História Os desejos de um Fudanshi - Capítulo 4


Escrita por: e EdwardC

Postado
Categorias Junjou Romantica
Personagens Akihiko Usami
Visualizações 21
Palavras 2.178
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Yaoi (Gay)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


VO- VO-VO- VO- VOLTEI!!!
E sem nada à comentar...[Lol]
Acho que perceberam mas aviso que adicionei um co-autor. Com isso espero que essa história melhore e vocês gostem. É isso, agora irei passar para meu co-autor que irá dizer umas palavrinhas.
EdwardC— E aí pessoal? Eu sou novo aqui no Spirit, e nessa de escrever. Com a ajuda da Baby espero criar futuramente histórias que vocês gostem e espero ser de grande ajuda nessa história que estou participando agora. Um beijo pra vocês e espero que me acompanhe nas minhas futuras fanfics.
💖💖💖💖💖💖💖💖💖💖💖💖💖💖 💖💖💖💖Boa leitura!💖💖💖💖💖💖
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Capítulo 4 - Cem vezes melhor que Misaki


Fanfic / Fanfiction Os desejos de um Fudanshi - Capítulo 4 - Cem vezes melhor que Misaki

Narradora on :

—Q-quem é você?!—Perguntou Misaki com a voz falha. Não precisava perguntar. Ele conhecia bem aquela fisionomia, aquele garoto com quem conviveu por muito tempo, aquele— cuja vida — conhecia melhor que a sua própria. —Mas mesmo agora sangrando, com machucados espalhados por todo seu corpo e uma faca no estômago— recusava-se à acreditar que aquele era o Camilo Takashi que achou conhecer.

—O que foi, já não me reconhece mais? — pergunta em tom irônico— Mas sou eu mesmo, acredite, quando você morrer todos os nossos problemas serão resolvido.

—Mas eu não sou mais empecilho, você sabe!

—Morra, garoto tolo.

Misaki queria reagir, queria segurar aquela espada que vinha em sua direção e jogá-la para longe, queria acreditar que haveria uma nova chance de encontrar seu  amado Usami...

Porém todas essas vontades se perderam quando sua cabeça foi arrancada e seu coração removido.

—Agora ele não voltará mais não é? Tudo está finalmente resolvido?—pergunta olhando para a bela figura —que sabia bem —ser apenas um disfarce para esconder a sua face horrenda.

—Agora sim, tudo está resolvido.

—Camilo, por quanto tempo mais, pretende ficar aí?!—pergunta Akihiko na entrada do beco onde Camilo e o “anjo” estavam.

—Já podemos ir embora amor.— ele corre até Akihiko e segura sua mão sorridente, recebendo em troca, outro sorriso caloroso.

—Camilo você acha que um dia se cansará de mim?

—Sem chance meu docinho de coco, é mais fácil você se cansar de mim primeiro.— agarra-se no braço de Akihiko.

—Eu ainda estou aqui, será que poderiam parar de serem melosos? Acho que irei vomitar. — fala fazendo cara de nojo — arrancando de Usagi e Camilo — altas risadas.

                         Dois meses antes...

Os dias para Akihiko passavam depressa demais —mesmo que sua consciência gritasse dizendo que tinha algo estranho— simplesmente era impossível não se apaixonar cada dia mais por este novo Misaki. Mesmo que, de vez em quando tivessem alguma discussão, tudo era facilmente resolvido na cama —embora, normalmente— não perdessem tempo tentando chegar até o quarto. Usagi simplesmente amava seu novo Misaki, —já esquecendo-se— de como ele tinha dúvidas sobre o amor do mesmo quanto à ele no passado. Estava se tornando mais fácil confiar agora que conseguia sentir que também era retribuído da mesma forma.

—Eu venho te buscar quando as aulas terminarem.— fala Usagi aguardando uma resposta negativa de Misaki.

—Vou adorar que venha me buscar mas se isso for te atrapalhar fique em casa e eu volto para casa sozinho.

—Não irá me incomodar, terminei ontem a última parte do meu livro.

—Terminou, é? Então porque a Aikawa-san me ligou dizendo que você não tinha terminado o livro?

—Bom, tá certo que eu não terminei mas até o fim das suas aulas terei terminado, pode confiar.

—Se você está dizendo, vou dar um voto de confiança mas se até lá não tiver terminado me ligue que eu irei embora sozinho.— deposita um beijo rápido nos lábios do maior.

—Misaki — chama quando o garoto estava prestes à sair do carro— Não entendo o que te fez mudar rapidamente mas quero que continue assim. Você está cem vezes melhor que antigamente.

—Ah, pode deixar meu gato.— fala sorrindo.

—E com esses apelidos também.

—Certo.

                                          […]

—TEMOS QUE IR JUNTOS!!! —fala Todo muito empolgado sentando-se ao lado de Misaki.

—Tá mas... Para onde?!— pergunta rindo da expressão — agora confusa — do amigo.

—Como assim você não sabe?! Ijuin sensei irá dar autógrafos em Quioto, você não pretende ir?

