis saber.

Rin e InuYasha se engasgaram na mesma hora.

O hanyou teve que disfarçar enquanto as pessoas no corredor perguntavam se ele estava bem. Quando conseguiu se recuperar, voltou a escutar a conversa.

- O InuYasha parece ser mais explosivo e o Sesshoumaru mais sério e contido. Mas acredita que foi o Sesshoumaru que causou confusão quando souberam do tempo de congelamento e dos youkais? Não sei como ele não matou o Hojo...

- O Sesshoumaru atacou o Hojo? – Kagome se preocupou.

“Tsc...” (InuYasha)

- Não precisa se preocupar. Mas confesso que o Hojo foi muito preconceituoso e irritante.

- Como assim? – Kagome quis saber o que o noivo tinha aprontado.

- O jeito de falar, esnobou os Taishos, negou que precisava deles, quis os inferiorizar como se fossem animais e não pessoas.

- Eu... Eu não conhecia esse lado dele... – Kagome se entristeceu com a descoberta das falhas éticas de seu noivo.

- Pois é... Eu também não. Mas está tudo resolvido agora.

- Você não respondeu a minha pergunta...

- Sim... Ele é tão bonito quanto o irmão... E...

- E o quê, Rin? – Kagome ficou curiosa.

- Ele me beijou...

- COMO? – Kagome deu um pulo da cama.

Do lado de fora, mais uma vez InuYasha se engasgava com a própria saliva novamente.

- E aí? – Kagome quis saber.

- E aí o quê?

- Você gostou?

- Eu... Eu não sei... Você gostou do beijo do InuYasha? – Rin devolveu a pergunta.

InuYasha se endireitou do lado de fora para ouvir melhor. “Mas por que eu quero saber dessas coisas?”

- Sim... E eu não consigo parar de pensar nisso. Não consegui dormir direito, porque sempre me lembrava do olhar dele. Foi tão diferente, prima. O beijo é tão quente... E ao mesmo tempo tão carinhoso... Mas não foi a mim que ele beijou, foi a lembrança da Kikyou... – Kagome se entristeceu um pouco.

InuYasha percebeu a diferença no tom de voz da morena. O que isso significava? Ela queria que ele a beijasse? Mas ela tinha um noivo... E ele não conseguia dissociar a imagem dela a de sua antiga namorada. Tudo era muito confuso para ele.

- Mas não me enrole, Rin! Conte o que você achou.

- Foi tão estranho. Era quente, carinhoso... Com uma malícia. E ele me tocou... Passou a mão pelo meu corpo... E eu não sei o que aconteceu, algo muito quente dentro de mim surgiu. Eu queria ficar ali para sempre sentindo aquilo...

(...)

A conversa ainda durou mais algum tempo. Quando Rin saiu para voltar para delegacia, InuYasha se escondeu e esperou um tempo para poder entrar e conversar com Kagome.

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Quando Rin chegou à delegacia, deparou-se com uma policial dentro de sua sala conversando com Sesshoumaru.

- Olá, estou de volta. – Ela se anunciou ao entrar.

Rapidamente a policial encerrou a conversa que estava tendo com Sesshoumaru e lhe entregou um papel.

- Qualquer coisa, esse é o meu contato.

O platinado assentiu.

A policial prestou continência e se retirou.

- Alguma novidade? – Rin perguntou ao se sentar em sua cadeira.

- Não...

- Então... o que ela queria?

- Veio perguntar se eu queria transar...

Rin engoliu seco. Por que aquilo havia a incomodado?

- E o que você disse? – perguntou fingindo não se importar enquanto mexia nas próprias coisas.

- Nada... Disse que estava muito concentrado em pegar o Naraku, mas que quando tivesse tempo poderia ver...

- Hum...

Rin observou quando ele guardou o papel com o contato da mulher.

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O restante do dia passou devagar, Sesshoumaru acessava todo o sistema procurando alguma pista.

Rin já estava se irritando com o fato de que sempre que saía da sala, ao voltar, alguma policial estava lá se oferecendo para transar com o platinado. “Elas não têm o que fazer não? Só existe esse homem no mundo?”

Quando o horário de expediente acabou, Sesshoumaru acompanhou Rin novamente para a sua casa.

