1. Spirit Fanfics >
  2. Os Herdeiros dos Marotos em: o Epílogo. >
  3. A Manhã de Natal.

História Os Herdeiros dos Marotos em: o Epílogo. - Capítulo 30


Escrita por:


Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 30 - A Manhã de Natal.


Dia 25 de Dezembro de 1999.

A primeira coisa que Harry sentiu, ao acordar, foi algo quente em cima de si, confortável e macio, que se mexia levemente e parecia lhe abraçar. Ao abrir os olhos, ele sorriu bobamente. Ainda sem óculos, só avistava os cabelos escuros, nariz e olhos de sua noiva. O seu rosto branco, cheio de sardinhas, tão calmo e doce parecia tranquilo e em paz. 
Sem conseguir resistir, Harry levou uma de suas mãos aos cabelos dela e deixou um selar na testa dela. Aurora sorriu, e o abraçou mais.

-Hum...Que horas são? -Ela perguntou sem abrir os olhos. Sorrindo, com preguiça.
-Não faço ideia. -Harry disse ainda fazendo cafuné nela.
-Eu não quero levantar. Não podemos abrir os presentes aqui? -Perguntou ela.
-Acho que seu pai não vai gostar de abrir os presentes aqui. -Harry disse e Aurora riu.
-Ainda temos que voltar para Hogwarts. -Ela suspirou.

Eles haviam saído escondidos na noite anterior. Todos seus familiares e amigos mais próximos estavam em Hogwarts, então, decidiram ir para o castelo Black-Potter. Uma das maiores qualidades de ser a protetora da Grifinória era que Aurora conseguia aparatar dentro de Hogwarts e assim, eles fizeram, voltando para Praga, onde poderiam ficar sozinhos e aproveitar a noite da véspera de Natal juntos.

-Na próxima, pedimos para fazer aqui. Temos quartos suficientes no castelo. -Disse ele e riu de si mesmo. -É tão estranho.
Aurora abriu os olhos.
-Nós temos um castelo...O nosso castelo. -Ela respirou sorrindo para ele.
Harry a observou, e fez carinho no rosto dela.
-Só nosso...Um lugar em que podemos voltar. Um depois. -Disse Harry.
-Um agora. Esse é o nosso presente, Harry. Um lugar em que podemos acordar todos os dias sabendo que está tudo bem. -Aurora se aproximou dele e o beijou.

Harry a puxou, ajeitando-a e continuou a beija-la, feliz e sentindo-se em casa. Aurora era seu lar, a pessoa que ele se sentia seguro e amado. A pessoa que ele podia contar para abraçar e lhe ouvir. E acima de tudo, que poderia amar.

Em algum momento, Aurora voltou a se deitar em cima dele, desenhando em seu peitoral e respirando fundo.

-Precisamos ir. Rony vai ficar falando disso o dia inteiro se não aparecermos para o café. -Ela se sentou.
Harry parou por um segundo.
-Eu não acho que eu vi a cama do Rony ocupada ontem a noite. -Disse ele e Aurora virou seu rosto surpresa. -Nem o do Teddy, e acho que o quarto dos gêmeos também estava vazio.
Aurora tapou a própria boca.
-Nós precisamos voltar. -Ela pulou da cama, fazendo Harry rir. Até que ela jogou os suéteres deles de Natal na cara dele. -Anda, Harry, levanta!

Harry bufou e voltou a se deitar na cama de casal, observando Aurora se vestir. Ela estava ainda com as costas desnudas enquanto vestia a sua calça jeans. Sorriu involuntariamente, de repente.

-O que foi, amor? -Aurora o olhou enquanto procurava suas coisas no armário.

-Eu gosto das tatuagens das suas costas. -Harry disse e Aurora sorriu, sentando-se na beirada da cama, perto dele. Então, Harry sentou-se, atrás dela e começou a tocar naqueles desenhos tão bonitos que cobriam aquela página tão dolorosa de suas vidas.

Entre as escapulas, e indo em direção aos ombros, havia o desenho de uma galhada de um cervo, com flores nascendo em seus nós. Passando os dedos por ali, Harry sentia as cicatrizes antigas por baixo, o que fez ele fechar os olhos junto a Aurora, por um momento. Ele ainda sentia uma culpa invisível em seus ombros...Se ao menos ele tivesse a escutado.

