História Os Guardiões do Olimpo - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Tags Amizade, Aventura, Deuses Gregos, Mitologia, Monte Olimpo
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Palavras 1.647
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Gostam de enigmas? Já ouviram falar sobre um dos mais famosos enigmas contados na mitologia? Acredito que muitos conheçam, mas aqueles que não, se quiserem tentar desvendar o enigma da Efinge... Sinta-se á vontade, só não se esqueça que a resposta errada pode lhe custar a vida.

Capítulo 7 - O enigma de Esfinge


Fanfic / Fanfiction Os Guardiões do Olimpo - Capítulo 7 - O enigma de Esfinge

Eu já estava chegando em casa, havia me separado de Dylan na rua anterior, quando cheguei em casa deixei o tênis na porta e fui até a dispensa para pegar algo para comer, abrí-la e peguei um saco de batatas fritas e me direcionei para o sofá na sala para sentar e assistir alguma coisa. Não demorou muito para que minha tia chegasse.

— Zack, cheguei! — Eu pude ouvir a sua voz doce e animada como sempre.

— Estou aqui. — Disse da sala.

Eu a ouvi colocando sua bolsa em cima do armário e vindo para a sala.

— Como foi seu dia? — Perguntei á ela.

— Normal. — Ela sorriu. — Nada de diferente, e o seu?

Nah... Nada de diferente também, descobri que eu sou a encarnação de Zeus e que eu junto com meus irmãos do Olimpo lutar contra titãs e outros monstros malignos que querem destruir a terra.

— Foi normal também, meio chato, mas consegui passar em matemática, um amigo me ajudou com o último exercício. — Respondi.

— Que ótimo! — Ela pareceu feliz com isso. — É a sua matéria mais difícil, né?

— É. — Respondi convicto. — Não vejo a hora das feras de verão, algo me diz que elas vão ser bem iradas.

Minha tia riu e se sentou ao meu lado no sofá, eu estava assistindo um programa aleatório, nunca gostei muito de televisão. Quando terminei de comer minhas batatas resolvi subir para o meu quarto. No meu quarto, tirei minha camisa e vi que havia um enorme roxo em meu braço esquerdo, acho que ele foi causado pelo golpe que levei da Esfinge. Eu resolvi deitar um pouco para relaxar, coloquei uma música nos fones de ouvido e fiquei ali deitado curtindo um pouco de música.

...

Já no outro dia, no colégio, eu estava conversando com Dylan, eu tinha me lembrado na noite anterior que hoje seria o dia do jogo de futebol americano do nosso time contra o time de outro colégio de Chicago, mas  eu acabei me lembrando que nem iria poder participar já que eu estava de suspensão desse jogo.

— Você ia jogar hoje não é? — Dylan perguntou.

— Ia. — Respondi.

— O que aconteceu para você ser suspenso do jogo?

Eu ri.

— Eu dei um soco na cara daquele metido a valentão em quem você jogou água na cara.

Nós dois rimos ao lembrar da situação de Ryan sair com a cara toda molhada naquele dia. Hoje as aulas seriam mais curtas que o normal devido ao jogo, eu e Dylan estavamos indo á caminho da sala de aula e quando chegamos nos sentamos em nossos lugares, era aula de história, com professor Herman. Ele entrou na sala e nos cumprimentou, em seguida começou a entregar os resultados de nossa pesquisa, quando ouvi meu nome me levantei e fui até lá para pegar a minha. "Wow" pensei, eu havia tirado A, com certeza eu já estaria de férias com esse resultado.

Seguido disso, o Sr. Herman começou a falar os nomes dos alunos que já estavam liberados para as férias de verão, bom a ansiedade me consumia porque eu era o último da lista, eu logo pude ouvir o nome de Dylan ser dito, eu acredito que ele já veio para cá com as notas do seu colégio antigo. Quando todos os nomes foram ditos eu ouvi: "E Zack Ray". Eu tentei conter a alegria de poder dar o fora dali o quanto antes.

— Acho que agora vamos ter mais tempo para focar nos assuntos Olímpicos. — Dylan comentou comigo.

— Pode apostar! — Respondi com empolgação.

Depois da ótima notícia de que eu já estava liberado de livros e estudos, eu e Dylan estávamos indo para a quadra de esportes para assistir o jogo. Enquanto caminhávamos para a quadra pude ver a galera do time indo na mesma direção sob as instruções do técnico, o senhor Morris.

— Boa sorte galera. — Eu disse ao pessoal do time.

— Valeu Ray! — Matt respondeu, sendo seguido pelos outros.

Eu e Dylan continuamos a caminhar para a quadra, mas de repente eu tive um vislumbre de uma coisa que eu jamais podia acreditar: a mulher loira que nos tinha pedido informação antes, a Esfinge.

— Tudo bem, cara? — Dylan perguntou vendo que eu havia ficado meio assustado por um instante.

— É que eu acho que vi a Esfinge aqui. — Falei em um tom mais baixo.

— O quê? — Tem certeza? — Dylan pareceu incrédulo.

— Quase.

Mas eu decidi que era melhor manter a calma e seguir para a quadra e assim fizemos, nós seguimos para as arquibancadas e lá ficamos sentados enquanto observavamos a galera do time entrando dentro da quadra de esportes. De repente eu olhei para de trás de Dylan e vi a mulher Esfinge, ela estava diferente, era como se tivesse mudado de forma, agora ela parecia uma simples aluna usando uniforme escolar, será que monstros podiam mudar de forma assim? Eu tinha quase certeza que era ela, de algum jeito eu sabia.

— Olhe, aquela garota ali. — Cutuquei Dylan e o mostrei a garota.

