História Os Dois Lados Da Moeda, Black vs Trunks - Capítulo 2


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Categorias Dragon Ball
Personagens Goku Black, Trunks, Zamasu
Tags Dragon Ball Super, Goku Black, Mai, Trunks, Zamasu
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Palavras 2.698
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Ficção Científica, Lemon, LGBT, Luta, Romance e Novela, Terror e Horror, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Admito que me atrasei um poquito ao urpar o Cap... mas normal acontece kkk desculpa ;-;

Capítulo 2 - A graça nos pequenos momentos.


Fanfic / Fanfiction Os Dois Lados Da Moeda, Black vs Trunks - Capítulo 2 - A graça nos pequenos momentos.

Ainda era madrugada, enquanto quase todos dormiam.





 O kaioshin aproveitava seu tempo revendo todas as suas ações até o momento atual, por mais que soubesse que a “guerra” ainda não houvesse acabado, gostava de comemorar a vitória obtida em batalhas embora não demonstrasse como uma pessoa normal.


Enquanto revia todos as suas memorias acaba revendo a cena que aconteceu a poucas horas atrás



--------------------------------Flashback on------------------------------------------------
Zamas estava sentado no sofá se deliciando com o chá que havia preparado, sentado da forma mais confortável possível, enquanto seu corpo físico saboreava o gosto do chá, a mente do Kaioshin vagava entre fantasias imaginarias criadas pelo mesmo

 vendo o que poderia se chamar de

“compilação de términos diferentes para a vida de Trunks “

O kaioshin fazia até questão de dar detalhes realista a cada cena em sua mente.

O desespero no olhar de Trunks sentindo a lamina perfurando seus órgãos vitais...
....a esperança sendo puxada pra fora de seu corpo assim como seu coração...
....e o corpo do Saiajyn desabando ao chão junto com tudo que lutou para defender.

 
Junto com ele morreria as últimas tentativas  ridículas da humanidade de se opor ao seu reinado divino. É finalmente a Humanidade chegaria ao fim, com a aniquilação total de todo e qualquer humano.  

Zamas estava pensando mais a fundo quando escuta uma voz chamar

Black: -Zamas, por que não vem tomar chá com....

...Ou de quase todos.

Mas o kaioshin nem se dar ao trabalho de esperar terminar dizendo um “Não!”
--------------------------------------------FLASHBACK OFF----------------------------------------------------------
 

Zamas sente que já havia pensado o bastante. Alias... esses momentos filosóficos eram necessários para o Kaioshin já que na mente dele, essa e a única garantia de que não iria se “desviar de seus objetivos. ”  

Depois de horas sentando continuamente, ao concluir seu momento filosófico ele se levanta indo até o banheiro.



Ao adentrar o cômodo a primeira coisa que faz e se olhar no espelho admirando o próprio reflexo por um breve momento. Ao terminar de se admirar Zamas começa se despir

Primeiro o lenço azul....

 ....logo em seguida o casaco cinza quase preto com detalhes dourados.....

....depois a camisa roxa  de mangas longas expondo o físico do kaioshin..

...por fim botas,calças e roupa intima. Ficando totalmente despido



 então vai para de baixo do chuveiro configurando a agua na temperatura máxima, abrindo a válvula logo em seguida



 Zamasu:-Isso... –Geme baixinho enquanto se esticava por inteiro sentindo a agua quente relaxar todas as tensões musculares que o afligiam.

                O kaioshin se deixa levar no prazer que a agua quente lhe proporcionava, aquele era um dos poucos momentos em que Zamas conseguia ficar sem pensar em absolutamente nada, ironicamente com o saiajyn acontecia justamente o contrário.          


------------------------------------------------QUARTEL GENERAL DA RESISTENCIA-2--------------------------

Cinco pessoas conversam entre se numa sala. Todos sentados numa grande mesa de vidro acomodados em cadeiras de ferro.


-O que acham do que ele disse?  - Pergunta um homem branco de cabelos grisalhos se referindo ao jovem que passará tanto tempo de sua vida se dedicando a salvar a humanidade do inferno que a vida se tornou.

-E o que acha do que perguntamos? – Responde o homem negro de cabelos castanhos escuros com um tom, um tanto irônico

-O que está querendo dizer? – Responde o homem branco não entendendo o sacarmos presente na pergunta do outro homem.

-Fazemos exatamente as mesmas perguntas desde o início pelo amor de Deus! – Esbraveja o homem negro percebendo que o velhote ainda não havia percebido o obvio - O que esperam que irá acontecer? Que magicamente o garoto vai dar as informações que tanto precisamos? 
 

