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História Os filhos dos descendentes - Capítulo 72


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Notas do Autor


O capítulo saiu atrasado, mas foi por bloqueio criativo. Me desculpem.
Obs: caso não compreenda os temas abordados neste capítulo, sua pergunta será bem vinda, além de eu tentar explicar tudinho próximo cap❤

Capítulo 72 - 02x44: "Cortem-lhe a cabeça!"


Fanfic / Fanfiction Os filhos dos descendentes - Capítulo 72 - 02x44: "Cortem-lhe a cabeça!"

POV Cheryl 

Paralizada. Sim, estou paralizada. Não consigo andar. diferente de Ravena que já está do lado de Riven, implorando para que ele acorde.

Líam também está paralisado. A culpa lhe deixou assim. Querendo ou não, a culpa é sua.  Pedro vai até o melhor amigo e se ajoelha do lado dele. 

— Vamos, cara!

Meu surto nervoso vem à tona. Desço as escadas. Me baixo do lado de Riven e começo a chaqualha-lo. Ravena me olha como se fosse avançar sobre mim pelo fato de eu estar balançando-o brutalmente. Quem se importa?

— Anda! Você é um homem ou saco de batata?! Vai! Por favor! — Me levanto e puxo a lâmpada da mão de Líam. A esfrego. 

Assim que uma fumaça sai da lâmpada, pelo susto, a jogo no chão. A fumaça é rosa e azul. Dentro da lâmpada, saem um para...dois gênios? Dane -se!

— Quem nos interrompe? — Ele é um rapaz alto, vestido por uma calça larga e um colete aberto, abdômen trincado, descalço...cebelos escuros e sedosos, olhos incrivelmente azuis. A mulher ao seu lado parace ter a minha idade, mas é mais velha. Sua roupa é azul, no estilo dança do ventre. Ambos de beleza incomparável: olhos azuis profundos, cabelos escuros sedosos, e pele negra.

Líam lança um olhar a Lorenzo, finalmente saindo do transe. 

— Ah justo Kéfera e Jordan! Não podia vir gênios mais incompententes! 

O sarcasmo é claro, a malícia mais ainda. 

Os reconheço: Kéfera e Jordan. Os gêmeos mais...chatos que já conheci. Netos do gênio da lâmpada.

Líam sabe o que provoca Jordan, pois Jordan é uma espécie de Líam.02. Subestimar.

Kéfera por sua vez, entende as intenções de Líam. Apenas observa. Nunca entendi o que rolou entre eles. Ela senta -se sobre uma pedra. Ela realmente não viu meu amigo?

— Eles não vão tirar nos daqui, galera. — Completo, sarcástica.

— Duvida?

Jordan já se irritou.

— Para, Jordan.

Sua irmã diz em vão. Ele estrala os dados então, estamos fora da caverna.

POV Sofia 

Me assusto vendo-os surgir magicamente. 

Me assusto ainda mais vendo Riven sobre o colo de Ravena desmaiado, com a cabeça sangrando.

— Riven! — Chloé exclama se ajoelhando ao lado dele. — O que foi que houve? — Vejo Líam desviando o olhar, ele olha para Ravena, para Riven, para Chloé...e para mim por último. — O que foi que você fez?

Chloé parece irritada, mas muito preoucupada. Líam parace pior ainda. Nervoso, com medo.

— Riven? — Chloé chama novamente.

Ravena está com os olhos vermelhos e o resto inchado. Olha para Chloé como se estisse indgnada. Então, ela dispara:

— Por culpa do seu amigo, uma pedra bateu contra a cabeça do Riven! Contente?!

— O que? — Chloé pergunta confusa. Meu coração se parte em mim pedacinhos, sendo dizimado como um pequeno cristal. Por que, ja entendi tudo. Mas Chloé não.

— O Riven está morto, Chloé! — Parace que Ravena a culpa.

O choque que eu tomo é grande. E embora eu estivesse caminhando a esse sentido, isso me choca. Lágrimas escorrem do meu rosto. Mas a Chloé, derrama uma cachoeira. Olho para Líam buscando uma explicação

Riven morto?