-Não pense nisso. -Aurora disse.
-É difícil não pensar. -Harry abriu os olhos. -Você só queria me acalmar. Me fazer abrir os olhos...E eu gritei.
-Eu te perdoei quase que imediatamente, Hazz. Voldemort estava te transmitindo raiva. Não estava no seu eu comum. -Ela virou um pouco o rosto, dando-lhe visão de seus olhos azuis escuros.
Harry suspirou e beijou a bochecha dela.

Descendo pelas costas, havia o rosto de um leão pela metade, sendo que o outro lado estava coberto por desenhos de lírios e rosas. Harry sorriu.

-Gosta de lírios? -Perguntou ele, leve.
-Tia Lily é ainda a minha madrinha, Harry. -Aurora sorria.
-Será que ela gostaria das suas tatuagens? -Perguntou Harry.
-Meu pai disse que sim, especialmente ao lado do leão. Se orgulhava de ser uma grifinória, disse ele, assim como eu. -Ela disse e Harry continuou a ver as tatuagens.
-Mas a galhada representaria eu ou o seu padrinho? -Perguntou ele.
-Ambos. -Aurora disse.

Já na altura de sua cintura, no fim das costas, haviam as fases da lua, tendo ela inteira no meio.

-Acho que eu gostaria de fazer uma tatuagem. -Disse Harry.
-Eu posso te levar na bruxa que fez as minhas. Foi a mesma que fez as do meu pai e do Evan. -Disse Aurora.
-Foi a do Draco também? -Perguntou Harry.
-Foi. Já viu o desenho que ele fez? -Aurora se virou para Harry, vendo ele assentir com a cabeça.
-Uma serpente entorno de narcisos, não? -Ele perguntou pegando o suéter na cama e passando para ela.
-Sim. Tia Cissa adorou, ainda mais por cobrir aquela coisa horrorosa. -Disse Aurora se vestindo.
-O que você acha que eu deveria fazer? -Perguntou Harry.

Aurora o olhou, ali com seu peitoral desnudo e sorriu.

-Um pomo de ouro. -Disse ela e ele revirou os olhos.
-Sério? -Perguntou.
-Estou brincando, mas não negue que você já não pensou nisso. -Disse ela.
-Talvez. -Harry riu. -Mas e se...Eu fizesse uma raposa? Hum? Sentada em uma lua minguante...
-Quantas vezes você já pensou em uma tatuagem? -Aurora perguntou levantando uma sobrancelha.
-Muitas vezes. -Harry disse sorrindo e indo com seu rosto na direção dos lábios dela. Aurora sorriu bobamente e segurou o rosto dele com ambas mãos, o beijando.
Ela entreabriu os olhos, e disse perto aos lábios dele.
-Acho uma bela tatuagem. -Ela deu mais um selinho nele. E desceu as suas mãos, apoiando-as nos ombros dele.-O que acha...Aqui? -Perguntou apontando pra sua escapula direita.
-Hum...Eu estava pensando no ombro..-Harry sorriu.
-Ficaria bonito. Faria outras? -Questionou.
-Ao longo do tempo. Alguns desenhos com significados, outros bem aleatórios. -Disse ele.
-Como por exemplo? -Perguntou ela.
-Um testrálio. -Harry disse.

Aurora o olhou surpresa.

-Interessante. -Ela se levantou, procurando seus sapatos. -Se veste, Harry.
-E se fizermos tatuagem de casal? -Ela perguntou pegando seu suéter e se levantando.
-Já somos bregas o suficiente, não acha? -Aurora riu.
-Sempre podemos ser mais! -Ele disse e Aurora negou com a cabeça, indo se calçar.

XxX

Ele conseguia ouvir os passarinhos do lado de fora. Estava quentinho, o que o fez se aconchegar melhor sob as cobertas e sorrir. Sentiu beijinho sob seu pescoço e costas. Não se incomodou e continuou ali.