-E ele tem razão. Precisamos rever tudo que sabemos, e improvisar – Diz a mulher do grupo. Não demostrando espanto com a exaltação do colega, ela mesma sabia mentalmente que “Uma hora alguém iria acabar se enfurecendo com o mesmo teatrinho. ”

...
--------------------------------------QUARTEL GENERAL-1-----------------------------------------------

Finalmente a última criança sede ao sono, junto com as últimas pessoas.



Ao perceber isso o soldado fortemente armado se dirige até a saída do metro, que agora havia se tornado uma das várias bases da resistência.

O homem anda calmamente sem fazer o  mínimo barulho... olhando ao redor, vendo alguns dos vários prédios e casas no chão, sem se questionar de como seria possível existir um ser tão poderoso a ponto de conseguir derrubar prédios inteiros com apenas um olhar.

O chão sujo, as vezes com pedaços das construções que desabaram ou cederam, outras vezes com metais provenientes de carros que explodiram ou foram explodidos em ataques falhos. Mas nada chega perto de como as ruas eram no início... todas banhadas de sangue e outras cheias de cadáveres esmagados.


E o homem sabia disso pois já havia visto pessoalmente os dois casos.


                                         Alguns minutos de caminhada se passam até que finalmente chega ao prédio mais próximo, adentrando o local a qual nem porta tinha mais, já que a mesma havia estourado ao sentir a força dos ataques de Black, mesmo que de forma indireta.... Ele olha vendo a recepção a qual já havia sido destruída, os balcões da madeira destruídos e o metal das cadeiras já havia sido distorcido a muito tempo atrás obviamente pela ação de algum “revoltadinho” ou “sem ter o que fazer” 


-O elevador fica aonde mesmo?.– Diz baixinho para se mesmo, ´”É... beber como um bode velho dá nisso” diz mentalmente  


Ele anda até o fundo da recepção. Por curiosidade o homem abre cada porta pela qual passará.


                  Ao abrir a primeira porta o homem tem uma surpresa definitivamente agradável.






Além de nada ter sido roubado ou quebrado, tudo estava exatamente no mesmo lugar que deveria estar a alguns anos atrás, mesmo que o tempo e a erosão definitivamente houvesse envelhecido o local, tudo estava ali.

-Parece uma cosplay de filme pôs apocalítico. – Diz consigo mesmo percebendo que tudo no local parecia “meio mole” sem falar que. O fato de tudo está exatamente no mesmo local indica que quem estivesse aqui... saiu num desespero tão grande que deixou praticamente tudo para trás.


O fato mais curioso e ao mesmo tempo peculiar e que.... Sabe naqueles filmes pôs apocalípticos, aonde todo mundo percebe que só tem tempo para correr e deixa tudo para trás, e quando alguém volta nesse local sente aquela “magia” ? Pois era exatamente isso que esse homem sentia ao ver aquele lugar 


Então o homem fecha a porta tentando preservar aquele lugar.

-Ta certo, isso foi estranho. –Diz percebendo que sua mão estava tremendo por um motivo desconhecido, então ele fica em frente a segunda porta – Se a primeira foi excelente essa aqui vai ser uma desgraça.                  

              O soldado que sempre foi um homem pessimista, sem falar que um belo amante de filmes de terror, por causa disso.... Ele não pensa duas vezes antes de levar a mão até o quadril sacando um revolver, apontando para a porta caso algum imprevisto acontecesse.





Ao abrir, nada de demais apenas escadas que dariam até o topo do prédio, mesmo assim o pessimismo falava mais alto na mente do velho que ainda continuava com a arma em punho.

 ----------------------------------------------No TOPO----------------------------------------------------


                   Um atirador olhava o horizonte, junto a Mai e Trunks.  



Os três estavam no parapeito encarando o  horizonte desconhecido.... Como vingadores de antigas promessas.


Trunks:-O último ataque está quase com uma semana. –Diz o jovem, embora os demais não conseguissem perceber acontecia uma discussão mental nunca vista antes dentro do jovem que pensava que havia conhecido totalmente seu inimigo, mas quando menos esperava novamente e enganado pelo mesmo.  

Mai:-O que aqueles dois estão pensando? – Diz a jovem estando praticamente no mesmo impasse mental que o jovem.  

Atirador:-Uma coisa e certa..... Nada e capaz de gritar mais alto que o silencio. – Diz o atirador se referindo a tensão que só aumentava a cada dia sobre todos, antes era possível prever quando seriam os ataques, “mas é agora? Será que ele se cansou desse teatro? Será que ele tacou o Fodase e só vai nos matar de uma vez por todas na próxima vez? Os apenas se cansou da humanidade e achou uma nova civilização para se divertir? ”

Essas perguntas raçoavam nas mentes dos jovens, devorando a paz dos 3, e a sanidade de um deles.


