História Os dois lados da mesma moeda - Capítulo 76


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Rosie Huntington-Whiteley
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bangtanboys, Bts, Chimchim, Jeongguk, Jhope, Jimin, Jin, Jungkook, Kook, Namjoon, Park Jimin, Rapmonster, Suga, Suspense, Tae, Yoongi
Visualizações 593
Palavras 1.687
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Por favor, leiam as notas finais.

Capítulo 76 - Que desafio!


Fanfic / Fanfiction Os dois lados da mesma moeda - Capítulo 76 - Que desafio!

Narrado por _____

Assim que desliguei a chamada com Andrew, deixando-o totalmente surpreso e com uma respiração eufórica, eu marquei de encontrá-lo em minha casa hoje mesmo, assim que possível.

Eu estava na sacada do apartamento de Jungkook. Eu estava com os olhos marejados, cheios de lágrimas só de imaginar que eu estava esperando um filho novamente. Ele realmente apareceu na hora certa.

Enxuguei minhas lágrimas e me virei para ir pro quarto e me despedir de Jungkook, pois já iria voltar para casa. Assim que eu virei pra sair, eu o encontrei na entrada da sacada.

— Você está aí há muito tempo? — Perguntei.

 Não. — Respondeu. — Cheguei agora.

 Eu nem estou acreditando. — Sorri.

 Parabéns. — Disse Jungkook.

 Obrigada. Deixa eu perguntar uma coisa, antes da Arlequina morrer, ela te disse algo. O que era?

 Ela disse que... — Se arrepiou. — Ela disse que não se arrependia de nada, se arrepende apenas de não ter acabado comigo quando teve chance. Depois ela morreu.

 Ah, que horror. E como é que você se sentiu?

 Não senti nada, se é pra ser sincero. Eu sempre soube que ela me odiava. — Disse ele.

 Eu vou... Eu vou indo. — Suspirei. — Obrigada por ter me escutado. Mesmo que você não me perdoe e que a nossa amizade não volte a ser como era, eu quero que você saiba que eu sou grata por tudo que fez por mim até hoje e espero recompensá-lo de alguma forma, um dia, quem sabe... — Sorri, o abracei e ele correspondeu ao abraço. — Eu amo você. — Me afastei do abraço pra olhar seus olhos e deixei um selar em sua bochecha.

Ele permaneceu em silêncio, eu sai da sacada, em seguida do apartamento. Eu fui na intenção de fazer JungKooK me perdoar, mas apenas recebi a notícia que me fez ficar de pernas bambas. Eu estava grávida.

A verdade é que eu estava louca para encontrar Andrew, eu estava louca para vê-lo eufórico de felicidade, depois de tanto tempo que ele se manteve triste por conta dos acontecimentos.

[...]

Assim que cheguei em meu apartamento, liguei a luz e pelo que eu vi, Andrew não havia chegado ainda. Todos esses enjôos, olfato forte, tonturas, cansaço... Tudo isso, eu senti em minha primeira gravidez. Porém, agora era com mais intensidade, em um grau maior do que a última vez.

Retirei a camiseta que eu usava, e a calça jeans mais larga que eu tinha e era a única que estava servindo, não tinha problema com minhas camisas, porém meus jeans não estavam servindo há alguns dias.

Fui até meu quarto e me fitei pelo espelho. Como eu estava me alimentando incorretamente, acabei emagrecendo, porém tinha uma elevação em minha barriga, abaixo do meu umbigo. Era bem maior do que a primeira vez que estive gravida.

Eu não tinha prestado atenção nisso antes. Aquilo parecia um inchaço grande. Minha menstruação estava bem atrasada e eu nem lembrei disso, nem desconfiei. Gravidez foi a última coisa que eu pensei naquele momento.

Coloquei minhas roupas novamente. Se eu tinha alguma dúvida, agora eu tenho certeza. Eu estou realmente grávida. Todos esses sintomas vieram com muito mais intensidade do que a primeira vez.