—Ah, claro, porque não?— Misaki (Camilo) não sabia muito sobre a obra de Ijuin, já que o anime não era focado nisso mas estava curioso para saber se tinha os mesmos gostos que o verdadeiro Misaki —e só por isso — aceitara ir à essa tarde de autógrafos.

—MI-SA- KIII!!!—Grita Sumi, chegando de repente e agarrando Misaki pelas costas, fazendo o garoto cuspir seu suco.

—Oe, qual é seu problema?! Não faça mais esse tipo de coisa, entendeu?!

—Misaki, o que deu em você?! Usami abusou de você de novo não é? Por isso que está chateado? Não fique assim, Sumi sempei irá te defender. —Fala na terceira pessoa, recebendo em troca um olhar furioso do menor. 

—O único que está me aborrecendo é você! Não saia por aí me agarrando porque as únicas mãos que quero no meu corpinho é do Usagi

—Então você finalmente admitiu que é apaixonado por Usami sensei?— pergunta serio, ambos ignorando a presença de Todo que estava chocado pelo rumo da conversa.

—É ISSO AÍ! Eu gosto dele, e estamos namorando. Eu também sei que você gosta dele mas o Usagi-San é meu!!! Então fique longe dele.

—Como você descobriu?—pergunta chocado.

—Eu posso parecer idiota mas não sou. Era mais que óbvio o que você sentia.

Misaki levanta-se do banco indo em direção à saída, deixando para trás um Sumi furioso e um Todo confuso. Mesmo que ele quisesse se afastar daquela situação que o deixava irritado — no seu íntimo— sentia-se feliz por ter enfrentado seu sempei, coisa que no seu universo jamais teve coragem de fazer.

—Você teve muita coragem de dizer aquilo tudo para ele,— surpreende Akihiko — isso não vai acabar com a amizade de vocês?

—Agora que ele sabe que não irei te dar de bandeja talvez nossa amizade termine, embora muito provavelmente, nossa “amizade" só se intensifique com isso.

—Essa eu não entendi, o que você quer dizer com isso?— pergunta quando já estavam no carro em movimento.

—Ele só se aproximou de mim para saber mais de você, e agora que ele sabe que estamos juntos seria tolo de sua parte se afastar. Com certeza ele irá esperar uma oportunidade para se aproximar de você novamente.

—Isso não vai acontecer, você é o único que eu amo.

—É bom mesmo que voce não seja um ingênuo e deixe ele pôr as garras em você.

—Você que é ingênuo, e não eu.—resmunga aborrecido por não ter notado que era de si que Sumi gostava.

—Ahãn— segura o riso ao ver a face de Usagi.

O resto do caminho de volta para casa foi seguido por um Misaki provocando Usagi, e este fingindo estar bravo.

—Se não parar de me provocar vou te punir quando chegarmos em casa.— ameaçou.

—Tenho certeza que irei amar a punição que irá me aplicar.— Misaki passa a língua pelo pescoço de Akihiko ouvindo-o gemer em resposta.— Além do mais o único que precisa ser punido é você por deixar que alguém apaixonado por você, que não fosse eu, se aproximasse de você.

—Você está ficando cada vez mais pervertido, você não concorda?—ergue uma sobrancelha.

—Concordo. E tudo isso é graças à você.

    Abre um sorriso.

O que Camilo dissera não estava de todo errado —pois foi assistindo Junjou romântica — que foi se tornando um grande pervertido.

—Já faz tempo que você não cozinha, você mudou bastante mas espero que continue com seu talento para cozinhar —ele brinca — quando chegarmos em casa quero que você faça o jantar, tudo bem para você?

—Tudo bem, mas já não garanto que ficará bom.—fala um pouco preocupado, coisa que passa despercebido por Akihiko.

                           […]

—Tadá!— Exclama alegre.— Seu preferido não é não?

—É sim, e o cheiro está maravilhoso.— Camilo serve os dois sentando-se de frente para Akihiko, rezando à todos os deuses que as aulas de culinária tenha o levado ao nível do verdadeiro Misaki.

         NO OUTRO UNIVERSO...

Todos os médicos e enfermeiros responsáveis por cuidarem de Camilo ficaram surpresos com seu retorno tão repentino. Era inacreditável que alguém que tivesse caído daquela altura pudesse estar tão bem como se nada lhe tivesse acontecido.

Camilo Takahashi era —em todo sentido da palavra— um milagre.

Porém quando ele acordou — depois de inúmeras tentativas de ressuscitá-lo— não era Camilo que estava de volta ao seu corpo e sim Misaki, que estava muito confuso. Mesmo que não tivesse certeza ele sentia que estava liberto, sabia que já não estava perto de Camilo — porém ele não imaginava — o quão longe estava dele.

 Ele sentiu uma luz ser passada pelos seus olhos fazendo-o querer voltar a ser engolido pela escuridão.

A última lembrança que tinha era da infância do garoto que agora ocupava seu corpo.

—Você sabe onde está?— pergunta o médico ansioso.

—Onde estou? —questiona, anulando a pergunta do médico — Cadê o Usagi-San?

—Camilo? Camilo é o seu nome não é? Pode me responder quem é Usagi?

