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História Os filhos do Rei dos Piratas - Capítulo 2


Escrita por: Blue_Moonwr

Notas do Autor


Eu falei que ia postar essa com mais frequência.

Capítulo 2 - Principe e princesa demônios


O Thousand Sunny, o poderoso navio de Monkey D. Luffy, o Rei dos Piratas, que carregava sua lendária tripulação ao redor do mundo. Roronoa Zoro, o mais poderoso espadachim, Monkey D. Nami, a melhor navegadora do mundo e que ainda estava em sua jornada de mapear todas as ilhas do oceano. Usopp, um dos, se não o melhor atirador do mundo, mesmo que utilizasse armas pouco comuns, sua mira e mortalidade com elas era inquestionável. Sanji, príncipe da Germa que abandonou o sobrenome, encontrou um pai em Zeff, e uma família com o bando. Tony Tony Chopper, a aparência fofo dele pode confundir, mas aquela pequena rena era um dos médicos mais brilhantes do mundo. Talvez sua genialidade pudesse ser atribuída a sua Hito Hito no Mi, que talvez tenha lhe dado o pico da mentalidade humana, mas isso era apenas área de especulação, o que era fato, era que Chopper era um médico gênio. Monkey D. Nico Robin, a filha do demônio, que viveu anos em solidão, apenas querendo descobrir sobre a verdade do mundo e a história do passado, até que graças aos esforços de seu marido, ela finalmente conseguiu, mudando todo o mundo. Franky, um carpinteiro genial e engenhoso, aprendiz do homem que criou o navio de Gol D. Roger, e como não poderia ser diferente, ele também criou o navio de Monkey D. Luffy, o orgulhoso Thousand Sunny, que atravessou todos os mares do mundo. Brook, um simples esqueleto que por cinquenta anos vagou solitário, até o dia em que encontrou Luffy e foi salvo de uma eternidade sozinho numa parte sombria e solitária do oceano. E Jinbei, o Cavaleiro do Mar, o homem que como ninguém lutou contra a desigualdade contra os Tritões e Homens-Peixe, que fez o possível e o impossível para que o sonho de uma falecida rainha viesse a se tornar realidade. Claro, eles ainda não tinha chegado ao destino esperado por ela, porém cada dia que se passava, davam um passo em direção a esse destino. E ainda tem alguns poucos a mais a serem falados sobre nesse bando, mas por hora, isso não é relevante...

- Nami-san, aqui vai uma bebida.

O cozinheiro de sobrancelha encaracolada disse, enquanto igual a verdadeiro servo, dava o refresco para a navegadora. Zoro, que estava treinando no convés por perto, murmurou que mesmo depois delas se casarem, o loiro não abandonou nem um pouco de sua serventia por elas. Mesmo depois que ele se casou, 

- Obrigada Sanji-kun.

Respondeu, pegando o copo de suco. Ela estava apenas com roupa de praia e óculos escuro, tomando sol. As vezes ela olhava em direção da ilha em que tinham parado, e dava um leve sorriso.

Sanji tinha um rosto abobalhado quando respondeu.

- De na- AAARGH!

Ele gritou soltando a bandeja, que pelo menos estava vazia. Na mão direita dele, uma garota de cabelos loiros, três olhos, que utilizava um vestido rosa, e parecia ter por volta de cinco anos de idade, mordia os dedos dele. Na mão esquerda, um garoto de cabelos ruivos bagunçados, olhos escuros, camisa laranja e short azul, também mordia ele. Os dois pareciam dentes afiados no lugar de dentes comuns, e olhos furiosos.

- Sora-chan, pode por favor para de morder o papai... E Cheri, seu pirralho de me-

Ele pedi gentilmente para garota, mesmo com lágrimas saindo do canto de seus olhos, mas quando ele se vira para o garoto, parece pronto para chuta-lo. Exceto que Nami olha para o cozinheiro com o canto de seus olhos, e deixa claro que se ele terminar o que queria falar, não viveria pra fazer o próximo almoço. Então Sanji apenas força um sorriso e fica encarando as crianças.

- Cheri, para de morder o Sanji-kun. E Sora-chan, quer um pouco do meu suco também?

Na mesma hora as crianças pararam de morder o de sobrancelha encaracolada, e foram para Nami.

- Obrigada Nami-san.

A pequena de três olhos falou com um sorriso gentil, uma expressão completamente oposta da que estava mostrando segundos atrás.