— O que!? — Ele pareceu espantado. — É ela mesmo.

Haviam muitos alunos na quadra assistindo os jogos, aliás o jogo havia acabado de começar e eu nem havia prestado atenção, eu queria muito ver meu time em ação, mas eu precisava dar um jeito naquele monstro antes que ela ferisse alguém inocente. Mas para minha surpresa a garota veio na nossa direção, ela tinha um sorriso maligno no rosto e se sentou ao nosso lado.

— Acharam que eu estava morta não é?, seus Olimpianos malditos. — Ela disse com raiva, mas tentando disfarçar para que ninguém percebesse.

— O que você está fazendo aqui? Nós vimos você morrer. — Eu disse perplexo.

— É só um de meus truques, mas agora eu tenho uma proposta á fazer para vocês.

— Ahn? — Dylan fez uma cara de dúvida. — Você quer negociar com a gente?

Ela riu sarcásticamente.

— Eu poderia matar todo mundo exatamente nesse momento aqui na quadra de esportes, sabiam?

— Não se atrev

— Mas. — Ela interrompeu-me. — O meu objetivo é matar vocês deuses, então ofereço-lhes uma chance de salvar a si mesmos e esses mortais ridículos, ou podem acabar morrendo.

— O que você quer? — Perguntei á ela.

Ela riu maléficamente.

— Se conseguirem responder o meu enigma, poderão se safar, mas se errarem terão que se entregar á mim sem truques.

— Você é maluca? Eu tô fora, vamos resolver isso na porrada. — Respondi furioso.

— Calma, Zack. — Dylan pareceu pensativo. — Se negarmos, ela irá matar todo mundo na quadra de esportes e essas vidas não poderão ser restituídas, é melhor fazermos o que ela pede.

— Tudo bem... — Eu respirei fundo tentando me acalmar.

— Assim é muito melhor. — Ela lançou um olhar desafiador para nós. — Esse lugar é muito barulhento, esses mortais idiotas não calam a boca, vamo para fora da quadra de esportes.

Esfinge se levantou delicadamente como se fosse mesmo uma garota e caminhou na frente descendo as arquibancadas, eu e Dylan fomos atrás dela. Chegamos na parte de fora da quadra de esportes, no pátio central do colégio, não havia ninguém, todos estavam entretidos com o jogo e eu queria muito estar assistindo.

— Aqui está bom... — Ela disse.

— Vamos, vai logo com esse questionário aí. — Eu disse, já estava ficando sem paciência.

Ela pigarreou e então disse:

— Qual animal caminha sobre quatro pernas de manhã, duas pernas de dia e três pernas durante a noite?

Quando eu estava prestes a falar um palavrão e insultá-la, Dylan me parou com a mão e balançou a cabeça dizendo "não". Ele parecia sério, era como se estivesse pensando em uma resposta para dar.

— Tic, tac, tic, tac, tic, tac. — Esfinge estava nos desconcentrando.

Eu realmente não sabia a resposta então fiquei em silêncio absoluto, já Dylan parecia estar pensando em algo para dizer, eu estava contando que ele soubesse essa charada idiota, caso contrário teríamos que nos render á Esfinge e ela com certeza ia nos devorar. Já haviam se passado uns vinte ou mais minutos e nós estávamos ali em pé parados, a garota com olhar demoníaco nos encarando e eu rezando aos deuses do Olimpo (isso seria uma reza para mim mesmo?) para que Dylan pudesse responder essa.

— Acho que vocês não sabem a resposta não é? Muitos já morreram nas minhas garras por não saber responder essa. — Ela riu debochadamente.

— Eu descobri a resposta. — Dylan disse.

Esfinge olhou para ele em descrença, até eu olhei para ele assim, será que ele sabia mesmo?

— Pode dizer, Poseidon. — Esfinge disse á ele.

— Bom, a resposta é o homem, que na infância se arrasta sobre as mãos e joelhos, na maturidade caminha ereto e na velhice caminha com a ajuda de uma bengala. — Ele respondeu convicto.

A Esfinge estava tão perplexa e envergonhada com a resposta que eu podia ver em seus olhos que ela se sentia pior do que lixo.

— Maldito... Como sabia? — Ela perguntou cerrando os punhos e dentes.

— Eu estava tentando lembrar, na verdade. Eu tinha lido sobre a história de édipo num livro que encontrei na estante na biblioteca da minha mãe lá em casa. — Ele respondeu tranquilo.

Provavelmente a Esfinge havia ficado tanto tempo presa no Tártaro que não tinha noção do avanço humano e de que os mortais liam livros e relatavam conhecimentos antigos nesses livros.

— Eu perdi... Eu não posso aceitar... Eu fui humilhada.

Ela estava com tanta raiva de si que num ato muito louco a Esfinge usou suas próprias garras para perfurar o próprio estômago, sangue negro jorrou no chão logo se transformando em cinzas, ela urrava de raiva de si mesma por ter perdido a aposta e acabou morrendo com o golpe que desferiu em si mesma.

— Cara, que bizarro... — Eu comentei.

— É... — Dylan concordou observando a Esfinge morrer definitivavamente. — Acho que ainda podemos pegar o fim do jogo, vamos!

Eu me lembrei de que tinha um jogo de basquete muito importante para o nosso time acontecendo, então nós corremos em alívio e ansiedade para assistirmos o jogo.


Notas Finais


Nossa dupla de deuses Olímpicos conseguiu desvendar o enigma da Esfinge e com isso a derrotaram por completo, mas será que isso significa o fim? Com certeza não, ainda há muito pela frente.


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