— Kéfera. Tenho um desejo. — Afirmo. Voz firme. É assim que se dirige a ela.

— Não posso agir nesses casos. — Kéfera replica — Mesmo ele não estando morto.

Chloé abre um meio sorriso. Posso salva-lo. Eu e Lorenzo. Lizzie seria útil.

— Quero que nos leve até a enfermaria do Palácio. O melhor dos quartos. — Exijo. Voz clara e alta. — Sem joguinhos.

— Esfregue a lâmpada. — Jordan afirma — Sabe as regras. 

Quando os gênios são gêmeos, as regras mudam.

— Desejo que leve todos nós leve até a enfermaria do Palácio. — Afirmo novamente esfregando a lâmpada.

— Seu desejo é uma ordem. — Eles repetem juntos.


POV Luna

Eu não devia ter concordado com isso. Nunca. De forma alguma.

Porque agora, estou tendo que relatar sobre minha vida na ilha para ela. O que é bem desagradável, isso também pois ela me olha com pena. Não gosto que sintam pena de mim.

— Está pronto seu cabelo. — Reviro meus olhos, levantando e sendo empurrada até o espelho.

— Eu devo estar parecendo a... — Eu iria dizer "bruxa do 71", mas meu reflexo cala a minha boca.

— Está linda, Luna. — Liria contraria — Na verdade, você é linda. Apenas tem que tirar um tempinho para se cuidar.

Olho para a princesa. Seus cabelos são macios e cedosos. Obviamente sobra tempo para ela, 

— Não tenho tempo pra me cuidar. Ou estou na escola, se não, estou no trabalho. E quando não estou trabalhando nem estudando, estou com meus amigos.  Não tenho tempo pra nada, muito menos pra mim.

Ela me encara. Parece compreeder, mas se compreendeu ou não o probelma é dela.


POV Lorenzo

A correria é estranha. Sofia e eu ajeitamos Riven na maca com os aparelhos. Até que vemos que não está fazendo efeito positivo.

Nos encaramos.

— Sofia, compreensões toráxas. — Sofia o olha dúvidando. — A pedra que bateu foi uma espécie de campo de força, ele perdeu sangue e não está respirando direito. Melhor não.  Respirador.

Antes de instalarmos o aparelho, fazemos todos os curativos nele. Ao finalizar tudo, olhamos nos aparelhos. As telas nos mostram que Riven está bem. Na medida do possível. 

Chloé nos olha esperançosa. Assenti mostrando que vai dar certo. Líam abre um sorriso, mas tímido. Uma troca de olhares e nos três (eu, Chlo e sofh) entendemos o que houve. Era para Líam estar nessa maca. A pedra ia na direção dele. Mas algo — Riven — se fez de escudo humano. Vemos o próprio Allan entrar na enfermeira. Ele demora lara nos ver, mas quando vê, se assusta. Sofia é rápida em suas ações.

— Precisamos de um médico, Allan! — Ela exclama. O príncipe nos olha confuso. — Urgente! Ele é meu amigo! — apenas então ela lembra dos gêmeos que já haviam sumido. — Esfrega a lâmpada, Líam.

Líam que estava mais próximo, coloca sua mão dentro do bolso dela, esfrega a lâmpada, e assim que os gêmeos já estão lá, ele começa:

— Eu desejo o...

— Elmahdy! — Allan sujere — É o meu médico atual. Particular.

— Eu quero o médico particular do Allan que eu não sei pronunciar no nome, bora!

Sofia deixa escapar um pequeno riso pela forma que ele efetua o pedido. Em segundos, um homem de pijama está entre nós. Ele é velho. Se assusta ao ver a sala cheia de jovens e por estar lá.

— Isso não importa! — Allan diz com uma voz forte e rígida — Ande, vim buscar meu remédio, quando entrei, eles estavam aqui. O rapaz ali precisa de seus serviços. Será bem pago, quero-no vivo, de preferencia sem efeitos colaterais.

— Posso saber como o rapaz ficou nesse estado?

— Não lhe disse que não era da sua conta? Tem algo a declarar, Sofia?

