História The Heir's House! (INTERATIVA) - Capítulo 14


Escrita por: e Blabuleta

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Categorias 101 Dálmatas, A Bela e a Fera, A Espada Era a Lei, A Pequena Sereia, A Princesa e o Sapo, Aladdin, Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland), Branca de Neve, Hércules, O Corcunda de Notre Dame, Rei Leão
Personagens Chapeleiro Maluco, Cruella De Vil, Gato de Cheshire (Gato Risonho), Hades, Jafar, Personagens Originais, Rainha (Bruxa), Rainha Vermelha, Scar, Valete de Copas
Tags Fanfic Interativa, Frollo, Gaston, Jafar, Lefou, Malévola, Personagens Originais, Ursula
Visualizações 73
Palavras 1.171
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Fluffy, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Self Inserction, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAÁAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH espero q tenha ficado bom gente <3
~Blabuelta

Capítulo 14 - Preferências e Lembranças




No quarto dos meninos, todos estavam prontos, e conversavam.

—E então… —Ben começou a falar tentando driblar o tédio.

Ben trajava uma elegante camisa social, tendo por cima um colete preto. Um pequeno dálmata saia figurativamente do seu bolso. Seus cabelos estavam penteados para trás.

Ele jogava uma bola de tênis que achou em uma das gavetas. Ele olhou e calculou bem sua próxima vítima. —Alemap, não é? —Ele começou a sorrir vendo o garoto paralisar.

—Sim? —Alemap fingiu estar confuso, embora realmente estivesse, já sabia o que ia rolar.

O garoto, vestia uma calça de couro, é uma camisa social meio aberta, com sapatos sociais e o cabelo bagunçado. Usava uma bandana vermelha na cabeça e tinha uma espada presa ao corpo, espada essa, de sua irmã.

—Ah, lá vêm… —Disse Sami já prevendo a situação.

Sami, vestia apenas o casaco de um terno da cor vermelha, parcialmente abotoado. Seus cabelos estavam soltos e bagunçados, e suas calças estavam mais formais, porém Kardashian e compridas.

—Então, qual das meninas você mais gostou? —Mitsuki segurou o riso e continuou girando em uma cadeira que havia lá.

O mais novo, usava uma jaqueta marrom que detalhava o couro de algum animal, qual no momento ele desconhecia. A jaqueta era rústica, tinha costura a mostra é botoes artesanais, mas era muito charmosa. Por baixo uma camisa lisa e branca, é uma calça também de couro.

—Eu não gosto de mulheres. —Alemap respondeu firme.

—Ah! Azar o seu. —Ele riu. —Não sabe o que tá perdendo.

—Não é questão de perder ou ganhar Benjamin, a questão é a atração, e se ele não sente pelo mesmo tipo que você sente, ele não está perdendo nada. —Sami disse sendo direto, tentando cortar qualquer tipo de constrangimento seguinte.

—Calma aí gêniozinho. —Ben se levantou e se sentou na cama.

—E qual é a sua, Samizinho? —Suki perguntou, sugestivamente.

—Gosto de pessoas, não que te interesse. —Sami falou se referindo a Suki.

—Mas, e enquanto a minha pergunta? —Ben disse.

—E-eu… —Sami abaixou o olhar e o direcionou a porta, ficando vermelho logo depois. Suki revirou os olhos.

—Bom rapazes, é melhor deixar claro, deixem os olhos espelhados apenas para eu apreciar. —Suki se levantou e ajeitou a gola do casaco.

—Bum! Parece que temos uma queda pela família Evil Queen. —Ben se jogou novamente na cama, e Suki sorriu.

—Tivemos mais sorte que o principezinho da igreja. —Ben disse e olha para Ciel que aguardava distraído.

Ciel vestia mais ou menos a roupa de sempre, com a diferença do chapéu de seu pai, e as cores que ele ficou conhecido por usar.

Ambos suspiram.

—Espero que ele sobreviva a Lenny.

—Isso se a minha irmã não chegar primeiro. —Alemap diz, e Sami sorri.

—Bom, e você Dylan? —Dylan lia um livro, cujo nome era “As aventuras do capitão Nemo” . Ele levantou um pouco os olhos e encarou a janela.

—Digamos que existem pessoas interessantes por aqui.

Dylan estava sem camisa, com os cabelos bagunçados e vestia apenas uma calça army.

Ágatha descia as escadas enquanto Lenny entrava desesperada.

—Ou, o que tá acontecendo? Cadê todo mundo?

