História Os Escolhidos - Vol. II (Interativa) - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Interativa, Lgbt, Original, Romance, Rpg
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Sobrenatural, Steampunk, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Tenha uma boa leitura.

Capítulo 4 - A Viagem.


Fanfic / Fanfiction Os Escolhidos - Vol. II (Interativa) - Capítulo 4 - A Viagem.

— Sra. Ahn, aonde vamos?

— Vamos para Kio, tenho que resolver umas coisas que ficaram pendentes.

— Por onde?

— Pelo mar, garota.

— Sim... é obvio, mas como? Você me disse que estava sendo procurada, ninguém vai querer nos levar para Kio.

— Ninguém precisa nos ver, certo? – Hani disse isso enquanto observava os barcos na praia.

— Oh... Entendi.

Em algumas horas as três já estavam escondidas num dos barcos, na sua área de carga. As três ficaram ali por um tempo, Iria acabou adormecendo junto de Amaterasu e Hani ficou lendo algum livro sem título aparente. De repente, o barco parou, colidindo com algo, Iria acordou assustada com a vibração do barco e Hani foi olhar o lado de fora através das frestas criadas pelas tábuas irregulares de madeira que foram usadas para construir o barco.

— Chegamos em Kio.

— E agora?

— Esperamos anoitecer.

— Sério mesmo...?

— Sim.

As três voltaram a se sentar e fazer o que estavam fazendo mais cedo. Porém, elas não esperavam que outro "criminoso" apareceria ali. Era um rapaz loiro, ele estava procurando algo em um caixote de medicinas.

Amaterasu foi atrás do rapaz, fazendo com que Hani dissesse algo baixinho que ninguém mais escutou, ela tentou conter a cadela, mas não conseguiu.

— Mas o que?! - O rapaz parou o que estava fazendo e olhou furioso para Amaterasu.

— Minha Amaterasu não!

Hani pulou das sombras para o atacar, mas ela foi surpreendida por um encantamento de proteção poderoso que estava sendo usado pelo rapaz.

— Merda.

O rapaz sorriu observando a surpresa de Hani, e então a derrubou com um golpe. Hani se levantou, pegou Amaterasu e a arremessou GENTILMENTE em cima de uma garota de 12 anos, muito bem pensado, Hani!

— Quem está ai? – Uma voz rouca gritava fora do barco, cada vez chegando mais perto.

O rapaz pegou o que queria e saiu abrindo um portal de fogo imenso e o atravessando, o portal se dissipou e ele não estava mais lá.

— Olha o que eu encontrei aqui. –Um homem imenso disse se aproximando de Hani enquanto a olhava com um olhar malicioso, e então a apagou, uma mulher de armadura fez o mesmo com Iria e Amaterasu.

Na cabeça de Hani passavam várias coisas. Ela estava muito confusa com tudo, se sentia mau e estava com vontade vomitar, ela não sabia o que iria acontecer, mas ela estava com medo. Ela ficou se sentindo assim por muito tempo, possíveis horas se passaram, e nada do corpo de Hani demonstrar interesse em se mexer.

— Vamos Ahn, acorde! Acorde, por favor...

Hani finalmente conseguiu se movimentar, ela acordou numa cela suja e fria. Na frente dela estava Iria, Amaterasu não estava por perto.

— He he, a bela adormecida acordou, não é mesmo? O chefe está esperando, ele ainda não sabe quem são. – O mesmo homem que a apagou está lá, ele abriu a cela e levou as duas, que estavam algemadas para algum lugar de onde estavam.

— Sra. o que iremos fazer? – Iria cochichou baixinho.

— Não sei, eu não sei.

Depois de passarem por várias portas, eles chegaram em um salão imenso, com um tipo de trono e uma mesa cheia de papéis. Atrás do trono há uma janela imensa, olhando por ela percebe-se que eles estavam numa torre bem alta.

— Olá Kuro. – Uma mulher que estava ao lado do trono veio até eles e cumprimentou o homem.

— Bom dia, Shiro.

— Essas são as infratoras? – "Kuro" fez que sim com a cabeça. – O chefe já está vindo para "julgar" o crime de vocês duas.

Passado alguns minutos, a grande porta se abriu, e por ela, passou a pessoa que Hani menos esperava: Yuzuro Takahashi, ou melhor, Chefe da Guarda de Pirmyia.

— Eh... Bom dia. Senhor? – Shiro perguntou à Yuzuro, que estava perplexo com o encontro inesperado.

— Ah, bom dia Shiro. Bom dia Kuro. São elas as pessoas de que tu me contou?

— Sim, são elas sim. – Kuro tomou a frente e forçou as duas à levantar.

Yuzuro passou por elas e foi se sentar no trono, ele pegou um papel em branco da mesa e começou à escrever algo.

— Quem é ele? – Iria cochichou novamente.

— Alguém... alguém.

Fim do capítulo.


Notas Finais


Obrigada por ler.


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