— Ele já estava assim quando encontrei ele. — Sofia omite.

— Sabem sobre medicina? — O médico pergunta a nos dois.

— O básico. 

— Fizeram um bom trabalho. Agora deixem o profícional trabalhar. Sabem o tipo sanguíneo?

— O — Pedro responde. — Temos que ligar pra alguém pra avisar a capitã e a Luna.

Vejo que o respeito que todos possuem por Aghatah não mudou depois que souberam sua origem.

— Quer conversar? — Pergunto a Chloé. Sofia está tentado confortar Líam. Mas parece que meu melhor amigo está muito...com peso na consciência. Sofia tenta dizer palavras de conforto, tenta abraça-lo, chamar por apelidos carinhos, beija, é claro, mas nada parece adiantar. 

— Acho que a Ravena está precisamos mais do que eu. É o único que a cadela vai ouvir mesmo. — Chloé da ombros, então sigo Ravena. Enquanto ela se aventura pelo palácio em sua forma de lobo. Ela é linda já humana, mas como loba...é perfeita.


POV Davi

Minha namorada divide o lanche que ela tem com a gente. Brenda não come quando acorda, nem quando vai dormir. Porém, recebe comida. São extamente dois pãezinho e um copo grande de água.

— Agradece, boco! — Exclamo  dando um tampinha na cabeça dele quando Diego imbesta a dizer que preferia pão de queijo, ele é Sofia foram os mais mimados. É claro. Ele é o caçula e ela a unica menina.

— Tadinho dele, Davi! — Brenda exclama lhe acariciando — É só uma criança! É normal ele querer pão de queijo!

— Quem é você é o que fez com a Brenda? — Meu irmãozinho pergunta recebendo outro tapa.

— Acho que talvez seu irmão, o fato de eu estar presa aqui...a musiquinha chata da Maria...acho que tudo isso me deixou mais tolerante.

Ela abre um sorriso. Sempre conheci esse lado dela. Ela apenas nunca mostrou. Está se abrindo mais agora, num relacionamento comigo. Depósito um beijo em seus lábios. Eu o prolongaria, mas meu irmãozinho está do lado, ou seja, Brenda não deixaria.


POV Lizzie

O grito que Aghatah da ao atender o celular é grande. Ela chama por Luna que desce correndo.

— O Riven sofreu um acidente. — Ela anuncia. Ela sobe para o quarto para provavelmente um surto nervoso. Foi apenas um acidente, né? Ele está bem não é?

— Quem vai se arriscar? Alguém disposto a acalmar o Leãozinho? — Vitor tenta ironizar, mas estamos todos preocupados. Murilo é o primeiro a se prontificar, subindo atrás dela. Querendo ou não, são irmãos.

Já passou um tempo. Estou tão angustiada que não consigo dormir. Me desvencilho de Vitor, lhe cobrindo novamente tomando cuidado ora não acorda-lo. Não quero descer sozinha, mas o sono dele parece tão gostoso que deixo-o dormir. 

Então desço até a cozinha. 

Alex está justamente deixando o cômodo. Ele esbarra em mim. E por estar com pouca iluminação, eu me assusto.

— Ah! Inferno! Cortem lhe a cabeça! 

Lembro que, meu avô paterno o que está vivo, me julgaria por pronunciar a primeira palavra. "Inferno". Sim, meu pai é filho do Frollo. Ele ainda finge que é a vítima da historia. Ainda culpa a cigana. Nunca tive nada contra. 

Bom, ele não gosta de mim. Pelo simplesmente dele dizer que sou fragil mediante as seduções do mundo: sou ladra, ja fiquei com muitos caras, não tenho nenhum preconceito nem da do tipo. Já minha irmã mais velha, que finge ser correta, finge correta na visão dele.

— Calma, sou só eu. — Ele acende a luz. — Não consigo dormir. 

— Somos dois. Estou preoucupada.

Sento-me. Ele faz o mesmo. Lhe estendo uma carta do baralho acima da mera.

— Já cansei de perder, Lizzie. — Alex afirma — Acha que meu avô é tão ruim quanto disseram?

