História Os desejos de um Fudanshi - Capítulo 4


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Categorias Junjou Romantica
Personagens Akihiko Usami
Visualizações 7
Palavras 1.725
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Yaoi (Gay)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Tai mais e espero que vocês gostem,é isso boa leitura!!!

Capítulo 4 - Meu passado me condena


(Leiam as notas finais é importante)

Narradora on:

—Bom pessoal como eu já havia dito teremos a feira de ciências em breve. E hoje vamos montar os grupos.

—Eu quero ficar no grupo da Liz!—Gritou uma menina no fundo da sala,fazendo com que toda a sala entrasse em confusão querendo formar suas duplas

—Gente! Já chega!!! Para não haver bagunça como da última vez, eu é que irei escolher os grupos, e já que na sala temos trinta alunos faremos em seis grupos de cinco. Humm...vejamos...—Liliane, uma professora de estatura baixa e magra, cabelos loiros que vai até o meio das costas, agora preso em um coque perfeito, seus olhos ora azuis ora cinza analisava seus alunos, para encaixá-los no que julgava ser o melhor grupo. Analisou e analisou, até que por fim disse:— Bruna, Sabrina, Alexandre Vitoria e Raquel. Vocês serão o primeiro grupo.


Assim a professora foi montando os grupos até chegar no último onde para a tristeza de um certo loiro ela anunciou:


—Camilo, Matheus, Rodrigo, Lucas E Vinicius vocês são os últimos grupos.


Camilo —Professora!— Chama o jovem rapaz de quinze anos—Sabe quando eu não estou na escola, eu estou trabalhando, não tenho tempo para ficar fazendo o trabalho em grupo. Será que eu poderia apresentar o trabalho sozinho?


—Bem, sei que você está passando por uma situação difícil em sua casa com seus pais, já que eu soube que você está pensando em ir morar sozinho, então se você não consegue achar um horário adequado, então sim, você pode...

Lucas — Não! — exclama.—Sabe professora, eu me adiantei um pouco e como já estava sabendo da chegada da feira de ciências já havia procurado temas para nosso trabalho, até já tenho todo material. Como hoje é a folga de Camilo podemos fazer o trabalho assim que sairmos da escola. Não é Camilo?— O loiro queria evitar a todo custo ficar à sós com aqueles quatro, sabia exatamente o que aconteceria, e sabia a sensação que ficaria após ser usado.

Camilo —Hoje eu...

Liliane — Perfeito!—Exclamou a professora já não ouvindo os protestos do jovem Camilo — Já que vocês já tem todos os materiais e um tema. Terminar esse trabalho vai ser moleza para vocês.


     Quebra de tempo...


Camilo on:


O sinal havia acabado de bater, geralmente sou um dos últimos a sair da sala pois não gosto de me juntar na guerra de alunos tentando fugir da escola, porém hoje não só me juntei, como consegui ser o primeiro a sair. Eu tinha que passar na secretaria para justificar as faltas que tive nesses últimos dias, o que fez com que meu grande ato ao sair da sala de aula fosse inútil. Pois quando cheguei no portão da escola determinado a ir para casa e inventar uma desculpa qualquer, vejo Lucas e os outros do grupo me esperando na saída.


Lucas —Takahashi!— ele abre um sorriso, que ao meu ver era muito lindo e fico me perguntando se ele realmente gosta de mim porque eu, mesmo sabendo que não deveria, me apaixonei por ele.


Ele sai me arrastando para sua casa que infelizmente ficava do outro lado da rua.  


Lucas —Sinta-se em casa.—fala jogando sua mochila no sofá.


Todos eles se jogaram no sofá e ficaram me observando. Eu sabia exatamente o que iria acontecer, era horrível estar nessa situação e mais horrível ainda gostar de estar nessa situação. Desde que descobriram que eu era gay, Lucas e seus amigos tem feito da minha vida um inferno, na escola sempre me atormentavam e eu não podia falar para ninguém pois se não contariam meu segredo aos meus pais e qualquer coisa que eles tivessem feito seria esquecido pois eu seria o errado da história.


