História Os Donos da Noite - Capítulo 1


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Categorias Cameron Monaghan, Elle Fanning
Personagens Cameron Monaghan, Elle Fanning, Personagens Originais
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Palavras 1.264
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, bem vindos à minha nova história, espero que gostem.

Capítulo 1 - A noite pertence às putas


Popularidade. Que palavra mais estranha, não? Ao menos para mim era. Uma coisa que eu nada tinha pelos dias, mas que tinha em excesso pelas noites.

Durante o dia eu caminhava pelos corredores da escola sem ser reconhecida ou lembrada por uma alma viva se quer, sem ter amigos e nem conhecidos e nem ninguém da qual eu pudesse conviver. Sem ninguém.

Já quando o dia se esvaía e a noite caía, eu ia para a estação férrea desativada da cidade onde, na calada da noite, era o refúgio dos suicidas, deprimidos, loucos e arruaceiros, a parte descartada da sociedade, mas diria eu, a mais unida. Pois todos estavam ali por um propósito; esquecer-se dos problemas e dores da vida a todo custo. Nem que por um segundo sequer.

Lá, todos me conheciam, e onde eu passava, não ia sem uma pausa para uma rápida ou longa conversa casual sobre qualquer que fosse o assunto. Eu sempre estava apta a ouvir e falar sobre qualquer coisa.

A noite pertencia as putas, aos drogados, aos doentes de amor e aos refugiados de uma vida sensata e infeliz. Assim como eu.

Era sexta-feira e lá estava eu. Com uma garrafa de vodca em uma mão e meu coração na outra. Estava pronta para virar mais uma madrugada em claro com minha insônia eminente e minhas meias arrastão.

Logo encontrei Amélia, a única pessoa ali que eu chamava de fato de amiga, ela era pálida e tinha os cabelos negros, e um rosto bem emoldurado.

- Quer um gole? – ofereci minha vodca.

- Puro? Não, credo! – exclamou fazendo cara de nojo.

- A princesa não aguenta? – caçoei.

- E a boneca aí aguenta, de certo. – disse uma voz vinda de trás de Amélia.

- Quer apostar? – perguntei, vendo que tratava-se um garoto ruivo e pálido também, com olheiras tão fortes que deixavam seus olhos fundos. Ele claramente era um drogado, visto que mesmo com a escuridão da noite, era possível ver sua pupila dilatada contrastando com o verde azulado de seus olhos.

- Eu aposto meu último baseado que você não consegue virar metade dessa garrafa. – disse ele mostrando-me seu baseado.

Eu não ia perder maconha de graça.

Arqueei as sobrancelhas e virei aquela maldita vodca goela abaixo até chegar na metade. Mas, acidentalmente foi mais que a metade, quando soltei a garrafa, pude sentir meu esôfago pegar fogo e meu interior todo entrar em combustão.

Fechei os olhos com força e segurei para não gorfar tudo aquilo que eu demorei tanto para engolir.

O garoto ficou surpreso e entregou-me o baseado, assim, tirei meu isqueiro do bolso e o acendi.

Enquanto tragava, percebi que o garoto ainda me olhava de uma forma estranha, parecendo estar excitado com o que via, o que deixou-me intrigada. Dei uma piscadinha.

Ele riu, exibindo um sorriso psicopata muito sexy.

Dei mais uma tragada e passei o beck para Amélia, que não sabia fumar direito, mas eu gostava de vê-la chapada. Ela sempre se soltava e fazia coisas do qual não faria normalmente.

O garoto ruivo continuava a me olhar e eu não sabia se ele havia sei lá, se apaixonado por mim ou só estava travado em função da cocaína que com certeza ele havia cheirado.

Amélia passou o baseado para mim novamente e eu passei para o garoto, para que ele tivesse alguma reação.

Ele teve que se aproximar para pegar e ficou bem próximo a mim. Assim, tragando o baseado e soltando a fumaça próximo a minha boca.

Abri um sorriso malicioso enquanto olhava nos olhos dele, jogando todo meu pouco charme.

Ele sorriu de volta.

Aquele garoto estava brincando comigo...