Sei que todos na ilha odeiam Adam a ponto de mata-lo e Alex sabe. Vitor me contou tudo que sabe, eu lhe contei tudo que sei. Ou melhor, todos os Hooks compartilharam informacoes naquela noite. 

Vou explicar para Alex do meu jeito.

– Não é isso. Presta atenção. Está vendo essa carta?

A resposta é rápida:

— O Rei.

— Qual a posição do valor dele no jogo que jogamos hoje? — Pergunto. Com muita paciência.

— A segunda maior. Perde apenas para "ás"

Chego onde eu queria.

— Exato. Essa é a carta que seu avô não suporta, pois ele é o rei do baralho. E enquanto tiver um ás, ele não vai mudar a postura.

— Onde quer chegar?

Alex é lerdo. E eu nunca fui de enrolar, nem de mentir. Vou dizer tudo que sei.

— Sua mãe é um ás; Chloé é um ás; você é um ás. Thomas é um ás.

Ele parece pensar. Até entende as primeiras partes, mas trava no Thomas.

— O que significa isso? Digo, pode estar confundida. Não quero que meu avô seja esse monstro.

— Thomas, é um obstáculo entre ele é a vida que ele sonha a Auradon — Continuo.

— Meu avô...Mas ele gostava tanto de Thomas!  — Alex contraria com convicção.

— Viu o potencial. — Pondero, mesmo não tendo a certeza. Alex percebe isso, mas mantem a posutura. — Viu que ele seria um grande empreendedor, visionario ou até rei. E tentou moldar ele para seus planos.

— Não estou entendo, Lizzie. Poderia explicar melhor? Caso for algo que...

Ele agora está agindo como se numa reunião real. Ele é o rei, fazer o que?

— Eu tinha oito anos. A rainha Mal e os V'ks foram até rumpelstiltskin, que por acaso é meu padrinho. Ele estava ajudando ela com algo relacionado a sua irmã. — Ele me olha intrigado. 

— Prossiga, Lizzie, por favor.

— Acontece, que anos depois, Thomas surgiu. Ele confiava plenamente no meu avô materno, no gancho e algumas vezes no Rumple. O negócio é, Thomas sabia de crimes que seu avô cometeu, Thomas e Crystal.

— Ah Thomas... — Alex supira. Como um pai preocupado com as péssimas notas do filho.

— Eu não entendo. — Afimo. — Ele era quase da realeza! Jogou tudo fora!

— Thomas é...era justo. — Alex parece engasgar com as palavras, olhos marejados —  Benevolente. Ele achava que todos mereciam uma segunda chance. Por que, errar é humano. E para ele, aprender com o erro era a oportunidade que todos mereciam. 

— Ele parecia ser um menino de ouro.

— Ele é um homem de ouro. Sei que é. — Ele corrige. — Podemos continuar?

— Um odio inexplicável de Adam, seu avô aprontou alguma coisa. Um amor obsessivo por Sofia...As vezes acho que ela o deixou louco.

Agora, ele está confuso.

— A Sofia?

— A Avó dela. A rainha Má. Grinhilde é louca, mas não é a líder.

— Quem é a líder a rebelião?

— Malévola. Quem mais seria? 

— Você está me confundindo, Lizzie.

— Está com sono? Bom eu também não. Teremos a noite inteira para eu lhe explicar tudo que sei é como sei.

— Calma, se sabia sobre, o que foi aquele drama todo?

— Eu não sabia de tudo, mas quando Vitor contou, eu juntei os pedaços do quebra cabeça. Quando você não pode falar, você observa.


POV Chloé 

Seguro firme a mão de Riven.

Eu estava quase dormindo. Digo quase pois meu sono foi embora totalmente quando ele retribuiu o toque, apertando minha mão. 

Ansiosa, o encarei vendo meu amor acordo. Vivo, melhor dizendo. 

— Amor! — Exclamo me jogando sobre ele. Todos olham e vem até nós.

Assim que me afasto um pouco miro seus olhos azuis. O que houve, Riven? Seu olhar não é o mesmo...

— Riven! Me responde! Você está...