- E o InuYasha?

- Ele vai demorar um pouco para querer dormir numa cama... Ele sempre gostou de dormir ao ar livre. Mesmo na época em que fomos congelados, várias vezes ele dormia ao ar livre ou numa rede...

- Entendi... Estranho, não é? – Rin perguntou.

- Vivemos mais tempo dormindo ao ar livre do que em camas. É natural sentirmos falta às vezes.

- Você também quer dormir ao ar livre?

- Ainda não... Pretendo fazer algumas coisas primeiro... – Ele respondeu com um pequeno sorriso.

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- Você não quer que eu te ajude a cozinhar? – Sesshoumaru perguntou a Rin enquanto a olhava preparar algo para eles comerem.

- Hummm... Você pode cortar os legumes?

O platinado assentiu e postou-se ao lado da morena, pegando uma faca e começando a cortar os legumes. Poucos segundos depois, tudo estava cortado.

- E agora? – Ele virou-se novamente para Rin que olhava atônita para a comida toda picada.

- Com... Como você fez isso?

- O que tem demais nisso? É só cortar... – disse dando de ombros.

- Mas ninguém corta assim tão rápido...

- Eu sou um espadachim, Rin. Não se esqueça disso...

Ela assentiu.

- Inclusive preciso achar as espadas. Naraku irá atrás delas também. Caso ele consiga destruir a tenseiga e a tessaiga, não conseguiremos segurar souunga, principalmente porque meu pai não está mais aqui.

- O que souunga pode fazer? – ela perguntou preocupada.

- É melhor esquecermos um pouco esse assunto... – não queria assustá-la com o poder destrutivo de souunga. – Eu vou tomar banho primeiro.

- Ahh... Tudo bem... Também vou tomar um banho rápido enquanto a comida cozinha.

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Antes de entrar em seu quarto para ir tomar o seu banho, Rin resolveu passar no quarto do seu hóspede. Por que estava ali? Não sabia. Mas algo ficava a puxando para perto dele. A porta do banheiro estava encostada. Por que ela queria ir até lá?

“Tira essas coisas da cabeça, Rin. Você tá ficando doida?”(Rin)

Mas antes de se aproximar o suficiente, viu em cima da mesa vários papeis mal dobrados e foi bisbilhotar. Eram os contatos das mulheres do departamento que tinham chamado Sesshoumaru para transar.

“Ele guardou todos os contatos? Por que eu to ligando para isso? Ele pode transar com quem quiser. É saudável que ele transe e se sinta bem...”(Rin)

Todavia, algo dentro de Rin não concordava com o que ela pensava. Visivelmente incomodada, deu meia volta e foi para o seu quarto tomar banho.

(...)

Distraída no banho, Rin não viu o tempo passar.

Se ele não quis transar comigo, por que pegou o contato de tantas mulheres? Eu tenho alguma coisa de errado? Eu queria tanto os meus comprimidos agora...

(...)

MEUDEUSDOCEUACOMIDA!”(Rin)

Enrolando-se de qualquer jeito na toalha, Rin saiu correndo desembestada para a cozinha quase passando direto por não conseguir frear, dando de cara com Sesshoumaru com uma toalha enrolada abaixo da cintura, com os cabelos ainda molhados. Ele parecia estar concentrado provando a comida para ter certeza que estava boa e desligando o fogo.

Rin não conseguia tirar os olhos do corpo de Sesshoumaru, que se divertiu com a reação da morena. Então, aproximou-se soprando uma colher com o caldo do cozido e deu na boca da mulher que finalmente saiu de seu transe, recolhendo-se e deixando parte do caldo escorrer pela boca.

- Ai, tá quente.

Sesshoumaru se adiantou e limpou o canto da boca dela.

- Você é muito distraída.

- Não sou não!

- A comida ia queimar...

- Tudo milimetricamente calculado... – Rin dobrou os braços, o que fez a toalha soltar um pouco. – E você tem que parar de andar nu por aí!

- Aprendi com você!

- Como? – questionou sem entender a insinuação. – Aimeudeusdoceu eu estou de toalha na frente de um homem! – e saiu correndo de volta para o seu quarto.