Cheri corou um pouco vendo o sorriso dele e virou seu rosto para o outro lado. Claro que sua mãe notou esse detalhe e deu um sorriso travesso.

- Por que vocês não são assim comigo também? Até você Sora-chan?

Falou chorando, mais por sua própria filha agir desse jeito com ele, do que pelas mordidas. Na realidade, se olhassem nos dedos dele, sequer haviam marcas. Os dois no entanto apenas olharam para ele com irritação em seus olhares.

- Cala boca seu pai inútil!

As lágrimas dele só aumentaram com isso.

- Argh, eu queria ter ido com o papai, pelo menos não teria que lidar com ele.

Cheri disse com os olhos cerrados, encarando Sanji, que também olhava para ele irritado. Mais pela proximidade do garoto com sua filha do que pelo o que ele fez.

- Você acharia muito chato.- ela olha para ilha, um sorriso pacífico em seu rosto- Apesar de que com certeza eles estão se divertindo.

...

A ilha em que eles estavam era coberta pela floresta, sem nenhuma vila ou cidade. No entanto ruinas estavam por todos os lados, a vida selvagem as vezes passava por cima dela, apenas mostrando o quanto tempo se passou desde que a civilização que viveu ali já pereceu. A paz da ilha no entanto foi quebrada com a chegada dos quatro.

Uma garotinha corria pela floresta, saltando pelas raízes das árvores, agarrando nos galhos, balançando e se jogando para o próximo, aonde ela repetia o mesmo movimento, antes de ir para o chão e voltar a correr. Ela tinha cabelos escuros curtos, batendo até a nuca, ela tinha pele morena, usava uma camisa vermelha e calça jeans cinza, assim como sapatos amarelos. Ela corria rindo, um sorriso que ia de orelha a orelha. A pequena deveria ter uns quatro anos de idade.

- ANN VAI MAIS DEVAGAR!

Atrás dela ia um garoto mais velho, provavelmente com nove anos de idade. Ele tinha o mesmo cabelo que ela, só que enquanto o dela era mais bagunçado, o dele parecia mais arrumado. Ele utilizava uma camiseta preta, shorts escuros e chinelo. Os dois eram bem parecidos, claramente irmãos. 

O garoto estava atrás de sua irmã, mas diferente dela, ele não ia pulando e saltando pelos galhos. De certa forma ela estava fazendo jus a seu sobrenome. Porém ele corria, quase de forma animalesca, dobrando suas pernas como um animal e colocando suas mãos no chão.

Ann olhava para ele atrás dela, parecia estar se divertindo com a situação, quase como uma brincadeira de pega pega. No entanto, distraída olhando para trás, assim que ela saltou para segurar um dos galhos, o galho quebrou e ela ia direto pro chão. Os olhos do mais velho se arregalaram na mesma hora, inconscientemente ele começou a se transformar, com seu corpo inteiro crescendo e sendo coberto por pelos cinzas, seus braços se tornando pernas e seu rosto se alongando. Seu corpo de criança crescia rapidamente, porém...

Antes que ele precisasse terminar a transformação e antes que sua irmã caísse, de repente no seu campo de visão seu pai aparece, segurando a garota sem dificuldades. Ele a pegou com seu braço direito, a apoiando em seu antebraço.

- Shishishi, vai com calma Ann.

Esse era claramente Monkey D. Luffy, o Rei dos Piratas. Ele era musculoso, tinha uma cicatriz em formato de X em seu peito, no momento ele utilizava apenas um short e seu famoso chapéu de palha na cabeça. 

A garota nem parecia afetada ou assustada com sua quase queda, na verdade seus olhos estavam brilhando vendo seu pai e a velocidade dele.

- Papai, vamos de novo?

Uma veia latejou na testa do irmão dela. Ele já estava de volta a sua forma humana, olhando para Ann com os olhos cerrados. Sua expressão parecia questionar como eles eram relacionados.

- Shishishi, foi mal, mas não. Sua mãe não vai deixar.

- É muito bom ver como você me conhece bem.

A voz de Robin é ouvida por trás deles. Ela apareceu com um sorriso pacífico, utilizando uma jaqueta escura, calças jeans do mesmo tom, sapatos pretos e óculos escuros, que estavam em sua testa. Luffy deu grande sorriso, e mais rápido do que as crianças conseguiam acompanhar, apareceu do lado da arqueóloga, dando um beijo na bochecha dela, aumentando ainda mais o tamanho do sorriso de sua esposa. Ann ainda estava no braço dele, suas olhos brilharam ainda mais.

