História Os dois lados da mesma moeda - Capítulo 75


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Rosie Huntington-Whiteley
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bangtanboys, Bts, Chimchim, Jeongguk, Jhope, Jimin, Jin, Jungkook, Kook, Namjoon, Park Jimin, Rapmonster, Suga, Suspense, Tae, Yoongi
Visualizações 1.340
Palavras 2.998
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 75 - Péssima hora ou ótima hora?


Fanfic / Fanfiction Os dois lados da mesma moeda - Capítulo 75 - Péssima hora ou ótima hora?

O tempo naquela tarde estava nublado, um pouco frio e Andrew não queria ir embora, mas eu também não iria sem ele. Ele ficou durante bons minutos em silêncio fitando a lápide de Jimin. Minha mão encontrou a sua e ele entrelaçou nossos dedos.

— Espero que ele esteja em paz. — Finalmente aquele silêncio foi quebrado por mim.

— Será que isso existe? — Perguntou Andrew.

 Paz?

 Sim. — Respondeu.

 Eu espero que sim. — Respondi. — Acredito sim que exista. Você vai vê-lo de novo, um dia, que eu espero que demore muito. — Sorri.

 "Você vai vê-lo de novo" — Repetiu minha frase com ironia. — Eu vou para baixo se é que me entende. — Referiu-se ao inferno. — Provavelmente reabrirão o inferno para mim.

 Anjos vão para o céu. — Eu disse. — Então eu tenho certeza que você irá pra lá. — Sorri. — Vamos pra casa?

 Ok. — Sorriu, se levantou e me ajudou a levantar.

Andamos juntos, lado a lado até a saída do cemitério quando finalmente o convenci que era melhor irmos para casa. Fomos em direção ao meu carro, entramos no veículo e dirigi até meu edifício.

[ Três semana depois ]

Tive que deixar de lado a idéia de viajar, porque de uns dias pra cá havia me sentido indisposta para tudo. Uma indisposição, sonolência, cansaço... Eu estava doente e não queria sair da cama.

Andrew achou melhor deixar de lado essa idéia até que eu ficasse bem, ele estava sofrendo nesse país e só continuava aqui por minha causa e se eu não tivesse ficado doente nada disso teria acontecido.

Eu deveria ir ao hospital, minha mãe disse isso firmemente no dia que ligou pra mim, porém não era nada demais. Era uma indisposição, cansaço para cumprir minhas tarefas diárias e sentia alguns enjôos.

Minha mãe parecia séria, até queria me visitar, mas eu neguei dizendo que não precisava, afinal sua casa era longe da minha. Não queria que ela me visse no estado em que eu estou, totalmente indisposta. Ela estava me ligando todos os dias desde a última vez que me viu.

Eu sei que é beeeeeem errado, mas por duas vezes eu não atendi seu telefonema propositalmente. No fim, me senti mal por isso e retornei a ligação, mas aquilo estava começando a me irritar porque ela dizia a mesma coisa em todas as ligações. Ela estava bem preocupada.

Três semanas sem Jimin, e Andrew estava ficando completamente pior a cada dia, mas se esforçava pra não deixar esse fato tão evidente em minha frente.

 Come! — Pediu Andrew, sentado na beirada da minha cama, querendo fazer aviãozinho com o Yakissoba feito por ele mesmo.

Aquele Yakissoba tinha um cheiro mais forte que o comum, fitei aquele alimento desgostosa, no momento seguinte senti um embrulho forte no estômago. Sentir o cheiro daquela comida, me dava vontade de vomitar.

Corri pro banheiro, as pressas e disparei em direção ao vaso sanitário, me agachei e vomitei as pouquíssimas coisas que eu comi neste dia.

Depois que eu terminei, dei descarga e senti meus olhos marejados por ter acabado de vomitar, andei em direção a pia e escovei meus dentes.

 Eu hein... — Andrew encostou-se no batente da porta depois de um tempo. — O que está acontecendo?