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O jantar passou normalmente. Sesshoumaru algumas vezes lançava um olhar diferente para Rin que o perguntava se tinha algo de errado, mas ele se limitava a sorrir de canto.

- Acabei. – Ele disse se levantando e indo lavar seu prato. – Vou me recolher. Boa noite, Rin.

- Boa noite.

(...)

Rin remexia na cama. “Que droga! Por que ele fica sorrindo daquele jeito? Que vontade de socar aquele sorriso gos... Peraí! Socar? Mas... Isso é violência! Por que eu iria querer isso?”

Sem entender o motivo, Rin se dirigiu para o quarto de hóspedes e entrou de fininho. Estava tudo apagado, então ele deveria estar dormindo. Ela se esgueirou pelo cômodo, quando sentiu seu braço ser colocado para trás e ser empurrada. Estava imprensada contra a parede e gritou de susto.

- Shiiiu... Por que está invadindo o meu quarto a essa hora? – Sesshoumaru disse próximo ao seu ouvido.

- Eu... Eu... Oras! Me solte! Eu só vim pegar meus comprimidos. – Ela disse tentando se soltar, fazendo com que o platinado a imprensasse ainda mais.

Sentindo o corpo colado do youkai, Rin começou a se sentir mais quente.

- Eu acho que não foi por isso que você veio.

- Claro que... – mas se calou ao sentir o bafo quente dele em sua nuca.

- Você não é muito convincente. – disse beijando o pescoço dela.

- O... O que... está... fa... fazendo? – Rin tentava se concentrar.

Sesshoumaru a soltou e a virou de frente para si, beijando-a com calma. A língua calma, mas experiente, do platinado invadiu a boca de Rin que se deliciava com aquele carinho. Sesshoumaru usou o seu corpo para encurralá-la na parede, com os seus braços servindo de barreira.

- Me... me... – cada vez que tentava falar algo, os dois intensificavam o beijo. – me solte... seu... ta...ra...do...

- Não sou eu que estou te prendendo... – Sesshoumaru disse entre os beijos, rindo.

Rin então se deu conta que estava pendurada no pescoço do platinado, enquanto ele não a tocava.

- Isso... isso é um absurdo. – Rin disse se afastando.

- Você vai continuar negando o que quer?

- Eu? Eu não quero nada. Isso são efeitos da falta do meu comprimido. – ela fingiu que procurava.

- Eu joguei todo o seu estoque fora...

- COMO? Você tem noção de que para conseguir mais eu preciso de uma autorização? – Rin estava indignada.

Sesshoumaru deu de ombros.

- Esse efeito da falta do seu comprimido é quem você é de verdade. Todas essas vontades e emoções que você está sentido? É o que você é de verdade.

- Você não me conhece!

- Quer saber? Se você não quer... – ele andou em sua direção e ela achou que ele a tocaria novamente, mas se frustrou ao vê-lo passando direto e pegando um papel na mesa. – Então eu deva falar com alguma dessas...

- O que você está fazendo?

- Tentando lembrar de cada uma para decidir com qual eu vou transar.

Visivelmente incomodada, Rin o lembrou:

- Você não disse que não estava interessado em ‘sexo virtual’? – desdenhou.

Ele se virou para ela ainda analisando os papeis.

- Sabe o que é? Eu me garanto. – ele disse dando de ombros.

- Como assim?

- Eu sei que... – voltou a ir em direção a morena, que ia recuando a cada passo do platinado. – se eu mostrar para qualquer uma... – Rin estava novamente encurralada. -  o que é sexo de verdade, nunca mais elas vão querer fazer isso que vocês fazem.

O peito de Rin subia e descia rapidamente com a nova aproximação do youkai.

- Aqui! – ele recuou alguns centímetros, olhando para o papel. – Essa aqui era interessante...

- Seu idiota! – Rin o empurrou e arrancou o papel da mão dele, jogando-o no chão.

Sesshoumaru deu uma sonora gargalhada.

- Do que você está rindo?

- É efeito da abstinência você me chamar de idiota? Ainda bem que o sistema de segurança pública não escuta dentro das casas das pessoas também, tenente...

Rin levou a mão a boca.