Ouvi a batida na porta da sala, indicando que alguém havia acabado de chegar. Meu coração começou a disparar e eu andei em direção a saída do meu quarto e a sala.

Era Andrew.

Ele me fitou por alguns segundos, antes de vir em minha direção, assim que chegou perto, seus braços me puxaram pra perto do seu corpo e me abraçou.

E então, de repente, depois de longos segundos abraçada com ele, eu o beijei. Minha mão segurou seu pescoço, enquanto ele me puxou para cima pela cintura me deixando na ponta dos pés.

O beijo afetuoso demorou uma eternidade e todo espaço a minha volta evaporou-se. Eu me dei conta de que estava com meus olhos fechados e os abri devagar. Andrew me encarava, seus olhos escuros mais próximos do que nunca, enquanto meu nariz encostava suave no seu.

 Andrew Parker, eu te amo. — Sussurrei, convicta no que eu dizia. 

 Eu te amo demais! Essa notícia não poderia ter chegado em melhor hora. — Sorriu. — Você não tem idéia, chegou em melhor hora! É sério isso? — Afastou-se um pouco e fitou minha barriga. — Tem um bebê aqui dentro? — Sorriu, com lágrimas nos olhos.

 Sim. — Sorri. — Como eu me alimentei incorretamente e pouco, eu emagreci, porém tem uma elevação maior em meu baixo ventre...

 Posso? — Perguntou, com a mão na barra da minha camiseta e eu Assenti. Ele levantou um pouco a barra da camiseta para ver minha barriga e ficou incrédulo.  Nossa... — Murmurou. — Como eu não tinha reparado nisso antes? Já que você já se trocou diversas vezes na minha frente. E eu não reparei.

 Nem eu reparei. — Eu disse.

 Isso é um motivo para irmos embora desse país. — Disse ele, voltando a fitar meus olhos. — Eu não posso deixar que fique aqui, você não pode se estressar por causa de certas pessoas. Vamos ter esse filho fora daqui, amor.

 Concordo! Porém, eu quero fazer uma consulta com meus médicos aqui primeiro para saber se estou em condições de viajar e tudo mais. — Disse e ele assentiu.

 Amanhã mesmo a gente marca uma consulta com o médico de... Médico de bebê. — Disse ele, confuso por não saber o nome correto. E eu apenas ri com isso.

 Minha ginecologista. — O corrigi, dando risadas. — Primeiramente, eu tenho que me consultar com ela e depois darei início ao meu pré-natal o quanto antes.

 Então a partir de amanhã faremos isso. — Disse ele.

 Certo. — Sorri.

E foi bem assim que aconteceu, no dia seguinte marquei com uma consulta com minha ginecologista. A agenda de pacientes dela estava cheia, então tive que marcar para semana que vem.

[ Uma semana depois ]

Finalmente chegou o grande dia. Minha consulta com a doutora Charlotte estava marcada para às 16:00. Ela não era daqui, era uma americana que veio para Seul não sei bem o porquê, porém sabia que ela não era daqui. O fato dela ser uma estrangeira, não tira sua competência.

Fui acompanhada por Andrew até a clínica, sentamos no banco de espera e escutava as batidas do pé do Andrew no chão. Sua ansiedade era notável. Eu estava ansiosa também, mas aparentava estar tranquila.

 _______, querida! — Dra. Charlotte apareceu na sala de espera. — Vamos? Me acompanhe.

Nesse momento, eu e Andrew nos levantamos e acompanhamos a doutora. Eu estava ansiosa sobre o que eu iria saber, primeiramente porque eu nunca senti nada perto do que eu estou sentindo com essa gravidez.

A primeira vez que fiquei grávida, a barriga demorava pra crescer, meus enjôos e os sintomas não eram tão acentuados em comparação a primeira vez.

Sentamos em frente a doutora e ela começou a ver meus últimos exames que eu já fiz. Eu irei refazer todos eles, porém preferi trazer esses para que ela pudesse dar uma olhada.