—Eu não... Não me chamo Camilo — é a única coisa que diz antes de voltar para a escuridão.

                                              […]

—Ele está apenas confuso, os resultados dos exames feitos não aponta nenhuma anomalia.

—Então não há empecilhos em continuarmos com os exercícios?— pergunta o fisioterapeuta aproximando-se da cama.

—Não, não vejo problema algum.—Responde olhando a mão do médico passear pelos braços do paciente.

  Não toque nele!!!

Vítor queria arrastar Camilo para longe do médico que o tocava com tamanha pretensão.— Ele sabia — que o fisioterapeuta estava apenas fazendo o seu trabalho entretanto não conseguia evitar de sentir ciúmes.

—Devemos retirar a anestesia?— pergunta uma enfermeira —que também estava no quarto— desviando os pensamentos de Usami.

—Sim, provavelmente amanhã ele acordará.

O que eles não sabiam era que já fazia bastante tempo que ele estava acordado, e que escutara o nome —Camilo— vezes suficientes para saber que estava no corpo do seu rival se é que podia considerá-lo assim.

      Qual é o significado disto tudo?!

Perguntava-se, tentando esclarecer a situação em sua mente.

     Como faço para minha vida voltar ao normal?! É esse meu castigo por amar um homem?! Ou por amar alguém que claramente é superior à mim?!

         Alguém... Me responda!!!

         [UNIVERSO ALTERNATIVO]

—O jantar estava excelente Misaki.

—Hum, então estava tão bom quanto das outras vezes?— pergunta na expectativa que a resposta fosse sim.

—Não.— o semblante de Camilo se entristece — Estava ainda melhor.

Sorri para o garoto o abraçando.

—Mas eu ainda quero sobremesa, o que teremos hoje?

—A sua sobremesa eu não sei mas a minha é você!— fala tocando seu peitoral com o indicador.

—Misaki eu já disse que você está ficando muito pervertido?— pergunta abrindo um sorriso malicioso enquanto é arrastado pela sala até o quarto.

—O que você pretende fazer?—pergunta quando chegam no quarto e o garoto se ajoelha entre suas pernas.

—Acho que você já sabe a resposta.—reponde travesso.

Sem esperar novos comentários, Misaki o empurra levemente, fazendo-o cair na cama sentado. Ele passa a mão pelo volume por cima da calça apertando levemente ouvindo Akihiko gemer em aprovação. A calça do maior é puxada para baixo, —sendo removido junto— sua cueca.

—Você sempre me pergunta como eu quero que você faça — fala massageando o pênis de Usagi com movimentos lentos.— Você faz isso apenas para me deixar envergonhado, não é? Pois bem vou te dizer como quero... Eu quero estar dentro de você.

—Misaki?—Estava incrédulo —Você quer mesmo fazer isso? Você faz alguma ideia do que fazer? —refere-se as inúmeras tentativas fracassadas de Misaki, de tomar a iniciativa.

Misaki para os movimentos e passa a língua por cima da glande de Akihiko logo colocando a mesma em sua boca. Foi sua resposta para o maior.

—Ahm Mi-Misaki...— sua boca estava aberta enquanto sentia a língua quente de Misaki envolvendo seu membro.

—Então, me diga Usagi-San, você quer que eu vá mais rápido? Ou ainda acha que não sei o que faço?— encara Akihiko com um olhar malicioso.

—Fico até na dúvida se pergunto onde você aprendeu tudo isso — fala sendo sincero — mas eu quero que continue, e rápido.

—Como você quiser Usagi-San— fala voltando a colocar o membro nada pequeno em sua boca. Depois disso, tudo o que se o ouvia no recinto era a voz abafada de Akihiko enquanto gemia.

—Ahmmh, Misaki —tentou — em vão — anunciar o gozo. Misaki engoliu todo o líquido, sugando os próprios lábios que ainda continha um resquício do gozo de Akihiko.—Você realmente anda mais corajoso. Agora é minha vez de te dar prazer.— fala trazendo Misaki para cama ficando por cima dele.

—Ah mas você vai, só que será do meu jeito.— desprende-se de Akihiko trocando as posições.

Se Akihiko pensava que seria o seme hoje, estava para descobrir que estava completamente equivocado...

Quando Misaki entrou contudo dentro de Akihiko, este soltou um leve grito em surpresa. Ele acreditava que o velho Misaki envergonhado surgiria, inibindo-o. Porém não aconteceu, como castigo por todas as vezes que Misaki ficou constrangido com as ações de Usagi, Camilo tratou de aplicar prazerosas punições ao escritor, que mal sabia estar sendo punido.

—Você diz que eu sou muito apertado mas você também não é diferente.— lambeu a ponta da orelha de Akihiko.

—Isso é porque não costumo ser o uke, se você já esqueceu.

—É verdade mas de agora em diante vamos mudar isso não é?— ri da coloração avermelhada no face do maior.

Ele não iria confessar tão cedo mas estava amando esse Misaki cheio de atitude.— E aguardava sim— que ele ficasse na posição de uke por mais vezes.

Esse seriam dias muito prazerosos para o escritor...




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