- Eu... você... A culpa é sua! Você que desde que apareceu que... que...

- Na minha época, isso se chamava ciúmes. – ele riu malicioso.

- Ciúmes? O que é isso? Nós não sentimos isso.

- Humm... Ciúmes é o que você sente quando o cara que você quer que te coma, diz que vai comer outra pessoa.

- Que... que absurdo. – Rin desviou o olhar, completamente envergonhada pelas palavras sujas do youkai.

- Então... Não tem problema se eu ficar com outra mulher... – Ele disse se abaixando para pegar o papel, mas Rin se adiantou, empurrando-o e fazendo-o cair de bunda no chão.

- Você é problemática, mulher... – ele não conseguiu segurar o riso. Seguido de um olhar calculista e malicioso. – Está querendo brigar com um youkai? Você já sabe que não tem chances...

Antes que Rin tivesse tempo de responder, ele a puxou pela mão, fazendo-a cair em cima de si.

- Cansei desse joguinho.

E a beijou fervorosamente.

Quando Rin insinuava que iria tentar se afastar, ele aprofundava ainda mais o beijo.

Sesshoumaru sabia que ela queria, não havia dúvidas. Ele conseguia sentir o cheiro da excitação dela de longe. Conseguia ver as pupilas dilatadas, os pelos arrepiados a cada toque... Sim, ela queria. Mas se ela continuasse dizendo que não queria, ele não poderia continuar. Ela tinha medo. Por mais que se achasse experiente e entendida sobre sexo, aquilo tudo era novidade e ela foi criada para acreditar que tudo aquilo não era saudável.

Ele desceu seus beijos para o pescoço da morena, que estava completamente rendida.

- Você confia em mim?

Rin assentiu fracamente com a cabeça.

- Tem certeza?

- S...sim... – ela disse com mais convicção.

Ele a puxou pela cintura, fazendo com que ela se sentasse melhor em seu colo, com as pernas em volta de seu corpo.

- Eu preciso te confessar uma coisa... – ele continuava explorando o pescoço dela, descendo para o colo que subia e descia freneticamente.

- O... o quê? – Rin não conseguia raciocinar muito bem.

- Eu nunca fiz isso com uma humana. Mas eu juro que serei carinhoso...

Ela o encarou com curiosidade, mas apenas assentiu.

Sesshoumaru deslizou as mãos da cintura para as pernas de Rin, sem parar os beijos. Rin sentiu um arrepio passar por todo o seu corpo quando ele apertou sua bunda a puxando para mais perto de sua pelve. O platinado não pôde deixar de sorrir contra a pele da morena ao perceber as reações dela ao seu toque.

- Não pense em nada. – Ele disse roucamente ao pé do ouvido de Rin, mordendo levemente sua orelha. – Deixe que seu corpo se mexa da forma que você ache que vai te dar mais prazer... Seu corpo sabe o que fazer.

Mais uma vez, ela apenas assentiu e se permitiu começar explorar o corpo do youkai à sua frente. Com as mãos ainda trêmulas ela começou a colocar a mão por baixo da blusa dele, conseguindo sentir os músculos enrijecidos, mas aquilo não era suficiente e ela começou a puxar a camisa dele, que a ajudou a tirá-la. Em seguida ele a ajudou a tirar a blusa que ela vestia.

Estando com roupa de dormir, Rin não estava com sutiã e com vergonha, cobriu os seios com as mãos.

Calmamente Sesshoumaru retirou as mãos dela de cima dos próprios peitos e os observou com luxuria nos olhos.

- São lindos.

Com o elogio, Rin ficou ainda mais ruborizada de vergonha.

Ele voltou a beijá-la avidamente.

- Você é linda... – disse enquanto descia beijando calmamente até os seios de Rin.

Rin não conseguiu segurar o gemido quando o platinado começou a acariciar com certa pressão um de seus seios, enquanto usava a língua para cuidar do outro. O prazer foi ainda maior quando sentiu seus cabelos sendo puxados pela nuca e ela não conseguia mais pensar em nada, só se deixar reagir aos estímulos do youkai. Com os seios empinados e sua cabeça jogada para trás, Rin sentiu a necessidade de aliviar uma tensão que crescia entre suas pernas, começando a tentar se encaixar melhor no colo de Sesshoumaru, esfregando-se.