 Então, me conta, o que está acontecendo? — Perguntou ela.

 Eu estou grávida. — Eu disse.

 Já fez o teste? Já fez alguma consulta com um outro profissional?

 Sim, eu fiz o teste. Porém, a senhora é a primeira profissional que eu estou consultando nessa gestação. Não fiz nenhum exame recente. Esses são os últimos exames que eu fiz. — Eu disse.

 Você tem sentido enjôos, tontura, cansaço...?

 Sim. Já estive grávida antes, porém a intensidade dos sintomas eram bem menores. — Respondi. — Eu acabei tendo complicações e perdi a criança.

 A acentuação dos sintomas é maior, tipo quanto? — Perguntou ela com o cenho franzido.

 Bem maior. — Respondi.

 Você é o pai? — Perguntou, agora fitando Andrew.

 Sim. — Respondeu ele.

 Por favor, ____, deite-se alí. — Apontou para a maca e eu me levantei fazendo o que ela disse.

Por já saber exatamente o que vai acontecer, levantei minha blusa o suficiente para que minha barriga ficasse a mostra. Dra. Charlotte se colocou ao meu lado e Andrew se posionou no pé da maca para que conseguisse ver a tela.

Dra. Charlotte passou uma fina camada de gel em minha barriga e posicionou o transdutor em cima deste gel, deslizando o aparelho pela minha pele. 

 O ideal seria fazer a ultrassonografia após as vinte semanas de gestação, porque agora o feto está em fase de formação. Porém, como não tem nenhum exame recente, ultrassonografia seria uma opção viável. — Disse ela, enquanto movia o transdutor na minha berriga. Aquele gel era gelado. — É uma boa forma também de ter uma idéia de quantas semanas tem o feto. O certo seria fazer os exames para ter certeza, mas o ultrassom dá pra ter uma idéia e... Opa! — Parou de falar e eu a fitei.

 O que tem? — Perguntei.

 O que aconteceu? — Perguntou Andrew. Fitei a tela que transmitia a imagem e fiquei sem entender nada.

 O que aconteceu, doutora? — Perguntei, aflita.

 Deixa eu fazer uma pergunta. — Começou ela. — Tem caso de gêmeos na família de vocês?

 Na minha, não que eu saiba. — Respondi, sem entender o teor disso. 

— Na minha, sim. — Respondeu Andrew.

 Você está esperando gêmeos, _____! — Disse a doutora e eu franzi o cenho e meu coração começou a acelerar. — Por isso seus sintomas vieram mais acentuados, agora tudo está explicado! Pelo que eu vejo, você está com oito semanas de gestação. Agora é cuidado redobrado! Comece seu pré-natal o mais rápido possível!

Andrew começou a tossir, engasgar imediatamente. Nenhum de nós esperávamos por essa notícia. Gêmeos? Eu grávida de gêmeos? Como assim? Que desafio!

 Meu Deus! — Disse Andrew, com os olhos arregalados e depois de exatos cinco segundos, ele desmaiou.

Sim, ele desmaiou.

 Andrew! — O chamei, assim que ele caiu duro no chão. 


Notas Finais


Olá, galera!
Queria que vocês soubessem que esse desafio não é só pra personagem e sim para mim também! Pelo que eu saiba não tem nenhum caso de gêmeos em minha família.
Tive que pesquisar bastante sobre gravidez gemelar. Se eu cometer algum erro em relação a isso, eu peço perdão, porém eu estou lendo bastante sobre isso e espero que fique o mais próximo da realidade possível.

Não se esqueçam de comentar o que acharam, eu estou me esforçando bastante por conta dessa fanfic, lendo sobre esse assunto, me informando cada vez mais para trazer uma coerente história para entreter vocês.

Então não custa nada dizer o que acharam, não é? Peço perdão aos que eu não respondi no capítulo anterior. Eu andei estudando sobre muitas coisas essa semana, escrever sobre gravidez de gêmeos vai ser um grande desafio para mim também e espero que dê certo.


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