-Eddie..-Ouviu lhe chamar.
E sorriu mais, se virando e abrindo os olhos. Ali estava ele. Charles estava sem camisa, mas vestia uma calça moletom verde musgo. O ruivo se aproximou dele e o beijou.
-Bom dia..-Disse entre o beijo.
-Bom dia, meu crepúsculo. -Disse Charles, sorrindo de olhos fechados. -Fiz café para você.
-Hum...-Riu. -Vou ficar mal acostumado desse jeito.
-Acostumado. Por mim, você sempre terá café na cama. -Disse o Weasley.
-Deveria ter me acordado. Eu podia ter te ajudado. -Disse Teddy levando a mão ao rosto do namorado e acariciando seu rosto.
-Você parecia muito confortável e feliz. Merecia descansar mais um pouco. -Charles sorriu fraco e pegou a mão do garoto, a beijando.
-E por que será que eu estava tão cansado? -Perguntou Teddy inocentemente e as bochechas de Charles ficaram vermelhas. Teddy riu e beijou ele, o abraçando.  -Nem parece o cara que me sequestrou ontem a noite.
Charles retribuiu o abraçando, rindo e fazendo carinho nas costas desnudas do namorado.
-Eu estava inebriado pelo seu cheiro...Acha que perceberam que não fomos pros quartos? -Perguntou Charles.
-Se repararam, não devem ter estranhado. -Teddy disse, realmente sem se preocupar com o que iriam pensar. Era normal que eles tivessem tempo juntos e passassem a noite da mesma forma. 
Passou as mãos pelos cabelos de Charles e fechou os olhos, sentindo seu cheiro.
-Coisa de licantropo? -Perguntou Charles sorrindo bobamente.
-Coisa de namorado. Você tem o melhor perfume do mundo. -Teddy disse e Charles o abraçou com mais força.
-Eu amo te ouvir dizer isso, sabia? Que eu sou seu...-Charles disse e Teddy se afastou do abraço, ainda sentindo as pernas deles entrelaçadas.
-Eu te amo, Charlie. Muito mesmo...-Teddy deu um selinho nele. -E vou dizer milhares de vezes isso, que eu sou seu tanto quanto você é meu, mesmo que seja só para poder te ver sorrir.
Charles riu, levemente vermelho e beijou Teddy.

XxX

Eles já haviam descido, vestidos com seus suéteres de natal e de mãos dadas. Charles havia colocado um de seus gorros quentinhos no namorado e o levava em suas costas até o ninho dos ovos de dragão que estavam prestes a chocar. Teddy ria, se segurando enquanto Charles dava pulinhos pela grama cheia de neve e úmida pela geada da manhã. Então, eles finalmente chegaram e Charles colocou o namorado no chão para poder buscar as luvas e os casacos de couro.

-Os ovos ficam sozinhos? -Perguntou Teddy vestindo o casaco que o namorado abria para si.
-Não. Eu coloquei dois dragões adultos junto a eles. Um é o Audax, que por acaso ficou rodando o ninho que nem um louco até entender o que eram as pedrinhas de formato incomum. E a outra é a Norberta, que é a mãe biológica deles. Ela pareceu realmente gostar do Audax e está o ajudando a andar pelo ninho sem machucar os ovos, já que ele é cego. -Disse Charles.
-Audax vai ser papai? -Teddy colocou a mão no peito, emocionado.
-Eles são da mesma raça, Dorsos-Cristados Noruegueses, então, é mais fácil. Alguns dragões não aceitam filhotes diferentes e acabam quebrando os ovos. -Charles explicou abrindo a porta devagar. Ele fez sinal para Teddy não fazer barulho e o garoto correu para trás de si.

Quando a porta foi completamente aberta, Teddy pode ver os dois dragões adultos dormindo em volta dos ovos, dentro do ninho. Norberta era um dragão de escamas negras e possui cristas bem salientes e negras por todo o dorso, com uma aparência semelhante a de lagarto. Seus   olhos são bem amarelos, com pupilas verticais como as de um gato. A única diferente entre Norberta e Audax, era que o dragão do banco era albino. Ambos estavam com suas caudas enroscadas entre si e ressonavam baixinho. Até que Audax respirou profundamente e ergueu a cabeça, sabendo que haviam visitas. Ele bateu sua cabeça de levinho na de Norberta, a acordando com carinho. 