- Mãe, a Ann é uma idiota.

Robin não conseguiu evitar dar um risinho ouvindo isso.

- Saul, não fale assim da sua irmã.

O garoto suspira, e olha para suas roupas. Seus shorts estavam bem, mas sua camisa tinha rasgado.

Ann pula dos braços de Luffy, fecha o punho e bate na cabeça de Saul.

- Você que é o idiota!

Ela diz, correndo pra se esconder atrás do seu pai, mostra a língua pra ele enquanto estica seu olho. Mais uma vez uma veia lateja na testa do mais velho, que transforma seus dentes em presas e suas unhas e tenta assusta-la. No entanto ela apenas taca uma pedrinha na cabeça dele.

- Argh! Sua...

- Shishishi, ok, ok. Ann, pede desculpas.

Luffy interrompe antes que os dois continuem. Ele faz carinho na cabeça dela, que infla uma de suas bochechas.

- Desculpa Saul...

Ele suspira.

- Ok, ok.

Diz se levantando. Robin observou toda a cena com um sorriso meigo em seu rosto. Ver suas crianças agindo desse jeito sempre aquecia seu coração.

Luffy também carregava um grande sorriso de orelha a orelha. Ele pega sua filha e a coloca em cima de seus ombros.

- Papai tá me dando carona! Shishishi!

Ela levantou seus braços para o alto e riu.

- Quer um passeio ou uma corrida, hein, Ann?

Luffy perguntou com seu tom brincalhão. Ao seu lado Robin não perdeu o sorriso, mas uma gota de suor escorreu de sua testa.

- CORRIDA!

A garota gritou animadamente. Na mesma hora Luffy saltou metros no ar, e usando geppou, foi correndo pelo alto.

- Quer ir atrás?

Saul perguntou, virando para sua mãe. Ela suspirou, e colocou a mão direita em sua face.

- Não, não precisa. O seu pai toma conta dela bem.

Ele suspira concordando. O pai dele podia parecer irresponsável, mas na realidade era mais protetor do que qualquer um.

- Eles pelo menos sabem aonde estamos indo?

Robin abre a boca para responder, mas acaba não falando nada.

- Acho que é melhor irmos atrás deles.

Diz por fim. Saul suspira, e muda de forma. Seu corpo vira o de um lobo cinzento, porém com no mínimo cinco metros de altura. Ele se abaixa, e Robin sobe nele sem muita dificuldade. A arqueóloga ainda se lembrava quando Saul e Luffy se perderam numa floresta e o garoto comeu a fruta por acidente, pois estava com fome. Ele agiu de maneira menos impulsiva que sua irmã, mas definitivamente ainda era filho do Luffy. Porém, isso logo se tornou preocupação, especialmente pois era uma zoan, uma zoan mística que se encaixava como carnívora. Inu Inu no Mi, modelo Fenrir.

Nos primeiros dias ele não conseguia mais controlar sua fome, atacando pedaços de carne crus. Principalmente por ser uma criança pequena, a fruta teve muito efeito em sua mentalidade. Felizmente, Luffy, por ter passado por experiências parecidas na infância, foi capaz de ajudá-lo, e ele fez isso com todo o esforço e carinho do mundo. Não só acalmou Robin vê-lo ajudando seu filho o tempo todo a controlar sua fruta, ela própria tinha que pedir Luffy pra dá-lo um pouco de espaço, como também a lembrou bem do porque se apaixonou por ele. Além disso, eles também tinha Chopper, um pequeno gênio que também tinha comido uma zoan. Levou algum tempo, mas Saul tinha conseguido voltar a alguma normalidade.

E no fim, acabou apenas sendo uma boa coisa de que seu filho uma das Akumas no Mi mais raras que existem.

E a velocidade dele também não era algo a ser subestimado, apesar de ainda não estar nem perto de ser páreo a de seu pai. Sabendo disso ele nem tentou ir até ele, só foi direto para as ruinas no centro da ilha, que era onde sua mãe realmente queria ir, já que era onde provavelmente estariam a maior quantidade de informações que ela conseguiria retirar, já que eram as ruinas que estavam mais bem conservadas.