— Quem é você?! — Ele grita.

O choque deixa minhas mãos trêmulas. O que está havendo? Jordan se aproxima. Sempre soube da paixão inexplicável que nutre por mim e nunca dei a mínima. Embora ele seja extraordináriamente lindo.

— Não gosto desse tipo de brincadeira, Riven! Sabe muito bem quem sou, sua namorada!

— Não tenho namorada! — Ele olha ao redor, vendo o restante. Encara principalmente Sol, Cheryl e Pedro. — Quem são eles, galera? Me tirem daqui! 

— Riven! Para de graça! — Exclamo, mas sei que não é brincadeira. Riven perdeu parte da memória. — Sou sua namorada, sim! Você me ama e eu amo você

— Eu não amo você! Nem te conheço!

— Conhece! Sou sua namorada!

— Não é! Eu não tenho namorada! Para que eu iria querer uma âncora me segurando? Ainda mais uma âncora surtada que nem você! — As palavras e suas ações refletem facas contra meu peito. Ele perdeu a memória, Chloé! — Sai daqui, sua louca! Sol, tira essa garota daqui? — Ashley que estava mais próxima, vem até mim.

— Não ouse. — Minha voz está firme, mas do mesmo jeito ela me empurra para o trás, mas não ajuda muito pois ela é muito delicada. Pedro me levanta e se encaminha na direção de Líam — Me solta! Eu ordeno que me solte! — Já estou me rebatendo toda, retorcendo-me e esmurrando Pedro. Ele vai me soltar por bem ou por mal.

— Riven, você lembra de mim? — A voz de Sofia é calma. — Se importa? — Ela pergunta se aproximando. Então, observo a forma que eu devia ter feito para não assusta-lo. — Sou a Sofh. Salvou a minha vida; a vida dele;  — ela apontou a Liam — cuidou dela; — apontou pra mim — ajudou o Lorenzo a cuidar do Billu lá na casa quando o cãozinho passou mal...lembra?

— Não. Eu lamento. 

Pois é. Sofia sabe agir em momentos assim, aprendeu com o pai. Além de que, niguem nunca teria medo da Sofia, ela parece uma boneca. Além.de que, devo der ficado tão empolgada quando ele acordou que devo ter ficado com os olhos verdes.

— Não lamente. — Ela afirma. Com um sorriso e a voz doce que chega até a enjoar — Consegue sentar? — Ele balança a cabeça negativamente. Ele olha para Flynn, pedindo ajuda para levantar Riven. —  A cabeça está doendo?

— Um pouco.

— As costas? Eu lhe anestei. Quando o efeito passar, vai doer mais. Qualquer coisa dopamos você. Não é o ideal, eu acho.

— Então, você é minha amiga?

— Sim! É claro que sou! Todos aqui são, todos. 

Ele olha na sala. Entao, seu olhar para sobre Líam.

— Até ele?

— Sim, salvou a vida dele, por isso esta aqui. — Sofia explica sentando na maca e lhe estendendo remédios.

— Não sei se gosto dele.

— Não, você brigam bastante.

— Então é meu inimingo. — Ele afirma. Olha ao redor novamente, parando sobre mim — Ela também.

— Não! Ela é sua namorada. Você ama tanto ela! Ela é apenas um pouquinho temperamental, Riven.

Riven solta um riso debochado.

— Ela é louca.

Lhe mostro o dedo do meio.

— Nem que a vaca tussa. Afinal, quem é sã nesse mundo?

A reverência lhe machucou,  mas precisava ver até onde as lembranças de Riven iam.

— Conhece o T.J?

— Ele é meu irmão mais velho.

Então ele lembra da sua irmã e dos seus olhos amigos.

— Onde está minha irmã, minha prima e o resto da gang? 

— Em Auradon.

— Auradon?! Cadê a Ravena! Eu quero falar com minha amiga!

— Sim. Estamos todos em Agrabah agora. Allan, poderia me emprestar um tapete? A Chlo sabe pilotar. — Nao Sofia, eu não quero.