A dragão rosnou ao olhá-los, mas Charles abaixou-se levemente e abriu suas mãos, mostrando que não havia nada nelas e Teddy o imitou. Norberta abaixou a cabeça, mas continuou olhando-os. Só que, surpreendentemente, Audax levantou e foi até o casal. Teddy sorriu e esticou sua mão, na qual sem demora foi tocada pelo focinho de Audax, que fechou os olhos contente. Então, o dragão passou a sua cabeça por trás de Teddy e o pegou pela parte de trás de Teddy.

Charles começou a rir.

-Audax! -Teddy ficou parado, sem saber o que fazer.
-Fique parado. -Charles avisou.
-O que você acha que eu vou fazer? Bater nele?! -Teddy perguntou.

Mas logo, se acalmou, ao sentir sendo posto sentado no ninho...Junto aos ovos. 
Teddy revirou os olhos.

-Você me ofende de muitas maneiras, Audax. -Teddy colocou as mãos na cintura. 
O dragão não pareceu se importar com a atitude, pois, se sentou e encostou com seu focinho em Norberta, que ergueu a cabeça para olhar o que ele havia feito. Vendo Teddy ali, ela se aproximou e o cheirou.
-Ótimo...-Teddy ficou parado, esperando o que ela ia fazer. Charles colocou a mão no seu próprio rosto, observando, curioso.
 A dragão olhou para Teddy novamente e empurrou ele com seu focinho, o fazendo deitar no ninho.
-Ótimo, sou bebê de dragão agora. Valeu Charles. -Disse Teddy.

Norberta voltou a se deitar e Audax parecia muito orgulhoso do que havia acontecido.

-Eu acho que você foi adotado?-Charles disse.
-Mas eu tenho pais! -Disse Teddy sentando e abrindo os braços.
-Eles não sabem disso. -Charles riu e se aproximou do ninho devagar, esticando seu braço para Teddy e o garoto pegou, saindo do ninho com cuidado.

Os dois olharam para os ovos. Eles eram negros e grandes, o que fazia Teddy pensar como que Quirrel havia conseguido, antes de dar a Hagrid, o ovo de Norberta.

-Em quanto tempo eles vão nascer? -Perguntou Teddy.
-Os seus irmãos? -Charles perguntou e Teddy revirou os olhos, mas assentiu. -Daqui dois dias ou menos. 
-Pode me chamar quando acontecer? -Pediu Teddy sorrindo ansioso.
Charles sorriu e passou um braço pelos ombros dele.
-Claro. -Charles beijou a têmpora dele. -Teddy...Eu sei que é cedo..-Ele pareceu inseguro por um momento, o que fez Teddy pegar a mão dele. -Um dia você gostaria de vir morar aqui? Eu vou entender se preferir viver na cidade ou em um apartamento.
Teddy abriu um grande sorriso.
-Eu vou adorar viver aqui! É perfeito, Charlie. -Disse Teddy e Charles devolveu o sorriso, dando um selinho em Teddy.
 

XxX

Quando eles usaram as lareiras para voltar a Torre da Grifinória, eles riram ao ver Harry e Aurora tentando subir silenciosamente pros dormitórios.

-Shiu! -Aurora disse.
-Aurora, você tem dezenove anos, sabe disso? -Perguntou Teddy rindo fraco.
-É uma Lady e noiva, assim como Harry é Lorde e seu noivo. -Disse Charles.

A lareira queimou novamente, saindo de lá Fred e Hermione. E assim que eles saíram, ela queimou mais uma vez, saindo Pansy e Ronald.

-Todo mundo saiu ontem a noite? -Rony perguntou.
-Pelo que parece. -Teddy sorriu.
Aurora bufou, mas em seguida sorriu.
-Todo mundo foi para a sua própria casa?-Ela perguntou e Fred abraçou Hermione por trás.
-A nossa casa ficou pronta uns dias atrás. Foi a primeira vez que fomos...-Hermione disse sorridente.
-O nosso apartamento também ficou pronto. É grande e fica em cima da loja da Pan. -Disse Ron.
-Ela vai abrir logo depois da formatura! Espero que todos façam suas encomendas. -Pansy disse ansiosa.