 Não sei. — Guardei minha escova de dente e voltei pro quarto, deitando na cama.

Era de noite naquele momento, meu estômago agora estava completamente vazio. Eu estava com medo de comer alguma coisa e vomitar novamente.

 Eu vou fazer chá. — Decidiu ele e eu fiquei fitando o teto.

Depois de alguns minutos, Andrew voltou com uma xícara em sua mão, com uma feição preocupada. Eu estava me sentindo culpada por ter estragado seus planos de sair desse país. Eu andava muito estranha ultimamente e isso o preocupou, fazendo-o decidir adiar essa mudança.

 Eu sinto muito, Andrew. — Eu disse, pegando a xícara que ele me entregou. — Eu sei o quanto você quer sair desse lugar, o quanto está sendo agonizante pra você ficar aqui, sei que as pessoas estão sendo bem cruéis em relação a você e o quanto isso machuca. Eu sinto muito.

 Não se preocupe comigo. — Disse ele. — Se preocupe com você. Você não pode estar doente! Você é a única pessoa que me resta, eu não tenho mais ninguém, só você! Então, por favor! Fique bem. — Disse ele e eu assenti. — Eu dormirei aqui hoje, tudo bem? — Perguntou receoso e eu sorri.

 Oba! — Comemorei e ele sorriu.

 Amanhã eu vou tentar falar com Taehyung. — Disse Andrew e eu cessei meu sorriso.

 Espere um pouco. — Aconselhei. — Acredita em mim, Taehyung não vai medir palavras pra te humilhar, pra te botar pra baixo e aniquilar sua auto estima. Acredita em mim! Não vá falar com ele. 

— Eu conheço o Taehyung, ____! — Disse Andrew. — Eu convivi com ele durante bons meses e sei que ele é uma boa pessoa! Se eu me explicar direito, ele irá me entender!

 Não, Andrew... — Neguei. — Você acha que o Taehyung era uma pessoa boa porque ele acreditava que você era o irmão dele. — Fui sincera.

 Mas eu sou o irmão dele. — Retrucou Andrew.

 Ele acreditava que você era o Jimin. — Respondi. — Mas a verdade é que você é o Andrew! Um cara igual ao Jimin e ao mesmo tempo completamente diferente. Mesmo com as personalidades tão diferentes, vocês dois são incríveis!

 Você que é incrível. — Disse ele e eu sorri.

Depois que eu tomei o chá, senti sono mais uma vez e antes que eu dormisse, Andrew se arrumou pra dormir ao meu lado.

 Boa noite! — Sorriu. — Que dia é hoje? — Perguntou.

 Provavelmente dia seis, por que? — Perguntei.

Ele não respondeu, apenas aproximou seu rosto do meu, beijou minha testa, depois deixou um beijinho na ponta do meu nariz e outro em meus lábios.

 Um. — Me beijou. — Dois. — Me beijou novamente. — Três. — De novo e me deu seis selinhos ao todo, me fazendo dar risadas depois disso.

 Só você mesmo... — Dei risadas. — Você é bem doidinho mesmo... Boa noite, Andrew. — Fechei os olhos e dormi.

[...]

No dia seguinte, eu resolvi ir atrás de JungKook e conversar com ele, essa era minha meta para esse dia. Eu queria saber se ele ficou chateado e eu tinha quase certeza que sim. Porém, eu não me arrependo de nada em relação a isso, faria tudo exatamente igual. Não suportaria ver Andrew ser preso e humilhado na frente de todos ao ir para uma viatura policial.

Enquanto minha meta daquele dia era conseguir falar com Jungkook, a meta do Andrew daquele dia era falar com Taehyung; o que era bem pior.

Confesso que fiquei muito preocupada com Andrew indo conversar com Taehyung, muito preocupada com a forma que Taehyung iria reagir ao ver Andrew. Infelizmente, eu duvido muito que Taehyung perdoará Andrew, até porque Taehyung pode estar se sentindo usado e culpado por ter sido enganado por Andrew.