Imediatamente o platinado soltou um leve rosnado.

- Isso... Rebola para mim, safada.

Por que ouvir coisas ‘sujas’ a deixava com mais vontade de se entregar àquilo tudo? Rin não entendia suas reações, mas não queria parar. E cada vez que se esfregava, queria mais e mais.

- humm

- Isso... – Sesshoumaru começou a simular um vai e vem segurando-a pela bunda, aumentando a intensidade e o contato entre os dois.

- humm... Isso é tão... bom... – de olhos fechados e deixando-se ser um misto de sensações, Rin teve seu primeiro orgasmo.

Sesshoumaru esperou um pouco para ver a reação dela, que após o primeiro ápice estava quieta em seu colo com o rosto enfiado em seu pescoço.

- Isso foi... – Rin disse fraca. – Tão bom...

Após alguns poucos minutos quieta no colo do youkai, Sesshoumaru se levantou a segurando pela bunda, mantendo-a encaixada no seu quadril e indo em direção a cama.

- O que está fazendo? – Rin questionou, surpresa.

- Estamos apenas começando... – Sesshoumaru continuou a beijá-la e a colocou na cama devagar.

O platinado não deu tempo para que ela questionasse mais nada e se dedicou a beijar e acariciar todo o corpo de Rin. Massageando e beijando os seus pés, ele pode observar melhor todo o corpo da morena, mas aquele short ainda o impedia de contemplá-la completamente. Deslocou os seus movimentos para a coxa dela e viu-a arfar. Sorriu.

- O que está fazendo? – Ela conseguiu perguntar quando organizou as ideias.

- Você vai gostar... confia em mim?

Ela assentiu. Então ele começou a beijar a parte interna da coxa de Rin e a enfiar a mão por dentro do short dela.

- Isso aqui está atrapalhando... – ele disse puxando a peça.

Tão absorta nas novas sensações, Rin demorou a perceber que estava completamente nua e quando isso aconteceu, tentou se cobrir, mas teve suas mãos seguradas e presas acima de sua cabeça pelo platinado.

- Sem calcinha? – ele sorriu malicioso.

Rin se debateu tentando se soltar para se cobrir.

- Eu ia dormir! Eu durmo nua e... – Mas foi interrompida novamente por um beijo.

- Dorme nua? – disse malicioso entre os beijos. – Gostei de saber. – E começou a descer os beijos na intenção de chegar no ponto que ele tanto desejava provar, mas Rin tentou o impedir com o rosto completamente vermelho de vergonha.

- O que...

- Você com certeza vai gostar... Confie em mim. Eu só quero que você aproveite. – e se dirigiu novamente para a pelve dela, abrindo as suas pernas para ter um melhor acesso. Começou beijando o monte vênus, enquanto usava as mãos para massagear a parte interna das coxas e subir até a virilha. Desceu os beijos para a vulva, lambendo toda a sua extensão. Rin estava completamente encharcada e isso o deixava com mais vontade de se afundar nela, mas ela ainda não estava pronta para isso.

Usando as mãos para acariciar os lábios internos e externos, ele começou a lamber e sugar o clitóris dela.

- aahnnnn – Rin não conseguia segurar os gemidos e seu corpo movimentava-se como se estivesse escutando uma música lenta e sexy, esfregando ainda mais sua intimidade no rosto de Sesshoumaru, que se deliciava.

Recolhendo suas garras, ele começou a massagear a entrada da vagina sem deixar de se dedicar ao clitóris.

Aos poucos enfiou metade de um dedo e observou a reação dela... que ainda se contorcia de prazer. Começou a acariciar a parede superior da vagina, como se estivesse a chamando. Rin gemia cada vez mais alto e sentia que ia perder o controle. Aquilo era como música para os ouvidos de Sesshoumaru e o cheiro que ela exalava, era seu deleite. Sentia seu pau cada vez mais duro, mas ainda não era a hora.

Enfiou o segundo dedo e já percebeu um leve incomodo por parte dela.

- Relaxe... Eu não quero te machucar, mas você tem que relaxar.