Eles riram, mas assentiram de acordo. Já haviam encomendado com a morena os vestidos e ternos pra a festa de formatura, e sabiam que a qualidade das roupas eram excelentes, já que a futura Weasley havia aprendido com a melhor.

-Já podemos saber o nome da loja? -Perguntou Harry descendo as escadas com Aurora e indo se sentar nos sofás do salão comunal. Os outros seguiram seu exemplo e foram se aconchegar perto da lareira.
-É surpresa. -Pansy disse.
-Na inauguração vocês saberão. -Disse Ron.
-Que injusto, vocês sabiam o nome da nossa loja. -Fred disse dando língua pro seu irmão.
-Porque vocês contaram. Não quer dizer que faremos o mesmo. -Ron disse.
-Ei, cadê o Jorge? -Perguntou Charles.
-Ele e Lina foram buscar os pais dela para o café da manhã de natal. -Disse Fred.
-Bill também foi buscar os Delacour com Fleur. -Disse Ron.
-Eu deveria ter buscado os meus pais? -Perguntou Hermione.
-Podemos ir até lá se quiser. -Disse Fred. Hermione sorriu triste.
-Eles já devem ter planejado alguma coisa para hoje. Ano que vem. -Disse Mione.

-Ei, você já acordaram? -Sirius perguntou descendo junto com Evan, Remus e Dora. Sendo que o último casal carregava uma bebezinha de cabelos azuis que parecia querer sair correndo a qualquer minuto
Os jovens assentiram.
-Estávamos com fome. Só estamos esperando vocês para ir. -Aurora disse e Harry assentiu junto aos outros, fingindo que nunca haviam saído do castelo.
-Oh! Vou subir para acordar a Molly então. -Dora disse e se virou para subir.

Todos sorriram entre eles, Pansy escondeu seu rosto no braço de Rony, tentando não rir.

-Rora! Rora! -Um menininho veio descendo dos dormitórios, já usando seu suéter de natal vermelho e verde, com um "A" no meio. -É natal!
-É mesmo, Pollo! -Aurora o pegou no colo. -Ansioso pelos presentes?
Apollo fez que sim várias vezes com a cabeça. Aurora riu e beijou a bochecha dele.
-Então já vamos descer para tomar café e abri-los. E você, Peggy, ansiosa? -Harry perguntou.
-Sim! -Margaret bateu suas palmas e Edward riu, a pegando do colo de seu pai, mas se sacudiu e esticou os braços para Charles.
-Eu estou sendo trocado? -Teddy fez cara de choro.
-Dragão! Dragão! -Margaret disse e Charles riu, pegando a menina. Remus riu alto.
-Sempre! Ela sempre me troca pelo Teddy. Nossa, como eu me sinto vingado. -Disse Remus.
-Eu quero meus irmãos dragões de volta, pelo menos eles não me trocam. -Teddy disse.
-Eles são ovos, Teddy. -Charles disse enquanto levantava e abaixava Margaret, que ria alegre.

-Como assim irmãos dragões? -Molly perguntou descendo as escadas dos dormitórios.
-Eu tive ovos e esqueci? -Perguntou Dora confusa, fazendo os outros rirem.
-Audax e Norberta adotaram o Teddy de alguma maneira, então, os ovos deles são os irmãos dele. -Charles disse.
-Quando que fomos trocados por dois dragões? -Perguntou Remus.
Sirius gargalhou abraçando Evan, que ria da mesma forma, sem aguentar.
-Vocês não foram trocados, mas agora eu tenho quatros pais. Mas eu estou trocou a Margaret pelos Ovolindo, Ovildo e Ovaldo. -Disse Teddy. Charles ajeitou Peggy em seu colo.
-Não! -Peggy o olhou, cruzando os braços, enchendo as bochechas e fazendo bico. Seus cabelos ficaram vermelho fogo. -Ed meu! -Peggy esticou os braços pro irmão, que logo a pegou, sorridente.
-E do Charles. -Disse Charles.
-E do dragão. -Peggy se consertou.

Todos riram e se levantaram para ir tomar o café da manhã de natal.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...