—Ah, estamos… —Lenny vai até o canto da sala e puxa sua mala. —Estamos preparando um teatro.

—Oh! Por que não me avisaram?!

—Ora, onde você estava Agatha? —Lenny perguntou distraída, uma pergunta retórica. —Hm… —Ela achou uma nota de cinquenta reais.

Lenny saiu da sala em direção ao quarto das meninas.

Assim que entrou no mesmo, viu Melyna se olhando no espelho. Seu vestido preto escorria pelo chão, como seda fina e pesada, em um tom vermelho vinho, tão escuro quanto sangue seco. Por cima, um bordado florido em preto. Seu vestido era de mangas compridas e tinha um cinto de couro, que vinha de debaixo dos seios até a cintura, com um ar rústico e elegante, sendo contrastado por um pingente branco. Seus cabelos pretos arroxeados estavam presos em um coque bem bolado, com algumas mechas soltas, e seus lábios já escurecidos por um batom vermelho escuro.

—Uhuw! —A menina disse.

—Eu disse maninha, vestida pra matar. —Mirra exclamou.

—Eu apresento ao mundo, “Lilith” a minha personagem teatral!

—Ah tá bom. —Arty falou desafiadora e cômica.

Melyna foi se sentar em um canto, onde todas as prontas estavam.

Charlotte vestia um belo vestido armado vermelho vibrante, que era disfarçado por um véu preto, com corações e rosas perfeitamente distribuídos pela saia. Seu vestido era um tomara que caia, que formava um coração em seu peito, que estava nu sem nenhum tipo de colar ou decoração. Seu cabelo, solto, apenas com uma presilha fixando suas primeiras mechas do lado de trás da cabeça. Seu lábio tinha o desenho de um coração em vermelho. Parecia uma boneca de porcelana.

Já sua irmã, Ella, usava tons mais pastéis. Seu vermelho era rosado, e sua saia vinha até os seus joelhos. Ela tinha um babado por baixo que a dava volume. Era decorada com enfeites de corações transparentemente pretos. Usava meias com listras pretas e brancas e um sapato vermelho, que brilhava. Na parte de cima, o decote do busto também forma a um belo coração, porém, as manguinhas volumosas e decotadas com um veludo preto, davam um charme infantil. Seu cabelo estava preso em um coque que fazia questão de imitar um coração, deixando apenas duas mechas meio soltas na parte da frente. Sua boca estava perfeitamente desenhada como a da irmã, porém em um tom preto.

Detrás do guarda-roupas, uma menina saiu.

Ela usava um terno roxo, calças largas e compridas, um sapato de época, uma blusa roxo claro, que estava um pouco apertada, por isso estava com alguns botões abertos, cobertos por um colar feito de ossos. Os ombros estavam bem retos e ela cobria o rosto com uma franja também roxa e uma cartola.

—Demais! —Katry disse e foi até ela animada. Era a Fleur.

—Nosso melhor trabalho. —Arty também se aproximou confiante.

—Gostou das abas? —A menina perguntou, ela havia confeccionado a cartola, e amou cada segundo. —São práticas e flexíveis. —A menina deu um sorriso, e caminhou devagar até o espelho.

—O que foi? —Charlottie perguntou. —Você está bem, qual é o problema?

—Eu acho que- —A boca de Mirra foi tampada por Verídiana.

Deixe-a. —Mirra engoliu a seco.

Fleur deu uma voltinha, e riu com a voz carregada.

—Hahaha… Faz um tempo desde que eu não lembro assim do meu velho… Caraca… Eu estou igualzinha… —Uma lágrima escorreu pelas grandes bochechas da garota.

Mylena se levantou segurando seu vestido, e abraçou os ombros da pequena Facilier. Trice pediu espaço da melhor maneira que pode, e foi em direção a porta do quarto, onde Lenny observava tudo. Havia até se esquecido da preocupação.

—Volto em vinte minutos…

Fleur bateu a porta embora não fosse sua intenção. Lana, como Leoa choramingou e colocou o queixo no chão. Mel desviou o olhar da situação, igualmente Nadia, e Katry foi novamente se sentar a máquina de costura, mas dessa vez trabalhava em seu próprio vestido, enquanto Arty, resolveu se trocar.

De repente, Lenny deu um pulo. —Gente! Precisamos de dinheiro!


Notas Finais


Hey! Vamos dormir? Vamos! Yuhhhuuuuuuuu!
~Blabuleta


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