— O que? — Perguntamos em uníssom

— Acho que a Chloé adoraria te explicar tudo que deve saber. Numa volta pelo mundo. Enquanto isso, eu vou ter uma conversa com o Jordan e com a Kéfera. 

Ele se levanta e vem até mim. 

— É mesmo minha namorada? — Não lhe respondo — Ta legal, foi mal por dizer que é surtada. 

— Foi péssimo. — Respondo arrogantemente.

— Seus olhos me assustaram, a culpa é toda sua.

Nem me sou trabalho de olhar para ele, apenas saio da sala. Ele me segue.


POV Lorenzo.

Quando acho Ravena, ela ainda está como loba. Estourando uma almofada de um dos quartos. Me aproximo.

O que eu não esperava, era ela morder minha mão. Não foi uma mordida, ela apenas arranhou, apesar de estar doendo.

— Ei, garota — Chamo calmamente, pois seus estintos de loba estão gritando dentro dela. — Vem cá, vem. Eu não vou machucar você. Isso...!

Ela vem devagar na minha direção, ela da a volta em mim, me cheira, e então, deita repousando a cabeça sobre meu colo, com as patas no meu joelho.

— Isso, menina. — Digo. — Calma.

Em alguns minutos que passamos lá, ela volta a forma humana. Mas não comenta nada. Está chorando, mas eu não digo nada. Pois se eu disser, ela vai segurar o choro é isso não é bom.

— Acha que ele morreu mesmo?

— Não sei. Por que não vamos ver?

— Estou com medo. E se ele estiver morto?

— Tudo bem. Ficamos e esperamos a ligação da Sofia. E fica tranquila pelo estrago das almofadas, qualquer coisa falamos que foi o Billu. Se dissermos que é o Billu, fizemos que Sofia também é dona dele, então Allan vai babar no cachorro. — Ela solta um pequemo riso e limpa uma lagrima que é rapidamente subatituida por outra — Olha aqui, chorar não é errado nem feio. Quer dizer que você aguentou. Aguentou a porrada, mas não é uma máquina. Mostra a tua coragem, por estar seguindo em frente. Então, pode chorar, eu não vou contar pra ninguém.

Ela solta outro pequeno riso, mas ele é substitutos por lágrimas. A abraço forte. Como abracei Sofia no dia que Thomas "morreu". A diferencia era que ambos choravamos.

— Lobinha? — É a voz de Flynn. Chamando por ela. — Você está aí? Senti seu cheiro.

Por que diabos ele sabe o cheiro dela?

Quase esqueço que ele também é lobo.

— Flynn. — Ela afirma se levantando. 

— O Riven... — Ela fecha os olhos, se preparando para a notícia ruim. — Acordou. — Ela da um grito que não imaginei que daria um dia a vida. Rapidamente abraça Flynn e corre até a sala da enfermaria. — Calma! Ele não está la! 

— Estamos esperando o que? Vamos! Onde ele está? 

— Com a Chloé. Eles voltam em trinta minutos. Mas tem um problema: ele não lembra de Auradon.

Me preocupo, pois Chloé não deve estar nada bem.

— Ele lembra de mim? — Ela pergunta 

— Lembra, exigiu falar com você, então, depois de ajudar a Sofh vim te procurar. —Flynn responde. Novamente abre um sorriso. Então vai finalmente até a enfermaria. 

Me irritei por ela ter abraçando ele, não eu. Isso é ciúme? Mais que droga! Não sei porque, mas agora, quando ele me pergunta o que rola entre nós, algo me motiva a apenas responder:

— Eu e ela...ah temos um...lance. Sabe como é né? Passamos muito tempo juntos, tirando os treinos que ela tem com você, o tempo que passa com os amigos...Ela é todinha minha.

— Claro. 

Não é uma total mentira, mas nosso lance é amizade e ela não é minha. Por enquanto.






Notas Finais


Pessoal, uma coisinha importante: no desenho, em parte alguma cita a raça do gênio. Logo, achei muito legal ter um ator negro interpretando ele no live action, por isso trouxe seus netos assim para a fic, ambos negros. Mas, caso queira imagina-los do seu jeitinho, fique a vontade!


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