De frente pra porta do apartamento de Jungkook eu estava naquele momento. Eu não me sentia disposta para sair de casa, porém a vontade de conversar com Jungkook era mil vezes maior do que qualquer indisposição.

JungKook sempre foi assim, nunca deixava evidente quando ficava chateado com algo, ele simplesmente para de falar com a pessoa e não diz nada. Jungkook quando fica chateado com alguém, ele simplesmente finge que essa pessoa não existe e a ignora completamente.

Bati na porta depois de ter tomado coragem e esperei que ela fosse aberta e ela foi... Por Irene. Eu sentia falta da Irene também, até porque eu vi essa menina nascer praticamente, eu era criança na época que ela nasceu, mas mesmo assim eu sentia falta dela.

 Oi, Irene. — Sorri fraco. — Quanto tempo...

 Pois é. — Disse ela. — Jungkooooooooooooooooook! — Deu um berro e eu fechei os olhos com força com o berro que foi dado. — A ____ está aqui! — Gritou.  Entra aí... — Disse ela e eu entrei. — Isso se ele quiser te receber, não é? Mas aí é problema de vocês... Não estou nem aí.

Ah, Irene... Sempre sendo Irene.

 Eu estou no quarto! — Gritou Jungkook de outro cômodo.

Andei em direção ao quarto de Jungkook, passei pelo corredor até chegar a porta de seu quarto e lá, eu o encontrei sentado na cama de perninha de índio, mexendo em seu notebook.

 Eu pensei em ir a empresa, mas preferi conferir se você estava aqui. — Eu disse, sentando-me na poltrona de seu quarto. Ele fechou o notebook e me fitou.

 O que você quer, _____? — Perguntou, rude e seco.

 Saber se você está chateado comigo, mas eu acho que o tom de sua pergunta já é uma resposta. — Eu disse.

 Lógico que eu estou chateado, ____! — Disse ele. — Eu não estou louco! Você me ligou, dizendo que precisava de ajuda ou estou errado?

 Não. — Respondi. — Você não está errado.

 Por causa disso, Jimin morreu. — Disse ele, sério e eu comecei a chorar em silêncio. — Você preferiu proteger um psicopata, _____! Que é o motivo de tudo de ruim ter acontecido na nossa vida.

 Andrew não é um psicopata. — Eu disse.

 Jimin dizia a mesma coisa e olha só o que aconteceu com ele. — Retrucou Jungkook. — Só espero que não aconteça o mesmo contigo. 

 Eu e ele convivemos com o Andrew tempo o suficiente pra saber que ele não é um psicopata. — Eu disse. — Ele não é uma pessoa ruim, eu garanto! Ele é uma pessoa maravilhosa, apesar de tudo que ele fez. Se você soubesse pelo menos metade do que ele passou e parasse de repetir o que as pessoas te dizem, eu garanto que você pensaria da mesma forma que eu.

 Você está se ouvindo? — Perguntou Jungkook, incrédulo. — _____, esse cara é um psicopata! Ele foi capaz de prender o próprio irmão acorrentado. Que bizarro isso.

 Enfim! Eu não vim falar dele. — Eu disse. — Eu vim falar de nós dois. Eu queria que você me perdoasse, mas eu não iria entregar o Andrew naquele estado.

 Eu estou cansado, ____. Sério, eu estou cansado de você. — Disse ele. — Você não sabe o quanto eu fiquei preocupado, o quanto seus pais ficaram preocupados, até meus pais, ____! A gente foi parar na televisão, você tem noção? Acho que você não tem idéia da dimensão desse problema.

 Eu sinto muito. — Fui sincera. — E eu te amo! É isso que eu quero que você saiba! Eu amo você e se isso fosse mentira, eu não estaria aqui.

 Eu sei. — Disse ele. — Pior que eu acredito em você, mas você não pode ficar com esse psicopata, cara!