No meio do ar, Ann comemorava rindo com empolgação da situação.

- Papai a gente devia fazer isso mais vezes! Mas seria mais legal se você usasse seus poderes.

- Shishishi, mas aí elas iam me matar. E a gente não quer chamar atenção.

Ele responde a ideia de sua filha, já vendo suas esposas furiosas com ele. Já a garota infla uma de suas bochechas triste, já que novamente não veria seu pai sendo incrível de novo.

- Shishishi, eu tenho certeza que a Nami-kaasan ia!

Uma gota de suor escorreu da testa do de chapéu de palha. Felizmente Nami não estava por perto pra ver o que ele fazia agora. Ele então sentiu Saul e Robin indo para as ruinas no centro, e mudando levemente sua direção, foi para lá.

Para ele levou menos de cinco segundos, e ainda chegou na frente de Saul. 

- Incrível!

Os olhos de Ann brilhavam encarando a ruína, e a primeira coisa que ela fez, foi correr para dentro.

- Espera Ann!

Saul logo correu atrás dela.

- Fufufu, eles são sempre tão cheios de energia.

Robin comentou, vendo seus filhos, e também pegando na mão de Luffy.

- Claro, não poderia ser de outro jeito né!

Ele respondeu com um grande sorriso orgulhoso. Ele não poderia querer as coisas de maneira diferente. Eles andam até as ruínas, seguindo suas crianças. A pequena corria cheia de energia pelas ruínas de uma antiga civilização, eles tinham ido parar nessa ilha aleatoriamente por causa do log pose, e vendo as ruínas, Robin na mesma hora ficou interessada, e logo virou um passeio de família. Eles chamaram os outros, mas até Nami quis ficar no navio pra tomar Sol, então no fim apenas vieram os quatro. Saul ia atrás tendo certeza que ela não mexeria ou faria nada que não deveria. Era incrível, de acordo com seu tio Sabo, ela lembrava muito seu pai. Até suas kaa-sans falavam que ela lembrava muito o pai.

Luffy e Robin estavam logo atrás deles, com a arqueóloga prestando especial atenção em tudo a sua volta. Ela observava com um brilho em seus olhos, e o do chapéu de palha sorria vendo-a desse jeito. Saul tinha uma reação parecida, ele tinha herdado o mesmo entusiasmo histórico que sua mãe.

- Ei, filho, deixa que eu cuido da sua irmã.

Os olhos do usuário da fruta do Fenrir brilham.

- Por favor...

Diz com lágrimas escorrendo de seus olhos, e suas mãos juntas, quase como em súplica. Robin dá alguns risinhos de seu filho e solta a mão de seu marido. No mesmo segundo Luffy aparece do lado de Ann, os dois animadamente saem por aí, pegando dois gravetos que estavam no chão.

- As ilhas do Sul são quentinhas, paina puru puru, suas cabeças ficam quentes, e todos são idiotas!

As ilhas do norte são frias, hyaki koi koi, suas cabeças ficam arrepiadas, e todos são idiotas!

Os dois saem cantarolando. Saul suspira, uma grande gota de suor escorrendo por sua cabeça. Robin tinha uma mão em frente a sua boca e ria.

Então, mãe e filho se focaram em observar com atenção as ruínas, as marcas e símbolos nelas.

- Mãe, como você se interessou em arqueologia?

Era uma pergunta inocente, que se passou em sua cabeça algumas vezes. Robin, pós uma mão em seu queixo pensativa.

- Eu acho que... era a maneira que eu tinha de tentar me conectar com as poucas pessoas que gostavam da minha presença. Além de me deixar mais perto da minha mãe e... eu também gostava bastante.

Explicou com um pequeno sorriso em sua boca. Era verdade que sua infância não foi das melhores, mesmo antes do Buster Call em sua ilha, mas sua paixão arqueologia, os dias na árvores de Ohara, isso eram todas coisas pelas quais ela sempre prezaria. 

- Entendi... eu acho que é um pouco parecido comigo, tirando que eu não preciso disso pra me aproximar de alguém.

Ele falou, coçando sua cabeça e olhando para o outro lado. Novamente Robin deu um sorriso gentil, simplesmente ouvir seu filho admitindo que gostava da mesma coisa que ela e queria se aproximar dela a enchia de alegria. Ela bagunçou gentilmente o cabelo dele, depois disso, eles ficaram conversando e decifrando o que podiam sobre as ruínas.