Amélia começou a rir loucamente e cortou nosso olhar.

- O que foi? – perguntei.

- Não sei... – disse Amélia, matando-se de rir.

Ri junto, o garoto também. E logo, ele voltou a me olhar com aquela cara inexpressível que eu não sabia o que queria dizer. Mas, só sabia que queria beija-lo logo.

- Tá. Eu não sou garota de joguinhos. – disse, e antes que ele pudesse dizer qualquer coisa, o puxei para um beijo,

O garoto beijava muito bem, aliás, seus lábios eram macios e suaves, levemente carnudos e bem desenhados, sua boca tinha gosto de álcool e maconha.

- Você é uma garota ousada. – disse ele no meu ouvido enquanto ia a caminho do meu pescoço para mordê-lo.

- Ouvi dizer que você gosta de garotas más... – disse.

- Quer ir para minha casa? – perguntou ele.

- Não precisa nem pedir.

Ele chamou um Uber. Fiquei um pouco preocupada em deixar Amélia sozinha, mas eu pretendia voltar. Ia ser só uma transa.

Chegamos em seu apartamento.

- Só fica quietinha, minha mãe tá dormindo. – disse ele.

Dei uma risada pelo nariz. Eu achando que ele tinha uns 20 anos, mas ainda morava com a mamãe então provavelmente tinha a minha idade.

Entramos em seu quarto e ele já começou a me beijar, empurrando-me para trás, até chegarmos à cama, do qual eu bati a cabeça na cabeceira. Ele riu.

- Só não desmaia, e tá tudo tranquilo. – ele riu. Ri também.

Tornamos a nos beijar, o garoto desceu suas mãos pelo meu corpo até chegar em meu short, abrindo-o de repente e enfiando sua mão dentro dele, colocando um de seus dedos em minha intimidade. Respirei fundo para não gemer.

Quando aquilo estava ficando gostoso, ele tirou sua mão de lá e tornou a tirar o resto de minha roupa, minha blusa e etc. Assim o fiz com ele também, até estarmos completamente nus.

O garoto desceu mordendo e beijando meu corpo até chegar em minha intimidade, onde colocou sua boca e começou a movimentar a sua língua, segurando firme em minhas coxas. Ora sua mão pegava em meu seio, ora ele usava seus dedos para inserir em mim.

Ele ficou na mesma até eu quase chegar lá, parece que ele sabia o meu limite, e fazia questão de não ir até lá, não ainda.

Ele ficou ajoelhado em minha frente e antes que ele colocasse a camisinha, eu o fiz deitar e retribuí, colocando seu membro em minha boca e indo até a garganta.

Parei quando ele começou a segurar os gemidos, e então, montei nele e comecei a cavalgar em cima do seu membro grande, tão grande que pra falar a verdade, até meio que me machucou, de leve.

Eu sempre ficava por cima. Nunca por baixo. Gostava de ver o rosto do cara enquanto eu o fazia sentir prazer. Gostava de ver o resultado da obra de arte que o orgasmo era.

Era fofo o jeito que ele segurava os gemidos provavelmente para sua mãe não ouvir.

Continuei até o sentir gozar.

Por um acaso, gozamos juntos, isso era inédito pra mim... Mas aquilo foi... Diferente.

Me deitei ao seu lado ofegante enquanto o via recuperar o fôlego.

- Eu ouvi dizer que você é uma garota má. – disse ele. – Me pareceu muito doce para ser uma garota má.

- Eu posso ser a sua garota má. É só você deixar. – disse.

- Seja minha garota má.

- Você que pediu...

Ele ainda se recuperava enquanto eu subi em cima dele e o fiz ficar duro novamente, somente com fricção da minha intimidade em seu membro.

Ficamos transando a noite toda. E quando a manha chegou, o garoto já dormia, e eu saí de fininho, sem pegar seu número, sem pegar seu nome, sem saber de nada, como se aquilo nunca tivesse acontecido.

Assim como eram todos os meus relacionamentos, sem sentimentos, sem sofrimento.

Como eu disse, a noite pertencia às putas.


Notas Finais




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