História Os escolhidos de Dark and Wild - Capítulo 3


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Fantasia, Romance, Sobrenatural
Visualizações 3
Palavras 1.457
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Por hoje é só família... *u*

Capítulo 3 - Inferno-GT


Fanfic / Fanfiction Os escolhidos de Dark and Wild - Capítulo 3 - Inferno-GT

**********Ágatha Jonhson**********

Desde a infância sempre tive muito o amor dos meus pais, éramos uma família linda e feliz, mas, como toda a vida de um mero mortal é condenada as misérias humanas, perdi meu pai aos treze anos, desde então, éramos só eu, mamãe e meu irmão Mike de sete anos. Demoramos um pouco para restituir nossas estruturas. Mamãe conheceu um homem, ao qual a fazia muito feliz, porém ele tem se tornado violento os últimos anos, o álcool o deixava violento e irreconhecível, muitas vezes, ele a agredia, e nos agredia também, e apenas chorávamos, sem nada entender. A raiva era um sentimento que a cada ano, consumava-se com mais força, dentro de mim. Saía muitas vezes para vaguear sozinha, para tentar libertar emoções ruins, que aprisionavam-me em um cárcere cheio de espinhos venenosos. Mike estava crescendo, e acompanhar aqueles episódios diários, colocariam a perder sua sensatez humana. Sentia-me inútil, pois nada podia fazer, meu ódio por mamãe era enorme, a culpa de tudo aquilo, era dela. Estávamos condenados, porque ela nunca tivera palavra de mulher, sempre prometia que sairíamos daquela situação, mas, no dia seguinte ela voltava atrás. Não conseguia mais confiar nela, e tudo o que queria, era ir embora de casa, só estava aguardando uma oportunidade. Mas, ao olhar Mike, chorava muito, porque, ele era apenas uma criança, sem contar que, minhas primas Mewry e Eloá, sempre fizeram o possível para me fazer sorrir. Aos dezesseis anos, coisas anormais, aconteciam comigo. Minha visão, ia além do que humanamente eu conseguia ver, era incrível a capacidade de ver objetos a quilômetros de distância, conseguia ver crianças brincando no parque, Idosos quase sendo atropelados, a beleza nas águas, e o comportamento dos seres marinhos, ao mesmo tempo que gostava daquele fato bizarro, sentia medo daquilo, o que estava acontecendo comigo?. Dias passavam-se, e minha rotina de acontecimentos, eram os mesmos. A diferença, é que tinhas vários amigos, e um namorado, que sempre se esforçara muito para me entender.

-Por que você come tanto? –Brinca.

-Por que eu tenho fome?

-Mas, é anormal a quantidade de comida que você consome Gatha. –Rir.

-Bia, me erra, vai procurar o que fazer e me deixa aqui com a minha comida!

BIA: Nossa, quanta delicadeza! Mais delicado que isso, só um coice, né? –Me olha. –E como está o namoro?

-Não está! Aquele desgraçado tá me traindo! –Encaro-a.

BIA: Como tem tanta certeza?

-Não sei! Me diz você! –Jogo a foto dos dois a mesa. –Você é tão cínica, que me pergunta como está o namoro, mesmo sabendo que não vai nada bem! Sua vaca!

BIA: Eu ia te contar Gatha! –Fala nervosa.

-Claro que ia! Depois que se cansasse de me fazer de trouxa, não é mesmo?

BIA: Eu juro, foi só uma vez!

-Uma vez? Eu vi você transar com ele mais de uma vez!

BIA: Como assim, viu?

-Não mude de assunto, você é uma vadia! Não acha clichê demais a história da amiguinha que rouba o namorado da outra?

BIA: Você tá louca! Como pode afirmar que me viu com ele mais de uma vez, você é o quê? Algum tipo de bruxa, ou aberração humana?

-A única aberração aqui é você!

*PLAFT*

-Para Gatha, desse jeito você mata essa miserável. –Mewry segura-me forte.

-E olha que ela não tem nem dignidade, pra levar porrada tua prima. –Responde Eloá sarcástica.

BIA: Agora tá perfeito, a problemática, a coitadinha e a patricinha de grife.

ELOÁ: Muito obrigada querida, se quiser eu posso te doar algumas roupas minhas, tenho certeza que te cairá melhor, do que esse seu estilo de borralheira! –Sorrir debochada.

-Você não tem moral nenhuma, pra falar assim das minhas primas, sua vaca!

MEWRY: Deixa ela Gatha, a vida dela é vazia demais, pra entender as complexidades humanas, ela é uma pobre de espírito!

ELOÁ: Só espírito? Tá louca? Já viu os trapos que ela está vestindo? –Acabei rindo com os comentários de Eloá.

Estava tão magoada com Bia e Gleyson, que não consegui me concentrar na aula, me perguntava como pude deixar com que isso acontecesse? Logo Bia, que sempre quis estar por perto, demonstrando sua amizade, sua falsa e venenosa amizade. Na saída para casa, ao cruzar o corredor, sinto meu braço ser agarrado fortemente.

