História Os dois lados do mundo. - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Cúmplices de um Resgate
Tags Teobela
Visualizações 27
Palavras 783
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Mistério, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Capitulo 04


Fanfic / Fanfiction Os dois lados do mundo. - Capítulo 4 - Capitulo 04

No interior da gruta,o negro dormitava,abria os olhos vez enquando,via claridade lá fora,e tornava a fechá-lo lentamente,ali onde o senhor de sua vontade,as horas podiam correr livres se tivesse fome iria procurar alimento,se sentisse sede,desceria até o regato,mas se tivesse com preguiça poderia deitasse no chão á toa,sem temer o chicote ou o tronco.Um canário-da-terra cantou na árvore mais próxima,e joão romão sorriu.

Felipe escrevi um artigo para o jornal no seu notebook,sobre a história desse homem fugitivo do cativeiro do século XVIII,solitário,permaneceu anos e anos,no cume rochoso da montanha.

_ um cafezinho?-perguntou luiz ao chegar na sala.

_ uma pausa pra ordenar as ideias,é uma boa.

Afastou a cadeira,colocou um peso sobre as folhas,respirou profundamente.

_ estou impresionado pelo que vi hoje,por isso estou com uma febre de escrever,quero aproveitar ao máximo de experiência vivida.

_sabe de uma coisa felipe?eu também fiquei de queixo caído,aquele salão dourado é inacreditável.

_ você nunca havia ido lá?

_ aquele salão nunca.

O jornalista deu uma risada e diz

_ quer dizer que coloquei o senhor em uma corda bamba?

Luiz também riu e diz

_ mas valeu a pena,foi uma aventura inesquecível

_ você disse bem,aventura e aquele cara o ofélio é um sujeito formidável.

Conversando,sairam do haras e dirigiram-se a igreja,onde téo estava limpando os bancos da igreja e luiz pergunta

_ o padre lutero se encontra?

_ não tio luiz,ele foi para uma visita.

_ obrigado téo.

Felipe olhava a pequena igreja e pergunta

_ como é o nome da padroeira daqui?

_ nossa senhora dos sonhos.

_ hum,podemos ficar aqui conversando?

_sim!

Luiz se vira e diz

_ vamos aguardar o padre lutero aqui téo

_tudo bem,ficam a vontade.

Ele sai pra limpar as coisas do altar,mas os ouvidos atentos.

_ofélio,é um homem,vivido,inteligente,mas boêmio e irreverente,a gente nunca se sabe onde termina a verdade e onde começa e termina a fantasia,somente quando dá risada ou piscadela significativa.

_ pareceu-me um homem culto é casado?

_ sim!mora perto da casa da familia agnes.

_essa familia é grega?

_ só a dona nina,seus pais veio da grécia,tem uma rivalidade com a italiana fiorina cavichioli,por conta do esposo da mesma.

_ depois quero visitar essas familias.

_ claro,depois vamos lá.

_ podemos ir depois que escrever a história do escravo.

_ uma história ligada a cidade?

_ sim e a história do povo subterrâneo também?

Téo não escutou a resposta do luiz,pois a pergunta ficou no ar,se fosse verdade estaria explicada a existência do vulto que mateus afirmava ter visto,contudo era mais provável que esse povo vivesse apenas na imaginação de ofélio.De tanto falar que havia uma superivilização subterrânea que usava as cavernas como saída para o mundo exterior,ofélio transformara sua história em crendice,eis o que téo pensava ao mesmo tempo sentia uma leve desconfiança de que algo verossímil existisse no caso,porque muitas pessoas vinham no vilarejo dos sonhos.

Os passos do padre lutero o tirou em transe.

_ Bom dia!

Luiz prontamente se levanta e o comprimenta e saem pra conversar particulamente.

As dezoito horas padre lutero p dispensou-o.

_foi o que combinei com o seu pai,amanhã pode voltar.

_ tudo bem padre.

Téo saiu determinado a passar pela casa do mateus,a fim de conversar com ele,no caminho ele ver manuela conversando e resolvir ir até onde a garota estava.

_ oi manu!

_ oi téozinho.

Ele olha ao seu redor e manu diz

_ a isa saiu com a mamãe.

_ é-é...

Manu começa a rir e pergunta

_ quando é que vai chamar a minha irmã pra sair?

_ não sei,pode ela não querer ir.

_ tenta chamá-la?

Ele desconversa e diz

_ vou até a casa do mateus,depois nos falamos.

_ tá bom!

Ele sai e na primeira esquina topou com o pai.que ia entrando na sorveteria,juntos entraram em casa,rita recebeu-os com recados.

_ giuseppe,o luiz mandou dizer que quer conversar contigo,téo o mateus disse que precisaria muito falar contigo.

A noticia que o luiz queria falar com ele,deixou bem intrigado e o recado do mateus apressou téo que saiu logo,encontrou o amigo ansioso.

_ só penso em voltar á caverna,o mais breve possível,pra ver aquele"cara"-desabafou mateus.

_ pode ir e não ver,já pensou nisso?

_ já,mas se não tentar,ai mesmo é que não vejo,será que você pode ir comigo?

_por enquanto não,estou fazendo um favor para o padre lutero todo dia.

_ sua mãe me disse,até quando?

_ provavelmente,até o fim do mês?

_ é muito tempo,vou então com a isabela.

_ você contou a ela?

_ tudo,ela está disposta a colaborar

Téo imaginou os dois sozinhos na caverna e ficou com ciúmes.

_ se vocês quiserem esperar,eu vou no primeiro dia de folga,está bem?

Mateus começa a rir e diz

_ isso tudo é ciúmes da isabela?

_claro que não!

_ hum sei,claro que espero,isabela vai adorar a notícia.

Logo téo voltou pra casa com a frase do mateus,dando voltas em seu pensamento e pondo esperanças no seu coração.

_será que a isa gosta mesmo de mim?ou só é brincadeira dos meus amigos?

Essa dúvida estava acabando com ele,até chegar na praça do vilarejo e ver de longe aquela casinha rosa com as luzes acessa.



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