- Arde...

- Eu sei... Mas vai passar. – ele continuou chupando e lambendo o ponto mágico dela. Enquanto enfiava um terceiro dedo e os usava para massagear toda vagina dela, tentando relaxar a musculatura pélvica. Voltou a se concentrar no início superior da vagina.

- Meudeus... ahhnnn... isso... annhhnnn

Rin sentiu seu corpo se tensionar completamente e logo após relaxar. A sensação subiu até a cabeça e por alguns segundos ela sentiu como se tivesse apagado.

Quando abriu os olhos, Sesshoumaru a olhava malicioso.

- Ainda acha que o que vocês fazem é a mesma coisa?

Rin o encarou e sorriu, desafiando.

- Acho...

Ele riu.

- Você quer que eu prove o contrário?

Ela assentiu com cara safada. Ele riu do descaramento dela.

Deitou-se por cima dela e voltou a beijá-la.

- Isso? – ela perguntou curiosa.

- É meu pau. Duro por você.

Nesse ponto, a vergonha no rosto de Rin se misturou com malícia.

- Eu posso pegar?

Ele assentiu e ela foi descendo as mãos aos poucos, ainda trêmula. Então ela enfiou a mão por dentro da calça, surpreendendo-o, vista que ele achava que ela começaria com vergonha, o acariciando por cima da roupa.

O platinado soltou um gemido, atiçando a libertinagem de Rin.

- O que eu faço?

Sesshoumaru puxou a calça para baixo, deixando a mostra o seu membro. Rin engoliu a seco e começou a encarar o pênis dele, mordendo levemente o lábio inferior.

Ele pôs sua mão por cima da dela e conduziu os primeiros movimentos de cima para baixo dela. Era a hora de Rin observar as reações dele, que fechava os olhos e curtia o momento.

Mas Sesshoumaru não deixou que ela se demorasse, interrompendo-a.

- Eu fiz algo de errado?

Ele sorriu.

- Não... Mas hoje não é sobre meu prazer e sim o seu.

Invertendo o jogo novamente, Sesshoumaru a deitou e se pôs entre suas pernas. Continuou a beijá-la e acariciá-la. Pegando a mão dela e a levando para o seu clitóris.

- Não pare por nada... – ele disse em seu ouvido. Ela assentiu.

Ele massageou a entrada da vagina de Rin e aos poucos começou a introduzir o seu pênis. Sentiu o corpo dela enrijecer e ela parar de se masturbar.

- Relaxe, Rin... Não pare de se tocar... Você quer que eu pare? – Ele perguntou calmamente.

- Dói... – ela reclamou.

- Eu sei... Mas quanto mais você ficar tensa, mais vai doer. Deixe-me entrar... -  ele disse roucamente. - Relaxe...

Após alguns minutos, Sesshoumaru colocou metade de seu pau para dentro. Rin era apertada, ‘virgem’ e ainda estava tensa, não podia forçar mais que isso. Ele começou a se movimentar vagorosamente.

Rin sentia um incomodo entre as pernas, mas não parou de se masturbar, como ele havia pedido. Sesshoumaru se posicionou melhor para poder penetrá-la de um ângulo mais favorável.

Rin sentia aquele entra e sai.

Seu clitóris pulsava, sentia seu corpo voltar a tensionar completamente.

Entra e sai.

Entra e sai.

Entra.

Sai.

- humm

Começou a massagear mais fortemente o seu clitóris e Sesshoumaru começou a meter com mais força e velocidade até onde ela aguentava.

- eu... ahnn... isso... Sessh... eu... eu... – Rin não conseguiu completar a frase desconexa, seu corpo se contorcia, sua mente apagava com ainda mais força do que da outra vez. Sentiu um líquido quente entre suas pernas, Sesshoumaru também havia gozado.

Continuaram com as carícias por mais um tempo, até que Rin adormeceu nos braços de Sesshoumaru.


Notas Finais


Desculpem-me pela demora... Mas eu tava cheia de coisas pra fazer e muito travada pro desenvolvimento dessa saliência toda.

Não sei se ficou bom... Mas não podia mais ficar postergando a história.

Espero que tenham curtido!


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