GLEYSON: Me escuta, ela não significa nada pra mim, ela não passa de...

-Um mero prazer? Ao qual você usufruiu muito, mesmo namorando comigo?

GLEYSON: Me perdoa Gatha, eu só amo você!

-Não, você não me ama! Se me amasse mesmo, teria se comprometido a pertencer a mim, e teria me respeitado, mas, você não me ama, então, porque eu me iludiria acreditando nisso?

GLEYSON: Mas, eu sou o seu primeiro namorado!

-E não será o último! E vamos corrigir uma coisa, você foi o meu namorado, caso não saiba, nosso relacionamento acabou há tempos, eu só continuei com você, pra saber até onde iria a sua falta de vergonha na cara!

GLEYSON: Mas, o que faço agora sem você?

-Me namore apenas na sua cabeça! Melhor, fique com a Bia, não quero que pense em mim, ou então melhor, se mata! E larga meu braço seu escroto! –Saio cheia de raiva.

Durante o caminho, chorei montes, pois, realmente amava aquele estúpido, eu havia me entregado a pessoa errada, e não haveria um dia que não me arrependesse. Cheguei em casa, e avistei a linda cena, mamãe e o marido de merda dela, abraçados, a raiva correu-me aos olhos, e não pude calar.

-Mas, já? Nossa, que maravilha, parece que pisa de ontem doeu menos, não é? –Debocho.

OMMA: Não permito que fale assim comigo?

-Porque não? Dói?

*PLAFT*

OMMA: Eu sou sua mãe, é sua obrigação me respeitar!

 -Você deixou de ser! E escute uma coisa, você está longe de ser a mãe que um dia tive, te agradeço por ter me suportado até aqui, mas, a partir de hoje, eu não fico nessa casa nem mais um segundo! –Saio em direção ao quarto. –Você morreu pra mim! Todos vocês!

Peguei meu telefone, e de imediato enviei mensagem para Mewry, que me respondeu rapidamente.

-Estou indo pra sua casa, não fico mais aqui de jeito nenhum!

                                                  -Tudo bem, a gente se ajeita por aqui!

Arrumei todas as minhas coisas em uma mala, chorando muito, por todas as desgraças acontecendo em um só dia. Mas, precisa fazer alguma coisa, não aguentava mais ver minha mãe sofredora levar porrada, e no dia seguinte esquecer tudo, ver Mike ficar cada vez mais revoltado e tendo uma péssima criação, eu queria leva-lo comigo, mas, como? Nada era certo pra mim, não sabia como seria dali pra frente, mas, eu viria busca-lo, não importava quanto tempo passasse. Quando terminei de fazer minhas malas, Mike corre e abraça-me.

MIKE: Não vai embora, por favor, a mamãe vai mudar, eu sei que vai! –Fala com lágrimas nos olhos.

-Meu amor, eu entendo que acredite ainda nisso, porque é uma criança, mas, quando crescer, você me dará razão, a sua mãe, não vai mudar!

MIKE: Não fale assim, ela também é sua mãe!

-Não mais, ela não existe mais pra mim. –Olho em seus olhos. –Escuta, eu estou indo embora, não sei o que irei enfrentar, mas, eu virei te buscar, assim que der, tudo bem?

MIKE: Promete?

-Prometo! Agora vai brincar, não quero que me veja partir!

MIKE: Tudo bem! –Dá um riso forçado e corre de meu quarto.

Terminei de pegar minhas coisas, e ao sair do quarto, indo diretamente para a porta, meu padrasto tenta me impedir.

-Não faça isso Ágatha, sua mãe te ama!

-Acredite, ela te ama mais! O único que amo é Mike! Então se me der licença. –Ele segura meu braço.

OMMA: Você vai voltar, eu sei que vai!

-Não alimente muito isso! Solta meu braço!

-Não irei soltar. Você é só uma adolescente rebelde, que não entende nada da vida!

-Vida? Que vida? Ver você bater nessa mulher? Nossa que vida brilhante.

-Nós não a deixaremos ir!

Uma força sobrenatural, crescia-se dentro de mim, e com a mesma intensidade agarrei seu pulso, não pensei nada durante o momento, mas, senti que estava desintegrando sua epiderme, e enquanto  vi seu desespero ao ver sangue pingar no chão, sorri durante o ato, aquilo era prazeroso, vê-lo gritar e clamar por socorro,me fazia querer machuca-lo ainda mais.

OMMA: Para com isso, Ágatha Jonhson!

-Implore! –Sorrio psicótica.

OMMA: Por favor, minha filha, pare! –Ajoelha-se.

-É incrível como você ama esse nojento! Amor é o sentimento ao qual, morreu pra mim! –Saio pela porta, e ao olhar para trás, vi que tinha deixado um estrago enorme no braço daquele homem.

Mas, o que foi isso? Que coisa estranha é essa? A Bia tem razão, eu sou mesmo uma aberração humana!


Notas Finais


Em breve teremos a revelação do próximo personagem *u*


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...