História Deux côtés - Capítulo 148


Escrita por: ~

Postado
Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Personagens Originais
Tags A Rainha Veremelha, A Seleção, Amigos, Harry Potter, Marichat, Miraculous, O Hobbit, Pokémon, Rei Leão, Revelaçoes, Sailor Moon, Traição
Visualizações 155
Palavras 694
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 148 - Inútil


- Entra - Bora, Mari.  Calma. Não vai tietar agora, você precisa se manter focada- Concordo, princesa - Adrien! Para de ficar aparecendo do nada!- Quer que eu vá embora?- Não foi isso o que eu pensei.... pode ficar. Mas avisa quando você for começar a ler minha mente!- Aí perde a graça! Mas você quer continuar conversando?- Não. Vou focar. Coisa que não vou conseguir se você continuar na minha cabeça. Te amo, beijo.

Eu acho que ele saiu.

- O-ola - Entrei.  Sabe aquela hora que sua mãe tá te esperando na sala com uma prova na mão? Esse foi o meu nível de medo

- Oi-ela sorriu - Você deve ser a nova Ladybug, acertei?

-Sim. Sou eu mesma - A Minerva sabe quem eu sou!!! É de mais pra mim. Morri

- Tikki falou muito sobre você. Pelo visto, perdi o posto de melhor Lady da história - ela riu- Não vou desperdiçar seu tempo. Pergunte- me tudo o que quer saber.

Sonho Mari off:

Adrien acordou no meio da noite e olhou para Mari. Ela ainda dormia. Ele se levantou e foi até a cozinha tomar água. Algo não o deixava dormir, e estava sentindo que era relacionado a Mari. Se acontecesse alguma coisa.... ele não se perdoaria nunca. Que tipo de heroi seria? Tentar proteger o mundo quando o mundo dele estava em perigo? Não fazia sentido ser herói sem sua parceira inseparável. Não fazia sentido viver sem amor. Incrível não? Como somos capazes de tudo pelo amor? Morrer, lutar e até matar. Tudo para ver um sorriso no rosto de quem amamos. Brigamos, enloquecemos, cedemos mesmo estando certos,abrimos mão da vida.... tudo isso por uma palavrinha de duas sílabas: AMOR. Se hoje  o loiro conhecia o que era um sorriso verdadeiro, Mari era a única responsável. Talvez ninguém entenda, mas o amor é assim. Confuso, complicado, louco.... quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração? O amor não é lógica. Não existe razão, fórmula ou receita. Muito mesmos 8 ou 80. Quando se ama, limite é só mais uma palavra sem significado algum. Dessa vez, escorado no batente da porta do quarto,Ele continuava com os pensamentos perdidos na bela morena que dormia iluminada pela luz da lua que emanava da janela.

- Ah,Mari...... Como você faz isso comigo?- pensava alto. Mas não o suficiente para acorda-la. 

Quando achava impossível se apaixonar mais, ele se apaixona. E mais a cada segundo que passava admirando a namorada. SUA namorada. Quantas pessoas dariam a vida pra estar ali no lugar dele? Milhares. Mas Mari escolheu Adrien. Dentre todos os que estavam aos seus pés, ela o escolheu. Ele não merecia tudo isso. Era impossível uma mulher como ela se apaixonar por um gato bobo. Mas ele errou feio. Era justamente um gato bobo que uma mulher como Mari procurava. Ele se sentia tão inútil.... tudo o que mais queria era protegê-la, mas como? De que? Como iris cuidar dela se não sabia cuidar de si mesmo? A cada momento se sentia pior. Um medo de muito tempo voltou a assombrar o Agreste. Estaria ele sendo um covarde? Usando o fato de não saber o motivo da preocupação para se esconder nas sombras? Aos poucos o Adrien de 14 anos, preocupado e medroso ameaçava retornar. Por mais que mudasse, essa versão dele sempre estaria lá no fundo, só esperando a hora de reaparecer. Mari se dizia um atraso de vida, mas não percebia que o atraso era ele.

"Sou parte da cura  ou da doença!?"

Confusão que não acaba. Ela o achava um herói, ele se sentia um lixo. Em quem acreditar? Ele decidiu sair do quarto. Pegou a chave do carro na sala e desceu. Nem Plagg foi com ele. Ligou o carro e pensou para onde iria. O primeiro lugar  que lhe veio a cabeça foi o seu lugar favorito: a varanda do quarto de Mari. Mas não iria pra lá por dois motivos. O principal deles é que o que tornava aquele lugar bom não estaria lá. Casa do Nino? Alya estaria lá. Sabia agora do que precisava. Precisava de Nathalie, sua mãe.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...