 Ah, Jungkook, ele não é um psicopata! Ele é um garoto perturbado, com traumas de infância e só iria piorar se fosse pra prisão. E eu não estou com ele porque eu tenho pena! Eu nunca senti nada parecido com o que eu sinto por ele, é muito intenso. Eu não sei explicar, mas eu não quero e não vou permitir que ninguém faça mal a ele. Ele já sofreu demais, chega.

 Meu Deus, você está cega! — Ficou incrédulo.

 Ok... — Senti um embrulho no estômago novamente e levei imediatamente a mão na boca. E a feição incrédula de Jungkook foi substituída por uma feição preocupada.

 Vai pro banheiro! — Disse ele e eu corri pro banheiro de seu quarto, morrendo de vergonha por vomitar na casa dos outros, mas foi incontrolável.

Mirei no vaso sanitário e vomitei meu almoço, o pouco almoço que eu comi hoje, eu não estava com fome e coloquei praticamente nada no prato.

Depois que terminei de vomitar, fechei o vaso sanitário e dei descarga. Eu estava com vergonha por isso, sorte que era Jungkook e não alguém que eu conheci a pouco tempo, se não eu iria enfiar minha cara em um buraco.

 Toma. — Me deu uma escova de dente nova e na embalagem fechada.

[...]

Depois que eu escovei meus dentes, JungKooK continuou me encarando encostado no batente da porta, me fitando incrédulo, enquanto eu guardava a escova e o encarei de volta pelo espelho da pia.

 Ireeeeeeeeeeeeene! — Gritou Jungkook e em segundos Irene veio correndo, entrando no banheiro.

 O que aconteceu?! — Perguntou ela.

 Você ainda tem guardado aquele teste de gravidez? — Perguntou ele.

 O que? Você está grávida? — Perguntei a Irene.

 Deus me livre! — Respondeu ela. — Esses testes não eram pra mim não, e sim pra uma amiga minha, bem mais velha que eu inclusive e...

 Enfim, você tem? — Perguntou Jungkook, a interrompendo.

Às vezes Jungkook faz isso por conta do problema de Irene em compulsão de falar demais, esse problema ela trata com psiquiatra desde criança.

 Se eu tenho? Tenho uns dois. — Respondeu. — Esses testes, ela disse que é tipo muito eficaz e realmente é o melhor, segundo ela claro e...

 Ok, vai lá pegar. — Disse ele.

 Por que? Você está grávida? Nossa, como assim ela...

 Irene, vai lá e pega, por favor? — Perguntou JungKooK sem paciência com sua irmã e ela saiu.

 Você acha que eu estou...

 Acho. — Respondeu ele.

[...]

Depois que Irene me entregou os testes, eu fiquei ansiosa. Não seria muito confortável pra mim fazer esse teste em um lugar que não era minha casa, porém eu estava muito ansiosa com esse resultado.

Depois de muito tempo, após fazer os testes de gravidez e ter feito minha higiene depois, sai do banheiro com o resultado na mão e fitei Jungkook e Irene sentados na beirada da cama me esperando. 

— E aí? O que deu? — Perguntou ele. 

 Eu estou grávida. — Sorri.

 Eu não sei se eu te digo parabéns ou meus pêsames. — Disse Irene. — Ficar grávida de um psicopata não é lá o sonho de toda mulher, não é?

 Eu vou ligar pro Andrew. — Sorri, ignorando o que Irene disse e Jungkook permaneceu calado.

Andrew Parker

Desolado, aquilo havia sido mais do que eu poderia aguentar. Eu pensei que eu era forte o suficiente pra aguentar tudo, mas depois da conversa com Taehyung, eu não aguento mais.

Estava no topo do prédio que eu tinha um apartamento alugado. O prédio era alto e eu estava prestes a fazer uma besteira, eu não estava mais respondendo por meus atos, não depois de hoje, não depois de tudo que eu ouvi.