- Aqui vou eu!

Ann anunciou lançando a pedra com toda sua força contra o lago, fazendo ela rebater quatro vezes antes de afundar.

- Shishishi, mandou bem... mas não o bastante.

Mal movimentando seu braço, apenas fazendo o movimento de lançamento mexendo seu pulso, Luffy faz a pedra rebater até chegar no outro lado do lago, e era um lago aonde o Sunny facilmente poderia ficar dentro.

Ann inflou suas duas bochechas e olhou irritada para seu pai.

- Isso não é justo! De novo! De novo!

Falou, batendo na perna dele, para qual Luffy apenas riu.

- Quantas vezes você quiser.

A garota no entanto logo perdeu sua expressão confiante e olhou para o chão.

- Hein? Ann, que foi?

Vendo a súbita mudança de atitude dela, ele se abaixa, pondo sua cabeça na mesma altura que a dela, e põe a mão no ombro de sua filha.

- Papai, quando eu vou conseguir uma fruta?

Luffy levanta uma sobrancelha frente a pergunta da pequena.

- Por que você quer uma?

- Porque o irmãozão conseguiu uma e é muito forte. O Kamon-nii também é muito forte com a dele! Eu quero ser forte também!

Ela explicou, com uma simples mentalidade.

- Mas o Zoro e o Sanji não tem frutas, e também são muito fortes.

Ouvindo isso, a garota arregala seus olhos, claramente não tendo considerado esse fato.

- E como eu posso ficar tão forte quanto eles?

Pergunta com os olhos brilhando. Tendo percebido que força não era limitada a uma fruta, sua empolgação subiu ainda mais.

- Shishishi, sendo assim, deixa que eu mesmo te treino!

O queixo dela caiu ao chão.

- VOCÊ JURA?

Seus olhos eram verdadeiras estrelas, a perspectiva de seu pai a treinando parecia como um sonho pra pequena. Luffy ri mais um pouco e bagunça o cabelo dela ainda mais.

- Pode apostar.

Respondeu com um grande sorriso de orelha a orelha.

- VOCÊ É O MELHOR!

Ela se joga, abraçando o pescoço dele e dando pulinhos, muito empolgada. Provavelmente se pudesse começaria o treino agora mesmo.

Robin e Saul tinham terminado e observavam a cena com um sorriso. O sol começava a se pôr, e o céu alaranjado fazia um belo cenário.

Luffy olha pra sua esposa e filho, levanta Ann em seus braços e anda até eles.

- Acho que é melhor irmos andando, afinal prometemos a Nami que iríamos voltar antes de anoitecer.

Robin diz pegando no braço de Luffy.

- É mesmo, nesse caso...

Ele dá um sorriso travesso, rapidamente coloca Ann em seus ombros, pega Robin como uma princesa usando apenas um braço e levanta Saul, que até tenta em vão resistir com o outro.

- Vamos lá!

No segundo seguinte, já não era mais possível vê-los na ilha, apenas a poeira que se levantou com a velocidade de Luffy.


Notas Finais


Eu sei que a maioria de vocês queria o cap focado nos filhos/filhas da Shirahoshi, mas eu não fiquei com muita vontade de escrever ele ainda, apesar de que ele pode muito bem ser o próximo.

Uma coisa que eu esqueci de falar no cap passado, é que essa fic não vai ser linear, por exemplo, a Ann é o bebê que apareceu no cap anterior. Dito isso, o próximo cap pode cronologicamente antes desse, e assim por diante. Assim me sinto mais livre pra escrever o que quiser.

Um grande agradecimento pro @ThinkMind, que me ajudou com os nomes das crianças, com o nome do cap e com a personalidade da Ann.

Como ninguém acertou no cap passado, eu faço a mesma proposta pra vocês. Digam-me quais vocês acham que é a fruta do Luffy nesse universo e qual personagem vocês querem que eu foque nos filhos no próximo cap. Dessa vez, como já tivemos o cap da Robin, eu tiro ela, e eu não vou colocar a Nami, porque apareceu um, dos filhos dela, mas se vocês quiserem que o próximo seja focado nas crianças dela, mesma coisa. Fruta do Luffy, se acertarem, eu faço um cap deles. Mas no momento é:

Shirahoshi
Rebbeca
Reiju
Viola
Hancock
Marguerite


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