Lucas —Venha Takahashi, sente-se aqui.


Lucas me puxou pelo braço e me pôs sentado em seu colo me fazendo corar violentamente por senti seu membro já endurecido encostar na minha bunda.

Camilo —Temos que fazer o trabalho.—Falei, mesmo sabendo que não foi para isso que me trouxeram aqui.

Rodrigo —E você acha mesmo que foi para isso que trouxemos você aqui pretty-chan?— Rodrigo que estava sentado ao lado de Lucas põe a mão por baixo da minha blusa acariciando meu abdómen.—Sabe? Esses seus olhos verdes são tão incomuns aqui no Japão, sua íris é linda.— Como sempre Rodrigo tem o dom de me deixar envergonhado, ele sempre me diz essas coisas mas acho que é só para deixar Lucas com raiva, mesmo ele não gostando de mim, ele consegue ser muito possessivo. E eu, como um trouxa, fico feliz enquanto me iludo achando que no fundo ele se importa. Tão Baka!

Logo Matheus também se aproximou de mim beijando meu pescoço e me fazendo soltar leves suspiros, a um tempo eu já não resistia tanto aos toques deles, porém eu ainda continuo resistindo aos toques de Lucas, o que o deixa muito bravo. Se reluto em me entregar à ele é porque sei que só quer me usar, não que os outros também não queiram mas é pelo Lucas que sou apaixonado, ser usado por ele torna as coisas ainda piores. 

Lucas —Parem de tocá-lo! Não saiam por aí achando que podem tocá-lo quando bem entenderem! Já disse! Não o toquem!!!— Repetiu, quando Rodrigo, ignorando-o me beijou puxando-me para seu colo enquanto apertava minha cintura.

Lucas —Takahashi já disse para não deixar que eles toquem em você. JÁ SE ESQUECEU??!!!!—Lucas não espera minha resposta apenas sai me puxando para o andar de cima em direção ao seu quarto, não reclamo pois Lucas consegue ficar muito violento quando quer.

Camilo —Lu-Lucas, está me machucando...

Lucas —Como se você não soubesse como posso te machucar ainda mais.

—Rosna uma ameaça. 

Quando chegamos no seu quarto ele me joga na cama e tranca a porta logo em seguida se pondo em cima de mim selando nossos lábios. E como sempre seu beijo era capaz de me desmontar,sua língua passeava por toda minha boca, vasculhando cada sentimetro. Suas mãos foram descendo para meu membro que já se encontrava rígido com apenas aquele beijo.

Lucas —Porque você sempre recusa meus toques?

“Nao posso te dizer..." —pensava eu, me recusando a olhá-lo.

Autora on:

Lucas —Camilo!— chama o moreno de olhos claros.—Responda!

Camilo —As vezes você me dá medo.— De fato as vezes Camilo se assustava com as agressões de Lucas porém isso seria totalmente ignorado se Camilo soubesse que era amado por ele.

Lucas —Entendo, vou tentar ser menos agressivo com você.— as bochechas do moreno passou a esquentar o que passou despercebido por Camilo que sentia sua esperança crescendo novamente.

Eles foram tirando as roupas um do outro, pela primeira vez Camilo o trazia para si, retribuindo a cada toque com gemidos que iam ficando cada vez mais altos.

Camilo —Coloca logo.— pede Camilo que estava de quatro empinando sua bunda em direção a Lucas que analisava sua entrada como se fosse uma obra de arte. Sem aviso ele introduz todo seu membro dentro de Camilo, que parecia mais aliviado ao senti-lo do que dolorido.

Camilo —Ma-mais rápido!—Exigiu.

O moreno foi aumentado a velocidade e a força das estocadas fazendo com que o menor se segurasse nas barras de ferro da cama. Foram seguindo esse ritmo até que cada um chega em seu ápice.

Lucas—Eu te amo.

Camilo —Nunca penssei que ouviria isso de você, estou tão feliz. Eu também te amo.