Flashback

 Você é um lixo, Andrew! — Taehyung começou a rir diabolicamente, depois de tudo que escutou de mim. — Você deveria ter morrido no parto mesmo! Você acha o que? Que você vai substituir Jimin novamente?

 Não! — Meus olhos marejaram. — Não é nada disso! Você está entendendo tudo errado!

 Desde que você apareceu nesse país, você só causou dor e sofrimento em todo mundo a sua volta! Você é uma pessoa deplorável! Invejoso! O mundo seria melhor sem você!

Cada palavra era um soco na minha cara. Não sabia que Taehyung podia ferir tanto alguém, agora consigo entender ____.

 Quer saber? Eu vim aqui na melhor das intenções, estava esperançoso. — Segurei minhas lágrimas o máximo que eu podia. — E eu não mereço ser tratado desse jeito.

— É. Você tem razão. Você merece ser tratado assim, olha... — Nesse momento, ele cuspiu na minha cara. E eu limpei meu rosto com o lenço que eu tinha guardado no meu bolso.  Andrew, faz um favor ao mundo e a _____... Você ama ela, né? Então faça um favor a ela e ao mundo, e se mata! Sobe até o topo de um prédio e se joga de lá! Ninguém vai sentir sua falta e é capaz da ___ dar até graças a Deus! Você só vai puxar ela pra baixo, você só atrapalha a vida dela e de todos. O mundo é melhor sem você. Andrew, se mata! — Começou a rir diabolicamente e eu sai de seu apartamento. Assim que eu sai de lá, comecei a chorar. Eu nunca me senti tão péssimo desde que meu pai me humilhou.

Flashback

 Ele tem r-razão. — Solucei. — Ela merece alguém melhor que eu. — Enxuguei minhas lágrimas.

Andei em direção a beirada do topo do prédio, decidido no que eu iria fazer. Já tinha ultrapassado meu limite. Respirei fundo e quando iria me jogar pra frente pra morrer, meu celular tocou.

Desci da beirada do topo do prédio pra poder atender, me esforcei para disfarçar a voz. Pela tela do celular era ____ e eu atendi.

 Oi. — Atendi.

 Oi, meu amor! Eu preferiria contar isso pessoalmente, mas eu estou tão ansiosa pra contar e algo muito forte em mim quer muito contar pra você e foi incontrolável não te ligar.

 O que aconteceu? Você está bem? — Perguntei.

 Eu estou ótima! — Pareceu eufórica. — Eu sei que sequer planejamos isso. Sempre acontece quando a gente menos espera, mas eu queria te dizer que eu estou muito contente com essa notícia, surpresa também! Mas muito feliz! Eu estou... Eu estou grávida!

Comecei a tossir imediatamente. Aquela notícia chegou em ótima hora ou péssima hora? Só sei que foi o suficiente pra me fazer desistir de fazer o que pretendia. Simplesmente, desabei sentado no chão do topo daquele prédio.

 Pois é! Você será papai! Eu te amo, Andrew! Nunca se esqueça disso! Você é importante demais pra mim e eu não vejo a hora de te encontrar! — Sua voz parecia emocionada. — Eu te amo muito! Muito, muito, muito!


Notas Finais


Oi, galera! Comentem o que acharam, porque isso é muito importante pra mim, saber o que estão achando... Nem preciso dizer o quanto isso incentiva, certo?
Incentivem caso vocês gostem da história, não estou pedindo nada demais... Não custa nada incentivar os autores que vocês gostam.
Até porque eu estou me dedicando a isso aqui uns 95% da minha vida, por paixão e para entreter vocês. Mas às vezes parece que uns e outros não se importam e isso me entristece. Não custa nada dizer palavras para as autoras que vocês gostam, não custa nada incentivar... Depois vocês reclamam quando a fanfic preferida de vocês é apagada, depois reclamam a demora para a atualização... Claro, porque ninguém gosta de escrever para as paredes.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...