                  Então a porta atrás deles se abre, ambos se viram se uma vez, o atirador nem pensa duas vezes puxando uma pistola automática para seja lá quem estivesse ali, Trunks já coloca a mão na espada em suas costas se preparando para saca-la pra fora caso fosse preciso.

-Calma aeh sou eu. – O homem diz com uma mão levantada guardando a arma com a outra.

-Abrir a porta assim duma vez, sabendo do medo que temos e pedir pra morrer hehehe. – Diz o atirador com um sorriso ainda apontando a arma para ele. 

-Ezequiel sou eu já dá... pra parar, de apontar essa porra!?– Diz o homem se aproximando, sem parecer se importa com a presença de Trunks e Mai que estavam vendo aquela cena no mínimo cômica, Trunks tira a mão da espada voltando a posição normal de antes.

            Ezequiel coloca a arma de volta pro lugar, Trunks arque-a a sobrancelha ao ver o homem chegando próximo a ele já esperando por uma notícia, Mai responde “Sim? ”

-Esse muleque ainda vai me dar um tiro nessa brincadeira. – Diz olhando para o Trunks, o atirador rir da previsão pessimista do mais velho – Bem, o que vim dizer e que dormiram. – A alegação faz Trunks e Mai darem um leve sorriso casados.

Trunks:-Pelo visto a redução dos ataques está fazendo as pessoas se acalmarem e dormirem cada vez mais cedo, Ainda bem – Diz levemente feliz.            

Mai:-Você poderia ter nos avisado pelo rádio, não precisava ter vindo até aqui. – Diz Mai, realmente o homem era velho. O que a jovem não sabia e que mesmo tendo cabelos grisalhos...  Quando queria, o homem podia ser pior que o próprio diabo, e tão elétrico quanto qualquer jovem por aeh. 


-Eu sei rs – Diz segurando o rádio na própria roupa - só estava a fim de fazer o sangue circular denovo. – diz se esticando de leve enfrente a jovem.

Mai:-Entendo... Trunks acho que por hoje chega né? –A jovem pergunta.


Continuar arduamente ou descansar finalmente sempre dependia de Trunks. 

Trunks:-Avise pros demais atiradores que já podem descansar, por hoje chega. Mai já podemos ir –Diz o jovem virando a cabeça e olhando para o horizonte uma última vez “Não vão atacar hoje pelo visto. ” Diz mentalmente para se mesmo percebendo que era inútil ficar esperando por algo que obviamente não irá acontecer, pelo menos.... não agora.


Mai:-Quer ir com a gente? – Pergunta ao homem de cabelos grisalhos, que sorri agradecido pela gentiliza da mais jovem.

 -Não muito obrigado, alguém precisa ajuda o garoto a descer com todo o aparato não acham, mesmo assim obrigado pela gentileza Mai.  – Diz apontando para o rifle de calibre grosso posicionado no parapeito de concreto.


Mai:-Bom caso algo acontecer, já sabe né? – Diz com um sorriso apontando para o rádio na própria roupa

-Não hesitarei em avisá-los de qualquer ameaça. – Diz com uma voz motivada. Por fim Trunks e Mai se viram de costas deixando os dois. “Tenham uma boa noite” Diz o homem por fim virando as costas para o casal.


           Trunks faz um tchau Zinho com a mão abrindo a porta logo em seguida, quando Mai passa pela porta Trunks a fecha logo em seguida.

Mai:-Por que fechou?

Trunks:- Por educação. – O jovem diz contraindo os lábios para trás 

Mai:-Tendi- Ela diz, mas na verdade não havia entendido nada. “Educação? Mas os dois já, já iriam sair? Não?” Se perguntava mentalmente



Trunks toma a frente descendo aquele mar de degraus com a mocinha logo atrás dele... ambos conversam sobre o que fariam no dia seguinte, a escuridão praticamente não incomodava mais os dois contanto que descessem devagar.

----------------------------Enquanto isso..... Lá encima. ----------

Ambos continuavam encarando o horizonte. O mais novo começa a rir.

-poderia me diz o que você está achando tão engraçado? – Diz com voz descontraída, sem desviar o olhar.


o mais novo anda até o mais velho, ficando bem na frente do mesmo... levantando seus braços e os coloca ao redor da própria cintura, o mais velho corresponde abraçando o mais novo, em seguida mordendo e beijando a nuca, arrancando suspiros de Ezequiel


Ezequiel:-“ alguém precisa ajuda o garoto a descer com todo o aparato” Serio isso? rsrsrsrs –diz rindo particularmente zombando da desculpa do mais velho, fazendo arpas com os dedos.  