Matheus —AE, SEU MALDITO VOCÊ TRAPACEOU!!!—fala Matheus entrando junto com os outros três e encarando os dois que estavam na cama ainda nus.

Lucas —Eu trapaciei?! Como?!—os quatro começam uma conversa que para Camilo parecia sem sentido. 

Rodrigo —É isso aí. Ele só disse “eu te amo" porque você disse primeiro.

Vinicius —A aposta era que ele por livre e espontânea vontade deveria dizer que te amava.

Camilo —Então era tudo uma aposta?—pergunta finalmente entendendo tudo.

Lucas —Sim, eu disse à eles que você está apaixonado por mim. Esses imbecis não acreditaram e tivemos que fazer uma aposta.

Camilo —Voce me usou?!! Seu monstro! Baakaa!!!— Camilo não pôde continuar com os insultos pois recebeu um soco no nariz de Lucas caindo no chão com a mão no nariz.

Lucas —Quem você pensa que é para falar assim comigo? Se ponha no seu lugar gayzinho, aqui você só é nosso escravo sexual. Achou mesmo que eu te amava? Imbecil! Mas não se preocupe não, hoje será seu último dia nos servindo. E considere isso uma despedida.

Rodrigo —Sua né?! Você foi o único que o tocou hoje, se está será nossa última vez com ele, quero realizar algumas fantasias que antes achava que poderiam chocá-lo. Eu ia fazê-lo se acostumar aos poucos às minhas ideias mas agora não tenho tempo.— Lucas como que concordando sai do quarto deixando três jovens com olhares maliciosos e ferozes se aproximando de sua presa.

Camilo Takahashi está na hora de aprender como a dor pode ser prazerosa... —Rodrigo.


Quebra de tempo...

Camilo Takahashi deveria saber que se apaixonar por alguém como Lucas, era ter a certeza de sairia com o coração partido dessa história. Ele quis arriscar, e infelizmente perdeu. Desde o inicio ele não jogava o jogo do amor e sim o jogo de mentiras, e esse, era um jogo que sua honestidade não lhe permitia ser bom. 

Camilo —Tadaima!—Fala ao.chegar em casa. Seus pais não lhe responde Okaeri. Porém aparecem encarando-o como se este fosse um estranho, um ser desconhecido da qual precisavam se livrar o mais depressa possível.

Pai —Um colega de classe seu veio aqui. Sabe o que ele disse?

Camilo nega com a cabeça mas já pressentindo o que poderia ser.

Mãe —Me diz que não é verdade, você não é gay, não é?— ser honesto consigo mesmo era tudo o que queria, essa era sua oportunidade de ouro não poderia deixa-la escapar, porém isso significaria, talvez, perder tudo.

Camilo —É verdade.—falou para desgraça da mãe que se enfureceu jogando todas as roupas do garoto na calçada.

Mãe —Se você quer ser homo, faça isso longe dessa casa.

Pai —A partir de hoje não o consideramos mais como nosso filho, quero que suma dessa casa.—O pai que até então estava calmo parte para cima de Camilo espancando-o até que ficasse inconsciente. Mas pode ouvir as ultimas palavras de seus pais.

“Não acredito que criamos um monstro" falava a mãe que chorava pelas razões erradas.

“Demos.nosos melhor, ele que não soube aproveitar" falou o pai que consolava a esposa que agia como se tive perdido um filho.

Camilo Takahashi desmaiou ciente de que não teria mais um lar quando acordasse. E pela primeira vez na vida Camilo pôde sentir o que era odiar. Não só odiar, mas sim odiar a pessoa que outrora tanto amou.













Notas Finais


Então, como vocês não se decidiram se queriam capitulo ou especial,acabei por fazer um especial. Agora eu quero que me digam se vocês querem um parte dois agora falando da vida de Usami Vítor ou se querem ver Misaki sendo morto mesmo.
É isso espero a respostas de vocês até sexta que vem.
Beijos e semana que vem.
Tchau!


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