-Não confia em min? – O homem diz dando um leve aperto no mais novo, juntando seu quadril ao dele.

Ezequiel:-Não sei, eu deveria? – Diz levando as mãos a nuca do mais velho acariciando os cabelos já grisalhos.


 -Típico rs. Incerteza, marca registrada dos mais novos. – Diz virando o mais novo, olhando nos olhos dele com um olhar sério, apertando os olhos para parecer ainda mais sério.

            O mais novo não se deixa intimidar por aquele olhar respondendo a altura.

Ezequiel:-Achar que sabe de tudo sobre todos, marca registrada dos mais velhos. – Diz aproximando o rosto com um sorriso triunfante.

   Os olhos castanhos escuros do mais velho sendo confrontados pelos olhos claros do mais novo.... Ezequiel ainda diz “Eu não tenho medo de você. ” O confrontando novamente.


O mais velho faz uma falsa cara de irritado dizendo... “Devia ter” selando os lábios nos de Ezequiel


---------------------Bem próximo ao QJ.----------------------------------------------------------------------
Alguns minutos se passam até que...

Mai e Trunks finalmente chegam em “casa”, uma pequena casinha de 2 cômodos situada bem próxima ao metro



Ambos estavam igualmente destruídos pelo cansaço e stress emocional de cada dia que se passa.


Mai abre a porta bem devagar, Trunks sabia que era mais por falta de energia, do que por educação. Embora a casa realmente fosse pequena conseguia servir perfeitamente ao casal que só queria descansar e ter mesmo que um pouco de intimidade longe dos olhos alheios.

Mai:-Finalmente. –Diz exausta… sentindo as mãos de Trunks indo até o seu quadril, e o corpo do jovem se apoiando contra o dela.

                       A jovem conduz o jovem até o banheiro.
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10MINUTOS DEPOIS
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               Ambos já estão limpos e refrescados. O banho havia relaxado todos os músculos tensionados dos jovens que apenas queriam dormir se preparando para lutarem novamente.


           Mai agora estava vestida com um simples, mas ainda belo vestido enquanto Trunks estava usando uma calça de tecido fino e a jaqueta da corporação capsula. Juntos ambos se deitam no sofá Zinho, no qual o maior conforto era um pequeno travesseirinho.



         Trunks segurava Mai com força, e a jovem gostava disso se sentia segura, protegida, amada e principalmente intocável.

======================ALGUNS MINUTOS DPS=============================

Então como um pequeno milagre.... simplesmente do nada....


Mai:- Trunks, está chovendo rs.... – A jovem diz quase como um sussurro ainda de olhos fechados perdendo a batalha contra conter o sono.

Trunks:-.... – O jovem nem a responde, já havia perdido a batalha minutos atrás

Trunks:-deixa pra lá. Eu te amo... – Diz por fim cedendo     

                                      -----------------Enquanto isso em outro lugar-------------

                     . Após um longo banho demorado, Zamasu abre a porta do banheiro com um leve sorriso pensando consigo “Finalmente tomou uma decisão né? ”.

                                              O kaioshin vai até a cozinha repetindo o mesmo processo de algumas horas atrás, uns 200ml de água, açúcar e a quantidade perfeita de folhas. 

Zamas:-hmm – murmura consigo mesmo deixando o chá no fogo enquanto ia até a varanda 

                          o kaioshin sente os ventos fortes e gélidos o atingido enquanto o andava até a varanda percebendo que realmente, a coisa estava ficando boa lá fora.


 Zamas via tudo desde a dança violenta das árvores de pequeno porte, as danças mais graciosas das gigantes que não só deixavam a bater tão facilmente....  O kaioshin presenciava até mesmo a queda dos pequenos pingos de agua descendo furiosamente atingindo tudo e todos os banhando na substancia que simplesmente e uma das progenitoras da vida. Era a primeira vez que ele via a chuva de tão perto, percebendo que provavelmente tambem poderia ser a primeira vez de seu aliado. 



Zamas:-É.... eu devia ter aceitado mesmo o convite dele.... – Diz levemente triste percebendo o quão rude de forma gratuita foi com seu aliado, enquanto olhava para a espreguiçadeira ao seu lado que estava com parte dos braços esmagados. - No final ele só não queria apreciar tudo sozinho. 

          


Notas Finais


Novamente. Me critiquem rs.... ideais sempre são bem vindas kk


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